"

BIRDMAN O GRANDE GANHADOR DO OSCAR

Leia o que achamos do filme que ganhou os prêmios de melhor filme e diretor

PODCAST COM OS MELHORES E PIORES DO ANO

Quer dar risadas e receber umas dicas de filme então entre e se divirta

TIM BURTON UM GÊNIO DESGASTADO?

Um grande diretor em um mau momento ou sempre uma enganação?

OSCAR 2015 - Tudo sobre a premiação

Tudo que você sobre como foi a premiação

QUEM VOCÊ MAIS ODEIA EM GAME OF THRONES?

Vejam a lista dos personagens mais perversos da série

quarta-feira, 17 de setembro de 2014

Posted by Pasteleiro On 12:00 0 comentários

FRITOS NA HORA - Mulheres Ao Ataque (2014)

Alguém tem que avisar a Cameron Diaz que ela nunca foi uma boa atriz. Agora que a idade está chegando tá cada vez mais difícil engolir ela como a gostosona da história, então é complicado ver um filme dela em que ela quer parecer a bonitona e ainda com um roteiro mediano.




Mulheres ao Ataque” embarca na onda daquela velha trama de mulheres traídas que se juntam para destruir o marido/amante/namorado, aqui interpretado por Nikolaj Coster-Waldau. Já o trio de mulheres é formado por Leslie Mann, Kate Upton e Cameron Diaz > nenhum se destacando.




O que mais me incomoda no filme é a personagem da Cameron Diaz, que simplesmente não tem utilidade na trama, a motivação dela é quase nula, afinal, apesar de ter sido traída em nenhum momento pareceu ficar tão incomodada. Além disso o filme não consegue prender muito a atenção, ficando muitas vezes chato, e o final é clichê como toda a trama.




Se você gosta de filminhos bobinhos, que tentam mostrar o “poder feminino” com uma abordagem mais fraquinha pode curtir o longa. A comédia não tem nada de inovadora e é mais do mesmo, provavelmente vocês já viram uns 5 filmes iguais a esse e talvez até melhores.

Escrito por Fábio Campos

sexta-feira, 12 de setembro de 2014

Posted by Pasteleiro On 15:51 0 comentários

FRITOS NA HORA - Era Uma Vez em Nova York (2013)

Tem filmes que são especialistas em me enganar. Eu vejo atores bons, uma sinopse interessante e já acho que deve ser fenomenal (palavra que uso muito, veja nosso videocast e confira quantas vezes falo isso rs).




Era uma vez em Nova York” título dado no Brasil para o drama americano “The Immigrant” (vai entender o porque dessa tradução) é um filme como descrevi acima: estrelado pelo Joaquim Phoenix, Marion Cotillard, Jeremy Renner e para fechar o elenco, o diretor é o James Gray, que fez uns filmes legaizinhos.

A sinopse me conquistou, ela fala sobre uma imigrante ilegal (a Marion Cotillard) que é acolhida por um violento cafetão (Joaquim Phoenix) e vê como seu único amigo um mágico.




Jeremy Renner imagina que coisa legal poderia sair disso né? Pois bem imagine que a ação é bem contida, e o que o filme se foca num drama e em um triangulo amoroso chato, que mais cansa do que ajuda no desenvolvimento da história.

Devo admitir que foi um saco ver o filme. A história não andava e eu me pegava desesperado querendo que acabasse logo. A trama era chata, o cenário de época que poderia funcionar não rendia e parecia que até os atores não estavam no clima. O Joaquim Phoenix estava muito caricato e a Marion estava muito fraca, para mim esse e o Batman são dois dos seus piores filmes.




Bem, resumindo, o filme é parado demais, é chato e arrastado, e eu não recomendo, foi um dos piores que vi esse ano. Talvez quem gosta de ver figurinos de época curta um pouco o filme, porque de resto simplesmente não vale a pena.


Escrito por Fábio Campos

quinta-feira, 11 de setembro de 2014

Posted by Pasteleiro On 12:00 0 comentários

FRITOS NA HORA - Colecionador de Corpos (2009)

Jogos Mortais fez sucesso por ter um primeiro filme muito interessante, que tinha um jeito que lembrava um pouco o ótimo “Seven”, ou seja um suspense cheio de reviravoltas e com um enredo muito bem construído. Nas suas continuações acharam que quanto mais sangue e reviravoltas o filme ia ficando melhor. Mas isso cansou e a qualidade foi lá para o chão.





Colecionador de Corpos” quase entrou na onda de Jogos Mortais, mas só seguiu a receitas das continuações. Tentou ter um pouquinho de mistério e depois só apostar no sangue e cenas para chocar.

A trama que parece saída de um daqueles filmes B que passavam no Cine Trash, apresenta um assassino psicopata que gosta de colecionar pessoas. Basicamente ele vai na casa mata quase todo mundo e só deixa uma pessoa viva, que ele usa de isca na próxima casa e assim vai. A merda acontece quando um ladrão acaba invadindo uma casa que ia ser atacada pelo maníaco e ai é só sangue.




Olha o filme não é de todo ruim, ele tem lá suas sacadas, mas na maioria das vezes parecia que eu estava assistindo uma versão hardcore de ‘Esqueceram de Mim’, com armadilhas mortais na casa e gente morrendo das maneiras mais estúpidas. O final é quase que um pedido para uma continuação, e chega até a empolgar, apesar de meio óbvio.




Bem, se você curte filmes cheio de sangue e é fã de Jogos Mortais, aposto que vai gostar de “Colecionador de Corpos” pense nele como o primo pobre do Jigsaw.


Escrito por Fábio Campos

terça-feira, 9 de setembro de 2014

Posted by Pasteleiro On 12:00 0 comentários

FRITOS NA HORA - Big Love Story (2012)

Histórias de amor impossível são um dos temas mais explorados da última década. Tem sempre alguém fazendo um filme sobre isso, porém, são poucos que conseguem deixar a história interessante o suficiente para valer a pena de acompanhar o que vai acontecer até o fim. E este, para mim, foi o caso de “Big Love Story”. Um filminho que vi no Netflix com a minha namorada esses dias.




Se vocês não perceberam, eu vejo de tudo, de filmes considerados clássicos, a bombas com Adam Sandler e companhia. Faço isso por dois motivos: primeiro é que não quero me prender a gêneros nem qualidades, quero conhecer um pouco de tudo. Segundo porque quando escrevo aqui quero partilhar uma experiência, e qual a vantagem de fazer isso se me prender a só um estilo?


Desabafos a parte, e voltando ao filme “Big Love Story”: ele explora uma história de amizade entre um gordinho simpático chamado Sam (Robbie Kaller) e uma personal trainer culta chamada Cassie (Jillian Leigh). O filme tem aquela formula de “A bela e fera” que todo mundo já conhece, mas faz a construção dos personagens e da história tão bem que não irrita.




Se o personagem do Sam tinha tudo para ser um loser, mas fica complicado enxergar ele só assim, o cara não é somente um gordão que todos humilham, ele tem amigos que gostam e se importa com ele, e tem uma história de depressão por trás. Já Cassie que poderia ser uma mulher fútil, vai se mostrando uma personagem bem mais trabalhada, que foge do estereótipo da donzela burrinha.




Não vou dizer que é o melhor filme que vi esse ano, mas tenho que admitir que apesar de bobinho o longa me agradou por saber se posicionar e se manter como uma comédia romântica com atores desconhecidos.


Escrito por Fábio Campos

segunda-feira, 8 de setembro de 2014

Posted by Pasteleiro On 14:31 0 comentários

FRITOS NA HORA - Elena (2012)

Elena foi, durante uma época, muito comentado. Todo mundo viu ou queria ver o filme e, quando eu falava ainda não vi, recebi aquele olhar – nossa você gosta de cinema e não viu? “Precisa conferir, é brilhante!” E assim foi mês a mês até o boca a boca perder a força.




Pois bem, eu vi Elena um tempinho atrás e já assisti esperando ficar entediado. Eu gosto de documentários, quase toda semana vejo um, por isso já esperava algo mais parado, porém, “Elena” me cansou. Sei que parece falta de sensibilidade, mas não me conquistou.

Achei legal a Petra querer homenagear a irmã, só que o documentário é uma grande poesia, ele passa como um rasante sobre a vida da Elena, e não fica claro o que acontecia. Parecia que ao mesmo tempo que era para ser pessoal, ele não era tanto, e a voz em off arrastada dava um tom meio que poético que parecia muito forçado.




É duro até julgar porque parece que o li o diário de alguma amiga e só tinha coisas que não eram da minha conta. Acho que devo ser muito frio, mas não gostei. Acho que ele faz mais efeito em amantes da poesia e pessoas com mais empatia.




Escrito por Fábio Campos

sexta-feira, 5 de setembro de 2014

Posted by Pasteleiro On 12:00 0 comentários

FRITOS NA HORA - Bons pra cachorro (2009)

Às vezes só colocar uns cachorros num filme e obrigá-los a fazerem gracinhas ajuda a atrair uma audiência. É claro que isso nem sempre dá certo. Em Bons para cachorro isso fica claro.




Eu devo confessar que eu e a minha namorada adoramos cachorros e sempre que vejo algum filme com algum desses animaizinhos acabo baixando para nós assistirmos. Às vezes dá certo e acabamos vendo filmes interessantes como Cão Vermelho, que é um dos mais emocionantes que já vi.






Bons para cachorro é simplesmente uma porcaria, os cachorrinhos são engraçados mas a história é digna de um episódio de Hanna Montana, tamanha a sua falta de estrutura e profundidade. Não bastasse isso, os atores são péssimos (os cachorros são bem melhores que eles), mas mesmo assim, não conseguem ser suficientemente interessantes para fazerem o filme valer a pena, recomendo distância.




Escrito por Fábio Campos

quarta-feira, 3 de setembro de 2014

Posted by Pasteleiro On 12:00 0 comentários

FRITOS NA HORA - O que fazer? (2013)

O que fazer?” se vende como uma comédia, porém passa longe disso. Mescla cenas engraçadas com momentos bem sentimentais, e, em poucos minutos, se mostra um drama, não um dos melhores, mas com certeza um dos que sabem fazer quem está assistindo dar aquela balançada.


O longa conta a história de Henry Altman (Robin Williams), um pai de família muito mal humorado e ranzinza, que após uma consulta descobre que está doente e tem pouco tempo de vida. Primeiro que essa sinopse faz o filme parecer mais do mesmo, de muitos filmes que você e eu já vimos por aí, o cara descobre que vai morrer e quer consertar as coisas.




Bem, o longa não foge muito disso, porém o que começa com humor, em especial pelo jeito engraçado do Robin Williams, vai aos poucos ficando mais pesado, em especial quando vamos entendendo as motivações do personagens. Destaque também para a Mila Kunis, no papel de uma médica desmotivada, que vai aos poucos se conectando ao mundo do protagonista.


No elenco de apoio o papel de Melissa Leo, e Peter Dinklage é bem curto, e achei interessante também o longa não explorar o fato dele ser anão na trama, achei bem legal não fazerem isso.




O filme não é ruim, é bem sentimental, e se você perdeu alguém próximo recentemente, ou está passando por um momento difícil na sua vida talvez fique mais afetado pela mensagem da história.




Para finalizar vou acrescentar que gostei do Robin Willians, fazia tempo que não via ele com uma atuação tão interessante, apesar de algumas vezes forçado demais na maioria do tempo ele se saiu muito bem.


Escrito por Fábio Campos

terça-feira, 2 de setembro de 2014

Posted by Pasteleiro On 12:00 0 comentários

FRITOS NA HORA - Taxi Driver (1976)

Robert DeNiro hoje pode se dar ao direito de fazer muitos filmes ruins por conta de seus sucessos do passado. E acho que só por ter participado de “O poderoso chefão”, “Touro Indomável”, “Os Bons Companheiros” e “Taxi Driver”, filme que irei falar hoje, ele merece nosso respeito e admiração.




O filme que hoje é clássico do diretor Martin Scorsese conta a história do motorista de taxi Travis Bickle (interpretado por um jovem chamado Robert DeNiro) que ficou mentalmente instável após a guerra do Vietnã. Após se frustrar ao tentar manter um relacionamento com uma bela mulher, resolve tentar consertar o mundo, deixando-o mais coerente com a forma como ele acha que as coisas deveriam ser.


Bem, primeiro vou falar da atuação do DeNiro, dá até vergonha comparar os papéis dele de hoje em dia com o de Taxi Driver. Naquele época ele queria se provar deixar sua marca, coisa que viria a fazer e, por isso, você percebia a sua dedicação por meio de uma atuação assustadora. Ele simplesmente domina o filme.



O elenco de apoio conta ainda com a Jodie Foster, ainda bem novinha no papel da prostituta Iris, que acaba sendo uma peça importante para conclusão do filme. Outro famoso que vale destacar é o Harvey Keitel no papel de um cafetão.




Clássico é clássico, então nem tem como eu criticar uma obra-prima. Eu só posso dizer quem em alguns momentos ele se arrasta demais, em especial na cena com os outros taxistas que não acrescentam muito a história. O final é brilhante, pois deixa quem está assistindo com uma pulga atrás da orelha.
Vale a dica para os fãs do Martin Scorsese e quem adora aqueles longas com boas doses de violência.


Escrito por Fábio Campos

segunda-feira, 1 de setembro de 2014

Posted by Pasteleiro On 14:12 0 comentários

FRITOS NA HORA - O grande hotel Budapeste (2013)

Wes Anderson é o diretor preferido de muita gente. Eu já vi alguns de seus filmes e não teve nenhum que realmente me conquistou, não que os ache ruins, pois não são. Só considero que suas tramas as vezes ficam complicadas demais e, nessa necessidade de se adaptar ao seu estilo ele acaba quebrando um pouco o ritmo da trama.




O grande Hotel Budapeste”, seu último filme, conta com muitas de suas marcas: aquela representação quase teatral dos fatos e os personagens caricatos. O maior exemplo é o protagonista Mr.Gustave (Ralph Fiennes), um conquistador e uma espécie de gerente do Hotel aonde trabalha e que dá nome ao filme.

O que achei interessante é que o longa é cheio de camadas, começa com uma mulher em frente a uma estátua de um escritor, então temos um corte e vemos o escritor comentando sobre como escreveu seu maior livro, e aí novamente temos um corte e uma viagem no passado, na qual somos apresentados ao Sr Mustafa (F. Murray Abraham) o dono do Grande Hotel Budapeste, que conta como ficou rico, e aí sim chegamos a trama que irá se manter por todo o filme e que tem como foco o personagem do Mr. Gustave e o jovem Zero (Tony Revolori).




Bem, o que não falta ao filme é criatividade. A todo momento temos um personagem novo aparecendo e fazendo algo acontecer, o elenco é recheado de bons atores. Alguns como Edward Norton, Adrien Brody e Willem Dafoe aparecem mais, e outros como Bill Murray, Harvey Keitel, Jude Law e Owen Wilson tem participações mínimas e a presença deles parece funcionar quase como easter eggs pela amizade que tem como o diretor.




Quanto ao que achei do filme, devo dizer que gostei da trama. Apesar do seu tom quase cartunesco em alguns momentos, o filme beirava um bobinho, mas depois crescia novamente e mostrava sua força. Só vale a pena para quem curte esse diretor. Não é o tipo de comédia que qualquer um vai gostar, ela exige um pouco mais de atenção.


Escrito por Fábio Campos

sexta-feira, 29 de agosto de 2014

Posted by Pasteleiro On 12:00 0 comentários

FRITOS NA HORA - Malévola (2014)

Angelina Jolie se tornou um ícone para muitas pessoas. Além de ser uma atriz que chama a atenção pela sua beleza, os seus papéis em filmes de ação como Salt e Tomb Raider atraíram muitos fãs. Além disso, o seu casamento com Brad Pitt fez o resto para deixar ela com a imagem de uma celebridade querida por muitos. Não bastasse essa presença forte, ela ainda é muito bem vista por ter uma consciência social muito grande e ajudar muitas crianças e países com dificuldade.




Pois bem, depois de todos estes elogios, ainda faltava um mercado que a atriz não tinha uma presença tão forte, nesse caso, o infantil. Apesar de ter vários filhos, ela não havia feito nenhum filme com um foco voltando para esse público mais jovem. “Malévola” acabou se tornando uma opção interessante para alavancar ainda mais sua carreira, entre um público novo.




A trama do filme é simples, e conta a origem da bruxa do conto de fadas “Bela Adormecida”, explorando uma visão que busca desmistificar a figura da mulher malvada. O filme explora o lado mais humano da “bruxa” e do porque ela se tornou uma pessoa tão amargurada.

O filme tem efeitos especiais muito bons, a trama é repleta de clichês e a presença de Angelina como uma personagem boazinha em vez de uma vilã me frustrou um pouco. Queria ver esse lado um pouco mais dark dela, mas entendo que eu não era o público do filme.




No final “Malévola” é um filme interessante e é para toda família. Acho que por isso se tornou um dos longas mais lucrativos do ano, só espero que não arranjem uma continuação desnecessária como a Angelina vem sugerindo por aí.


Escrito por Fábio Campos

terça-feira, 26 de agosto de 2014

Posted by Pasteleiro On 12:00 0 comentários

FRITOS NA HORA - O casamento do ano (2013)

O casamento do Ano” é um filme cheio de atores famosos em decadência. Robert DeNiro é bom, mas deixou de escolher os roteiros; Susan Sarandon largou mão de sua carreira e a Diane Keaton, que agora adora fazer papel de mulher madura e divorciada.




Juntando a trupe temos a Katherine Heigl, Amanda Seyfried, Topher Grace e o agora finado Robin Willians, ninguém aÍ também é conhecido por escolher bem os filmes que faz e só vão me complicar nessa resenha, pois vou ter de marcar todo mundo. (Para quem não lembrar poder clicar em cima do nome rs).




Largando as minhas reclamações de lado, vamos ao filme. Bem, a história é aquela: casamento em família, no caso do filho adotado de um casal separado e a família como qualquer outra é cheia de problemas. O marido traiu a mulher com a melhor amiga dela, a filha está gravida e largou do marido, o mais novo é virgem e quer esperar, mas é só aparecer uma gostosa que ele vira um adolescente, e por aí vai.


O filme não é ruim de tudo. Mas é que se espera mais com um elenco desses, e acaba parecendo que estou assistindo um longa feito direto para DVD com um bando de atores ruins.




Parecia que todos estavam no filme porque ou perderam uma aposta ou deviam favor para alguém. Ninguém tinha uma vontade, o mais esforçado era o DeNiro. Para ser justo o filme serve para tapar a tarde quando não tiver nada o que fazer ou quando estiver chovendo. Só assim ele cola, agora não vá assistir achando que é grande coisa ou vai acabar decepcionado.


Escrito por Fábio Campos

segunda-feira, 25 de agosto de 2014

Posted by Pasteleiro On 12:00 0 comentários

FRITOS NA HORA - Todos os cães do Natal (2005)

Eu e a minha namorada adoramos cachorros, por isso vire e mexe e vocês vão ver algum filme com esses animaizinhos, mas sempre mais suaves. Nada muito triste como o “Sempre ao seu Lado” e “Marley e Eu”, porém, quando o tema é cachorro e não tem tristeza, geralmente sobram tramas mais fracas com atores desconhecidos, o que acaba sendo frustrante.




Todos os cães do Natal” não é uma obra prima, e se você esperava isso assistir a esse filme com certeza não tem muito senso de cinema. Acho que poderia passear pelo blog e escolher opções melhores. Mas deixando meu puxão de orelha de lado, vamos falar do filme.

A trama é sobre uma menina que é deixada pelo pai na casa de uma “tia”.No exato momento em que ela chega é aprovada uma lei na cidade que proíbe cachorros, (lei idiota né), pois bem, e logo de cara a menina vai lá e adivinhem... Arruma um cachorro. Para ajudar ela a esconder seu amigo canino ela conta com a ajuda de uma mulher que tem um “orfanato” de cães.





Bem, como podem imaginar o filme é muito bobinho, feito em especial para as crianças apesar de se passar no passado.


No final, mostra-se que a menina cresceu e está contando a história, o tom comédia infantil B não se desenvolve a ponto de arriscar um final assim, afinal, se isso acontecesse iam ter de revelar que o cachorro morreu em algum momento e todo mundo ia chorar, e o tom do filme nem permitia uma virada assim.




Bem, dada as minhas reclamações eu recomendo ele para a criançada, em especial aquelas que adoram cães. A música do final é muito divertida e gruda na cabeça, e acho que é a melhor coisa do filme.


Escrito por Fábio Campos