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BIRDMAN O GRANDE GANHADOR DO OSCAR

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quarta-feira, 15 de outubro de 2014

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FRITOS NA HORA - Amantes Eternos (2014)

Eu nunca tinha visto um filme do Tom Hiddleston antes de Thor ou da franquia Vingadores (aonde eu acho que ele fez no Loki, o papel que irá marcar sua carreira apesar de achar que ele tem muito talento).




Em “Amantes Eternos” ele contracena com a interessante Tilda Swinton. No longa eles fazem ao papel de dois vampiros casados, ele um músico frustrado e ela, vivendo no oriente médio, reclusa na companhia de outro velho vampiro (John Hurt).

Até entendo quando um diretor, como Jim Jarmusch (Flores Partidas), tenta dar uma simbologia diferente aos vampiros. A sua pegada no filme para mim lembrou um pouco o que a Anne Rice fez em “Entrevista com Vampiro”. Porém, aqui a ação é quase zero, e só temos algo acontecendo na história quando surge a personagem da Mia Wasikowska. Mas mesmo esse momento, que é o ápice da história, não chegou a me prender a atenção.




Acho que o filme vai chamar a atenção de quem gosta de música. Sua trilha sonora é bem interessante e meio que complementa a história, porém, o filme é muito parado e o tom de melancolia da trama deixou, para mim, o filme muito chato. É aquele tipo que todos os seus amigos e alguns amantes do cinema mais cult vão tratar como um grande filme, mas que alguns como eu vão simplesmente achar o filme chato.




Uma pena, eu ainda vou continuar gostando da Tilda e do Tom, são para mim, ótimos atores.



Escrito por Fábio Campos

segunda-feira, 13 de outubro de 2014

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FRITOS NA HORA - O ano do Cão (2009)

E minha saga por filmes com cachorros continua. Para quem não sabe, eu e a minha namorada adoramos esses bichinhos, e por isso sempre buscamos filmes que tenham eles como protagonistas. Quem tiver indicações é só falar nos comentários, eu e a patroa vamos adorar as dicas ;).





Pois bem, escolhemos após uma pesquisa assistir “O ano do cão” um filme que conta a história de um escritor em crise que resolve adotar um cachorro da raça Border Collie problemático. O filme é baseado em uma história real, nesse caso de Jon Katz, interpretado pelo talentoso Jeff Bridges.

O filme começa muito bem e parece que vai caminhar para uma história de amizade entre um cão e seu dono, na qual ambos vão superar seus problemas e crescer com isso. Além do cachorro protagonista ainda existem dois belos labradores que fazem uma participação muito bonitinha, porém bem curta, e um deles tem uma parte bem triste (sim ele morre).





Bem, de pontos positivos do longa (que é quase um curta) tenho que ressaltar que nenhum cachorro fala, voa ou faz aquelas coisas absurdas. A trama é bem honesta, e essa falta de emoção que muitas vez cobro nos filmes que viajam muito numa história, acaba fazendo a diferença aqui. O filme é seco demais, parece que não tem empatia e quando parece que vai progredir simplesmente acaba, e então você olha para a tela e pensa: É isso? É meu amigo, é exatamente isso.





Podem se arriscar a assistir, não é triste com o cachorro morrendo no final, mas tem um momento que pode arrancar umas lágrimas. No geral é um filminho simples e fraquinho, só vale se gosta de cães e mesmo com esse tema assim não chega nem perto de ser relevante o suficiente.


Escrito por Fábio Campos

sexta-feira, 10 de outubro de 2014

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FRITOS NA HORA - Confissões de Adolescente (2013)

Assistir “Confissões de Adolescente” foi um desafio pra mim. Eu me lembro de assistir esse seriado lá na época da TV Cultura, me lembro de uma novinha Débora Secco, interpretando uma adolescente. Só para terem uma noção hoje ela tem quase 40 anos e, o seriado, estreou em 1994, já se passaram então 20 anos.




Minhas memórias a parte, resolvi me arriscar e assistir essa nova versão, com uma trama que segue a linha do seriado, com um pai de família, interpretado por Cássio Gabus Mendes, que tem de cuidar de 4 filhas adolescentes.

Em relação à trama ela costura várias situações comuns a esta faixa etária. Temos a filha mais jovem que tem de descobrir como se relacionar com os meninos; uma que descobre a sua sexualidade; outra com o batido tema gravidez na adolescência e, por fim, a filha que sai de casa mais vive na sombra do pai.




Eu não achei o filme ruim, para falar a verdade achei que ele seria bem mais bobinho, e acho que foi por isso que me assustei. A linguagem do longa explora bastante o contexto sexual da adolescência e não tem vergonha de mostrar cenas de nudez e sexo, além disso, a linguagem é bem despojada com certeza esse não é um dos filmes que você vai querer ver na frente dos seus pais ou avôs.




No geral o filme perde e muuuito para as histórias do seriado que tinham mais tempo para construir os personagens e criar uma empatia maior com eles. Por ser um filme faltou um pouco disso e acho que acabou deixando muita coisa acontecendo junto. Além disso, o efeito Malhação quebrou muito o ritmo do longa, afinal, vários dos temas apresentados já foram explorados diversas vezes pela novelinha teen.

Não é um filme ruim, mas não agrega em nada, com certeza vai ser mais interessante para os adolescente e não para saudosistas do seriado.


Escrito por Fábio Campos

quinta-feira, 9 de outubro de 2014

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FRITOS NA HORA - Homem Aranha 2 - A ameça do Electro (2014)

Nos últimos anos os ‘filmes de heróis’ tem tomado cada vez mais espaço nos cinemas. Estúdios como FOX (X-men), Warner (DC), Disney (Marvel) tem ganhado muito dinheiro com filmes sobre o assunto e, a Sony, com seu espetacular Homem-Aranha, resolveu que também iria investir. Repaginou o herói que foi por três filmes interpretados pelo Tobey Maguire, e passou a direção do Sam Raimi para o Mark Weeb, o papel de protagonista acabou ficando com o dedicado Andrew Garfield.





O primeiro filme já não me agradou muito, devo admitir. A mitologia do Homem-Aranha estava lá. Apesar de recente, foi necessário se contar uma origem novamente, e mexeram um pouco na história do herói, deixando uma cara parecida com o “Hulk” do Ang Lee. Além disso, o Peter Parker de nerd rejeitado, acabou ganhando um status de uma pessoas mais descolada, o que para mim estraga um dos pontos mais legais do personagem, pois bem agora que falei do primeiro filme, que já fiz resenha aqui, vou falar da continuação.

O longa aposta agora no vilão Electro, interpretado porcamente pelo Jamie Foxx, que após um acidente, que para mim entra na galeria das cenas mais ridículas do cinema, acaba ganhando poderes e então de bobo e pau mandado de todo mundo, o personagem resolve que quer ser importante e para isso tem de vencer o Homem Aranha.




Sei que vai ter muita gente achando que essa sinopse foi muito rasa, porém o filme também foi, então estamos empatados :D.

Indo direto ao que gostei, devo destacar que odiei a linguagem do longa, ele tem um jeito de quadrinhos antigos, aqueles em que o vilão era um bobão que ganha poderes, e todos os personagens são caricatos. Além disso o drama do Peter com a Gwen (Emma Stone) era a única interação que funcionava no filme, porém ela começou a descambar com o aparecimento do Harry Osborn (Dane DeHaan). Esse para mim foi o ponto fraco do filme, o personagem é até mais interessante que o do Electro, porém parece que sua história foi cuspida na trama e teve de ser contada no menor tempo possível. E também tem o seu pai Norman Osborn, que é um dos grandes vilões dos quadrinhos e tem o grande ator Chris Cooper no papel, porém a sua cena é minúscula.




Bem não gostei do filme, achei ele quase todo muito rápido, parecia que existia uma enorme necessidade de correr para chegar em algum lugar, e quando o Homem Aranha chegava nesse ponto ele tinha que ir para outra etapa e assim vai.

O único momento que senti um pouco de empatia pelo personagem é nos momentos finais, após outra de suas perdas e que o Homem Aranha resolve voltar a ser um herói, só nesse momento eu vi um personagem interessante, se fosse nos quadrinhos eu não pagaria para ler uma trama tão ruim quanto a desse filme.


Escrito por Fábio Campos

sábado, 27 de setembro de 2014

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FRITOS NA HORA - A Garota de Rosa-Shocking (1986)

Clássicos são clássicos e os anos 80 nos ofereceram diversas preciosidades como “Te Pego Lá Fora”, “Curtindo a vida Adoidado” e “Clube dos 5” para citar somente alguns bons filmes da época.





Em meio a esse monte de filmes bons, que já começavam a tratar um os adolescentes com uma visão um pouco mais realista e divertida, temos o também clássico é “A garota de Rosa Shocking”.

Como uma história como um pouco de “A princesa e o plebeu” o filme tem aquele tom extravagante dos anos 80, com a musa da época, Molly Ringwald num papel de rejeitada pobrezinha, e que tem de lidar com os ricos do colégio, seu melhor amigo é o Duckie, interpretado por Jon Cryer que hoje faz sucesso em “Two and Half Man”.




O filme acho que é um dos mais fracos da época na minha opinião, ele tem toda aquela atmosfera, mas falta um pouco mais de ousadia no roteiro, o que é estranho se levarmos em consideração que o roteirista é o ótimo John Hughes.




Bem para quem ainda não tinha assistido como eu, vale a pena conhecer e matar um pouco a saudade de uma época que marcou muita gente, eu que nasci nos anos 80, gosto muito pois cresci os vendo na Sessão da Tarde.


Escrito por Fábio Campos

sexta-feira, 26 de setembro de 2014

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FRITOS NA HORA - Diário de uma Paixão (2004)

Nunca li nada do Nicholas Sparks, e também não tenho muito interesse, só de olhar as capas dos seus livros, que são sempre ilustrados com um homem e uma mulher trocando um olhar apaixonado.




Vi alguns longas baseados em seus livros, nenhum que realmente valesse a pena, sendo em sua maioria filmes com tramas muito fracas apoiada em clichês, porém em nenhum caso algo chegou perto em termos de chatice e tédio de “Diário de uma paixão”.

A trama sobre um rapaz pobre, interpretado por Ryan Gosling, que se apaixona por uma garota rica (Rachel McAdams) é recheado de cenas chatas, e com diálogos arrastados e chatos, em alguns romances tem cenas que me emocionam, porém nesse caso fiquei grande parte do tempo me contendo para não dormir enquanto assistia.




A sacadinha de mostrar os veteranos James Garner e Gena Rowlands lendo uma história sobre o amor dos jovens, que no final eram eles (SPOILER + Clichê rs).




Aposto que vai ter muita gente falando que não sou romântico, que não captei a essência do filme, que ele é belo, da cena linda dos gansos, do valor da história de amor dos protagonistas. Bem tudo isso para mim não é válido o filme é simplesmente uma porcaria, eu não sei como vi até o final, e com certeza não ia querer assistir novamente.


Escrito por Fábio Campos

quinta-feira, 25 de setembro de 2014

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FRITOS NA HORA - Expresso do Amanhã (2013)

Assisti “O expresso do amanhã” esperando um filme de ficção cientifica meio viajado, afinal a trama gira em um cenário pós apocalíptico em que as pessoas vivem dentro de um trem. Sério, tem algo mais criativo e bizarro que isso?




Pois bem, o longa é dirigido pelo sul coreano Joon-ho Bong, conhecido por grandes filmes como “O hospedeiro” e “Memorias de um Assassino” um dos meus filmes preferidos.

O elenco é uma salada mista, tem atores orientais como Kang-ho Song que é parceiro do diretor, e já esteve em outras de suas produções, além dele o filme ainda conta com atores americanos como Ed Harris, John Hurt, Octavia Spencer, Tilda Swinton e Chris Evans, esse último faz nesse filme a sua melhor atuação, pelo menos dos filmes dele que assisti.

Bem confesso que adorei o filme e foi um dos melhores que vi esse ano, porém deixo claro que esse aqui é um daqueles casos em que meu gosto certamente não vai bater com o de muita gente, então muitos que vão assistir após a minha recomendação que vão me achar louco.




Mas vamos lá, vou justificar porque gostei tanto do filme, primeiro que adorei a ideia de castas dentro do trem, e forma como a revolução do pessoal da cauda foi conduzida foi muito interessante, não bastasse isso a ideia do trem como uma arca de Noé é muito inovadora, e os compartimentos bizarros pelos quais os membros da cauda passam é uma coisa de louca destaque para o belo aquário e para sala de aula, que rende um dos momentos mais bizarros da trama. O final que muita gente criticou, para mim foi diferente, e evitou mastigar tudo para quem está assistindo.




Antes de concluir vale uma curiosidade, o diretor do filme, teve uma briga com a distribuidor Harvey Weinstein que queria cortar pedaços do longa para ele ser melhor aceito no mercado americano. Eu acho isso uma pena, porque o filme é muito bom, e funciona bem como história, tem muita violência, filosofia, e no final faz com que você pense um pouco no que está acontecendo ao seu redor, e como funciona a vida em sociedade, existe uma analogia bizarra na história sobre os tempos modernos, que podemos facilmente transportar para como enfrentamos nosso problemas hoje em dia.


Escrito por Fábio Campos

quarta-feira, 24 de setembro de 2014

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FRITOS NA HORA - A deriva (2009)

O que mais impressiona quem assiste “A deriva” desprevenido é encontrar o ator Vincent Cassel, conhecido por filmes como “Irreversível” e “12 homens e outro segredo” falando português e razoavelmente bem, porém esse drama nacional tem um pouco mais a dizer.




Explorando o ambiente familiar em crise e uma adolescente descobrindo um pouco mais sobre o mundo dos adultos, nesse caso a filha adolescente (Laura Neiva)e, descobre que o pai interpretado por Vincent Cassel, tem um caso, e por isso acaba ficando num dilema entre expor o que sabe para a mãe (Debora Bloch) ou manter isso em segredo.




Essa relação em família e a forma como a traição do pai vai quebrando a família é um dos pontos fortes do filme, a imagem do pai herói que a garota sempre teve, começa a se destruir, e a imagem da mãe que era uma mulher mais fria, começa a ganhar um contorno de mulher traída e sofredora. É interessante também perceber a descoberta do sexo da filha através do relacionamento do pai com a amante.




Bem em relação ao elenco acho que os atores estão interessantes no filme, a participação do Cauã Reymond, destacada na capa do filme é mínima, assim como a do Gregório Duvivier e da bela Camilla Belle.

O filme me cansa em alguns momentos por ser muito arrastado, e parece que existe uma necessidade latente em querer associar o titulo ao que acontece no longa, coisa quem em alguns momentos irrita. Serve como boa opção para quem curte esses dramas mais profundos, com questões familiares.



Escrito por Fábio Campos

terça-feira, 23 de setembro de 2014

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FRITOS NA HORA - Incêndios (2010)

Um bom drama é aquele que nos prende, que sabe quando segurar e soltar informações, que nos permite preencher histórias e nos emocionar, deixando que quem está assistindo se envolva na trama, e creio que dos filmes que vi nos últimos tempos, o que mais se enquadrou nessa definição foi “Incêndios”.





O longa é dirigido pelo ótimo Denis Villeneuve, que também dirigiu um dos meus preferidos do ano passado “Suspeitos”, a trama do filme é sobre dois irmãos gêmeos que após a morte da mãe recebem dois envelopes, um endereçado ao pai que eles achavam que estava morto e outro a um irmã que eles não sabiam que tinham.

O interessante do filme é que ele é dividido em capítulos e a cama episódio nos permite conhecer um pouco mais do passado da mãe dos protagonistas, e vai nos aproximando cada vez mais da revelação final.




O que gostei em “Incêndios” é que ele sabe desenvolver os personagens, nada que está ali é por acaso, e a forma como a trama evolui, faz com que quem está assistindo se sinta angustiado, além disso, utilizar a guerra entre católicos e muçulmanos como pano de fundo também é um recurso interessante.





Vale a pena conferir esse filme que é para mim um dos dramas com um dos roteiros mais interessantes que já vi, e ainda é uma oportunidade de ver um filme que foge do lugar comum.


Escrito por Fábio Campos

segunda-feira, 22 de setembro de 2014

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FRITOS NA HORA - O tratamento (2014)

Há alguns dias após ver uma série de filmes ruins, resolvi entrar no imdb e escolher algum com uma pontuação razoável para assistir, em meio a tantas opções acabei me deparando com uma produção belga com um nome complicado chamado “De Behandeling” que pode ser traduzido pelo titulo americano com o nome de “O tratamento”, um nome como esse pode parecer que o filme tem algum fundo médico, porém a história é bem mais sórdida e fria.




O longa conta a história do policial Nick (Geert Van Rampelberg) que anos atrás sofreu um trauma, quando seu irmão foi sequestrado por um pedófilo e desapareceu, sofrendo por anos com a situação, e com a cruel afronta do sequestrador do seu irmão que está em liberdade, durante uma investigação ele acaba se deparando com um caso bizarro em que uma família sofreu abusos de um psicopata.




Com uma trama assim, as cenas são repletas de tensão, eu me senti por diversas vezes incomodado com o que estava acontecendo, o diretor Hans Herbots, sabe carregar o clima trucando do filme, o protagonista é caracterizado como um homem que se mantém sempre perto dos limites da lei, porém a sua passividade chega a incomodar quem assiste, em especial que é como eu que adora uma boa cena de vingança, carregada de violência.




Eu adorei o filme e achei ele um dos melhores suspenses que vi esse ano, é sempre bom fugir do cinema norte americano e conhecer nos diretores e produções europeias que sabem construir tramas que fogem do lugar comum, o final em aberto consegue ser um golpe fatal para quem está acostumado com clichês.


Escrito por Fábio Campos

sexta-feira, 19 de setembro de 2014

Posted by Pasteleiro On 12:00 0 comentários

PINGANDO ÓLEO - A bela e a fera

"A Bela e a Fera" é uma das histórias mais bonitas e inspiradoras entre os contos de fada e essa relação entre o belo e o feio, a gentileza e a brutalidade, serviram por anos para alimentar roteiros de filmes, e cito “Shrek” como o melhor exemplo disso.




Em 2014, surge essa nova adaptação, tendo como protagonista o talentoso Vincent Cassel no papel da Fera, e Léa Seydoux no papel da Bela. O filme não tenta inovar muito, só os efeitos especiais que chamam a atenção, sendo bem trabalhados e belos.




Eu gostei muito de não tentarem alterar a história dando uma abordagem mais estilizada como fizeram por exemplo com João e Maria, em que a releitura só serviu para estragar o filme.







Apesar de não ser um filme muito atrativo nem inovador, é muito bonito e daqueles tipos que agradam a todos, podendo ser visto em família com toda aquela abordagem de conto de fada que encanta os mais velhos, ação para os mais novos e romance para as meninas sonhadoras. No final acaba se tornando uma opção interessante para quem quer assistir a um filme para passar o tempo.


Escrito por Fábio Campos

quinta-feira, 18 de setembro de 2014

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FRITOS NA HORA - Sete Caixas (2012)

Tá ai novamente eu me arriscando e saindo da casinha, buscando um filme de um país com zero em tradição no cinema. E a bola da vez é o Paraguai, onde as nossas tias vão de excursão e trazem um monte de presentes “originais”.




Pois bem, nossos “Hermanos” não possuem uma tradição no cinema como os argentinos e chilenos por exemplo, que vira e mexe nos apresentam um bom filme. Por isso resolvi assistir “Sete Caixas”, um longa paraguaio que acompanha Victor (Celso Franco), um menino que trabalha transportando compras e mercadorias para os outros e sonha em ter um celular com câmera. Com a possibilidade de realizar seu desejo, ele aceita o trabalho de transportar 7 caixas, porém essa missão acaba se mostrando uma roubada quando tem que lidar com a polícia, bandidos e seus concorrentes.

Bem, vamos lá, o filme não é brilhante, porém ele tem carisma e os atores apesar de não serem excelentes conseguem manter a história. O enredo se apoia na trama batido do objeto misterioso que move todos os núcleos, e no protagonista inocente que se mete em encrencas.




O que achei mais legal é que ele usa de todos esses clichês explorando como ambiente a realidade do Paraguai: policiais gordos e preguiçosos, nada gênios; bandidos comuns, sem aquele tipo de vilão de filme, então é interessante essa pegada. Como ponto negativo, destaco os diversos personagens e situações que são abandonados no meio do filme e ficam sem desfecho, parecendo que foi preguiça ou falta de grana para concluir a trama.



Concluindo, se vocês querem conhecer um pouco de um estilo de cinema fora do eixo e curte um bom longa de ação, vale a pena perder um tempinho acompanhando esse filme interessante, que é elétrico e não para em nenhum momento.


Escrito por Fábio Campos