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BIRDMAN O GRANDE GANHADOR DO OSCAR

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quinta-feira, 13 de setembro de 2012

Posted by Pasteleiro On 10:00 0 comentários

PINGANDO ÓLEO - Homem Alto (2012)

Homem Alto” é um filme que engana. Ele começa prometendo mais do mesmo, aos poucos vai dando reviravoltas e mais reviravoltas e termina levantando uma série de dúvidas morais sobre o que acontece ao longo da história.




O longa conta a história de uma cidade do interior dos Estados Unidos, em que misteriosamente as crianças desaparecem. A personagem principal é a médica Julia Denning (Jessica Biel), que busca auxiliar os moradores com seus problemas, em meio a tudo isso começa a surgir mais e mais lendas sobre “O Homem Alto”, uma estranha figura que segundo os moradores sequestra as crianças, seria uma versão americana do nosso “homem do saco”.




A trama por si só é bem enrolada e em alguns momentos eu fiquei bem confuso, mas com um pouco de paciência consegui acompanhar a trama e até gostei do desfecho final, que foge um pouco do lugar comum.




Eu recomendo para quem gosta de suspense, e já aviso aos leitores do blog que pensam em encontrar uma Jessica Biel toda gostosa no filme vão se decepcionar, ela fica toda vestida durante todo o longa e ainda em parte dele está com o rosto todo machucado.


Escrito por Fábio Campos



quarta-feira, 12 de setembro de 2012

Posted by Pasteleiro On 17:00 0 comentários

FRITOS NA HORA - The man from Earth (2007)

Muitas vezes vemos vários diretores gastando horrores de dinheiro para realizar um roteiro tão porco, que só tem efeitos especiais. Agora, o que acontece quando a história é tão boa que os efeitos não são necessários? E o melhor, quando o filme trata de um tema tão interessante.




A imortalidade é um sonho dos homens, muitos tentam lutar contra a morte e garantir sua presença por um tempo maior na Terra. Sobre essa perspectiva o filme “the Man from Earth” retrata a história de John Oldman (David Lee Smith), alguém que sobreviveu durante eras.




Com a história sendo contada toda em uma sala de estar, o filme economiza em atores, e depende muito da sua narrativa, que bem construída aos poucos vai dando a tal ponto uma credibilidade ao enredo, que assim como os coadjuvantes vamos se perdendo na narrativa de John.




Recomendo e muito o longa, aos meus amigos que são fãs de ficção científica e também aos que gostam de uma trama bem amarrada e que levanta questões como religião e a significância do homem na história. Um curiosidade é que o filme foi baseado em um episódio antigo do seriado Além da Imaginação.

Escrito por Fábio Campos

Posted by Pasteleiro On 10:00 0 comentários

FRITOS NA HORA - Manderlay (2005)

Manderlay” foi feito para chocar, com uma proposta parecida com “Dogville”, um filme que muitos odeiam, mas eu adorei, o longa segue novamente os percursos da protagonista Grace, Bryce Dallas Howard, que agora vai parar em uma fazenda que ainda escraviza os negros.




O filme acaba sendo uma crítica a sociedade americana, e seu idealismo exacerbado. A figura de Grace, como uma personagem de fora que tenta de todas as formas ajustar uma condição diferente da que ela conhece, mostra bem a postura dos EUA em relação ao mundo e a outras crenças e costumes.




A forma como a história é conduzida novamente relembra a de uma novela, cheia de clichês e amarrações que certamente teriam um final mais romântico e politicamente correto se fosse realizado aqui, porém como em todo trabalho do polêmico Lars von Trier, ao término do filme temos um assombro de situações que embrulham o estômago.




Novamente eu recomendo o longa para quem gosta de filmes mais cabeça, esse é daqueles que poucos vão gostar e quem for fã vai render altas discussões sobre as questões apontadas. É basicamente uma obra para refletir e não para digerir sem pensar como muitos filmes atuais.


Escrito por Fábio Campos

terça-feira, 11 de setembro de 2012

Posted by Pasteleiro On 17:00 0 comentários

PINGANDO ÓLEO - VHS (2012)

Temos de novo aqui uma aposta nos filmes de falso documentário. Porém, dessa vez o resultado é uma adorável coletânea de antigas fitas de vídeo com histórias macabras de terror.




Eu, que sou fã de filmes assim adorei a iniciativa. Ainda mais, porque eles têm aquele ar que lembra os contos de H.P. Lovecraft.

Na trama, um bando de vagabundos perturbados são contratados para roubar uma fita de VHS de um velho.




Ao entrarem na casa, dão de cara com o corpo do velhote e uma televisão ligada com a imagem fora de ar. A partir daí, cada membro do grupo assiste a uma fita contando uma tenebrosa história de horror.

Curti muito o clima das situações de cada fita. Dentro de cada segmento, tivemos uma pegada diferente de horror: desde monstros, psicopatas, aparições, experimentos e fenômenos sem explicações. Por isso, bato palmas aos diretores Ti West , Joe Swanberg, Radio Silence,David Bruckner, Adam Wingard e Glenn McQuaid, que entregaram um trabalho de qualidade.

Quem está querendo uma opção para se assustar, recomendo “VHS”.




Só mando uma dica: quem quer passar medo com algum filme de terror tem que assistir de madrugada, e com o mínimo de companhia possível.




Afinal, é bem diferente assistir nesse ambiente do que ver com os amigos às duas da tarde, com todo mundo zoando, janelas abertas, com a mamãe e o papai perto.


Escrito por Fábio Campos

Posted by Pasteleiro On 10:00 0 comentários

FRITOS NA HORA - A história de um massacre (2007)

Muito já foi dito sobre Ruanda, porém nada como "História de um Massacre"

Tivemos além desse filme que estou falando, “Hotel Ruanda” e “Tiros em Ruanda”, que também tratavam do tema e mostravam a crueldade do genocídio no país.





Dessa vez, o lado da ONU em meio ao genocídio é exposto de forma escancarada. As Organizações Unidas pouco fizeram pelas pessoas, deixando o foco de resistência ao massacre restrito a pessoas que realmente queriam fazer a diferença. Este foi o caso do General Romeo Dallaire (Roy Dupuis), um homem que acreditava no seu trabalho e levou ao limite a necessidade de defender os inocentes.

Apesar de um elenco bem inferior ao de “Hotel Ruanda”, esse para mim é o melhor longa sobre o massacre.

Tem os seus méritos, se não pelas atuações (que parecem mais uma reconstituição do que uma interpretação), pela denúncia que faz do genocídio.




Quem assistiu “A informante” sabe que as Organizações Unidas tem alguns podres, porém o que aconteceu em Ruanda foi uma atitude desumana.

Vale a pena assistir se você gosta de um bom drama, baseado em fatos reais.
Mas aviso que muitas cenas são chocantes e exploram no osso a realidade do que aconteceu naquele país.




Destaco ainda o caráter de Romeo Dallaire, que não teve a história “enfeitada” pelo filme. Ele sim, deve receber todas as honras que um soldado merece.



Escrito por Fábio Campos

segunda-feira, 10 de setembro de 2012

Posted by Pasteleiro On 17:00 0 comentários

PINGANDO ÓLEO - Branca de Neve e o Caçador (2012)

Como filme , esse aqui é mais do mesmo. Só tem muita ação e magia, fórmula que teve início com “Senhor dos Anéis” e iniciou uma sequência de adaptações de longas baseados em filmes nesse estilo.




A trama é cheia de ação, com várias sequências de batalhas épicas repletas de efeitos especiais.




A origem da Branca de Neve e sua condição de mais bela do reino são ligadas a magia. E a rainha má (Charlize Theron) é a que tem maior destaque na trama: um personagem bem trabalhado e com uma história de fundo interessante - talvez a atriz que interpretou tenha ajudado.




Eu achei a história meio chuchu, manja? Tipo, não tem gosto de nada. A Kristen Stewart está muito apagada e o Chris Hemsworth está bem canastrão no papel de caçador. O outro protagonista (Sam Claflin) então tem o carisma do Orlando Bloom em “Piratas do Caribe”, então já dá para imaginar a situação. Os intérpretes dos anões tiveram uma participação tão sem graça que nem o Carlos Alberto de Nóbrega curtiu.

O grande destaque do filme ficou por conta do diretor mesmo. Rupert Sanders, que não fez nada demais no filme a não ser catar a Kristen e botar um chapéu de viking no Robert Pattinson.




Fica a dica para quem gosta de filmes como “Piratas do Caribe”, mas com uma trama bem mais sem cérebro e com pequenas doses de ação e violência.


Escrito por Fábio Campos





Posted by Pasteleiro On 10:00 0 comentários

FRITOS NA HORA - Elefante Branco (2012)

Umas das críticas que todo mundo faz ao cinema nacional é o fato da maioria dos filmes se apoiarem nas favelas ou de usarem o bandido como protagonista.




Na Argentina, ainda não tinha visto nenhum filme apoiado no foco das favelas ou algo assim. Em Elefante Branco, o enredo é praticamente uma metralhadora que sai atirando de todos os lados: ele ataca o governo através do hospital gigantesco que ficou nas obras e virou um “elefante branco”, a religião que tenta ajudar os moradores sem se envolver com os problemas deles, a polícia que explora a caridade para suas operações e se mostra cruel ao assassinar sem dó homens e crianças, e sobra até pra população que cruza os braços diante de tudo e só toma partido com violência.




Não espere um filme cheio de ação como “Cidade de Deus”. O foco é maior para o lado religioso e social, mostrando o trabalho de quem convive com os problemas da favela. Vale destacar o trabalho brilhante do competente Ricardo Darin, que novamente se mostra o mais talentoso ator argentino da atualidade.




Recomendo para quem quer uma opção de filme estrangeiro, que explora o lado social. Em certos aspectos ele está mais parecido com “Infância Roubada”, tendo pequenas doses de violência em meio a um caprichado e profundo drama social.




Escrito por Fábio Campos

terça-feira, 4 de setembro de 2012

Posted by Pasteleiro On 17:00 0 comentários

PINGANDO ÓLEO - Homens de Preto 3

O primeiro “Homens de Preto” foi um filme muito divertido e que surpreendeu muito com a qualidade dos efeitos especiais e uma história bem redonda e com a comédia na medida certa. O segundo já estava com mais síndrome de caça níquel com um elenco recheado de atores babacas, e sem muita história. O maior acerto em minha opinião foi o foco nas minhocas e no cachorro Frank que são sempre muito engraçados.




O terceiro longa da franquia tentou apostar no relacionamento entre “K e J” e mostrar um pouco mais do passado do personagem de Tommy Lee Jones, coisa que já tínhamos conhecido um pouco no segundo filme.

Antes de falar do que não gostei do filme, vou destacar pontos positivos como Josh Brolin que estava perfeito como o agente K mais jovem, além disso, vale destacar o visual do vilão do filme Boris, O Animal (Jemaine Clement), que apesar de ser bem raso, tinha um figurino bem interessante.




Quanto aos erros são várias coisas, como o corte dos ETs dos outros filmes, a relação do K e da agente O que nunca é devidamente explicada e a história que em alguns momentos fica muito enrolada. A relação de J com o pai, que pode ser percebida como ponto importante no filme parece muito artificial.




Homens de Preto 3” é um filme divertidinho, que só vale como passatempo, não tem muitas ligações com outros filmes e acaba sendo só mais uma dessas continuações que poderiam ter ficado só no roteiro.


Escrito por Fábio Campos

Posted by Pasteleiro On 10:00 0 comentários

FRITOS NA HORA - A menina no país das maravilhas (2008)

A menina no país das Maravilhas” nos apresenta a história de uma menina solitária de 9 anos que tem dificuldades de adaptação na escola, sendo sempre rejeitada por todos, e em casa ofuscada pelo brilho da sua irmã menor, por um pai ausente e uma mãe que não atende suas frustrações e angustias.




O filme por si só tem algumas sutilezas que o deixam com um toque de fantasia. A forma como a protagonista enxerga o mundo e mesmo a maneira em que a religião cristã é vista por uma criança, é no mínimo interessante.




No elenco o maior destaque é Elle Fanning, que está brilhante no papel da jovem Phoebe, além dela vale destacar Bill Pullman e Felicity Huffman, como os pais da garota que não sabem como lidar com os problemas da filha.




Adianto que o longa é parado e os momentos de fantasia são pontuais, mas é uma boa pedida para quem gosta de filmes que misturam delírios com o mundo real. A metáfora com “Alice no Pais das Maravilhas” é outra investida interessante do roteiro.


Escrito por Fábio Campos

segunda-feira, 3 de setembro de 2012

Posted by Pasteleiro On 17:00 0 comentários

FRITOS NA HORA - Se enlouquecer não se apaixone (2011)

Assisti a esse filme esperando uma comédia romântica, daquelas bem sem sal e com recurso clichê, qual foi a minha surpresa quando acabo me deparando com um longa muito interessante sobre a pressão do cotidiano e forma como os jovens estão reagindo a isso.




A história é centrada em Craig (Keir Gilchrist) um garoto de 16 anos que está passando por um momento difícil, em que tem de fazer várias escolhas, a pressão sobre ele acaba fazendo com que o garoto tenha tendências suicidas. Após uma conversa com um médico de plantão é enviado para a ala psiquiatra do hospital aonde conhece vários pacientes que vão mudar um pouco sua visão do mundo.




Levando em conta as proporções, podemos dizer que “Se enlouquecer não se apaixone” é uma versão mais light de “Estranho no Ninho”, ambos tem um protagonista carismático que parece deslocado ao ambiente, e são repletos de lições, a maior diferença talvez seja que na versão “teen” do clássico, não temos nenhum antagonista.




Quem está passando por um momento de reflexão e problemas pessoais, fica uma boa pedida assistir “Se enlouquecer não se apaixone” que tem um título que causa estranheza, mas tem uma história interessante e consistente, cheia de lições.




Escrito por Fábio Campos


Posted by Pasteleiro On 10:00 0 comentários

SUCOS DO RODRIGO - O melhor? Sim..

Uma vez disse que achava o Revolver melhor que o Sgts. Peppers, isso provocou uma série de derrames e enfartos, pois como alguém poderia ir contra o disco sacrossanto do pop moderno? COMO?




Acho que irei para esse campo novamente...

Dark Side of the Moon foi um dos discos que mudou a história do rock, era mega, diferente, ousado, acessível, bem tocado e gravado, capa enigmática e recheado de teorias e com tudo isso ficou fácil para Roger Waters e Cia vender que nem agua e carimbar o nome na história da música, porém ao analisar a carreira do grupo é evidente que o maior desafio foi o projeto seguinte, Wish you were here.

O que fazer após conquistar o mundo?Para onde ir depois de gravar algo tão bom quanto um clássico absoluto dos Beatles?Para o quarteto inglês começava ai um processo quase de gestação de um bebê monstro, que consumiu neurônios e até amizades (que ali já eram fragéis).




Durante as gravações os músicos se questionavam sobre o que fazer e como agir em estúdio e tudo isso foi agravado quando em um dos dias uma pessoa adentra o recinto sem ser notado e depois de minutos é percebido que ali na frente dos quatro estava o Ex-cabeça de tudo, Syd Barret, essa imagem sensibilizou Gilmour, Wright, Manson e principalmente Waters, que após o episódio acabou escrevendo junto a seus comparsas um clássico que vai começando jazzy, leve e espacial até desembocar em um som mega e poderoso com os dizeres Shine on you crazy diamond, essa homenagem ao “diamante louco” seria só o começo...

A faixa seguinte dá continuidade à dura critica a industrialização e capitalismo desacerbado na belíssima Welcome to the Machine, que já haviam sido feitas em discos anteriores do grupo.

Ai vem Have a Cigar, um quase Hard Rock pesado que passou pelas mãos tanto de Gilmour como de Waters, até que pela desistência do primeiro e problemas vocais do segundo acabou caindo no colo do amigo da banda, Roy Harper, e olha ali a decisão foi acertadissima, pois a faixa ganhou um tom mais robusto e virou clássico para aqueles que amam guitarras mais a frente e cozinha formada por baixo e bateria batendo forte!




Wish you were here acaba sendo a música mais doce da banda e talvez por isso virou o titulo do disco. Com seu violão e duo vocal formado por David e Roger a música é um grande jóia da decada de 70, e com todos esses fatores é fácil dizer que o grupo conseguiu gravar uma balada de rock com teor pop, porém com data de validade para eternidade.




O disco fecha da mesma maneira que abriu com a continuação de Shine on you Crazy Diamond e as suas partes finais, como se dissesse a todos que a banda sabia da onde havia partido e onde havia chegado, ou seja, deixou dúvidas o que é genial por si só...





Wish you were here foi mais dificil do que Dark Side of the moon, todas as expectativas eram altas e a pressão maior ainda, porém os 4 ingleses optaram por fazer o que queriam e ainda de bonus homenageram um mito e amigo com uma delicadeza nunca vista na história do rock e por essa sensibilização e simplificação do som o disco merece configurar como o melhor da carreira do Pink floyd, pois soube dosar e misturar tudo que de melhor à banda soube fazer em sua discografia.

sexta-feira, 31 de agosto de 2012

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SUCOS DO RODRIGO - O poder da voz

Dentro do Heavy Metal existem dois sub generos que conversam sempre do Power Metal e o Gothic Metal. Nessa história uma das responsáveis pela força do estilo foi Tarja Turunen no periodo que era a voz a frente do Nightwish, uma banda que sabia perfeitamente alinhar música clássica, peso, pop, tristeza e uma leva doçura para contrabalancear.




Ao sair da do grupo muito foi questionado se Tarja conseguiria se manter forte no cenário, dúvida que se desfez rapidamente com o sucesso e nome até mais forte do que antes.




Para comprovar sua capacidade acima do palco chega às lojas Act 1, um belissimo disco ao vivo gravado na Argentina e repleto de boas musicas a começar pela introdução com a fortissima Anteroom of death.




O peso se faz mais presente nos dois CDs, tudo isso graças a uma excelente banda de apoio que dá uma liberdade sonora maior a Tarja que acaba flutuando entre estilos, do pop adulto de Into the sun até para um heavy de sua ex-banda na clássica Nemo.

A necessidade pelo novo e o surpreendente faz de Tarja uma das grandes cantoras do mundo, vide que a mesma passeia em The Phantom of Opera e passa até por Whitesnake em Still of the night, tudo isso em dois discos excelentes.





Act 1 é a prova que misturar da maneira correta pode dar um resultado surpreendente!