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BIRDMAN O GRANDE GANHADOR DO OSCAR

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OSCAR 2015 - Tudo sobre a premiação

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domingo, 27 de setembro de 2015

Posted by Pasteleiro On 14:07 0 comentários

FRITOS NA HORA - Os perdedores (2010)

Filmes baseados em HQ estão na moda ultimamente, claro que nem todos se tornaram um sucesso como “Vingadores”, “Guardiões da Galáxia” e “Superman” todos longas que renderam alguns milhões aos seus estúdios, e que atraíram milhares de fãs.




Em 2010 foi lançado o filme “Os perdedores”, baseado em uma HQ do selo Vertigo da DC Comics, a trama mostra um grupo de elite do exercito, que após serem traídos e deixados para morrer, resolvem buscar vingança. O longa tem um elenco bastante interessante, com nomes que hoje tem mais sucesso que na época, como Chris Evans, que é reconhecido como Capitão América, mas na época ainda patinava em produções duvidosas, além dele também fazem parte da produção Jeffrey Dean Morgan, Idris Elba e Zoe Saldana (esses dois também bandearam para os lados da Marvel).




Pois bem, eu achei o filme cheio de estilo, e isso não se pode negar, os personagens todos tem marra, e são mostrados realmente como elite, ou seja muito bons no que fazem, o tom de comédia do longa é até interessante, porém bastante exagerado. O grande vilão do filme é extremamente caricato, de uma forma que até irrita, o fato dele ser um patriota, se vestir sempre de terno, ter uma deficiência e matar as pessoas ao acaso, só aumenta esse estereotipo de vilão dos longas antigos do James Bond, porém o que mais me chamou a atenção é a semelhança da trama com “Esquadrão Classe A” quem viu o filme ou a série com certeza vai perceber as várias coincidências.




No geral “Os perdedores” é um filme de ação desenfreada, recheado de cenas de luta, ele não tem um primor de roteiros, as atuações são limitadas, assim como esse tipo de filme pede, o único que realmente incomoda com a canastrice exagerada é o Jason Patric, no papel do vilão que como disse está péssimo no filme. A direção de Sylvain White não compromete a produção, e acho que ele soube trabalhar bem a cadência entre comédia e ação, uma pena que o roteiro manjado tenha atrapalhado o sucesso do filme.

Nota do Fábio Campos – 6,0

sábado, 26 de setembro de 2015

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FRITOS NA HORA - Cavaleiros do Zodíaco (2014)

Sim eu sou de uma geração que amava cavaleiros do zodíaco, que esperava correndo quando chegava na escola, para assistir na Manchete o seriado, e que era fã da saga das doze casas, e que vibrou muito quando meus dois personagens preferidos Ikki, o cavaleiro de Fênix, e Shaka o guardião da casa de virgem, e que por acaso é o meu signo, fizeram uma luta épica, foram anos que me diverti muito comprando a finada revista “Herói” e colocando pôsteres no meu quarto com essa animação que eu adorava.




Bem, os anos passaram, vira e mexe eu me deparava vendo alguns episódios clássicos no youtube, para matar a saudade do desenho (ou anime), quando vi que sairia uma nova versão da saga do Santuário, só que para minha surpresa, ela seria toda remodelada, e adaptada para o cinema com novos gráficos.




Quando vi os trailers, até que me empolguei, vi vários personagens que curtia muito com visuais novos, e qualidade parecia estar muito boa, a dublagem era a original, todos esses pontos me despertaram ainda mais a atenção, o que pegou mesmo foi quando vi a duração, a trama original durava vários episódios, e fiquei curioso em saber, como colocariam tudo aqui em um filme com uma hora e meia de duração.




Suspeitas a parte resolvi assistir a animação, e ver o que saiu dali, e descobri que dê fato não dá para picotar uma história desse jeito, apesar de fazerem vários ajustes, cortando a origem dos cavaleiros de bronze, não dando tanta profundidade a relação do mestre do santuário com os cavaleiros de ouro, e ainda tirando vários plots, o resultado foi uma trama vazia e sem muita daquela emoção que estávamos acostumados.




A minha primeira reclamação, é uma que sempre achei irritante no desenho, e que se fez valer ainda mais forte nessa produção, ou seja a superexposição do Seya, que é o foco da história, outro ponto que me desagradou muito foram as lutas das doze casas, que foram muito mas muito prejudicadas, nas duas primeiras casas até que houve uma certa coerência com a saga original, porém dali para frente, foi um desrespeito aos personagens, diversos cavaleiros de ouro mal aparecem, as lutas são curtíssimas, personagens como Camus, Shaka, Afrodite mal aparecem. Algumas relações interessantes da série como a do Shiryu com o cavaleiro de Libra e do Yoga com Camus de Aquário quase nem são desenvolvidas ou citadas. Em relação aos cavaleiros de bronze, os mais prejudicados foram o Ikki e o Shun que não tiveram em nenhum momento aquela relação fraternal exploradas, além disso os poderes de ambos são porcamente explorados e para fechar com chave de ouro o final tem uma transformação digna dos Power Rangers, com um cavaleiros virando um monstro gigante. Com certeza essa foi uma das piores adaptações que já vi, parecia coisa de amador, é uma pena Masami Kurumada ter apoiado um lixo como esse, algo que tinha tanto potencial acabou ficando uma droga.

Nota do Fábio Campos – 2,0

sexta-feira, 25 de setembro de 2015

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FRITOS NA HOR A- Juntos e Misturados (2014)

Adam Sandler e Drew Barrymore trabalharam juntos em dois filmes “Afinado no Amor” e no clássico da sessão da tarde “Como se fosse a primeira vez”, creio eu que este último esteja entre o melhor filme, na filmografia de ambos os atores, pois bem, como Hollywood adora se reaproveitar esse tipo de parceria chegou o momento de um terceiro filme com essa dupla, novamente uma comédia romântica.




Juntos e Misturados” conta a história de Lauren (Drew) uma mulher recém divorciada que se desdobra para cuidar dos dois filhos, e Jim (Sandler) um homem que ficou viúvo a pouco tempo e tem que cuidar das três filhas, os dois acabam se conhecendo em um encontro as escuras, que acaba sendo um total fracasso.




Esse terceiro filme da dupla, e creio que o último, vem com a proposta de utilizar tudo que fez sucesso nos outros filmes estrelados por eles, então se prepare para ver até mesmo alguns personagens de outras produções, como é o caso do clássico Tom Cinco Segundos, que faz uma ponta na cena da farmácia, além disso, apesar dos dois serem atores bem limitados, no caso de Sandler, acho que nem ator ele é, não a de se negar que eles conseguem ter uma química na tela, e conseguem funcionar bem como casal. Outro personagem que rouba a cena sempre que aparece é o engraçadíssimo Terry Crews, que consegue através de suas musicas de danças sempre colocar um pouco de graça na história.




Esse por incrível que pareça não é mais uma bomba do Adam Sandler, creio eu que nessa produção ele quis voltar um pouco as origens, com um roteiro mais simples, e ele atuando mais como um cara comum, coisa que até ele consegue desenvolver bem, as cenas também não estão explorando muito o ridículo, beirando a infantilidade como em outras de suas produções, no saldo geral o filme não é impressionante, e nem se destaca como o filme da virada na carreira de Sandler, mas consegue cumprir bem seu papel.

Nota do Fábio Campos – 6,0

quinta-feira, 24 de setembro de 2015

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FRITOS NA HORA - Jonah Hex (2010)

Jonah Hex é um daqueles personagens da DC, que devia existir em um mundo sem ligações com Superman, Batman, Mulher Maravilha e outros heróis, o mundo dele devia ser o do passado, sem ligações com futuro e histórias isoladas, as vezes fazer algo simples, resolve bem mais do que querer inventar, coisa que tentaram fazer com o filme do personagem e acabou em fracasso, como podem conferir com a resenha abaixo.




A história do longa apresenta Jonah Hex (Josh Brolin) um homem que após trair seu melhor amigo, acaba tendo de pagar pelo crime ao ver toda sua família ser queimada viva, enquanto ele tem o rosto marcado pelo coronel Quentin Turnbull (John Malkovich).

Com uma atmosfera que remete a muitos filmes de faroeste o longa tem uma pegada inicial que gosto muito, aquele ambiente de índios, e coronéis e os cabarés, tudo muito bom, mesmo a parte mística da trama com o personagem podendo falar com os mortos são pontos legais, porém o que mais estraga a história é o mesmo caso que aconteceu com o péssimo “Wild Wild West” que apostou em misturar tecnologia com o passado, no caso de Jonah Hex, isso é bem mais sutil, porém mesmo assim incomoda.




Outro ponto ruim do filme é o elenco, o John Malkovich é um cara que quando interpreta algum vilão parece sempre repetir o mesmo papel, fazendo caras e bocas, utilizando a sua cara de louco e acha que só isso basta, a Megan Fox apesar de linda, nem tem o que falar né? Uma atriz muito mas muito fraquinha, com quase 0 de personalidade, para fechar e para minha surpresa temos um iniciante Michael Fassbender em uma atuação pouco inspirada e bem caricata. O único que se salva um pouco é o Josh Brolin, mesmo assim ele tem algumas cenas que beiram o ridículo, mas por conta do roteiro do que pela sua atuação.




Creio que Jonah Hex é mais um exemplo de como um filme de herói pode ser uma porcaria se não tiver um pingo de foco, coisa que já vimos acontecer por exemplo em produções como “Motoqueiro Fantasma” e “O Justiceiro” que não souberam acertar a mão com os personagens.


Nota do Fábio Campos – 4,0

quarta-feira, 23 de setembro de 2015

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FRITOS NA HORA - A montanha dos sete abutres (1951)

Filmes com profissionais sem moral são para mim sempre interessantes, a pouco tempo vi “O abutre” e gostei muito, buscando filmes com essa mesma pegada acabei me deparando com o icônico “A montanha dos sete abutres” uma produção estrelada pelo novato na época Kirk Douglas, pai do ator Michael Douglas.




A trama conta a história de Chuck Tatum (Douglas) um repórter ambicioso e mesquinho, que está em busca da noticia que vai lhe fazer se tornar um destaque, sem uma oportunidade, e após ser demitido de diversos empregos, ele acaba indo trabalhar no interior em um pequeno jornal, um dia durante um passeio para cobrir um evento, ele acaba se deparando com uma história que poderia ser simples, se torna um verdadeiro circo, quando Chuck começa a manipular toda a situação para favorecer ele sem pensar nas consequências.




O longa é um clássico, e serve como referência para muitos estudantes de jornalismo, porém deveria ser mostrado em todos os cursos, para destacar a importância da ética dentro que qualquer profissão, a forma como o personagem de Douglas vai conduzindo a situação, é muito parelho com um perfil que parece se tornar cada vez mais comum na realidade em que vivemos.




Com certeza e um clássico que não envelhece e que merece a atenção de toda uma geração que só pensa em conseguir o que quer sem pensar no resultado dos seus atos.

Nota 9,0

terça-feira, 22 de setembro de 2015

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FRITOS NA HORA - Uma Noite no Museu 3: O Segredo da Tumba

Uma noite no museu” foi um daqueles filmes que se apoiaram em uma conversa de bar, do tipo, a imagina se todas as criaturas do museu ganhassem vida a noite, e daí isso partiu para um estúdio, que resolveu contratar um ator de comédia no auge, e tentar ganhar um dinheiro em cima de um enredo batido e cheio de piadinhas manjadas, o resultado foi um sucesso, um longa que chamou a atenção de muita gente e acabou rendendo em bilheteria.




Se essa história acabasse aí, teríamos uma receita de como um filme se tornou lucrativo, aproveitou o momento e depois foi para sombras, porém como bem sabemos Hollywood é ambiciosa e por isso resolveu que era necessário uma sequencia, contando agora o que aconteceria em outro museu, e novamente fomos nos lá no cinema, sendo guiados pelo Ben Stiller que já dava sinais de que era só mais uma promessa na comédia, e ainda ver o Robin Williams definhando como um coadjuvante qualquer, assim como o Owen Wilson.




Anos se passam e quando finalmente acho que estarei livre da franquia, resolvem que ainda podem tirar um pouco mais de grana com essa história, e então desenvolvem uma trama aleatória qualquer, para tapar o buraco, e trazer o público novamente para o cinema, o que eles não esperavam era que um fator acabou fazendo da produção uma coisa especial, o ultimo trabalho de Robin Williams em um grande filme, fator esse que acabou atraindo algumas pessoas a mais para o cinema.




Como história “Uma noite no museu 3” tem muito pouco a acrescentar é o mesmo ritmo das versões anteriores com várias piadas e situações repetidas, que diga a relação do protagonista com o macaco que já cansou faz tempo. Algumas coisas parece que foram esquecidas em relação ao segundo filme, ligando mais essa ultima empreitada a primeira produção, inclusive com a volta de alguns personagens antigos. Creio que o único ganho da história é a possível saída do Ben Stiller da franquia.

Nota do Fábio Campos – 4,0

segunda-feira, 21 de setembro de 2015

Posted by Pasteleiro On 14:00 0 comentários

FRITOS NA HORA - Cub (2014)

Cub é um filme de terror belga, que conta a história de um grupo de escoteiros, que vai acampar em uma floresta, que esconde um terrível segredo. Entre os garotos está Sam (Maurice Luijten) um garoto de poucos amigos, que começa a perceber que algo estranho está acontecendo na floresta, porém ele acaba sendo ignorado por todos, cabe então a ele descobrir quem são as pessoas escondidas na floresta.




O filme tem uma atmosfera muito interessante, lembrando a trama de outros filmes de horror do gênero, com um grupo de pessoas indo acampar em uma região recheada de psicopatas, porém o seu grande diferencial é a falta de moral por parte de grande parte de seus personagens, é claro que essa construção de personagens ruins sendo punidos pelo “vilão” já foi utilizada antes, porém aqui mesmo o protagonista Sam não é uma pessoa muito agradável, é possível perceber isso na cena em que ele maltrata um cachorro preso (cena essa que achei bem desnecessária por sinal).




Em termos de terror o filme consegue jogar bastante sangue na cara de quem está assistindo e vai agradar muitos fãs do gênero, em especial pela trama não ter piedade de quase ninguém e por isso sair matando a galera sem dó, creio eu que o ponto fraco do filme são os vilões que não são desenvolvidos de maneira interessante, deixando no ar vários questionamentos sobre sua intenções e quem são, isso acaba meio que prejudicando a trama e seu resultado final, que busca ser chocante, mas acaba deixando um sensação pelo menos para mim de confusão.



Eu achei o longa interessante, por saber trabalhar bem elementos do terror, porém ele peca e muito como disse na construção dos vilões e nas suas motivações, achei interessante o menino Sam não ser um garoto perfeito o que deixou ele mais perto dos padrões do mundo real, o diretor Jonas Govaerts debutou no cinema com essa produção e achei que o resultado não foi de todo mal.

Nota do Fábio Campos – 6,5

sexta-feira, 21 de agosto de 2015

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FRITOS NA HORA - Força maior (2014)

Hoje em dia muito se fala sobre as mudanças da relação entre homem e mulher, como isso, de certa forma, evoluiu para alguns e para outros as coisas continuam do mesmo jeito ou até mesmo piores.

Porém, temos que concordar com uma coisa em relação a tudo isso, as mulheres de hoje em dia não são nem um pouco parecida com as de antigamente, que viviam para serem resgatadas, sendo apenas donas de casa, mesma coisa os homens que de trogloditas sem coração se tornaram mais emotivos, e perderam um pouco de sua frieza.




Força Maior” consegue, em seu enredo, surpreender com uma trama bem construída, relatando o caso de uma família de classe média alta que vai passar o final de semana em família nos Alpes franceses, mas o que era para ser um final de semana comum, cheio de harmonia, acaba se transformando em outra coisa, quando uma ameaça de avalanche faz com que Tomas (Johannes Kuhnke) tome uma atitude um tanto quando surpreendente em relação a sua família.

O que impressiona no longa, além da trama que para alguns pode parecer arrastada, é a forma como o papel do homem dentro da família é discutido, também é interessante reparar em como esse homem que nasceu nos anos 70/ 80 é retratado, seria Tomas um exemplo dessa geração?




Essa pergunta, e também a relação do instinto de sobrevivência com a atitude do protagonistas, são alguns dos pontos que gostei no filme. O diretor Ruben Östlund conseguiu, com uma situação no mínimo curiosa, criar várias vertentes para se discutir e também soube fazer os personagens se desenvolverem de maneira interessante, sem pintar ninguém claramente como certo ou errado em seu ponto de vista.




A cada momento somos levados a enxergar um pouco o que os personagens pensam sobre o assunto, e até nos faz pensar o que faríamos na mesma situação. Será mesmo que a resposta mais “altruísta” é que nos guiaria? Com certeza uma ótima pedida para quem quer assistir uma produção fora do eixo e que nos faz pensar mais profundamente

Nota do Fábio Campos – 8,0

segunda-feira, 17 de agosto de 2015

Posted by Pasteleiro On 14:27 0 comentários

FRITOS NA HORA - Elsa e Fred (2014)

Elsa e Fred é um filme argentino muito bonito e que fez sucesso muitos anos atrás; Para vocês terem uma noção, o filme é de 2005 e conta a história de dois velhinhos, um senhor rabugento que vive brigando com a filha e o marido interesseiro dela, e sua vizinha, uma velhinha de bem com a vida, que passa os dias contando histórias e vivendo intensamente.




Infelizmente ainda não pude conferir a versão dos nossos irmão argentinos e acabei me deparando com a refilmagem americana na qual o papel de Elsa ficou com a veterana Shirley MacLaine, que já atuou no clássico “Laços de Ternura”. Contracenando com ela, no papel de Fred, temos o premiado Christopher Plummer, nem preciso dizer que esses dois atores fazem uma dupla muito interessante, fazendo os momentos onde atuam juntos serem os mais legais e bonitos do filme.




Diferente do pessimista de “Amour” que contava o final de uma história de amor, “Elsa e Fred” vai por um caminho diferente e tenta explorar que a paixão pode existir em todas as idades, e que talvez ela possa ser responsável por fazer as pessoas reavivarem o amor pela vida que tanto é necessário na velhice.




Eu gostei muito do filme, achei um pouco curto mas nada que atrapalhe no desenvolvimento dos personagens. O final, apesar de triste, não chega a nos deixar mal, e consegue nos mostrar que as vezes o mais importante é esquecer o nosso mundo e se deixar levar um pouco mais pela fantasia e pelo romance.


Nota do Fábio Campos – 8,0

sexta-feira, 14 de agosto de 2015

Posted by Pasteleiro On 17:58 0 comentários

FRITOS NA HORA - Intriga Internacional (1959)

Não me lembro de ter assistido outro filme estrelado pelo astro Cary Grant, o conhecia por seu talento sempre citado por historiadores do cinema ou pelos amantes de filmes antigos, por sorte o primeiro longa que vejo com sua participação é “Intriga Internacional”, uma obra prima dirigida pelo mestre do suspense Alfred Hitchcock, que aqui resolve trabalhar com o tema de espionagem e ação.




O longa, como eu, disse é estrelado por Cary Grant, fazendo o papel de um publicitário que um dia acaba confundido com um agente, sendo procurado em todos o país, o que faz parecer que sua única chance de sobreviver seja se aventurar nos braços de uma linda loira.




Bem, como não poderia de deixar de ser, o filme é uma ótima produção. Claro que ele sofre um pouco com o tempo, alguns dos recursos utilizados no filme se tornaram manjados, assim como algumas situações que vistas hoje parecem absurdas, porém mesmo levando isso em conta, o roteiro é bem caprichado, o que consegue dosar bem as cenas de ação com momentos de drama e comédia. Consegue, de maneira bem amarrada, manter a história interessante.




Eu recomendo o filme como um ótimo filme de ação, o roteiro se desgastou um pouco com o tempo apesar de original na época e com uma trama bem interessante. Hoje em dia esse plot de homem inocente envolvido em grande conspiração acabou virando uma tendência, o que acaba fazendo o longa perder um pouco do seu charme, porém nada disso impede uma boa dose de diversão e tensão ao assistir o filme.



Nota do Fábio Campos – 8,5

quinta-feira, 13 de agosto de 2015

Posted by Pasteleiro On 14:00 0 comentários

TOP PASTEL - Os piores destinos para as férias

Início do ano é momento de tirar férias e escolher os melhores locais para viajar, para isso selecionei alguns dos piores locais do mundo do cinema e das série. Tentem evita-los, ou arrisquem esses destinos por sua conta e risco.


1. Um relaxada na hospitaleira Woodbury – Walking Dead




Em um mundo caótico no qual os zumbis tomaram conta de quase tudo, porque não buscar o conforto na linda cidade de Woodbury, um local cercado por pessoas hospitaleiras e gentis, como o adorável Governador Phillip Blake? Não bastasse isso, a cidade tem um dos esportes preferidos da América, a arena de zumbis, na qual você pode ter a chance de desafiar um zumbi em uma luta até a morte, bem ao estilo dos gladiadores. E se tiverem sorte, podem almoçar com o querido Governador, na companhia da sua bela filha Penny, e juntos desfrutar de uma ótima conversa com o prato suculento que é especialidade da casa.


2. Uma viagem para o interior em Jerusalém's Lot – A hora do Vampiro




Se você é uma pessoa que adora cidades do interior talvez deva conhecer a bela Jerusalém‘s Lot, uma comunidade formada por pessoas de bom coração! A cidade conta com várias construções históricas como a bela Mansão Marsten, e lá pode conhecer os seus atuais proprietários, os simpáticos Straker e Barlow, que preferem que as visitas ao belo local sejam feitas a noite, por conta da luz do luar que deixa a vista mais bela. Você também pode acompanhar as missas orquestradas pelo padre Callahan. A cidade apesar de muito hospitaleira e com uma vida noturna muito agitada, não incentiva o surgimento de pessoas muito religiosa.


3. Conhecer as belas crianças de Midwich.- Cidade dos Amaldiçoados




Gosta de crianças? Que tal conhecer as meninas e meninos prodígios de Midwich? Nesse lindo vilarejo nasceram, há alguns anos, belos bebês que acabaram se tornando jovens crianças, com lindos cabelos platinados e olhos vermelhos, esses meninos e meninas que poderiam ter ódio desse exposição em demasia que sofrem, adoram acolher novas pessoas à cidade. Quem chega não fica com vontade nenhuma de ir embora, e só tem o desejo de ficar mais perto dessas belas crianças, servi-las e fazer o necessários para deixa-las felizes.



4.Se refrescar um pouco no Lago Cristal – Sexta-Feira 13





Agora, se você não é um careta e quer mesmo é diversão e muitas festas regradas a álcool, muitas drogas e sexo, talvez encontre o que procura no majestoso lago Cristal, um belo local com vegetação abundante aonde por anos jovens e mais jovens vem desfrutar o seu tempo livre. Além disso, o local permite muita atividade esportiva e vocês podem fazer natação, corrida e talvez até brincar de hóquei as margens desse lago.



5. Um descanso exclusivo durante o inverno no Hotel Overlook – O Iluminado





Está pensando em ter um tempo só seu nas suas férias? Cansado da mulher e dos filhos falando no seu ouvido? Bem, que tal aproveitar o seu merecido descanso em um dos hotéis mais lindos do Colorado, o Hotel Overlook? Excepcionalmente esse ano vão deixar que alguns sortudos desfrutem de suas acomodações durante o inverno, e para o caso de emergências o hotel ainda deixará o seu funcionário mais querido, Jack Torrence, cuidando do hotel para auxiliar em qualquer situação. A administração recomenda a estadia no quarto 237 que representa tudo o que o estabelecimento tem de melhor. Caso fiquemos sem vagas o hotel Dolph nos cedeu gentilmente o quarto 1408 em Nova York, como cortesia aos hóspedes.


6.Aproveitar a deliciosa praia de Amity - Tubarão





Então você é um cara que adora as praias? Que tal conhecer Amity, uma pequena cidade litorânea com uma linda praia e que recebe milhares de turistas todos os ano? O local é muito apreciado na região e se tornou um marco pela sua segurança e pelas suas águas que além de limpas são muito seguras segundo o xerife Brody. O prefeito da cidade recomenda que venham no feriado de 4 de julho, época em que a cidade está mais movimentada e cheia de atrações. Se você gosta de nadar com golfinhos, a cidade oferece uma opção bem mais ousada.


7.Conhecer o belo museu de cera da cidade de Ambrose – A casa de cera




Que Madame Tussauds que nada, o melhor museu de cera fica em Ambrose! Administrado pelos irmãos Sinclair, o museu de cera é um achado, feito com figuras não tão famosas, masmo que surpreende mesmo é o realismo das obras, algumas nos deixam com o sentimento que os olhos estão se mexendo e outras parecem emitir ruídos. A técnica os irmãos não revelam, e quem vai ao local fica encantado com o que vê. Se você estiver viajando pelo EUA não pode perder a chance de conhecer esse belo local, os irmãos avisam que quanto mais gente vier, maior será a demanda de esculturas que eles farão. Então que tal ajudar a aumentar esse acervo?



8.Ver a bela paisagem do deserto de Perfection - O Ataque dos Vermes Malditos




Você gosta mesmo é de conhecer um belo deserto? Que tal então explorar a região de Perfection, Nevada? Uma linda cidade do interior que conta com um povo hospitaleiro e com a possibilidade de explorar a imensidão da paisagem. O aspecto rustico do local permite ainda acompanhar os curiosos tremores que acontecem na cidade. Com certeza você vai se apaixonar pelo ambiente, e nós recomendamos que vocês façam a viagem de helicóptero para visualizar toda beleza local.



9.Levar a família para conhecer o belo Jurassic Park – Parque dos Dinossauros




O grande empresário John Hammond convida a todos que estão cansados dessas parques comuns como a Disneyworld a conhecer a mais nova atração que vai fazer você e sua família voltarem no tempo, que tal dar a oportunidade à sua família de conhecer dinossauros de verdade? Pois bem, com uma grande equipe e com a melhor segurança que o dinheiro pode comprar, o empresário garante que não poupou despesas para oferecer o que há de melhor em termos de qualidade em entretenimento e alimentação. Conheça de perto o poderoso T-Rex e os ardilosos velociraptors. Podem trazer toda a família, temos as melhores acomodações, com travas que até os animais do parque podem abrir, e banheiros espalhados por todo parque para alcançar a necessidade do publico.



10.Conhecer um pouco da história na Transilvânia – Drácula




Vocês gostam de lendas? Bem, que tal usufruir da região com a maior delas? Uma viagem a bela Transilvânia vai garantir ao seu casamento aquela dose de emoção que faltava! Se você quer impressionar sua mulher ou namorada, pode ainda leva-la para conhecer o formoso castelo que pertenceu ao salvador Vlad Taps, um dos locais mais lindos da região, além de, quem sabe, conhecer o misterioso conde dono do castelo. Caso queiram fazer esse passeio, é necessário conversar com o Senhor Renfield antes para agendar uma visita, que deve ser realizada durante a noite.

quarta-feira, 12 de agosto de 2015

Posted by Pasteleiro On 13:00 0 comentários

FRITOS NA HORA - Amaldiçoado/Horns (2003)

Nesse último final de semana, quando me deitei para dormir, me deparei com uma bela de uma insônia e a velha ideia me veio à cabeça: bora assistir um filme no Netflix, Luiz? Claro, por que não! E foi ai que assinei minha sentença de chateação.



Ao vasculhar os filmes recentemente adicionados me deparei com Amaldiçoado, um filme estrelado por Daniel Radcliffe, cuja sinopse fala sobre um acusado de homicídio que em determinado momento ganha chifres em sua testa (não, não são chifres conjugais) e após isso passa a ver o pecado das pessoas que o rodeiam.
Poxa, ótimo, parece uma trama interessante! Mas não, não era!

De Alexandre Aja, o mesmo diretor de “Piranhas 3D”, o filme realmente trilha pela trama descrita acima, mas de modo desconexo, para não dizer estúpido.




Tudo começa com um In Medias Res (como diriam os romanos), quando conhecemos Ig (Daniel Radicliffe), um jovem adulto perseguido pela polícia, mídia e opinião pública devido ao homicídio de sua ex-namorada Merrin (Juno Templo), assassinato esse negado pelo rapaz, que busca esquecer o trauma em copos e mais copos de bebida.

Porém, a reação de Ig parece muito forçada, assim como os flashbacks de sua infância (onde conheceu a defunta), forçadamente inserido num mundo infantil fantasioso e difícil de acreditar.
O desenvolvimento do protagonista com os demais personagens do filme é raso e parece ter sido interpretada de muita má vontade pelo ator.




Uma outra crítica cabível é a de que detalhes do roteiro são esquecidos ao longo da trama, como por exemplo os poderes que o tal chifre lhe confere que, durante o filme, são ignorados em momentos que seriam necessários para uma maior veracidade da história.

O elenco é apagado (tendo apenas a presença de Radcliffe como astro conhecido) e o gênero do filme não parece se encontrar, parecendo, por vezes, um drama, as vezes uma comédia, fantasia e até mesmo um filme trash podreira.




Por fim, o final do filme é simplesmente ridículo e dá vontade de colocar o almoço para fora. Uma grande baboseira “dramalhonica” com direito a transfiguração física e um vilão estupidamente dissimulado e trapaceiro, que seria melhor interpretado pela minha unha encravada do dedão direito.

Tem alguma coisa boa no filme? Tem, a trilha sonoro, só que nela é clara a referencia dada a Cristiane F., filme que está a galáxias de distância deste em termos de qualidade.

Nota de Luiz Pierotti 2,0