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BIRDMAN O GRANDE GANHADOR DO OSCAR

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sexta-feira, 20 de janeiro de 2012

Posted by Pasteleiro On 17:00 0 comentários

FRITOS NA HORA - Hanna

Para alguns pode ser um sacrilégio, mas eu só assisti "A Identidade Bourne" e não gostei do filme. Não sou fã de filmes de espião, as vezes me dá uma louca e assisto algum da franquia "007", mas mesmo assim só para passar o tempo.





Resolvi assistir "Hanna" acreditando ser um filme mas para a linha "Kick-Ass", porém para minha surpresa o filme trata de conspirações e jogos de espiões, uma definição perfeita seria se o Jason Bourne tivesse uma filha com a Evelyn Salt (Salt).

A trama do filme gira em torno de Hanna (Saoirse Ronan) que mora com o pai Erik (Eric Bana) num lugar remoto. A menina desde pequena aprende com Erik a lutar e caçar, se tornando assim uma verdadeira máquina assassina. Um dia ela resolve que é hora de partir e começar a missão da sua vida.





Como disse não sou adepto de filmes com essa linguagem, mas adorei a interpretação de Saoirse Ronan, gosto dos trabalhos dela desde de "Um olhar do paraíso". Também estão muito bem Eric Bana que até se vende bem como ator de ação e a talentosa Cate Blanchett que está irretocável como a vilã Marissa, creio que por tudo isso o filme se tornou mais interessante para mim.





O que mais me chamou a atenção no filme, não foram nem suas reviravoltas que em alguns momentos estavam muito claras (é fácil de perceber o segredo de Hanna se você prestar a atenção em algumas cenas), mas sim a interação da personagem com o mundo real, a relação dela com a família que ela encontra é simplesmente brilhante, pois ao contrário do que acontece em muitos filmes, aqui Hanna não perde a inocência e sim a ganha, no pouco tempo que teve uma amiga ela se permitiu ser adolescente, o duro é que isso é logo esquecido para dar lugar a ação.





A minha recomendação é para quem gosta de filmes de ação com tramas, como é o caso da trilogia “Bourne”, “Salt” entre outros.

Escrito por Fábio Campos

Posted by Pasteleiro On 10:00 0 comentários

SUCOS DO RODRIGO - Killing Bono.

Ser fã do U2 é de certa forma ser um xiita em potencial, muitos vão criticar a maneira como o Bono prega ou a simplicidade musical dos quatro irlandeses, mas o que ninguém poderá negar, é o poder de alcance e qualidade sonora deles.





Hoje a banda carrega uma aura quase que messiânica em muitos lugares, mas nos anos 80 era diferente, eram somente quatro irlandeses em busca de um lugar ao sol que deram certo e dominaram a América.





Partindo dessa premissa fui assistir Killing Bono, filme independente e extremamente divertido, alias vale lembrar que fazia tempo que não me divertia tanto com um filme ambientado em um cenário e assuntos puramente musicais, desde o Quase Famosos.





Contando a história de Neil e Ivan McCormick, dois irmãos que eram amigos dos rapazes do U2, sendo que o primeiro acreditava piamente que montaria uma banda que faria mais sucesso que os reis da Irlanda, isso rodeado de agruras e momentos de puro azar ou teimosia.





Shook up nunca conseguiu o sucesso para pelo menos estar a par da poeira que o U2 soltava, e para piorar, Neil nunca contou a Ivan que o mesmo era o escolhido para ser o quinto membro da trupe de Bono e Cia, tudo isso num filme envolvente que passa rápido e faz dessa típica comédia europeia um projeto necessário para quem ama música.

quinta-feira, 19 de janeiro de 2012

Posted by Pasteleiro On 17:00 0 comentários

PASTEL DELIVERY - Homer para presidente do mundo!

Quando surgiu em 1987 no programa de Tracey Ullmans shows, como uma espécie de sketchs, Os Simpsons eram apenas um desenho, engraçado, porém normal aos olhos daqueles sortudos que poderam assistir.





Matt Groening conseguiu um contrato com a Fox em 1989 e aí...Bom, e aí nasceu a figura mais importante da cultura pop moderna.

Nada se compara a Homer Simpson e quando digo nada, é a mais pura verdade!Ninguém conseguiu se manter no topo do sucesso ou qualidade que nem ele.





Muitos podem perguntar, que Homer não pode ser emparelhado a humanos, pois é um desenho..Mentira, Homer nada mais é que a somatória de todos os nossos vexames, pensamentos restritos e ações imbecis.





A cada temporada o personagem principal da série reflete o momento social do povo, seja quando brigou até bater no George Bush pai, ou quando foi votar em Obama, mas viu que a máquina alterava os votos para o candidato republicano John McCain!





Alguns dizem que Os simpsons escorre preconceito, um exemplo seria um dos momentos ao qual mais senti vergonha do Brasileiro, quando muitos reclamaram do episódio ao qual a família fazia uma visita ao nosso país e por consequência das piadas lá foi a patrulha da imbecilidade reclamar, fato que vale ser lembrado que em nenhum outro lugar do mundo houve esse tipo de movimentação, vide as piadas com Japoneses, Australianos e principalmente com Ingleses e Irlandeses, ninguém reclamou, apensar deu risadas.





Esse preconceito alardeado nada mais é do que a vergonha de darmos de cara com os nossos próprios monstros, Homer expõe isso de maneira brilhante, esfregando na cara da sociedade o quão machista, xenofóbica e homofóbica ela é.





Exemplos?No episódio no qual Patty resolve se casar com outra mulher que no primeiro momento temos uma reação preconceituosa, que é totalmente revertida quando Homer percebe que pode lucrar com aquilo, agora me digam, será que se percebessem que liberando o casamento Gay as igrejas teriam mais dinheiro os mesmos não correriam para congresso solicitando esse direito a casais homoafetivos?





Um dos que mais gosto é quando Homer ganha um vizinho que ele considera terrorista somente por ter origem árabe e toma esfregar na cara da sociedade americana o preconceito latente gerido por George W. Bush e sua gangue.





Fora os artistas que aparecem na série, como se Os Simpsons oferecesse uma espécie de benção de que os mesmos alcançaram o sucesso!





Após 23 temporadas é evidente que houveram momentos mais “sem graça” ou de pouco apelo, mas o que é imutável é que Homer Simpson é sim o personagem mais importante da cultura pop moderna, pois só ele para conseguir uma estrela na calçada da fama, uma palavra no dicionário Oxford(D´Oh ganhou o sentido de desagrado segundo o mesmo), fãs por todos os cantos do mundo sendo somente um desenho!





Por isso abro uma Duff Beer, vou tentar achar um kwik-e- mart aberto para comprar uns amendoins para sentar em meu sofá e passar umas horas rindo e admirando a sua genialidade, obrigado Homer!


Texto escrito por Rodrigo Moia

Posted by Pasteleiro On 10:00 0 comentários

FRITOS NA HORA - Quero Matar meu Chefe

"Quero Matar meu Chefe" é um filme muito fácil de dar certo, afinal ele tem um elenco interessante com Kevin Spacey, Colin Farrell e Jennifer Aniston e uma história muito interessante, afinal as situações em que os chefes colocam os funcionários são no mínimo divertidas. Eu pelo menos adorei, especialmente as que envolviam o personagem de Colin Farrell.





O que falta no filme é um roteiro mais elaborado, tudo é muito rápido, as coisas se resolvem muito depressa e o filma acaba como uma piada com potencial, mas que no final acaba encurtada. Entre os três protagonistas destaco a presença de Jason Bateman, que com certeza rouba a cena com seu personagem e se mostra o mais seguro dos três. Afinal, Jason Sudeikis está muito forçado no papel que lhe cabe e Charlie Day está demais apagado, em alguns momentos o personagem dele quase desaparece de tão esquecível.





Creio que os antagonistas são mais destaque, a personagem de Jennifer Aniston se mostra em um papel interessante e tão fora do comum do que ela geralmente faz, afinal sempre fica com o papel de mocinha indefesa nos filmes. Já Kevin Spacey está mais para um Lex Luthor sendo bem inescrupuloso e ciumento, porém para mim o mais engraçado é Colin Farrell que está com uma caracterização muito interessante o deixando livre do papel de galã.





A minha opinião sobre o filme é que ele é comédia que tentou ser diferente mas acabou sendo muito curta e sem conteúdo com um final bem clichê, no qual todos saem ganhando. Já adianto que você vai rir em alguns trechos, mas com certeza o que você mais vai fazer é ficar com aquele sorriso amarelo.





Escrito por Fábio Campos

quarta-feira, 18 de janeiro de 2012

Posted by Pasteleiro On 17:00 0 comentários

PINGANDO ÓLEO - 50%

Tinha visto um trecho de “50%” quando estava zapeando na TV a cabo, gostei do filme e resolvi conhecer mais. O longa é baseado em uma história real no caso do roteirista Will Reiser que também teve câncer muito novo.





Achei que o filme podia ter aquele apelo mais de drama, cheio de emoção com o personagem principal em depressão, um gênero que faz o pessoal chorar. Porém em “50%” temos uma pessoa normal enfrentando um problema difícil, nesse caso Adam interpretado por Joseph Gordon-Levitt (500 Dias com Ela) que está simplesmente brilhante no filme.





Eu adorei a áurea de "Anti-Heroi Americano" que o filme tem, por sinal ambos são bem parecidos, mas com certeza personagens como os de Kyle (Seth Rogen) dão um tom bem melhor ao longa. Acharia impossível alguém fazer uma comédia sobre um tema tão complicado como esse, mas deu certo, tudo fica bem natural e não existe aquele humor negro, podemos nos sentir como Adam em diversos momentos. Outras grandes adições ao filme são Anjelica Huston que está brilhante no papel da preocupada mãe de Adam e a linda Bryce Dallas Howard como sua namorada.





Um paralelo legal é o filme "Pronta para Amar" que é a visão de uma mulher diante da doença. Aqui é um homem que lida com isso, só que não temos jogadinhas românticas, na verdade em alguns momentos Adam usa a sua doença para ter algum benefício com as mulheres.





Na minha opinião “50%” é um grande filme e com certeza merece a atenção de todos que estão com um parente doente e não sabem como agir, eu inclusive vi na entrevista do escritor Will Reiser explicando como as pessoas o tratavam após saber do seu estado de saúde e isso fica óbvio na cena da festa do escritório.





Então é isso, fica a dica de um grande drama, ou melhor uma grande comédia ou qualquer coisa assim, o que importa mesmo é que o filme é bom e que você tem que conferir. As mulheres podem levar o lenço e os homens um balde de pipoca.

Posted by Pasteleiro On 10:00 1 comentários

FRITOS NA HORA - Marmaduke

Acho que se eu fosse diretor iria achar complicado trabalhar em filme com animais como é o caso de "Marmaduke", "Garfield", "Vira-Lata" entre outros, afinal em alguns momentos você chega a um ponto que não sabe se a história está mesmo interessante ou é um filme infantil bobo, a linha entre um filme infantil e bobinho para um filme família é muito fácil de ser cruzada.





Marmaduke é um clássico exemplo disso, baseado em uma tirinha de jornal escrita por Brad Anderson e que faz muito sucesso nos EUA, o filme que já não tinha um público muito fiel, afinal hoje em dia leitor de jornal está ficando raro e ainda não é o publico infantil que vai ler, resolveu partir para um filme bem no estilo família, mas que de tão bobinho acabou na sessão infantil.




Veja bem, não condeno à tentativa de se levar as telas um filme baseado em uma história em quadrinhos, temos vários exemplos de sucesso, porém em todos os casos a situação era outra, os personagens tinham certo apelo popular caso que não ocorre aqui.

A história é bem simples e segue uma linha meio "Bethoveen" em que uma família com um cachorro grande vive em função dele, nesse caso ainda foi inserido o plot da mudança, ou seja, a família muda de uma cidade para outra e tem que se habituar a novos costumes, ainda buscando um fundo de moral resolveram inserir uma lição de moral sobre aceitação. Nem preciso dizer que o filme não foi bem aceito, e que acabou sendo massacrado lá fora.





Eu assisti ao filme dublado o que para mim acabou prejudicando no critério de poder identificar os diversos atores envolvidos no processo de dublagem nesse caso um time de comediantes e astros, o próprio Marmaduke é dublado por Owen Wilson ainda temos Kiefer Sutherland, Sam Elliott e os irmãos Wayans (As Branquelas) dublando personagens.





Então me diga se Marmaduke não tem apelo com as crianças, pois não é conhecido e como filme família não funciona legal, quem é público do filme, bem a resposta é simples são os amantes de cães, nesse quesito o filme praticamente faz uma homenagem para esse pessoal tem várias cenas com os mais diversos tipos de cachorros dos mais bonitinhos aos mais estranhos, quem gosta dessas animais provavelmente vai curtir o filme.


Escrito por Fábio Campos

terça-feira, 17 de janeiro de 2012

Posted by Pasteleiro On 17:00 0 comentários

FRITOS NA HORA - Pronta para Amar

De tempos em tempos os grandes estúdios resolvem judiar das mulheres e criar histórias de romance com final triste. Um mérito muito interessante, pois você ganha dinheiro fazendo seu público chorar e depois recomendar para as amigas.





Em outros tempos essa função coube a filmes como "Um amor para recordar", "Lado a Lado", "P.S eu te Amo" e outros filmes com essa pegada. O representante da vez é a comédia meio romântica e meio drama "Pronta para Amar" que a diretora Nicole Kassell se arriscou a colocar como protagonista a eterna sorrisos e bocas Kate Hudson, que está muito bem no papel de uma públicitária (mais uma para minha lista) que descobre estar com um câncer terminal. No papel de par romântico fica Gael García Bernal, que até agora não consegui definir se é um bom ou mau ator.





De qualquer forma a trama do filme beira uma comédia romântica por boa parte do longa, as reações da personagem principal com sua morte são encaradas sempre de maneira bem humorada. A presença da Whoopi Goldberg como Deus e do anão Peter Dinklage como um gigolô só provam isso, porém o filme ganha força quando chega na parte séria, que é exatamente quando a personagem principal encara a sua mortalidade e o amor que teve tanto medo de tentar. Eu escrevendo assim parece bem estranho mas é exatamente essa sensação que o filme passa.





Quem vai alugar o filme não espere uma comédia romântica, ou melhor espere até metade do filme, porque depois é hora de trocar os risos pelas lágrimas. No final fica uma grande lição, realmente recomendo para quem quer chorar, só peço que compre bastante lenços de papel, afinal com certeza você vai precisar.

Escrito por Fábio Campos

Posted by Pasteleiro On 10:00 0 comentários

FRITOS NA HORA - Falando Grego

Em 2002 estreou o filme "Casamento Grego" uma comédia romântica bem comum, mas que fez um sucesso absoluto em Hollywood, o longa deu destaque para a atriz Nia Vardalos que aproveitou o embalo do filme e tentou emplacar uma série com o mesmo nome que não deu muito certo e acabou que ela ficou no ostracismo e creio que ainda está afinal apesar de ter protagonizado diversas produções que tentam remeter ao sucesso de "Casamento Grego" está cada vez mais complicado para ela conseguir voltar ao auge.





"Falando Grego" é outra de suas tentativas de voltar ao sucesso, a formula é um pouco diferente desta vez explorando mais o lado carente da personagem, uma mulher desiludida que trabalha como guia na Grécia, prestes a pedir a conta do emprego ela acaba em sua última viagem descobrindo o amor e fazendo uma nova amizade.





O filme é uma comédia romântica bobinha, a personagem principal pode muito bem servir como identificação para várias mulheres e Nia Vardalos está muito bem no papel principal, porém os coadjuvantes acabam roubando a cena o veterano Richard Dreyfuss praticamente rouba o filme para ele, já Alexis Georgoulis o ator que faz par romântico com Nia é bem discreto com poucas falas (sinal de que deve ser ruim).








Basicamente "Falando Grego" é uma comédia romântica bem simples, que não quer ser mais do que é, mas exatamente na sua simplicidade que está sua maior qualidade, em alguns momentos conseguiu me fazer sorrir e eu recomendo para quem quer agradar as namoradas, com certeza seria mais fácil assistir filmes assim no cinema que essas histórias de vampiro e lobisomens.


segunda-feira, 16 de janeiro de 2012

Posted by Pasteleiro On 17:00 0 comentários

FRITOS NA HORA - Confiar

Você não iria ao cinema assistir Confiar, apesar de ter Clive Owen no papel principal a história sobre um pai que tem de encarar o fato de que sua filha ao utilizar da internet acaba perdendo sua inocência com certeza não tem o apelo necessário para que alguém leia a sinopse e se interesse, talvez por isso esse filmaço não tenha passado aqui nas telas.





Sou viciado em internet e acho que é essencial para quem sempre gosta de absorver informações como eu, porém com todo seu beneficio ela também tem seus defeitos, hoje em dia sem que você saiba um pedófilo pode invadir sua casa, falar com sua filha ou filho e conquistar sua confiança e isso tudo sem você ao menos imaginar, é exatamente essa a situação vivida por Will (Clive Owen) que após ver sua filha seduzida por um pedófilo se sente o pior pai do mundo e fica tentando de todas as formas compensar sua suposta falha.








Devo destacar que o filme é forte em algumas cenas e dá uns tapas na cara de muita gente que ignora a vida do filho ou da filha, a personagem Annie, a adolescente que se envolve com o pedófilo, é brilhantemente interpretada por Liana Liberato eu sinceramente em alguns momentos fiquei com ódio dela, em constatar sua total indiferença a sua situação, e assim como o personagem de Clive Owen, me sentia tentado a chacoalhar a menina e trazer ela para o mundo real.





Recomendo que todos os pais e filhos assistam ao filme, realmente a mensagem passada é forte, mas tem uma lição de moral que com certeza muita gente merece ouvir.





Uma curiosidade para os fãs de "Friends" que não sabem onde estão os atores hoje em dia o filme foi dirigido pelo Ross (David Schwimmer) é uma pena que não tenha se saído bem e faturado tão pouco que nem se pagou talvez se tivesse mais balas e tiros alguém prestasse mais a atenção nesse grande filme.


Posted by Pasteleiro On 10:00 1 comentários

FRITOS NA HORA - A educação de pequena árvore

As vezes a gente acaba esbarrando em um filme simples, mas que tem uma proposta muito legal, para mim esse tipo é o que eu chamo de "filme de domingo pela manhã", aqueles com história simples que tem uma carga emotiva muito alta e com um final cheio de lição de moral, em histórias assim sempre tem crianças, velhos e cachorrinhos, "A educação de pequena arvore" se encaixa perfeitamente nessa categoria.





A trama acompanha a história do pequeno mestiço (filho de indios com brancos) Pequena Arvore (Joseph Ashton) que após a morte dos pais é criado por seu avô (James Cromwell) e sua avó (Tantoo Cardinal), o ano é de 1930 e através dos olhos do pequeno indiozinho vamos descobrindo um mundo novo.





Eu não sabia mas o filme é baseado em livro do mesmo nome (o original também é extenso como o nome em português), o livro pelo que pude pesquisar é cheio de polêmicas pois o autor Asa Earl Carter teve um suposto passado com envolvimento com a Ku Klux Klan e ainda contestam se a história é autobiografica.





Polêmicas a parte o filme pe bem feito e com certeza vai agradar quem é admirador de tramas com aprendizado, afinal a saga de Pequena Arvore é cheia momentos de ternura e emoção, destaco ainda a grande atuação de James Cromwell, gosto muito desse ator e desde "Babe" acho que ele cai bem em filmes com essa tematica.





Apesar de diversas qualidades o grande defeito do filme é exatamente seu final, que para mim é muito aberto, e alguns personagens não tem seus destinos revelados como é o caso do amigo que Pequena Arvore faz no colégio a menina loira da cidade, porém vale como diversão e entretenimento.

sexta-feira, 13 de janeiro de 2012

Posted by Pasteleiro On 17:00 0 comentários

PASTEL DE BANANA - Orson Welles

Nem preciso dizer sobre a importância de Orson Welles para o cinema. Ele simplesmente foi diretor e roteirista de "Cidadão Kane" um filme com linguagem que demoraria anos para o cinema explorar novamente, vide "Rede Social" que tem uma linguagem parecida. Além desse clássico ele ainda foi responsável por "A Marca da Maldade". Então me digam: porque eu seria tão escroto a ponto de colocar esse gênio do cinema nessa sessão dedica aos grandes micos?





Bem, a razão é bem simples, após alguns anos de carreira o cara resolveu relaxar e foi aceitando trabalhos meio bizarros como deixar sua voz ser utilizada no seriado Magnum. Porém, o que realmente mereceu destaque para a presença dele aqui foi a sua dublagem em “Gurikku no Bouken”, um anime japonês.





Até ai poderíamos entender afinal, um anime é uma coisa diferente, ele queria aprender novas culturas. Mas e agora como ficamos ao ver que ele trabalhou em Transformers, calma lá, não estou falando desse novo, mas sim do filme em desenho de 1986. E ainda o pessoal sacaneou ele e destacou bem o nome do cara.




E ai o que acharam? Eu creio que não mancha a reputação dele, mas que ficou estranho ficou.

Posted by Pasteleiro On 10:00 2 comentários

FRITOS NA HORA - Uma noite fora de série

Tina Fey faz sucesso em "30 Rock" e Steve Carell foi astro da série "The Office", os dois comediantes tão talentosos logo acabariam trabalhando juntos, o filme em questão é "Uma noite fora de série", uma espécie de Sr. e Sra. Smith só que como protagonistas um casal de meia idade que não tem nada de espiões, mas que se metem em uma confusão sem tamanho, como diria nosso amigo locutor da "Sessão da Tarde".





Me surpreendi com o elenco do filme, a cada nova participação era uma ator conhecido tivemos Mark Wahlberg, interpretando um detetive machão (ele consegue fazer um filme sem que fique sem camisa, ou seja, o "Fodão"?), Mark Ruffalo em uma pequena ponto como o amigo do casal principal, James Franco e Mila Kunis (ambos na época estavam em 127 horas e Cisne Negro respectivamente) e ainda tem uma participação do decadente Ray Liotta (não creditado) como um mafioso.





Não sei por que mais a sensação que tive no filme é de que estava vendo algum filme da sessão da tarde, não é uma ofensa isso não, mas com certeza senti esse clima durante todo filme, é aquele tipo de comédia de situação em que pegam dois personagens comuns e ficam metendo em enrascada atrás de enrascada, o forte não é o roteiro, mas a forma como os problemas aparecem e como os personagens lidam com eles.





A atuação de Tina Fey e Steve Carell não decepciona, mais pelo talento que rodeia os dois achei que podia ser melhor, talvez o roteiro não ajudasse, outra constatação é que o filme apesar de estar recheado de atores famosos não chega há prender o tempo com quase nenhuma, me pareceu em alguns momentos um esquema de favor de amigos do tipo chama tal pessoa que faz uma pontinha no filme.




Em minha opinião o filme é bem comum, e isso não é um problema se você busca entretenimento agora se você é desses que quer um humor mais refinado e original passe longe do filme, o esquema aqui é mais assistir e dar umas risadas sem compromisso.