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BIRDMAN O GRANDE GANHADOR DO OSCAR

Leia o que achamos do filme que ganhou os prêmios de melhor filme e diretor

PODCAST COM OS MELHORES E PIORES DO ANO

Quer dar risadas e receber umas dicas de filme então entre e se divirta

TIM BURTON UM GÊNIO DESGASTADO?

Um grande diretor em um mau momento ou sempre uma enganação?

OSCAR 2015 - Tudo sobre a premiação

Tudo que você sobre como foi a premiação

QUEM VOCÊ MAIS ODEIA EM GAME OF THRONES?

Vejam a lista dos personagens mais perversos da série

sexta-feira, 14 de agosto de 2015

Posted by Pasteleiro On 17:58 0 comentários

FRITOS NA HORA - Intriga Internacional (1959)

Não me lembro de ter assistido outro filme estrelado pelo astro Cary Grant, o conhecia por seu talento sempre citado por historiadores do cinema ou pelos amantes de filmes antigos, por sorte o primeiro longa que vejo com sua participação é “Intriga Internacional”, uma obra prima dirigida pelo mestre do suspense Alfred Hitchcock, que aqui resolve trabalhar com o tema de espionagem e ação.




O longa, como eu, disse é estrelado por Cary Grant, fazendo o papel de um publicitário que um dia acaba confundido com um agente, sendo procurado em todos o país, o que faz parecer que sua única chance de sobreviver seja se aventurar nos braços de uma linda loira.




Bem, como não poderia de deixar de ser, o filme é uma ótima produção. Claro que ele sofre um pouco com o tempo, alguns dos recursos utilizados no filme se tornaram manjados, assim como algumas situações que vistas hoje parecem absurdas, porém mesmo levando isso em conta, o roteiro é bem caprichado, o que consegue dosar bem as cenas de ação com momentos de drama e comédia. Consegue, de maneira bem amarrada, manter a história interessante.




Eu recomendo o filme como um ótimo filme de ação, o roteiro se desgastou um pouco com o tempo apesar de original na época e com uma trama bem interessante. Hoje em dia esse plot de homem inocente envolvido em grande conspiração acabou virando uma tendência, o que acaba fazendo o longa perder um pouco do seu charme, porém nada disso impede uma boa dose de diversão e tensão ao assistir o filme.



Nota do Fábio Campos – 8,5

quinta-feira, 13 de agosto de 2015

Posted by Pasteleiro On 14:00 0 comentários

TOP PASTEL - Os piores destinos para as férias

Início do ano é momento de tirar férias e escolher os melhores locais para viajar, para isso selecionei alguns dos piores locais do mundo do cinema e das série. Tentem evita-los, ou arrisquem esses destinos por sua conta e risco.


1. Um relaxada na hospitaleira Woodbury – Walking Dead




Em um mundo caótico no qual os zumbis tomaram conta de quase tudo, porque não buscar o conforto na linda cidade de Woodbury, um local cercado por pessoas hospitaleiras e gentis, como o adorável Governador Phillip Blake? Não bastasse isso, a cidade tem um dos esportes preferidos da América, a arena de zumbis, na qual você pode ter a chance de desafiar um zumbi em uma luta até a morte, bem ao estilo dos gladiadores. E se tiverem sorte, podem almoçar com o querido Governador, na companhia da sua bela filha Penny, e juntos desfrutar de uma ótima conversa com o prato suculento que é especialidade da casa.


2. Uma viagem para o interior em Jerusalém's Lot – A hora do Vampiro




Se você é uma pessoa que adora cidades do interior talvez deva conhecer a bela Jerusalém‘s Lot, uma comunidade formada por pessoas de bom coração! A cidade conta com várias construções históricas como a bela Mansão Marsten, e lá pode conhecer os seus atuais proprietários, os simpáticos Straker e Barlow, que preferem que as visitas ao belo local sejam feitas a noite, por conta da luz do luar que deixa a vista mais bela. Você também pode acompanhar as missas orquestradas pelo padre Callahan. A cidade apesar de muito hospitaleira e com uma vida noturna muito agitada, não incentiva o surgimento de pessoas muito religiosa.


3. Conhecer as belas crianças de Midwich.- Cidade dos Amaldiçoados




Gosta de crianças? Que tal conhecer as meninas e meninos prodígios de Midwich? Nesse lindo vilarejo nasceram, há alguns anos, belos bebês que acabaram se tornando jovens crianças, com lindos cabelos platinados e olhos vermelhos, esses meninos e meninas que poderiam ter ódio desse exposição em demasia que sofrem, adoram acolher novas pessoas à cidade. Quem chega não fica com vontade nenhuma de ir embora, e só tem o desejo de ficar mais perto dessas belas crianças, servi-las e fazer o necessários para deixa-las felizes.



4.Se refrescar um pouco no Lago Cristal – Sexta-Feira 13





Agora, se você não é um careta e quer mesmo é diversão e muitas festas regradas a álcool, muitas drogas e sexo, talvez encontre o que procura no majestoso lago Cristal, um belo local com vegetação abundante aonde por anos jovens e mais jovens vem desfrutar o seu tempo livre. Além disso, o local permite muita atividade esportiva e vocês podem fazer natação, corrida e talvez até brincar de hóquei as margens desse lago.



5. Um descanso exclusivo durante o inverno no Hotel Overlook – O Iluminado





Está pensando em ter um tempo só seu nas suas férias? Cansado da mulher e dos filhos falando no seu ouvido? Bem, que tal aproveitar o seu merecido descanso em um dos hotéis mais lindos do Colorado, o Hotel Overlook? Excepcionalmente esse ano vão deixar que alguns sortudos desfrutem de suas acomodações durante o inverno, e para o caso de emergências o hotel ainda deixará o seu funcionário mais querido, Jack Torrence, cuidando do hotel para auxiliar em qualquer situação. A administração recomenda a estadia no quarto 237 que representa tudo o que o estabelecimento tem de melhor. Caso fiquemos sem vagas o hotel Dolph nos cedeu gentilmente o quarto 1408 em Nova York, como cortesia aos hóspedes.


6.Aproveitar a deliciosa praia de Amity - Tubarão





Então você é um cara que adora as praias? Que tal conhecer Amity, uma pequena cidade litorânea com uma linda praia e que recebe milhares de turistas todos os ano? O local é muito apreciado na região e se tornou um marco pela sua segurança e pelas suas águas que além de limpas são muito seguras segundo o xerife Brody. O prefeito da cidade recomenda que venham no feriado de 4 de julho, época em que a cidade está mais movimentada e cheia de atrações. Se você gosta de nadar com golfinhos, a cidade oferece uma opção bem mais ousada.


7.Conhecer o belo museu de cera da cidade de Ambrose – A casa de cera




Que Madame Tussauds que nada, o melhor museu de cera fica em Ambrose! Administrado pelos irmãos Sinclair, o museu de cera é um achado, feito com figuras não tão famosas, masmo que surpreende mesmo é o realismo das obras, algumas nos deixam com o sentimento que os olhos estão se mexendo e outras parecem emitir ruídos. A técnica os irmãos não revelam, e quem vai ao local fica encantado com o que vê. Se você estiver viajando pelo EUA não pode perder a chance de conhecer esse belo local, os irmãos avisam que quanto mais gente vier, maior será a demanda de esculturas que eles farão. Então que tal ajudar a aumentar esse acervo?



8.Ver a bela paisagem do deserto de Perfection - O Ataque dos Vermes Malditos




Você gosta mesmo é de conhecer um belo deserto? Que tal então explorar a região de Perfection, Nevada? Uma linda cidade do interior que conta com um povo hospitaleiro e com a possibilidade de explorar a imensidão da paisagem. O aspecto rustico do local permite ainda acompanhar os curiosos tremores que acontecem na cidade. Com certeza você vai se apaixonar pelo ambiente, e nós recomendamos que vocês façam a viagem de helicóptero para visualizar toda beleza local.



9.Levar a família para conhecer o belo Jurassic Park – Parque dos Dinossauros




O grande empresário John Hammond convida a todos que estão cansados dessas parques comuns como a Disneyworld a conhecer a mais nova atração que vai fazer você e sua família voltarem no tempo, que tal dar a oportunidade à sua família de conhecer dinossauros de verdade? Pois bem, com uma grande equipe e com a melhor segurança que o dinheiro pode comprar, o empresário garante que não poupou despesas para oferecer o que há de melhor em termos de qualidade em entretenimento e alimentação. Conheça de perto o poderoso T-Rex e os ardilosos velociraptors. Podem trazer toda a família, temos as melhores acomodações, com travas que até os animais do parque podem abrir, e banheiros espalhados por todo parque para alcançar a necessidade do publico.



10.Conhecer um pouco da história na Transilvânia – Drácula




Vocês gostam de lendas? Bem, que tal usufruir da região com a maior delas? Uma viagem a bela Transilvânia vai garantir ao seu casamento aquela dose de emoção que faltava! Se você quer impressionar sua mulher ou namorada, pode ainda leva-la para conhecer o formoso castelo que pertenceu ao salvador Vlad Taps, um dos locais mais lindos da região, além de, quem sabe, conhecer o misterioso conde dono do castelo. Caso queiram fazer esse passeio, é necessário conversar com o Senhor Renfield antes para agendar uma visita, que deve ser realizada durante a noite.

quarta-feira, 12 de agosto de 2015

Posted by Pasteleiro On 13:00 0 comentários

FRITOS NA HORA - Amaldiçoado/Horns (2003)

Nesse último final de semana, quando me deitei para dormir, me deparei com uma bela de uma insônia e a velha ideia me veio à cabeça: bora assistir um filme no Netflix, Luiz? Claro, por que não! E foi ai que assinei minha sentença de chateação.



Ao vasculhar os filmes recentemente adicionados me deparei com Amaldiçoado, um filme estrelado por Daniel Radcliffe, cuja sinopse fala sobre um acusado de homicídio que em determinado momento ganha chifres em sua testa (não, não são chifres conjugais) e após isso passa a ver o pecado das pessoas que o rodeiam.
Poxa, ótimo, parece uma trama interessante! Mas não, não era!

De Alexandre Aja, o mesmo diretor de “Piranhas 3D”, o filme realmente trilha pela trama descrita acima, mas de modo desconexo, para não dizer estúpido.




Tudo começa com um In Medias Res (como diriam os romanos), quando conhecemos Ig (Daniel Radicliffe), um jovem adulto perseguido pela polícia, mídia e opinião pública devido ao homicídio de sua ex-namorada Merrin (Juno Templo), assassinato esse negado pelo rapaz, que busca esquecer o trauma em copos e mais copos de bebida.

Porém, a reação de Ig parece muito forçada, assim como os flashbacks de sua infância (onde conheceu a defunta), forçadamente inserido num mundo infantil fantasioso e difícil de acreditar.
O desenvolvimento do protagonista com os demais personagens do filme é raso e parece ter sido interpretada de muita má vontade pelo ator.




Uma outra crítica cabível é a de que detalhes do roteiro são esquecidos ao longo da trama, como por exemplo os poderes que o tal chifre lhe confere que, durante o filme, são ignorados em momentos que seriam necessários para uma maior veracidade da história.

O elenco é apagado (tendo apenas a presença de Radcliffe como astro conhecido) e o gênero do filme não parece se encontrar, parecendo, por vezes, um drama, as vezes uma comédia, fantasia e até mesmo um filme trash podreira.




Por fim, o final do filme é simplesmente ridículo e dá vontade de colocar o almoço para fora. Uma grande baboseira “dramalhonica” com direito a transfiguração física e um vilão estupidamente dissimulado e trapaceiro, que seria melhor interpretado pela minha unha encravada do dedão direito.

Tem alguma coisa boa no filme? Tem, a trilha sonoro, só que nela é clara a referencia dada a Cristiane F., filme que está a galáxias de distância deste em termos de qualidade.

Nota de Luiz Pierotti 2,0

quarta-feira, 8 de julho de 2015

Posted by Pasteleiro On 14:00 0 comentários

PINGANDO ÓLEO - Jurassic World: O Mundo dos Dinossauros (2015)

Parou, parou! Antes de tudo quero começar essa resenha relatando um certo misto de medo e ansiedade que se apoderou de mim nas semanas que antecederam minha ida ao cinema. Não era mais um filme qualquer, que eu assistiria imparcialmente, gostando ou não, sem que isso me afetasse, era a continuação de uma obra que marcou minha infância e que durante todas as suas continuações vinha sendo castigada, continuação após continuação, me fazendo desacreditar que qualquer outro filme da franquia conseguiria ser a sombra do que Jurassic Park foi em 1993.




Quando assisti ao trailer pela primeira vez, situação até comentada em nosso podcast (clique aqui e confira), me despi de toda a esperança e fui ao cinema pronto para apedrejar a telona.

“Ah, Luiz, que ridículo, isso não é ação digna de alguém que espera fazer uma crítica, você tem que ser imparcial desde o começo!”
Eu sei, eu sei! Mas quando grande parte de suas melhores lembranças cinéfilas são acompanhadas daquela bonita VHS preta em alto-relevo com o fóssil do tiranossauro, não tem como não pré julgar.

Mas tudo bem, eu fui, respirei fundo e fui. Queria ver aquilo, no fundo eu esperava que o diretor Colin Trevorrow calasse minha boca, e de certa forma calou.

Jurassic World nos conta a história de alguns vários anos após o primeiro incidente na Ilha Nublar, onde o antigo sonho de John Hammond de construir um parque dos dinossauros é enfim concretizado pelo visionário (e milionário) empresário Simon Masrani (irrfan Khan).

Os principais focos da narrativa vêm por parte dos irmãos Zack Mitchell (Nick Robinson) e Gray Mitchell (Ty Simpkins), a responsável por grande parte do funcionamento do parque (e também tia dos garotos) Claire Dearling (Bryce Dallas Howard) e o domador de dinossauros Owen Grady (Chris Pratt). Juntos, esses quatro personagens são a referencia completa aos quatro protagonistas do primeiro filme da franquia, Dr. Alan Grant, Dra. Ellie Sattler, Tim Murphy e Lex Murphy.

E por falar em referência, podemos dizer que Jurassic World é um filme cheio de referências ao filme clássico, cenas de ação semelhantes, citações de personagens, imagens do primeiro filme e até mesmo a participação do até então queridíssimo Henry Wu (B.D. Wong), o cientísta que no primeiro filme nos mostrou o nascimento dos pequenos velociraptors.




Mas, no fim, o filme tem um desenvlvimento bacana como entretenimento. Cenas de ação legais, dinossauros legais, equilibrio de ação/humor. Ok, mas são tudo flores? Não!

Aqui vão os pontos negativos que percebi: em primeiro lugar achei que o roteiro poderia ter sido um pouquinho melhor amarrado, para não precisarmos de explicações relampago para situações inusitadas, como no caso dos garotos e do jipe. Também não gostei muito da interação dos irmãos entre eles, que não acrescentaram muito ao filme e da completa falta de segurança do parque.




Mas, no geral, achei que o filme fez muito bem aquilo a que se proprunha, e uso como termometro de constatação a reação das crianças que assistiram. Vibraram e sorrirem, assim como eu um dia havia feito em outra ocasião.




Não acho nem de perto que Jurassic World chegou perto da qualidade de Jurassic Park, basta comparar a cena de corrida da Claire Dearing com a antiga cena de fuga da Dra. Ellie Sattler e podemos ver a diferença de tensão entre os dois filmes, porém não acho que é um filme ruim, soube identificar que grande parte da minha crítica desmedidamente negativa foi fruto de nostalgia e não de objetividade.

Por fim: para a garotada nova é um filme divertido de aventura e para a garotada mais velha uma boa dose de saudosismo.


Nota do Luiz Fernando - 7,5

terça-feira, 7 de julho de 2015

Posted by Pasteleiro On 14:00 0 comentários

FRITOS NA HORA - Diferenças e Semelhanças (2013)

Não sei o que Hollywood viu em Zoe Kazan, do nada ela começou a fazer filmes e mais filmes e, embora eu não a tenha nem mesmo notado, ela já havia até mesmo aparecido em outros longas como “Ruby Sparks” e “Um crime de Mestre”.




Em Diferenças e Semelhanças ela aparece em dose dupla, interpretando as gêmeas Laurel e Audrey, e como acontece aos gêmeos, ambas, apesar de fisicamente parecidas, têm personalidades diferentes. Enquanto uma vive retraída e cuidando do pai, a outra é uma aventureira bem mais carismática que possui diversos amigos.




É então que aconteceu um terrível acidente e, após isso, a irmã mais tímida sobrevive e resolve assumir a identidade da irmã.

Você já viu esse roteiro pitoresco. Com certeza deve se se lembrar da novela “Mulheres de Areia”, que tinha uma trama bem parecida, mas que pendia mais à história de ódio de irmãs. Já aqui a história é bem mais leve e tem um estilo mais pato que vira cisne, com a protagonista se transformando e se descobrindo ao longo da trama.




Bem, como era de se esperar, o filme não é lá essas coisas, e não me surpreenderia se daqui a pouco tempo ele fosse exibido na Sessão da Tarde. Seu único diferencial é que ele tem um tom de comédia no início, contudo que se interrompe a partir do momento em que uma das irmãs morre. Aí então tudo começa a pender para um drama e assim se estende até o fim, mesclando-se com breves momentos de romance.

Ao fim, o que fica é apenas um filme a se assistir para passar o tempo. Algo para se assistir com a namorada e só.

Nota de Fábio Campos – 6,0

segunda-feira, 6 de julho de 2015

Posted by Pasteleiro On 14:00 0 comentários

FRITOS NA HORA - Keith (2008)

Keith” foi um filme que peguei também na base da aposta. Com uma sinopse que falava sobre o relacionamento entre uma menina popular e de vida perfeita, com o perdedor da escola desligado do mundo, o longa me chamou a atenção e resolvi então assistir junto a minha namorada, porém, logo após a primeira meia hora, resolvemos desistir, o enredo não andava e os personagens pareciam não ter química.




Um tempo depois, concluí que tinha de dar uma chance ao filme e por isso resolvi assistir a ele todo, e foi aí que, para minha surpresa, assim que o longa engrena, começa a se construir um pouco mais o relacionamento dos personagens, e assim a narrativa deixa de ser aquela coisa arrastada que aparentava ser, e ao fim, apesar do desfecho melancólico, se tem uma mensagem válida de transformação.
Em relação ao elenco, não conhecia nenhum dos atores, e os achei bem artificiais quanto à atução, em especial Elisabeth Harnois, já Jesse McCartney apresenta expressões de alguém perdido, as quais me remeteram à um Justin Bieber mais velho.




Se você gostou de “A culpa e das Estrelas” talvez vá gostar de Keith, o qual, SPOILERS a parte, lembra muito o romance de John Green, inclusive o fato da transformação da personagem se transformar devido a sua doença. A única diferença aqui é que a mocinha do longa não está doente também.





Nota do Fábio Campos - 4,5

domingo, 5 de julho de 2015

Posted by Pasteleiro On 14:00 0 comentários

FRITOS NA HORA - Whish I was Here (2014)

Whish I was Here” é um filme sobre família que me lembrou um pouco “Peixe Grande”, e isso se deve ao fato do protagonista ser um grande sonhador, enquanto seu pai sempre foi um homem de muita razão. O oposto do que acontece na produção de Tim Burton.




Estrelado e dirigido por Zach Braff, cujo trabalho ainda mais notável a mim acontece em Scrubs, o longa conta a história de um pai de família que precisa aprender a encarar diversos problemas com seus filhos, sua mulher, seu irmão e seu pai doente, enquanto busca realizar seus sonhos.




Explorando um pouco mais o drama com momentos de comédia, o filme conta em seu elenco com a sumida Kate Hudson, em um papel menor do que estamos acostumados a vê-la.

O que gostei do filme se deve a três de seus personagens: primeiramente, o protagonista, que luta contra todas as expectativas de ter uma situação social melhor, para buscar por seu sonho; em segundo, a atuação da personagem de sua filha, interpretado por Joey King, que consegue em algumas cenas transmitir muita emoção e entregar uma grande atuação que chega, inclusive a se destacar em meio à atuação dos mais experientes, como Kate Hudson; e por fim, o mais tocante do filme, que fica com Mandy Patinkin na interpretação do patriarca da família, e que faz a cena mais emocionante do filme.




No geral, o filme não é uma superprodução com grandes atores e um roteiro ótimo, porém em sua simplicidade ele consegue chamar a atenção, e em especial por não querer pregar um amadurecimento dos personagens, mas sim uma aceitação do que são e do que representam.

Um único ponto que achei falho, mas não comprometedor, foram os momentos mais lúdicos, que acabam não dando o efeito desejado.

Nota de Fábio Campos – 6,0

sábado, 4 de julho de 2015

Posted by Pasteleiro On 14:00 0 comentários

FRITOS NA HORA - O melhor de mim (2014)

Alguém consegue me explicar, com um gráfico ou algo do tipo, como Nicholas Sparks ano após ano consegue fazer um livro com o mesmo mote, vender milhões, e depois de pouco tempo ter sua obra adaptada para os cinemas em produções que sempre têm o mesmo estilo com um final meloso e choroso?




Bem, “O melhor de mim” é a nova empreitada do escritor. Estrelado por Michelle Monaghan e James Marsden, o filme conta a história de amor de um casal de adolescentes que acabam sendo separados por conta de uma tragédia que os deixou longe um do outro por 21 anos. Após todo esse tempo, eles acabam se encontrando novamente e a paixão deles renasce.




Como disse, tais filmes baseados nos livros do Nicholas Sparks são recheados de clichês, e “O melhor de mim”, claro, não podia ser diferente. Para citar alguns, vamos lá: O primeiro deles é o clássico menina rica se apaixona por cara pobretão, seguido do menino malandro que acaba se tornando um bom moço, que claro, consegue tal proeza com a ajuda de uma personagem de alma bondosa; e sobre todos esses clichês se tem a história de tragédia que separa o casal, e o final, que como não podia deixar de ser, carrega o tom do momento de tristeza do desfecho que se fecha ainda mais com duas coincidências que mantém o longa dentro dos padrões do autor.




Em minha opinião, o filme tem seus bons momentos, mas acho que funciona melhor como uma produção feita diretamente para televisão a qual poderia vir a ser uma opção viável para um sábado qualquer e sem importância.

Basta agora esperarmos que os fãs das obras de Nicholas Sparks se deem conta de que há mais de três anos estão assistindo ao mesmo roteiro, apenas com diferentes personagens.

Nota de Fábio Campos – 5,0

sexta-feira, 3 de julho de 2015

Posted by Pasteleiro On 14:00 0 comentários

FRITOS NA HORA - Loucos de dar Nó (1980)

Richard Pryor e Gene Wilder conquistaram vários fãs com uma parceria que rendeu bons filmes. Creio que um dos quais todo mundo mais se lembra seja “Cegos, Surdos e Louco”. Além desse clássico muito reprisado no SBT, temos ainda outros três filmes da dupla: “O expresso de Chicago”, “Um Sem Juízo, Outro Sem Razão” e “Loucos de dar nó”, longa que irei falar hoje.




Neste clássico de 1980 os dois amigos fazem o papel de aspirantes a atores que acabam se envolvendo em uma confusão em que, ao levarem a culpa por um roubo a banco, sem conseguir alegar defesa no tribunal, vão parar na prisão, onde acabam então se envolvendo com mais e mais problemas.




Uma coisa que adoro em filmes mais antigos de comédia é a linguagem sutil, o humor não se apoia em cenas de sexo ou escatológicas para contar uma história. A trama se costura com uma linguagem bem mais simples e se apóia ainda mais no talento dos atores. Nesse quesito, aqui podemos destacar os ótimos momentos do personagem de Gene Wilder, que consegue entregar as melhores cenas do filme; já Pryor, apesar de excelente comediante, não se desenvolve tanto e em alguns momentos percebe-se nele claramente na figura de escada, coisa que ele desenvolve muito bem.




Para os padrões atuais acho o filme bem interessante, porém é o tipo de comédia que hoje em dia agrada a poucos, pois tem algumas piadas e situações datadas, e isso pode comprometer o sentido do contexto, contudo para mim funcionaram muito bem.

Nota do Fábio Campos – 6,5

quinta-feira, 2 de julho de 2015

Posted by Pasteleiro On 14:00 0 comentários

FRITOS NA HORA - Encalhados (2014)

Quando fui assistir a “Encalhados” cujo título já nos deixa com a impressão de ser uma daquelas comédias adolescentes, achei que iria me deparar com um filme de uma linguagem um pouco mais imatura e descompromissada.




Estrelado pela bela Keira Knightley, o longa é mais um daqueles que apostam na adolescência tardia, tema que parece ter se padronizado em grande parte das comédias. Neste caso o assunto é explorado através de Megan, personagem de Keira, que apesar de já ter quase 30 anos, ainda não sabe o que quer da vida. Apesar de ser pedida em casamento pelo namorado, ela resolve se esconder na casa de uma amiga adolescente (Chloë Grace Moretz) e lá ela acaba conhecendo o pai da garota, um advogado solitário que cria a filha sozinho, papel do instável Sam Rockwell.




O longa é uma comédia/drama bem interessante, apesar de ter um roteiro manjado, afinal, só pela sinopse vocês conseguem imaginar qual será o desfecho da trama, certo? Pois bem, apesar do clichê, o roteiro é bem arrumadinho e tem boas atuações de Keira e Sam, ambos muito bem no filme. A relação de ambos é construída de uma maneira suave e parece até natural. Quanto à atuação de Chloë Grace, o que se tem é algo mais padrão, a típica interpretação da adolescente rebelde abandonada pela mãe e que quer se rebelar contra o mundo.




Achei “Encalhados” uma opção interessante para quem está atrás de uma boa comédia romântica. Não é um grande filme recheado de grandes atuações, mas consegue se manter num ritmo interessante. Enfim, algo nada memorável, mas que serve para passar o tempo.

Nota – 6,0

quarta-feira, 1 de julho de 2015

Posted by Pasteleiro On 14:00 0 comentários

FRITOS NA HORA - Made in China

Regina Casé há tempos acabou se tornando para muitas pessoas um símbolo do brega, contudo, não sei se compartilho desse estereotipo que várias pessoas o têm. Conheço alguns trabalhos interessantes de Regina Casé, e creio que o primeiro contato que tive com alguma atração estrelada por ela foi no interessante “Brasil Legal”, um programa de variedades que ela sabia conduzir muito bem e que foi um sucesso entre 95 e 97. Atualmente ela apresenta o programa “Esquenta”, o qual, devo dizer, não me tem entre as fileiras dos fãs. Pois bem, deixando de lado seu atual trabalho na televisão, vou falar um pouco de sua carreira no cinema.




Há pouco tempo Regina Casé foi premiada devido ao seu trabalho em “Que horas ela volta”, atuou também no interessante “Eu, tu e eles” no qual ela divide a tela com figuras importantes da dramaturgia nacional, como Lima Duarte e Stênio Garcia. Também não posso me esquecer do famoso “Sete Gatinhos”, baseado na peça de Nelson Rodrigues, no qual ela aparece completamente nua em algumas cenas.




Bem, falei um pouco sobre a carreira de Regina Casé no cinema para não parecer tão desagradável em relação a critica que irei fazer ao péssimo “Made in China”, um filme cuja produção parecer ter sido feita numa garagem, tamanha a falta de ousadia do roteiro que poderia, assim como o interessante “Um conto chinês”, brincar um pouco com os costumes desse país oriental que hoje em dia faz parte das nossas vidas através de seus produtos. Contudo, a solução adotada para contar a história foi a mais simplista possível, desenvolvendo uma trama cheia de romances cariocas e calcada em estereótipos, tanto em relação aos chineses, quanto em relação aos turcos e às mulheres brasileiras. Para coroar tudo isso, Regina Casé tem uma atuação detestável, recheada de gritos e com uma presença que chega a ser insuportável, na qual parece querer ser onipresente na história.




Com certeza esse é um dos piores longas nacionais que já vi, com péssimas atuações e um roteiro fraquíssimo, além disso, a direção de Estevão Ciavatta foi digna de um daqueles quadros sem graça de Zorra Total. Lamentável que ele tenha resolvido apelar para uma solução fácil de rir do estrangeiro, ao invés de explorar um pouco os seus costumes para criar o humor.


Nota do Fábio Campos – 3,0

terça-feira, 30 de junho de 2015

Posted by Pasteleiro On 14:00 0 comentários

FRITOS NA HORA - O Universo no Olhar (2015)

Poucas vezes vi um filme de ficção científica que consegue lidar com o tema fé de maneira tão interessante e bem feita como o pouco conhecido “Universo no Olhar”.




Desenvolvido através do ponto de vista de um cientista cético em relação a Deus e a origem da vida, interpretado pelo instável Michael Pitt, a trama se desdobra quando ele, que é um grande pesquisador da íris ocular, se apaixona por uma mulher chamada Sofi (Astrid Berges-Frisbey) que tem convicções bem diferentes das dele.




Bem, como disse acima, o filme é muito interessante, no seu início ele se mostra arrastado e com um linguajar técnico que em alguns momentos achei até mesmo extremamente maçante, porém quando ele se propõe a desenvolver os personagens e os relacionamentos entre si, ele consegue evoluir. Os momentos finais, e o ponto em que o filme tem sua grande virada, são os melhores momentos. Gosto muito quando uma trama consegue me fazer parar um pouco e refletir, e “Universo no Olhar" conseguiu isso.




A direção do filme é de Mike Cahill, que também dirigiu o curioso “A outra terra”, uma história também paralela, mas que ao fim apresenta ensinamentos.

Para quem está em busca de um longa reflexivo, com certeza vai encontrar aqui uma boa opção. Se não quer chorar, não creio que este filme seja a melhor opção, afinal, em alguns momentos ele se leva no drama e chega mesmo a chocar.

Recomendo a quem for assistir que acompanhe a cena pós créditos, que é muito interessante e que pode ser uma grande ideia para desenvolvimento do assunto tratado.


Nota do Fábio Campos - 7,0