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BIRDMAN O GRANDE GANHADOR DO OSCAR

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domingo, 15 de novembro de 2015

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FRITOS NA HORA - Nóe (2014)

Quando soube que Noé foi um dos filmes mais vistos no ano, não entendi muito bem qual o motivo, afinal a história além de conhecida, já foi retratada outras vezes, pensei que talvez um dos motivos fosse o elenco, recheado de bons atores, como Russel Crowe, Jennifer Connelly, Anthony Hopkins e Emma Watson e ainda todos sob a direção do competente Darren Aronofsky diretor do interessante Cisne Negro, o meu último palpite era de que talvez o longa tivesse uma pegada de ação mais forte e talvez isso ajudasse. Pois bem, resolvi nas minhas férias parar de teorizar e entender porque Noé foi tão bem aceito pelo pessoal que vai ao cinema, mas tão renegado pela critica.





A história como quase todo mundo já conhece nos apresenta Noé, interpretado pelo canastrão do Russel Crowe, recebe mensagens do “Criador” (em nenhum momento pelo que me lembro é citada a palavra Deus, posso estar enganado, se estiver me corrijam) que o mundo está cheio de pecados, e que a purificação deve ser feita através da água, e que por conta de sua fé e dedicação Noé foi escolhido para salvar as espécies da Terra. A partir daí o longa se desenvolvendo, mostrando elementos e personagens como Matusalém (Antony Hopkins) o avó de Noé e seu conselheiro, os seus filhos que tem de aceitar o fardo de que serão os últimos homens da terra, e o vilão da trama Tubalcaim (Ray Winstone).




Bem como disse a minha curiosidade pelo filme era grande, porém a minha expectativa era bem baixa, quando a história foi se desenvolvendo e aparecem figuras como os gigantes de pedra, ou alguns animais bizarros, levei na base da interpretação, assim como aquele exercito que fica cercando a arca, mas só resolve atacar um segundo antes da chuva, tudo isso para mim pareceram elementos de filmes estilo “300”, e entendi que proposta era essa mesmo, por isso desconsiderei já levando em consideração que o filme teria uma pegada mais fantástica, Porém eis que lá pelas tantas o longa começa a dar ares mais filosóficos, com Noé se debatendo sobre o futuro da humanidade e com atitudes que achei bem toscas para a grandeza que buscavam dar ao protagonista, como disse alguns posts atrás sou católico, e acho que de certa forma aquela postura de um personagem bíblico agindo de uma maneira que mais me lembrava a um extremista, me incomodou, até mesmo o dilema por ele vivido se deve ou não cometer um assassinato para agradar o “Criador” achei bem desnecessário ao que o filme estava se propondo.




Bem não entendi ainda o que agradou tantas pessoas, em especial aqui no Brasil, aonde o filme se saiu tão bem, além de ser longo demais, ele tem uma história que todo mundo já ouviu, e não tenta ser mais do que é, para mim ele funciona muito bem como um filme de ação com fantasia, porém ele tenta crescer e ao fazer isso destrói o protagonista e suas ações, deixando pelo menos ao meu ele com uma sombra mais egoísta do que heroica ou salvadora.


Nota do Fábio Campos - 6,0

sábado, 14 de novembro de 2015

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FRITOS NA HORA - O Júlio Sumiu

O cinema nacional tem tentado se reciclar, contando histórias um pouquinho mais diferentes, e que fogem um pouco do lugar comum que estamos acostumados, não só explorando, a favela, o sexo, as drogas e várias situações que já estamos cansados de ver por ai.




O Júlio Sumiu” é um filme que resolveu ficar no lugar seguro, então por isso, apostou em tudo que a gente está cansado de ver, seja através da favela, com um traficante que parece ter saído do longa “Cidade de Deus”, o que não é tão mentira já que o interpreta é o famoso Zé Pequeno, agora barrigudo Leandro Firmino, e os policias que parecem terem saído da ala podre da policia como vimos em Tropa de Elite, para fechar ainda tivemos uma gostosona qualquer, papel esse que ficou com a Carolina Dieckmann e uma família que lembra um pouco o núcleo da série Grande Família.




A trama do filme é sobre um garoto chamado Júlio, que um dia desaparece deixando sua mãe (Lilia Cabral) muito preocupada, para tentar encontrar o filho ela e a família acabam se metendo com bandidos, policias corruptos e viciados, tudo isso explorando os vários estereótipos que temos por ai, o longa além de ser recheado de piadinhas de gosto duvidoso, tem ainda o demérito de não acrescentar nada a quem está assistindo e nisso incluo até a diversão.




Não sou fã do politicamente correto, mas tenho que admitir que usar um negro como traficante, a figura do policial carioca como corrupto e o pessoal da classe média como figuras meio que fazendo o que querendo e não sendo atingida por nada, uma maneira babaca de encarar o mundo. Porém desconsiderando essa preocupação com o social, o filme ainda peca por não ter uma trama interessante, e que não se decide sobre o que quer fazer. Com certeza não indico para ninguém. O melhor é que nas cenas finais o próprio elenco parece rir da bomba que foi o filme.

Nota do Fábio Campos - 0,5

sexta-feira, 13 de novembro de 2015

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FRITOS NA HORA - Ajuste de Contas (2013)

Robert DeNiro e Sylvester Stallone tem em suas filmografias dois personagens que marcaram gerações, ambos boxeadores e que impulsionaram a carreira dos dois, o primeiro com atuou em “Touro Indomável” um filme que conta um pouco da história real do boxeador Jack LaMota, o filme dirigido por Martin Scorcesse se tornou um clássico e é lembrado até hoje pela ótima atuação de DeNiro e por quanto ele se dedicou ao papel, engordando vários quilos, já Stallone acabou se consagrando por um filme mais popular “Rocky- O Lutador” que conta a história de um lutador azarão e desacreditado que enfrenta um grande campeão, o longa se tornou um marco e gerou uma franquia de sucesso que até hoje vem rendendo um pouco mais de grana para o titio Stallone.




Por anos acho que as pessoas discutiram o quanto seria interessante uma luta entre esses dois personagens, e quem de fato sairia vitorioso, pois bem “Ajuste de Contas” vem quase 30 anos depois responder essa pergunta, através de uma filme que busca exatamente esses longas da mente das pessoas e aposta em uma comédia com os setentões atores interpretando antigos lutadores de boxe que tem o ódio mortal um pelo outro, e que nunca tiveram a luta definitiva entre ambos, depois de tanto tempo a oportunidade surge e chega o momento de saber quem é o grande campeão.





Bem devo dizer que achei que o filme ia ser uma porcaria, apesar de gostar muito dos dois atores, por motivos diferente, enquanto DeNiro eu respeito pelo passado, Stallone eu considero pelo seu jeito canastrão, não botei muita fé que sairia coisa muito boa daí, porém me surpreendi com uma história interessante e cheio de momentos engraçados, gostei muito da interação dos coadjuvantes cômicos no caso o Kevin Hart e Alan Parkin que estão muito bom no filme, em especial quando dividem alguma cena. Já na parte mais drama, é bem mais do mesmo explorando um pouco essa relação de família que os dois lutadores acabam se querer compartilhando.




Ajuste de Contas não é um ótimo filme, mas para mim que sou fã dos dois atores e gosto dessa mitologia do boxe vale a pena assistir, em meio a tantas comédias sem graça que assisti esse ano, essa com certeza se destaca mais por aspectos positivos do que por momentos ruins.


Nota do Fábio Campos - 6,0

quinta-feira, 12 de novembro de 2015

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FRITOS NA HORA - Histórias de amor (2012)

“História de amor” conta a história de Jesse (Josh Radnor) que é convidado por ex-professor para o jantar de sua despedida, quando ele volta ao ambiente de faculdade, ele acaba se apaixonando por uma jovem bem nova chamada Zibby (Elisabeth Olsen).




É interessante analisar o filme como uma metáfora que o próprio personagem entrega logo no inicio do filme quando diz que foi difícil para ele abandonar a faculdade, e aos poucos vamos recebendo mais e mais pistas de que grande parte do seu romance é uma forma de voltar aos velhos tempos, e isso fica claro nas conversas com o professor e nos momentos em que ele ajuda um aluno com problemas sociais.




Porém como em qualquer sonho ou tentativa de volta a infância o resultado não é muito certo, pois sempre existem situações que não esperávamos como um livro de uma autora ruim, ou a percepção da sua maturidade.




Eu achei o filme por esse lado de crescimento da transição do jovem para o adulto uma boa reflexão e uma ótima opção para assistir bem acompanhado, só aviso que você pode assistir o filme sem ter essa visão que eu tive, ai ele vai ser só mais um romance comunzinho.



Nota do Fábio Campos - 5,0

quarta-feira, 11 de novembro de 2015

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FRITOS NA HORA - Somos tão jovens (2013)

Depois que assisti “Somos tão Jovens” eu que sempre fui fã do Legião Urbana, sim gosto dos caras, podem tacar pedras e me queimar na fogueira, eu gosto do som deles, pois bem acabei pegando uma certa antipatia pelo Renato Russo.




No filme interpretado pelo global Tiago Mendonça, o futuro vocalista do Legião Urbana é apresentado como uma figura excêntrica, cheio de ataques de drama, e que parece que a todo momento se sentia excluído e queria criar modas e tendências, julgando quem não embarcava na sua onde, sem certos momentos foi muito difícil não correr o filme, a ter que aguentar mais um dos momentos de diálogos presunçosos e chatos do protagonista, que não sei se intencionalmente ou por escolha do ator, acabou ficou parecendo um moleque mimado.




O longa conta a história de Renata Russo, um pouco antes do fenômeno Legião Urbana, e explora um pouco da adolescência dele e seu relacionamentos com amigos, e outros membros da banda, outro ponto que é mostrado é como ele lidou como o fato de ser homossexual, um ponto interessante, mas que vi muita gente criticando, por ser retrato de maneira muito passageira.




“Somos tão Jovens” é mais um desses filmes que fazem parte do cenário atual do cinema brasileiro, recheado de obras que exploram as biografias de músicos, mas que muitas vezes acabam errando a mão e criando produções com muito apelo para fãs, mas com tramas talvez muito apagadas, vale a pena somente para conhecer um pouco mais da história do Renato Russo, mas não acho um filme essencial.


Nota de Fábio Campos - 4,0

terça-feira, 10 de novembro de 2015

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FRITOS NA HORA - Os desconhecidos (2006)

Trabalhar bem uma história de suspense é uma missão complicada, em especial se ela começa não entregando nada logo de cara, afinal a expectativa que se cria para um final com uma grande reviravolta é enorme, “Os desconhecidos” tem uma trama assim, que começa com 5 pessoas acordando em um galpão, e descobrindo que não se lembram do motivo de estarem ali e nem quem são.




É complicado explicar muito do filme sem entregar um pouco da história, mas posso adiantar, que a trama lembra um pouco “Cães de Aluguel”, tendo o mesmo clima de tensão que o longa do Tarantino, porém sem ter aquela pegada mais pop, que o diretor consegue empregar em seus filmes.




O elenco tem poucos nomes conhecidos, creio que o de maior destaque seja Greg Kinner, que durante uma época ameaçou surgir com um ator de ponta, mas acabou fadado a fazer produções de baixo custo, outros nomes de algum sucesso são Jeremy Sisto e Jim Caviziel,no papel de protagonista, o primeiro é mais conhecido pela série “A sete palmos” e o outro por seu papel em “Paixão de Cristo”.




Como saldo “Os desconhecidos” é um filme interessante, com uma trama cheia de reviravoltas e um roteiro empolgando, porém parece que ficou faltando algo para deixar a trama mais espetacular e interessante, as atuações foram medianas, não conseguindo os atores darem a tensão necessária. Porém ainda assim vale a pena gastar um tempinho para ver essa produção que cabe bem naquele gênero de filme que traz entretenimento através das reviravoltas que proporciona na história, não deixando quem está assistindo descansar por um minuto.

Nota do Fábio Campos – 6,5

segunda-feira, 9 de novembro de 2015

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FRITOS NA HORA - Liga da Justiça O trono de Atlantes (2015)

Se existe um super herói que o pessoal adora zoar é o Aquaman, sempre que alguém quer destacar um poder inútil, acaba sempre sobrando para o coitado, e essa visão dele acabou se tornando tão forte na cultura pop que vários são os desenhos que zombam dessa condição dele Family Guy, Bob Esponja são alguns dos exemplos, mas mesmo o Cartoon Network fez várias esquetes zombando do herói aquático da DC.




Não se se pensando nisso, a DC resolveu no últimos anos desenvolver melhor o personagem e dar cada vez mais histórias mais interessantes para ele, para quem sabe conseguir dar um ar um pouco mais imperial para ele, coisa que por exemplo Namor, sua contraparte na Marvel conseguiu impor muito bem ao longo dos anos.




A animação “O trono de Atlantes” consegue melhorar bastante a imagem do Arthut Perry, que para quem não sabe é o nome do Aquaman, a trama apesar de simples, consegue dar um pouco de empatia ao personagem, eu quando comecei a assistir achei que o protagonista acabaria sendo engolido pelo Batman e o Superman, que em qualquer animação tendem a ser o centro das atenções, porém não foi esse o caso.




Outro ponto positivo da animação é que ela tem uma linguagem um pouco mais adulta, por isso existem algumas cenas com muita violência e sangue, é claro que como qualquer trama baseada em quadrinhos, o final feliz meio que se torna padrão, e mesmo a resolução da trama do vilão da história é concluída de uma maneira muito simples, porém isso tudo não ofusca o ótimo trabalho de desenvolvendo da trama principal, que consegue atingir seu objetivo ao deixar o Aquaman com um ar um pouco mais de personagem casca grossa, e menos com aquela patética imagem de um herói que só tem poder debaixo da água.

Nota do Fábio Campos – 6,0

quarta-feira, 21 de outubro de 2015

Posted by Pasteleiro On 06:00 0 comentários

FRITOS NA HORA - Johnny e June (2005)

Eu sou um burro para música, sério mesmo, se não fosse o meu amigo e ausente Rodrigo Moia, esse blog teria bem pouco conteúdo sobre esse assunto, porém existem algumas músicas e cantores que me chamam a atenção, e um desses é Johnny Cash, que com seu vozeirão me fez o conhecer após estar presente na trilha sonora de “KIll Bill” com a música “A Satisfied Mind”.




Pois bem eu sabia de Johnny e June fazia anos, mas nunca tinha me despertado interesse a ponto de querer assistir ele, há poucos dias atrás estava ouvindo “Hurt” do Sr. Cash também, e me perguntei: Por que eu ainda não assisti a este filme? Vejo tanta coisa ruim e um filme desses não vejo? Aí me decidi a assistir Johnny e June.

Logo no começo do filme que mostrada a infância de Johnny Cash, achei bem parecido com Ray, filme que já tinha visto e que também explorava a infância do protagonista, porém essa impressão foi embora quando apareceu a figura do Joaquim Phoenix no papel do Johnny Cash, o cara que eu já considerava um grande ator, começa o filme bem de mansinho, com uma atuação bem apagada, e que explorava um pouco o lado bom moço do cantor country, porém quando ele começa a se perder e conhece a June (Reese Witherspoon) o cara se entrega, e sua atuação vai lá no teto, a cena em que ele canta na prisão o “Cocaine Blues” se tornou para mim icônica.




Com tantos elogios ao Joaquim Phoenix, que foi indicado ao Oscar pelo papel, acabei me esquecendo de falar da Reese, que ganhou o prêmio da Academia, eu sou chato em relação a ela, já disse muitas vezes que além de não ser bonita, ela atua mal, porém aqui ela até que vai bem, e age mais como uma sombra do Phoenix, porém uma coisa que me incomoda muito nela é o queixo e aqui ele quase some, e eu consegui pela primeira vez prestar mais a atenção nela do que nessa parte do corpo dela.




Outro a se parabenizar é o diretor James Mangold que viria dirigir o segundo longa do “Wolverine”, eu gostei muito do seu trabalho em “Johnny e June” apesar de ficar meio decepcionado por não explorar tanto Cash e dividir a atenção dele com a sua carreira e relacionamento esquecendo um pouco a relação dele com o pai ou os seus filhos. Porém isso não tira os méritos desse grande filme.


Nota do Fábio Campos - 9,0

terça-feira, 20 de outubro de 2015

Posted by Pasteleiro On 14:00 0 comentários

FRITOS NA HORA - Sem Escalas

Liam Neeson é um dos atores que mais respeito em filmes de ação, ele consegue como pouco dar um ar de seriedade aos seus personagens, e muitas vezes só na postura e na conversa você acha que ele pode encher todos os vilões de porrada e ainda se sobrar um tempo quem está lendo isso também.




Sem Escalas” é um dos seus mais recentes trabalhos, no filme ele interpreta um policial aéreo que é confrontado por um terrorista durante um voo, sem saber da onde vem as ameaças ele é pego em um jogo de gato e rato, no qual de tempos em tempos os reféns serão eliminados, a não ser que seja depositado uma quantia enorme de dinheiro em uma conta.




Como disse acima é engraçado porque o Liam Neeson tem uma maneira de interpretar tão boa que acho que poucos atores tem, como o Clint Eastwood, que também tem um perfil durão e que você realmente acredita que ele consegue dar uma surra em um pessoal, mesmo sendo mais velho. Devo dizer que o filme é muito bom e conseguiu atingir seu objetivo de me despertar a atenção e me manter curioso durante todo tempo, só achei bem babaca as motivações do responsável por tudo, afinal meio contraditório o que ele diz, de resto é um dos melhores filmes de ação que vi esse ano, e vale a pena.




Nota do Fábio Campos - 8,0

segunda-feira, 19 de outubro de 2015

Posted by Pasteleiro On 14:00 0 comentários

FRITOS NA HORA - Assim na Terra como no Inferno

Assim no céu como no Inferno” é um daqueles filmes que se apostam no terror da câmera na mão e a imagem tremida, formula que já cansamos de ver por aí, mas acho que alguns diretores querem ou criar um novo gênero ou tem muita é preguiça de fazer algo novo, de qualquer forma resolveram novamente trazer a tona esse tipo de filme, aqui apostando em uma trama que mostra um grupo de amigos explorando as catacumbas escondidas embaixo de Paris, em busca da famosa pedra filosofal #harrypotterfellings




Como qualquer longa desse gênero o que não faltam são cenas com coisas sobrenaturais aparecendo, e aquelas famosas viradas de câmera, quando nos que estamos assistidos somos surpreendidos com alguma cena assustadora.




Eu gostei muito da sensação de claustrofobia que o longa lida tão bem ao retratar os personagens caminhando pelos estreitos corredores das catacumbas, também achei muito bizarro e legal alguns personagens, como o “Toupeira” e o culto que se escondia lá embaixo, porém essas ideias mais interessantes acabaram sendo deixadas de lado, para apostar numa história de romance e em uma linguagem que nos seus momentos finais foge um pouco do sobrenatural e acaba se fincando na aventura. É um filme interessante, mas não creio que após assisti-lo possa cataloga-lo como terror, apesar de algumas cenas de tesão lá no inicio. É bem mais do mesmo, com uma tentativa de se fazer algo novo.




Nota do Fábio Campos – 4,5

sábado, 17 de outubro de 2015

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FRITOS NA HORA - Razões para a Guerra (2005)

A cada documentário que vejo sobre os EUA, e entendo um pouco mais da sua postura e as suas motivações para quererem participar tanto de guerras, fico um pouco mais enojado com o modelo capitalista que eles adotaram ao longo dos anos.




Em “Razões para Guerra” somos apresentados a diversas situações em que os EUA ajudou ou financiou “aliados” nas guerras em busca de benefícios próprios e como isso acabou se voltando contra eles, um dos mais falados é do Sadam que teve apoio dos EUA até o momento em que ele fugiu da coleira.




Aliado a essa investigação, também é mostrado um pouco do passado com discursos do ex-presidente Dwight D. Eisenhower no qual ele avisa o povo americano para tomar cuidado com a maquina armamentista que poderia em poucos anos se tornar grande e influente o suficiente para ter poderes na Casa Branca, essa visão dele é mostrada em paralelo com as guerras que foram ocorrendo ao longo dos anos, e as pessoas que de alguma forma lucraram com isso.




Para quem quer entender um pouco mais sobre as motivações de uma guerra e como ela funciona comercialmente em uma país é interessante assistir esse documentário, que tem como principal diferencial sua estrutura que não é arrastada nem chata.


Nota do Fábio Campos - 7,0

sexta-feira, 16 de outubro de 2015

Posted by Pasteleiro On 14:00 0 comentários

FRITOS NA HORA - The Salvation (2014)

O primeiro trabalho que me marcou do Mads Mikkelsen foi o interessante “A caça” um filme forte e inteligente, que soube trabalhar bem com um tema polêmico, depois disso comecei a acompanhar seu trabalho na ótima série “Hannibal” na qual ele com a dura tarefa de substituir Anthony Hopinkins no papel principal ele está conseguindo se sair muito bem.




Quando vi que tinha saído um faroeste que é um dos gêneros que mais gosto com ele no papel principal, nem pensei duas vezes e resolvi assistir. “The Salvation”, não sei o nome que vão dar ao filme quando sair aqui no Brasil, conta a história de um homem que tem a mulher e o filho mortos por dois bandidos, com sede de vingança ele acaba assassinando os dois, o que desperta a ira do irmão de um dos bandidos que faz de todo para eliminar ele.




Pela trama que falei para vocês já dá para sentir um que da série “Desejo de Matar” que consagrou o Charles Bronson correto? Pois bem o filme não foge muito disso, ele tem essa pegada de pistoleiro solitário, papel que cai bem para o Mads, que tem um jeitão todo quieto, no elenco ainda temos a bela Eva Green num papel bem diferente, e o Jeffrey Dean Morgan o clone genérico do Javier Barden, interpretando o vilão, e para fechar o elenco o filme também conta com o ex-jogador Eric Cantona no papel de um dos capangas.




Como disse acima, o filme é mais do mesmo, a única grande diferença é que o elenco é um pouco melhor, o que ajuda a assistir o filme e ainda se empolgar com a história, só achei uma pena que a trama foi muito rápida e o vilão acabou não tento muito tempo para ser um antagonista mais forte, o que poderia dar mais força ao sentimento de vingança de quem está assistindo e facilitaria em dar mais empatia com o personagem principal.


Nota do Fábio Campos - 6,0