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BIRDMAN O GRANDE GANHADOR DO OSCAR

Leia o que achamos do filme que ganhou os prêmios de melhor filme e diretor

PODCAST COM OS MELHORES E PIORES DO ANO

Quer dar risadas e receber umas dicas de filme então entre e se divirta

TIM BURTON UM GÊNIO DESGASTADO?

Um grande diretor em um mau momento ou sempre uma enganação?

OSCAR 2015 - Tudo sobre a premiação

Tudo que você sobre como foi a premiação

QUEM VOCÊ MAIS ODEIA EM GAME OF THRONES?

Vejam a lista dos personagens mais perversos da série

sexta-feira, 13 de março de 2015

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FRITOS NA HORA - Salinger (2013)

Este aguardado documentário trata da vida de um dos maiores gênios da literatura do século XX. J. D. Salinger (1919/2010), autor da cultuada obra "Catcher in the Rye", traduzido no Brasil como "O apanhador no campo de centeio". O filme nos traça a história de vida do escritor, desde sua infância, desilusões amorosas, atuação na II Guerra Mundial e suas sequelas em su vida em obra, além de sua obsessão de ser escritor de contos da revista The New Yorker.



Obsessivo com seu trabalho e péssimo pai de família, Salinger causou furor entre seus fãs quando parou de publicar no auge da carreira, em 1965 passando a viver de forma reclusa, renegando a fama e toda a exposição midiática a que estava sujeito na época, tornando-se uma lenda viva no meio literário. Com isso, passou a ser objeto de culto, onde pessoas achavam se tratar de um visionário capaz de ditar soluções para suas vidas por haver grande identificação do público com sua obra. Mais tarde, no início na década de 80 alguns atos criminosos (como a morte de John Lennon e o atentado contra o presidente Ronald Reagan) foram cometidos por pessoas que se diziam influenciadas pela sua mais famosa obra, "Catcher in the Rye".







Mesmo tendo parado de publicar, continuou escrevendo, e trabalhos inéditos já possuem data de lançamento a partir de 2015.






Escrito por Daniel Guerra

quinta-feira, 12 de março de 2015

Posted by Pasteleiro On 12:00 0 comentários

FRITOS NA HORA - Coherence (2013)

Assisti “Coherence” meio que esperando um filme B, e logo no inicio achei que minha tese ia se comprovar quando vi a qualidade da filmagem, que parecia ter sido feita por uma câmera de mão. O elenco então era recheado de atores desconhecidos, o único que conhecia era o Nicholas Brendon, pela sua participação no seriado Buffy. Já podem imaginar o que eu esperava...




Devem estar imaginando que vou falar mal do filme, dizer como é uma porcaria, não é? Pois eu acabei me surpreendendo e novamente tomando a lição que um bom roteiro não depende de muita grana ou efeitos especiais.




Coherence conta a história de um grupo de amigos que estão em um jantar, enquanto lá fora um cometa passa pela Terra. Essa passagem acaba causando alguns efeitos às pessoas no jantar e criando fenômenos bem estranhos no grupo de amigos.




Como disse, o que mais diferencia o filme é que ele sabe explorar a teoria das realidades paralelas muito bem e é muito criativo ao executar essa ideia, as situações como a da caixa e do livro, e as viradas da trama são pontos altos. O elenco não compromete a trama, afinal de contas a história praticamente se sustenta sozinha, apesar de eu ver algumas pessoas perdidas com o que acontece no decorrer do filme. A explicação para os fenômenos é fácil de entender, não vou comentar muito sobre o que acontece no filme para não estragar para quem vai ver, porém eu recomendo e muito “Coherence” que entrou na minha galeria entre os melhores que vi esse ano.


Nota do Fábio Campos - 8,0

quarta-feira, 11 de março de 2015

Posted by Pasteleiro On 14:37 0 comentários

PINGANDO ÓLEO - Hércules (2014)



Quando vi um novo Hercules, estrelado pelo “The Rock”, pensei que veria outra bomba, como foi aquele “Conan” com o Jason Mamoa, e ainda dirigido pelo péssimo Brett Ratner que entregou simplesmente o pior filme dos X-men que já vi, porém me surpreendi e muito quando me deparei com um filme de aventura bem divertido.


Para começo de conversa, esse Hercules que aparece no filme é bem mais calcado na realidade. Apesar de todo mundo achar que ele é filho de Zeus, em nenhum momento isso é confirmado ou a existência de qualquer divindades é mostrada como fato, sendo apenas lendas e tratada como ficção pelo protagonista. Outro ponto interessante e que achei bem coerente é o fato do Hercules ter uma equipe formada por pessoas que ele ajudou e que o ajudam a combater os vilões e manter sua fama de semideus.


O “The Rock” é um péssimo ator, mas ele tem uma cara de gente boa que compensa e tira a atenção para a má interpretação. E foi esse o caso, além de que tinha em sua companhia atores de peso como John Hurt e Ian McShane, o primeiro muito bem em um papel muito interessante, já o segundo mostra seu lado mais comédia, atuando como vidente e tendo uma das cenas mais engraçadas do filme.


Se o filme vale a pena? Bem, ele vale sim! Não vá assistir achando que vai ver uma coisa muito foda e com um conceito diferente, porque ai vai se decepcionar. A ideia é encarar como uma boa diversão, se conseguirem aceitar a proposta com certeza vocês vão adorar essa produção aventuresca.


Nota: 6,5

Escrito por Fábio Campos

terça-feira, 10 de março de 2015

Posted by Pasteleiro On 12:00 0 comentários

FRITOS NA HORA - A Mulher de Preto 2: Anjo da Morte (2014)

Lembro-me com exatidão do dia em que resolvi assistir “A Mulher de Preto” com a curiosidade de ver o até então recente ex-Harry Potter Daniel Radcliffe em um filme de terror, e não foi uma experiência ruim, não! O primeiro filme me surpreendeu pela obscuridade do ambiente e pela larga presença de elementos de terror que não saltavam na tela como bonecos de borracha em atrações “assustadoras” de parque de diversão... Pelo menos em grande parte do filme.





Enfim, passou-se o primeiro filme e acreditei que nunca mais veria outro longa que trouxesse o mesmo título, que inocência a minha! Esqueci que filme de terror já nascem como franquia antes mesmo de escolherem o título, e lá estava “A Mulher de Preto 2: Anjo da Morte”.

Dirigido por Tom Harper, diretor cuja carreira foi praticamente construída por filmes e séries de TV, o longa retrata um grupo de crianças Londrinas que, atingidas pela Segunda Guerra Mundial, vão para a Casa Eel Marsh junto de suas duas novas tutoras, quarenta anos após o ocorrido no primeiro filme.




Com um cast de pouca projeção, ao contrário de seu antecessor, conta com nomes como Phoebe Fox, Mary Roscoe e Jeremy Irvine, o mais famosinho dentre os atores, por seu trabalho com Spielberg em “Cavalo de Guerra”.

Pois é, um filme que soma o ambiente de uma mansão abandonada e uma horda de crianças potencialmente assustadoras poderia dar muito certo, mas não foi o que aconteceu.

Com uma construção de tensão fraca e ambientação pouco sombria, o filme não alcança uma imersão suficiente para que os expectadores possam sentir qualquer traço de apreensão, além de ter um roteiro visivelmente furado que fez com que o filme avançasse rápido demais e sem explicações a cerca das relações entre os personagens, como o carinho da protagonista Eve com uma das crianças, dando a impressão de ser um amor nato e sem explicação histórica palpável.




Filme fraco que não cria relação nenhuma com seu antecessor, apenas se aproveitando (de modo ruim) do mesmo título e vilão.

E o que me causa mais decepção é saber que com toda a certeza do mundo haverá uma parte três.

Nota do Luiz Fernando Pierotti - 4,0

segunda-feira, 9 de março de 2015

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FRITOS NA HORA - Tartarugas Ninjas (2014)

Quando era pequeno fui uma daquelas crianças que acabou encantada com as Tartarugas Ninjas, lembro que brincava na pré-escola com os meus colegas, fingindo ser os personagens do desenho, quando saíram os filmes anos depois, eu adorei ver os personagens na tela, e depois ainda, quando fui assistir novamente, vi o quantos os filmes eram ruins e as fantasias horrorosas.





Pois bem, anos se passam e em 2014 acaba surgindo uma nova versão das Tartarugas, agora sob a tutela do “explosivo” Michael Bay, que como todos sabem, não é um dos diretores mais talentos, vide Transformers. Enfim, essa nova tentativa acabou sendo como o primeiro filme dos robôs gigantes, um bom entretenimento daquele tipo em que você desliga o cérebro e assiste.




O roteiro conta a origem das tartarugas e como elas se tornaram ninjas mutantes, o elenco humano é composto por figuras conhecidas como Megan Fox, que continua linda, mas que não consegue atuar de jeito nenhum, o Will Arnet, que funciona muito bem como alivio cômico e o William Fichtner, que vai entrar na minha lista de atores que tem cara de vilão.





Esquecendo as babaquices da trama, que é bem rasinha, terminando de maneira bem clichê, o longa é bem divertido, e diferente do seu mestre o diretor Jonathan Liebesman não encheu o filme de explosões, o que é um ponto positivo. Bem, quem está curioso pode conferir de boa, não é um filme ruim no que se propõe a ser. Mas não espere assistir uma obra prima, afinal ainda estamos falando de um filme sobre 4 tartarugas mutantes e ninjas que foram treinadas em artes marciais por um rato.


Nota do Fábio Campos - 4,5

domingo, 8 de março de 2015

Posted by Pasteleiro On 17:49 0 comentários

TOP PASTEL - Dia Internacional da Mulher



Hoje, dia 8 de março, comemoramos o Dia Internacional das Mulheres, e o Pastelaria Filmes não podia deixar a data em branco! Então, Fabio Campos e Luiz Fernando Pierotti fizeram um top 10 (com 5 escolhas de cada), que tenta relembrar grandes personagens femininas do cinema.

Confira:

5 escolhas de Fabio Campos:



Maisie Williams - Arya Stark (Game of Thrones)
Não é segredo para ninguém o sucesso de “Game of Thrones”, a série é uma das mais assistidas da atualidade e creio que como poucos tem personagens femininos tão fortes. Além da Arya (Maisie Williams), que é a minha escolhida e logo explico o motivo, ainda temos a bela megera Cersei, Brienne e a rainha dos dragões Daenerys, todas muito bem desenvolvidas por Martin, que conseguiu com maestria utilizar bem tais personagens. Pois bem, apesar desse hall de personagens femininas fortes e interessantes a minha escolha por Arya foi baseada além de sua evolução como personagem, que foi de uma filha de nobre frustrada para uma nômade lutadora, o que impressiona se formos considerar que o mundo em que ela vive é uma sociedade em que as mulheres são vistas sempre como inferiores. Além disso tudo, também temos de destacar a atriz Maisie Williams que é uma defensora das causas das mulheres e com opiniões interessantes sobre o assunto, tudo isso com apenas 17 anos.



Judi Dench - Philomena Lee (Philomena)
Quem aqui assistiu o candidato ao Oscar do ano passado deve saber o quanto a vida de Philomena Lee foi triste. Separada ainda jovem de um filho que veio a ter em um convento, já mais velha ela resolve que quer reencontrar o menino e descobrir o que aconteceu com ele, a história por si só é muito bonita e mostra bem essa força que as mulheres tem, de saber lidar com as adversidades e superar barreiras.



Meryl Streep – Miranda Prisley (O diabo veste Prada)
Creio que Miranda Prisley, mais outra ótima interpretação da Meryl Streep, é uma exemplo claro das mulheres poderosas que hoje habitam o mundo dos negócios. Se antes esse poder todo era impossível, agora é cada vez mais comum ver mulheres exercendo funções de liderança e poder nas empresas. E se alguns homens ainda acham que as mulheres não tem capacidade de administrar e gerir uma empresa devem torcer para nunca esbarrar em uma mulher como Miranda, pois com certeza iriam mudar de opinião rapidinho.



Salma Hayek – Frida Kahlo (Frida)
Frida Kalo foi uma mulher fora do seu tempo, nascida em 1907 essa pintora mexicana, levada as telas pela Salma Hayek, foi um exemplo de independência e atitude. Além de ter de conviver em uma sociedade tão patriarcal como a mexicana, ela ainda teve que lidar com uma doença que deformou seu pé, e isso acabou a ajudando a definir um pouco seu estilo. Ela teve uma vida perturbada, mas vivida de maneira intensa, tendo um relacionamento caótico com Diego Rivera, e breves relacionamentos com Leon Trotski e algumas mulheres, se mostrou uma pessoa complexa e com uma vida repleta de altos e baixos, mas que mesmo com todos os problemas que encontrou em seu caminho, conseguiu deixar suas marca no mundo através de suas belas pinturas e seu enorme talento.



Elisabeth Moss e Christina Hendricks - Peggy Olson e Joan Holloway (Mad Men)
Mad Men retrata os bastidores do mundo das agências de publicidade. A série começa lá nos anos 50, quando o papel das mulheres não era ainda tão forte na sociedade, e nesse cenário ainda machista e obscuro surge Peggy Olson (Elizabeth Moss), uma secretária que se aventura no mundo das agências, inicialmente tratada como mais uma entre tantas as outras funcionárias, ela aos poucos consegue mostrar potencial para publicidade, até chegar ao ponto de se tornar uma das peças mais vitais da agência. Esse crescimento e amadurecimento da personagem é para mim um dos melhores que já vi em alguma série, além dessa profundidade dada a ela, também tenho que destacar a outra mulher forte na série Joan Holloway (Christina Hendricks), que começou na série representado aquele exemplo de mulher que usa do corpo e da sensualidade para se manter na empresa mas aos poucos ela consegue de distanciar disso e se mostrar cada vez mais independente.



5 escolhas de Luiz Fernando Pierotti:



Chloë Grace Moretz - Mindy Macready/Hit Girl (Kick Ass)
Ensinada desde de criança por seu pai Damon Macready (me recusarei e citar o ator), um ex-policial que toma a identidade do super-herói Big-Daddy, treina sua filha desde pequena para que esta se tornasse uma grande heroína auto-suficiente. O plano deu certo e após a morte de seu pai, Hit Girl se torna uma heroina completa, conseguindo chutar a bunda de uma mafia inteira, sem a ajuda de ninguém.



Gabourey Sidibe - Clareece 'Precious' Jones (Precious)
Precious é um drama fortíssimo que conta a história da ainda adolescente Clereece "Precious" Jones (Gabourey Sidibe), que sofre abusos de sua mãe e violência sexual de seu pai, violência essa que culminou com o nascimento de sua filha "mongo", cruelmente apelidade por suas deficiências mentais. Além das violências sofridas, Precious ainda sofre os preonceitos de ser negra e obesa.
No Dia da Mulher devemos lembrar que nem tudo é festa. Importante lembrar-mos, também, da realidade da luta diária das mulheres em meio a esse mundo tão machista e opressor. Precious é um retrato forte desse tipo de violência e precisa ser citado.



Sandra Bullock - Dra. Ryan Stone (Gravidade)
Especialista em Engenharia Espacial, a dra, Ryan Stone vai a bordo da Explorar, pela primeira vez, para fazer consertos no telesópio Hubble. Porém, são informados que a Russia abateu um satélite desativado e que tal ação acaba por dar início a uma reação em cadeia que atinge a Explorar, inviabilizando a nave, e separando Ryan do resto da tripulação. Perdida no espaço, sozinha e entregue a uma situação desoladora, essa é a situação onde a Dra. Ryan Stone se encontra, e tem que contar somente com ela mesma para voltar em segurança para a Terra.



Uma Thurman - Beatrix Kiddo (Kill Bill)
Empenhada em se vingar de todas as pessoas que tentaram matá-la, Beatrix Kiddo é o exemplo perfeito da teoria de Bechdel que diz que um filme com personagens livres do machismo precisa ter daus personagens mulheres que conversem entre si e o assunto não seja um homem. Kill Bill cumpre os requisitos, além de ser considerado a vingança feminina contra os homens na série de filmes Tarantinescos que abordam as vinganças dos oprimidos



Fernanda Montenegro - Dora (Central do Brasil)
Não é um personagem moldado pela beleza, nem pela juventude ou qualquer outro cliche feminino no cinema, Dora (Fernanda Montenegro) é uma senhora sozinha que atravessa o país para ajudar um garoto orfão, tornando-se a figura de segurança e força no filme.



Menções Honrosas: Alicia Florick (The Good Wife), Laguertha (Vikings), Reese Witherspoon (Johnny e June) e Susan Sarandon/Geena Davis (Thelma e Louise).

sexta-feira, 6 de março de 2015

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PASTEL DELIVERY- Boardwalk Empire - 5° temporada

Por várias temporadas acompanhei Boardwalk Empire, as primeiras temporadas foram as melhores, com muitas cenas de ação, ótimos atores e situações curiosas que envolviam a lei seca. Além disso, a possibilidade de ver grandes figuras da época como Al Capone e Charlie Luciano só faziam a série ser mais interessante.




O elenco então era um dos melhores já reunidos, encabeçados pelo versátil Steve Buscemi, Michael Shannon e Michael Pitt em papeis interessantes, a série prometia muito e cumpria boa parte do que se propunha, com um início arrasador que conta um pouco sobre a vida de um personagem obscuro da cultura americana chamado Nucky Thompson, e seu império em Atlantic City, Pois bem, agora que elogiei muito vou falar um pouco sobre o fechamento da série.




Como falei, as primeiras temporadas foram bem interessantes, porém assim que o personagem do Michael Pitt saiu da série a história foi ladeira a baixo, e parece que os produtores, diretores e roteiristas largaram de inovar e começaram cada vez mais a apostar no clichê e na ação. O drama foi pouco a pouco perdendo espaço, e os personagens com um núcleo mais interessante foram limados. Eu, por exemplo, achei ridículo os desfechos da Margareth (Kelly Macdonald), Nelson (Michael Shannon), Eli (Shea Whigham), Chalky (Michael Kenneth Williams) e Richard (Jack Huston), para citar somente alguns que tiveram suas participações encurtadas e com finais que pareciam feitos na hora, sem um pingo de coerência com a trama.




Mas, a maior decepção fica por conta do Nucky (Steve Buscemi) que nesse temporada ficou mais perdido ainda que nas outras, e em meio a uma trama toda atrapalhada ele pouco brilhou o seu destino ficou tão chato que a sua cena final ficou sem emoção nenhuma, me arrependo muito de não ter largado a série antes e infelizmente ter acompanhado esse desfecho tão ruim.


Nota do Fábio Campos - (Para quinta temporada) - 3,0

Nota do Fábio Campos - (Para a série) - 6,5

quinta-feira, 5 de março de 2015

Posted by Pasteleiro On 12:00 0 comentários

FRITOS NA HORA - A voz de uma geração (2013)

Quem aqui sempre tentou imitar aqueles narradores de filmes americanos, ou mesmo os brasileiros, que sempre começavam os trailers com aquelas vozes graves falando algo como “Em um mundo distante...”, pois bem “A voz de uma geração” fala sobre isso.




A trama é sobre Carol (Lake Bell), uma jovem, filha de um grande narrador de trailers, que sonha em seguir a profissão do pai, mas por ser uma mulher acaba nunca conseguindo espaço no mercado que tem como referência as vozes masculinas.




Bom, o filme é interessante por essa temática, se propondo a explorar esses profissionais que tem a obrigação de nos despertar atenção aos filmes que virão. Outra sacada interessante do filme é a homenagem que faz ao Don Lafontaine, aos que não o conhecem, seque um video com suas narrações.




Agora, partindo para o lado do enredo, a trama do filme é bem bobinha e simples, com alguns momentos de comédia romântica e um pouco de drama, em especial quando se trata do relacionamento entre pai e filha. Não é um filme excepcional, mas serve como um bom passatempo.

Nota do Fábio Campos - 6,0

quarta-feira, 4 de março de 2015

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KARAOKE DO PASTEL - Chris Pratt



Vocês devem conhece-lo do filme Guardiões da Galáxia, ou quem sabe da série “Parks of Recration”, agora é a hora de você conhecer um outro lado desse ator, que estará em no quarto filme da franquia “Jurrassic Park”. Se não sabe ainda, estamos falando de Cris Pratt. Nesse vídeo ele mostra todo seu talento para o rap, cantando a música Forgot about Dre do Enimen e Dr Dre. Será que ele se saiu bem?



E ai, o que acharam do resultado? Parece que ele se saiu muito bem, eu pelo menos não percebi nenhum playback ou algo do tipo, e a gravação parecia ser bem zoeira. Parece que atuar não é seu único talento.

terça-feira, 3 de março de 2015

Posted by Pasteleiro On 12:00 0 comentários

FRITOS NA HORA - Maze Runner (2014)

Depois que "Jogos Vorazes” surgiu como um fenômeno de bilheteria, começou uma caçada para achar algum livro com temática parecida para encontrar uma nova franquia cinematográfica de sucesso, nessa leva veio “Divergente”, “Instrumentos Mortais” e “Maze Runner”.




Esse último eu tive a chance de assistir alguns dias atrás, a temática é a mesma: um mundo em que os jovens são colocados juntos em um ambiente desconhecido, em frente a um labirinto imenso, sem lembrarem (a princípio) quem são ou de onde vieram. Tudo muda no vilarejo de garotos quando surge Thomas (Dylan O'Brien), um rapaz misterioso que acaba desencadeando uma leva de novas situações.




Eu achei o filme inicialmente muito interessante, especialmente por conta do Labirinto, que para mim é um elemento interessante e que poderia render muitas situações no filme, porém ele que se vendia como protagonista em diversos materiais promocionais do longa acabou sendo deixado de escanteio lá pela metade do filme.

Em termos de ação o filme apresenta ótimos momentos, em especial as cenas no labirinto, que apesar de escuras funcionam muito bem. Em termos de elenco, vale destacar o Will Poulter que poucos dias atrás vi no filme “Uma família do Bagulho” e achei que tinha uma cara de tonto, e agora o vejo em um papel bem mais sombrio, que destacou bem sua cara de louco. Vale ainda destacar o diretor Wes Ball que não tem muita experiência com esse tipo de filme, o que percebe-se com a falta de ritmo que o longa apresenta em alguns momentos.




Não li ainda nenhum livro dessa franquia, mas espero ter a oportunidade em breve, mais por curiosidade do que que interesse construído pelo filme, o qual eu achei muito complicado, e com um final que buscou emocionar mas acabou sendo, além de clichê por conta da situação, muito semelhante ao do ótimo “Cubo”. Espero mesmo que a continuação seja melhor.


Nota do Fábio Campos - 6,0

segunda-feira, 2 de março de 2015

Posted by Pasteleiro On 14:00 0 comentários

PASTEL DELIVERY - House of Cards - 3° Temporada

Frank Underwood, personagem interpretado pelo brilhante Kevin Spacey, já entrou há algum tempo na minha galeria de personagens mais interessantes dessa nova geração de séries, além dele podemos destacar o Walter White de Breaking Bad, o Tony Soprano da Família Soprano e o Don Drapper de Mad Men, todos personagens que vivem em um nebuloso nevoeiro de moralidade. Porém, entre todos esses, Frank ou Francis, é o único que tem uma parceira perfeita para seus atos, afinal, apesar de todos os citados terem relacionamentos com mulheres fortes, nenhuma delas pode bater de frente com Claire (Robin Wright).





A terceira temporada da série “House of Cards”, uma brilhante produção do Netflix, começa mostrando um pouco da vida do nosso protagonista Frank Underwood, que agora se tornou presidente após seus golpes e manipulações na temporada passada. Pois bem, nesse atual cenário ele tem que encarar novos desafios, e alguns deles com certeza não são tão fáceis de se lidar como o passado, se politica é seu jogo, essa temporada lhe rendeu adversários a altura. Entre os mais interessantes podemos destacar o presidente russo Victor Petrov (Lars Mikkelson), e dois velhos rostos do passado, Heather Dunbar (Elizabeth Marvel) e a escorregadia Jackie Sharp (Molly Parker).




Bem, não vou falar desfechos das tramas, só citar alguns pontos e evitar falar spoilers, afinal a série é recente e fica complicado ficar comentando pedaços dela aqui, sendo que a maioria das pessoas que vão ler isso podem não ter visto. Dito isso, vamos lá, como disse acima um dos pontos mais interessante da série é a dinâmica do casal Underwood, ponto esse que é extremamente explorado nessa temporada, também é interessante para entendermos um pouco se ambos são realmente iguais em seus objetivos e caráteres. Quem curte essa dinâmica vai amar essa temporada.
Outro ponto muito legal na série é o fato dela brincar com situações reais, coisa que acontece e muito bem com Victor Petrov, que além de possuir as mesmas inicias que o Vladmir Putin, também tem um modo de governar bem parecido. Os episódios em que ele aparece são, para mim, os mais interessantes e os embates dele com Frank rendem alguns dos melhores momentos da temporada.




Agora que falei das coisas boas que a série entregou nessa terceira temporada, acho que é legal também falar do que senti falta. Primeiro que aqueles momentos "Frank e a câmera", que são para mim um ponto alto da série, estão bem escassos, e um deles nos rende um momento bem curioso na série, me fazendo questionar algumas coisas, vocês também vão reparar nisso ao chegarem nesse ponto da série. Em relação a Frank, acho que nessa temporada ele acabou ficando mais caracterizado como um vilão do que como um manipulador, visão que gosto mais, aquela representação dele como um cara com tudo sobre controle. Outra coisa que acabou passando em branco nessa temporada foram alguns personagens como o segurança dos Underwood, que na temporada passada parecia que teria mais destaque, porém acabou ficando bem apagado na trama, assim como Seth (Derek Cecill), o diretor de comunicação.




No saldo geral a temporada teve muitos altos e baixos, eu destaco quatro episódios que foram acima da média (Capitulo 29, Capitulo 32, Capitulo 36 e Capitulo 37), os outros foram legais, mas nenhum acabou sendo tão interessante como os que eu citei. Sobre o final, creio eu que acabou sendo um gancho, que inclusive me lembrou muito uma das temporadas de Sopranos, ainda destaco que do meu ponto de vista é necessária uma quarta temporada. Ou você também não quer saber o que vai acontecer agora?

Nota do Fábio Campos - 7,0

domingo, 1 de março de 2015

Posted by Pasteleiro On 20:44 0 comentários

PASTELARIACAST 5 - Aquele em que opinamos sobre o Oscar 2015



Hoje o PastelariaCast retorna em sua 5ª edição e última da quadrologia do Oscar! Dessa vez, Fábio Campos e Luiz Fernando Pierotti comentam o que acharam do Oscar 2015, as certezas que se concretizaram, as surpresas, bons momentos para recordar e mals momentos para esculachar!



(Para baixar o podcast, clique com o botão direito AQUI)

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Abaixo alguns temas tratados no podcast de hoje:




O Homem-Elefante, clássico de David Lynch que foi tão rapidamente adivinhado pelo Fabio no filme surpresa de hoje.





O discurso de Patricia Arquette em prol dos direitos das mulheres.





A brincadeira estranha de Sean Peann, e a resposta de Iñarrito.





John Travolta, também conhecido como Mr. Constrangimento, não quer soltar o rosto de Idina Menzel.





A incrível performance de Glory.



Para relembrar a lista completa dos vencedores do Oscar 2015, clique AQUI.

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