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BIRDMAN O GRANDE GANHADOR DO OSCAR

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terça-feira, 21 de janeiro de 2014

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FRITOS NA HORA - O bebê de Rosemary (1968)

Um sacrilégio, só assim posso me justificar por gostar tanto de filmes e em especial dos de terror e ainda não ter assistido esse clássico dirigido pelo polêmico Roman Polanski.




Para quem nunca ouviu falar “O bebe de Rosemary” é uma obra prima do terror e do suspense, não só pela crescente tensão que ele cria durante a sua trama, mas pelas atuações.

A trama centrada em um jovem casal que aluga um apartamento em um hotel com um passado macabro é muito interessante, mas o que realmente me agradou é a forma como a história é construída. Imagino que quem assistiu lá em 1968, ou mesmo nos dias atuais e não conhece nada do filme, deve ficar imaginando: será que a personagem principal está delirando? Ou será que isso realmente está acontecendo?




O elenco conta com a Mia Farrow no seu melhor momento, antes de afundar sua carreira aos poucos atrás do Woody Allen, e também um ótimo John Cassavetes num papel tão dúbio que deixa sempre que está assistindo confuso sobre ele. Vale destacar ainda a excelente Ruth Gordon, que junto com Sidney Blackmer formam um dos casais de velhinhos mais bizarros do cinema. A forma como os personagens deles vão se mostrando até a grande revelação final é muito boa.




Quem for assistir não leia nada antes de faze-lo, nem mesmo a sinopse, eu acho que vai curtir bem mais o filme e ainda vai manter aquele mistério inicial que Polanski empregou em 68. Com certeza uma ótima opção para quem quer fugir desses filmes de terror que só sabem mostrar sangue e fantasmas correndo de relance na câmera. Mostra quem um bom filme de terror pode trabalhar mais a imaginação e menos as imagens se tiver um roteiro capaz disso.


Escrito por Fábio Campos

segunda-feira, 20 de janeiro de 2014

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FRITOS NA HORA - João e Maria Caçadores de Bruxa (2013)

Essa mania de reinventar histórias infantis para deixar ela mais legais é uma das ondas do momento. Fizeram isso com Branca de Neve, João e o Pé de Feijão e também com João e Maria. Nesse caso, tentaram misturar os personagens dos irmãos que enfrentaram a bruxa numa espécie de Van Helsing.




Devo dizer que achava que o filme era ruim, mas me surpreendeu de maneira ainda mais negativa. O Jeremy Renner tem uma atuação péssima, sério mesmo, não consegui saber em nenhum momento o que o personagem (João) dele expressava, tinha horas que ele nem parecia se encaixar no filme. A Gemma Arterton, que devo confessar que mal me lembrava, é basicamente a personagem principal. Não que isso tenha a feito interpretar melhor, afinal, o seu personagem tem uma cara de sonsa que não muda durante todo o filme.




Não sei como categorizar o filme, pois achei, no início, que ele ia ter uma pegada mais infantil, mas logo começou a jorrar sangue na tela, então comecei a pensar que era um longa de ação, mas o os diálogos eram tão fraquinhos que percebi que era mesmo um filme Trash. Só assim para explicar a ruindade descarada. Só recomendo se você curte filme ruim mesmo. Se quer ver algo mais interessante passe longe.





Escrito por Fábio Campos

domingo, 19 de janeiro de 2014

Posted by Pasteleiro On 12:00 2 comentários

FRITOS NA HORA - Universidade Monstro (2013)

Monstros S.A não é um das minhas animações preferidas da Pixar. Acho legal e tudo mais, mas não chega a ser genial. Gosto muito do conceito de monstro do armário e a desconstrução do mundo deles para deixa-los menos aterrorizante, algo como fizeram com a figura do Ogro após Shrek.




Deixando de devanear, devo dizer que achei que uma continuação era desnecessária, afinal, o primeiro filme tinha acabado de uma maneira legal, e uma continuação seguindo daquele ponto ia deixar a história uma porcaria, por isso vibrei quando em vez de continuar o que tinha sido feito, eles resolveram contar o que aconteceu antes.




A história acompanha o jovem nerd Mike (Billy Crystal) tendo que entrar na universidade e sendo meio que excluído pela turma, afinal, ele não é assustador o suficiente. Um dos que mais humilha o monstrinho é o seu futuro melhor amigo Sully (John Goodman), claro que aos poucos os dois viram amigos, e a animação, como todas as do gênero, coloca várias lições de moral no meio. Como aceitar as diferenças ou que cada pessoa tem um talento e coisas assim.




Em termos de história é um filme de faculdade, com nerds e valentões. O maior diferencial é o carisma dos personagens que conseguiram conquistar as crianças ao longo dos anos. Com certeza é uma boa opção para assistir com a criançada, não insulta a inteligência e diverte.


Escrito por Fábio Campos

sábado, 18 de janeiro de 2014

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FRITOS NA HORA - Mato sem cachorro (2013)

Acho que o cachorro é um dos animais mais populares no cinema. São vários e vários filmes que tem eles como protagonista, e as tramas variam desde os mais bobinhos, com os animais falantes, até os mais profundos que fazem todo mundo chorar.




Mato sem cachorro” é QUASE um filme de cachorro. Na verdade, Guto, o cachorro da história, além de alívio cômico (afinal ele desmaia sempre que animado) serve como ponte para ligar o casar Zoé (Leandra Leal) e Deco (Bruno Gagliasso). Então o filme é um romance com cachorro? Bem, acho que ele está na categoria de comédia românica. Mas pera aí, tem o Danilo Gentil no elenco e o Rafinha Bastos também! Então é melhor subir a classificação de idade do filme e ainda avisar que ele quase se transforma em comédia de humor negro romântica.




Como disse, a trama em si é bem bobinha: casal separado, que apronta altas confusões, e no final com certeza vai acabar junto. O diferencial é a presença do personagem do Danilo Gentil, que fica a todo o momento fazendo quase um stand up no filme, não que isso seja ruim, eu adorei, as tiradas dele são ótimas e geram os momentos mais cômicos, porém, pega muita gente de surpresa. Imagino quem foi ao cinema esperando um filme fofinho e foi atacado por piadas sujas e escatológicas.





No resultado final eu gostei, prefeito filmes assim do que longas recheados de globais da Zorra Total repetindo piadas que você pode se torturar assistindo sábado a noite. Só não vá chamar o tio a tia, os avós ou pior os seus sogros para verem com você.

sexta-feira, 17 de janeiro de 2014

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FRITOS NA HORA - VHS 2 (2013)

O primeiro VHS para mim foi uma das surpresas do gênero de horror do ano passado. Ele tinha uma construção de trama muito boa, aquela em que várias histórias de terror são contadas durante o filme, como um longa recheado de curtas. Devo dizer que além de uma abordagem um pouco mais original dentro do comum (afinal aquele esquema de câmera tremendo já não é novidade), ele tinha um enredo que chegava a assustar um pouco.




A continuação, como a maioria dela, não supera o original e acaba patinando e muito em diversas histórias. A trama central é até interessante mostrando o detetive tendo que encontrar um adolescente perdido que acaba se deparando com diversas fitas bizarras. Porém as histórias nas fitas é que derrubaram a qualidade do filme.




A primeira, do olho biônico, além de não ser original foi bem fraquinha e tinha muito sangue e pouca história. A segunda, da câmera no zumbi, melhorou um pouco mas também não era nada original. A terceira, para mim a melhor, mostra os segredos de um culto bem bizarro; essa até gostei. E por fim a última que tinha um foco em alienígenas e que além de ruim me deixou com dó do cachorro.




No final ficou parecendo que um bando de amigos fez uns filmes e casa e com efeitos bem ruins. Os aliens da última história eram muito falsos, e a criatura do terceiro conto era muito mal feita - só para citar alguns exemplos. Só vale a pena se você curte filmes B trash. Se está esperando algo mais interessante melhor escolher outro.


Escrito por Fábio Campos

quinta-feira, 16 de janeiro de 2014

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FRITOS NA HORA - Gravidade (2013)

Quando Sandra Bullock ganhou o Oscar por Um Sonho Possível, o filme Sessão da Tarde mais chato de 2010, pensei que ali a atriz ficaria acomodada e só faria projetos naquele mesmo estilo, mas ai veio à surpresa, no meio do caminho da bela apareceu alguém que soube trabalhar o talento da mesma tirando a cara de queridinha da América e essa tarefa coube ao ótimo Alfonso Cuarón.




Gravidade é um tour de force para Bullock, levando a atriz ao extremo da solidão e reflexão sobre a vida e a morte, isso tudo graças a direção soberba de Alfonso que mostra em cenas os questionamentos da personagem e assim esticando o tapete para uma atuação brilhante de Sandra.




Fazer um filme em que um personagem fica quase que 80% da cena sozinho é dificílimo, foram poucos os casos que deram certo, mas Cuarón eleva essa “categoria” de cinema a um nível acima, pois entretém e consegue fazer refletir ao mesmo, fato raro na atual e rasa Hollywood, por isso, ver Gravidade é um prazer único e que merece ser visto, revisto várias vezes.





Escrito por Rodrigo Moia

quarta-feira, 15 de janeiro de 2014

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PINGANDO ÓLEO - 12 anos de Escravidão (2013)

Mostrar a escravidão no cinema é sempre uma tarefa difícil, pois ali você tem uma linha tênue entre o bom senso de expor a realidade dos fatos e do outro lado, a glamorização hollywoodiana desnecessária em relação a um assunto tão triste.

12 anos de escravidão, novo filme do promissor diretor Steve Mcqueen, conta a incrível história de Solomon Northup (Chiwetel Ejiofor) um homem livre que viu a sua vida mudar, quando é sequestrado e transformado em escravo.




McQueen não se coloca na tela os ferimentos e chibatadas, como mostra os efeitos dos ferimentos no dia a dia dos escravos.

Para contar uma história tão forte e real, sim Solomon realmente existiu e viveu tudo isso, 12 anos de escravidão tem um elenco formidável que destaco a vil Sra.Epps vivida pela ótima Sarah Paulson, o conflituoso Sr. Ford vivido por Benedict Cumberbatch e grande revelação Lupita Nyong´o que da vida a sofridíssima Patsey.




Se 12 anos de escravidão tem o fortíssimo elenco de apoio acima, o seu destaque vai para o incrível Michael Fassbender e o candidato a brigar por Oscar Chiwetel Ejiofor que nos brinda com uma atuação na medida certa do Sr.Solomon Northup.




12 anos de escravidão é um filme dolorido, pois escancara as feridas humanas sem dó, para ensinar o quão baixo a humanidade consegue chegar.
E depois de ver essa aula de cinema e história, vejo que Maya Angelou sempre teve razão.

"All men are prepared to accomplish the incredible if their ideals are threatened."


Escrito por Rodrigo Moia

terça-feira, 14 de janeiro de 2014

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FRITOS NA HORA - Os suspeitos (2013)

Os suspeitos” que vou falar não é aquele filme ótimo dirigido por Bryan Singer, apesar dos nomes iguais. Foi dirigido por Denis Villeneuve, que ainda não tinha mostrado a cara em uma grande produção, pois dirigiu mais filmes independente.




Este longa é muito interessante e um dos melhores suspenses que vi esse ano, lembra muito thrillers que marcaram época do gênero como “Seven”.

Na trama o casal Keller e Grace Dover (Hugh Jackman e Maria Bello) tem de lidar com o desaparecimento da pequena filha deles, sem pistas e dependendo do trabalho do temperamental detetive Loki (Jake Gyllenhaal), eles só tem um suspeito: o perturbado Alex (Paul Dano), mas fica a grande dúvida será que ele é mesmo o criminoso.




A minha sinopse foi bem simples, pois não quero sair entregando a trama, que é muito boa, o filme é um daqueles raros casos em que ser extenso tem uma justificativa. Devo ainda ressaltar que o Hugh Jackman está muito bem no filme, ele com certeza desde o seu papel em “Os miseráveis” ano passado vem merecendo uma atenção maior da academia.




Para quem é fã de suspense (não aqueles simples que é só um cara com uma faca fazendo jogo de gato e rato com a policia) deve assistir “Os suspeitos”. Um dos melhores do gênero esse ano, só aviso que tem que reservar pelo menos três horas do seu dia para ele.


Escrito por Fábio Campos

segunda-feira, 13 de janeiro de 2014

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FRITOS NA HORA - O mesmo amor, a mesma chuva (1999)

Existem histórias de amor que não podem ser contadas de maneira simples. Vários são os filmes que mostram isso, e vários são os momentos que passamos em nossas vidas em que conhecemos pessoas que tem relações conturbadas cheias de idas e vidas, com o tempo correndo e o amor indo e voltado.




O mesmo amor, a mesma chuva” é uma produção argentina com seu melhor ator, Ricardo Darin, aqui interpretando um escritor que não tem muito apego a nada. Numa tarde, durante a exibição de um curta baseado em seus contos, ele conhece Laura, interpretada por Soledad Villamil (que trabalharia novamente com Darín em Segredo dos Seus Olhos). Neste longa, ela é uma garçonete por quem ele se apaixona. A relação dos dois começa como toda história de amor cheia de paixão porém aos poucos a rotina vai correndo o este amor.




O que achei interessante no filme é que ele consegue desenvolver vários personagens ao longo da trama e não pinta ninguém como perfeito - o protagonista em diversos momentos se mostra covarde - enquanto em outras personagens mostra sua face mais suja.
Ainda temos também uma “mocinha” indecisa, que não sabe o que quer da vida, e que em diversos momentos parece viver num mundo paralelo.




É obvio que por ser um filme argentino está presente um pouco de critica social e uma ambientação que se apoia na época da ditadura da argentina. Devo dizer que a história não é uma grande história de amor, mas com certeza a trama tem seu charme e vale a pena ser conferida.


Escrito por Fábio Campos

domingo, 12 de janeiro de 2014

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FRITOS NA HORA - A morte do demônio (2013)

É duro quando confundem terror com escatologia, sangue, unhas arrancadas, ou aquelas cenas de arrepio. Deveria existir uma forma de informar sempre quando um filme está apelando para isso em vez de invocar o medo, “A morte do demônio” começa muito bem, a cena do pai com a filha discutindo com certeza causa um pouco de tensão, mas o desenvolver da trama é apelação.




A trama, diferente do filme original (o primeiro do Sam Raimi e que era bem um filme B), quer mais causar do que assustar. Se no original tínhamos o carismático Ash (Bruce Campbel), nessa nova versão temos uma ex-viciada, interpretada pela fraca Jane Levy, que acaba junto com seus amigos e irmão indo para a cabana que tem o livro maldito (Necromanicon).




Eu não gostei muito do filme, achei as situações de terror muito forçadas. Querem causar impacto com situações como uma mulher passando a língua em um estilete, do que dando algum medo. Além disso os atores são bem fracos, só vale mesma pela ceninha final que empolga um pouco os fãs do longa original. Esperamos que a continuação, se acontecer, traga algo do passado de volta.




Escrito por Fábio Campos

sábado, 11 de janeiro de 2014

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FRITOS NA HORA - Elysium (2013)

Ao contrário do Rodrigo Santoro, que conquistou a fama em Hollywood comm papéis em que a interpretação nunca era a alma do negócio, Wagner Moura começa a fazer fama internacional. Nesse interessante filme de ficção cientifica, com um personagem interessante e bastante participativo na história, ele consegue em alguns momentos chamar mais a atenção do que figuras carimbadas como a Jodie Foster.




Elysium” é um daqueles filmes que tentam mostrar como será o futuro, com uma divisão de classes. Os pobres (aqui representados pelos latinos), têm que viver num planeta Terra sujo, enquanto os poderosos vivem no espaço, no luxo e com diversos recursos (inclusive médicos) que mantêm o padrão de vida elevado deles.




A história poderia cair no marasmo do "mais do mesmo" que sempre vemos em filmes assim, apelando demais para ação e tendo cenas de efeito. Porém, o seu grande diferencial é a direção interessante do Neill Blomkamp, que dirigiu “Distrito 9” e novamente soube inovar, deixando a trama bem mais interessante, com uma crítica política bem legal e ainda criou um protagonista interessante, interpretado aqui pelo excelente Matt Damon, que faz par com Alice Braga, um pouco apagada, mas que se encaixa até que bem no final.




Ainda não acabou o ano, mas acho que Elysium foi até agora uma grata surpresa em termos de história e desfecho. Não bastasse isso, é muito bom ver um ator brasileiro representando mesmo, sem ser só caras e bocas.


Escrito por Fábio Campos

sexta-feira, 10 de janeiro de 2014

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FRITOS NA HORA - A busca (2012)

Wagner Moura é um ótimo ator, acho que isso já ficou claro até para quem o critica. Em Tropa de Elite ele mostrou que pode ser um ator de ação com profundidade, mas eu nunca havia visto um longa em que um personagem dele pudesse mergulhar tanto em um personagem quanto em “A busca”.




A história sobre um pai em um busca de um filho que fugiu de casa é além de interessante, cheia de elementos que me lembraram de “A natureza Selvagem” um dos meus filmes preferidos.




Devo dizer que adorei a forma como a trama se desenvolve. A forma como o personagem vai descobrindo os caminhos do filho, e seu objetivo ao fugir de casa, além do brilhante encerramento que além de carregar em emoção, explora outro grande ator: Lima Duarte. Apesar de uma curta presença, Lima consegue passar emoção.




“A busca” é uma grata surpresa para quem gosta de filmes estilo “roadie movie”, e é interessante ver um longa nacional que não se apoia tanto em favela, drogas ou sexo para contar uma história. Recomendo e muito.


Escrito por Fábio Campos