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BIRDMAN O GRANDE GANHADOR DO OSCAR

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quinta-feira, 13 de novembro de 2014

Posted by Pasteleiro On 12:20 0 comentários

FRITOS NA HORA - Bom Dia Vietnã (1987)

Assisti Bom Dia Vietnã anos atrás, me lembrava de uma cena ou outra, mas a maior parte eu esqueci, inclusive da grande virada da trama.




O filme, para quem ainda não viu, mostra a história de um DJ (Robin Williams) que chega a uma rádio no Vietnã para animar às tropas. Mostrando-se contrário ás regras, ele vive em conflito com seu superior que odeia seu jeito debochado. Além de Williams, que fazia sua estreia em um filme mais sério, o elenco conta com a participação do não tão novato Forest Whitaker.

Robin Williams, que morreu esse ano, era um ator interessante, cheio de papeis que com toque de de comédia. Nesse filme, seu personagem beira uma comédia trágica, começa prometendo um papel que irá ser o otimismo da guerra e acaba terminando a trama deixando uma mensagem triste para quem batalhou no Vietnã.





As cenas de comédia são boas, e apesar de algumas não resistirem ao tempo, deve causar estranheza pelas cutucadas na política americana da época.




Um filme interessante e cheio de profundidade que vale para mostrar um pouco do funcionamento da guerra, e de que as coisas, às vezes, não são tão simples quanto parece.


Escrito por Fábio Campos

quarta-feira, 12 de novembro de 2014

Posted by Pasteleiro On 12:18 0 comentários

FRITOS NA HORA - O menino de ouro (2011)

O menino de ouro” é um daqueles filmes que você pode assistir como todos os membros da sua família na sala, com a certeza de que não vai rolar nenhuma cena constrangedora.




A trama agrada todo mundo que é fã de longas ao estilo Sessão da Tarde e conta a história de um casal interpretado pela inconstante Toni Collette e o canastrão do Ioan Gruffudd (que foi o Senhor Fantástico do Quarteto) que após sofrerem uma tragédia, resolvem adotar uma criança e acabam encontrando o pequeno Eli (Maurice Cole) um menino gênio que parece ser a criança perfeita.

Me sinto até mal quando faço resenhas de filmes bobinhos como esse, não porque são ruins, mas parece que estou gastando meu tempo atual, afinal ninguém vai ler, mas vamos lá: a história tem aquela estrutura básica, começa com a família quebrada e depois vai juntando tudo até um final perfeito. O que achei legal no filme é que ele tem uma virada final que deixa a história mais interessante, não é nada muito avassalador, mas consegue arrancar um pouco de lágrimas de algumas pessoas (não foi meu caso :P).




Como disse lá em cima, é uma ótima opção para se ver em família, e acho que muitas pessoas que curtem filmes com mensagem de esperança e com uma presença espiritual mais forte podem gostar. Quem não for religioso pode ficar calmo também, ele não é daqueles longas que tentam forçar um conceito goela abaixo, só no final que dá uma presença da sua mensagem e mesmo assim não é algo exagerado.





Escrito por Fábio Campos

terça-feira, 11 de novembro de 2014

Posted by Pasteleiro On 12:12 0 comentários

FRITOS NA HORA - Sob a Pele (2013)

Sob a Pele” ficou faltando um complemento no nome, e não querendo parecer vulgar mais já sendo, seria algo como: "Sob a Pele: Aquele filme que a Scarlett Johansson fica nua"




Devo confessar que foi um dos filmes mais chatos que vi esse ano. O longa até que começa interessante, prometendo uma trama que explora uma mulher sedutora que busca homens solitários para capturá-los, porém o interessante só fica na sinopse a história em si é arrastada e chata. A grande virada que é feita para que a protagonista tenha consciência, acaba dando um norte ao filme, mas logo isso cansa também.





Odeio quando um diretor, nesse caso Jonathan Glazer, abusa do silêncio, parece que algumas pessoas acham que isso faz o filme ficar melhor, porém em alguns casos isso só prejudica a história. Aqui, por diversos momentos o filme ficava num marasmo chato, e não tinha como manter a atenção.




Eu assisti ao filme esperando uma ficção científica que tinha pela sinopse, uma trama interessante. E acabei me deparando com um drama reflexivo muito chato. Acho que do momento de virada da protagonista, após o encontro com o homem deformado, até o seu final, o filme se perdeu e quis ser mais do que era. Definitivamente não gostei e não recomendo para ninguém.


Escrito por Fábio Campos

segunda-feira, 10 de novembro de 2014

Posted by Pasteleiro On 12:00 0 comentários

FRITOS NA HORA - A vida secreta de Walter Mitty (2013)

Não sou fã do Ben Stiller, sempre acho que ele reprisa o seu papel de perdedor em grande parte dos seus filmes. Talvez seja a cara de coitado que o ajuda a conseguir papéis assim, mas acho que ele poderia ter um potencial melhor se, assim como o finado Robin Willians, tentar embarcar um pouco no drama e saber intercalar papéis assim na sua carreira.




A vida secreta de Walter Mitty” é um dos exemplos de filmes interessantes que tem Stiller como protagonista. Apesar de não fugir daquele clichê dele no papel de perdedor, o longa tem uma vibração tão interessante, e consegue transmitir uma empatia ao retratar a vida de um singelo funcionário da revista Life que acaba adentrando num mundo de aventuras e confusão por conta da edição de despedida da revista.




Acho que muitas pessoas que são frustradas com alguma situação na vida vão se identificar com o protagonista, que respeita aquela máxima de uma pessoa comum que é jogado em uma situação totalmente fora do seu mundinho. A participação do Sean Penn, apesar de bem curta, é meio que o que faz a trama andar, ele é o objetivo de Walter e a ferramenta que transforma a vida dele também.

Apesar de um abismo em termos de trama, esse filme me lembrou um pouco “Na Natureza Selvagem” que curiosamente é dirigido por Penn, e que também tem uma história interessante sobre essa relação do homem com a natureza e o mundo que o cerca.





Se você é um sonhador, com certeza vai se identificar com o filme e ainda vai se surpreender ao descobrir que a direção do filme está nas mãos do Stiller, que se sai muito bem ao fugir um pouco das suas comédias de situação. Recomendo, e muito, para quem busca uma opção inspiradora quando precisar de ânimo.


Escrito por Fábio Campos

domingo, 9 de novembro de 2014

Posted by Pasteleiro On 12:09 0 comentários

FRITOS NA HORA - I am telling you for the last time (1998)

Eu sou fã do Jerry Seinfield. Grande parte disso é por conta do seriado em que era protagonista com um grupo de amigos, que foi um marco nas séries de comédia e na televisão.




Nesse show de um pouco mais de uma hora, ele conta algumas de suas antigas piadas, sobre situações do cotidiano, o famoso stand-up.

A graça já começa na abertura, na qual ele enterra várias de suas piadas e entre os presentes estão vários comediantes famosos, como George Carlin, Alan King, Jay Leno, Larry Miller, Paul Reiser e Garry Shandling entre outros, todos com pequenas cenas muito engraçadas. Abaixo vocês podem conferir um trecho




Além das piadas e situações engraçadas, o show questiona o funcionamento dos aviões, o comportamento dos adultos e crianças, e como as pessoas se comportam no supermercado. Nem preciso dizer que todos esses trechos são super engraçados e com certeza vale a pena para quem quer rir um pouco com um humor de qualidade.


Escrito por Fábio Campos

sábado, 8 de novembro de 2014

Posted by Pasteleiro On 12:00 0 comentários

FRITOS NA HORA - Zumbis – Documentário (2011)

Adoro filmes de zumbi. O que mais me fascina é a situação de desespero e desolação nesses cenários povoados por mortos-vivos e esse documentário, que passou no History Channel um tempinho atrás, tem como finalidade mostrar um pouco da história desses seres com base em lendas e com várias entrevistas de diretores especialistas nesse gênero.





Além de bem interessante por tratar de um tema tão singular de um maneira séria, o documentário explora vários ângulos do assunto. São pessoas que acreditam que o surgimento de zumbis está para acontecer e se preparam para isso, e também historiadores explicando da onde surgiu o mito e como ele pode ter se propagado.




Em geral, o documentário é bem interessante e vale a pena se você é fã do gênero como eu. Ele é curto, não chega a ter uma hora, o que é muito bom para não ficar com aquela sensação de enrolação.


Escrito por Fábio Campos

sexta-feira, 7 de novembro de 2014

Posted by Pasteleiro On 12:00 0 comentários

FRITOS NA HORA - Superman e Batman: Inimigos Públicos

A DC é, junto com a Marvel, a editora que possui mais personagens interessantes em seu plantel, e se no cinema ela ainda está engatinhando, nas animações ela reina com tranquilidade, com vários títulos bons e que merecem a atenção, como a clássica Liga da Justiça, Batman e Superman. Por isso, apesar de ser um fã da Marvel, sempre que posso assisto uma animação da DC, e tenho de admitir que invejo a qualidade das suas produções e a forma como conseguem colocar uma saga que fez sucesso nos quadrinhos de maneira quase integral na animação.




Resolvi assistir então Superman e Batman: Inimigos Públicos, uma animação baseada em um arco não muito popular do Jeph Loeb, um roteirista que odeio por sinal. Na trama, o Lex Luthor após eleito presidente, resolve trazer alguns heróis para o seu lado e promover, com base nas suas manipulações, uma caçada ao Superman.




Bem, a animação não é um primor em termos de roteiro, mas as personalidades estão mantidas. O Super é aquele cara boa praça que quer ser amigo de todo mundo e o Batman é mostrado como o turrão que ele é, ainda vale destacar que o Lex Luthor mostrado também tem aquele ar de vilão, porém a sua subida a presidência foi explorada muito rapidamente, o que estragou um pouco a percepção de quem está assistindo, afinal, como um vilão vira um presidente assim tão rápido?




Para concluir, a história é legalzinha, mas tem muitas situações babacas, como a do robô meio Superman e meio Batman que aparece no final. Fica uma impressão que poderia ter saído coisa melhor dali, mas se considerarmos que o Jeph Loeb quem escreveu, só temos de agradecer para não ter virado uma porcaria



Escrito por Fábio Campos

quinta-feira, 6 de novembro de 2014

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FRITOS NA HORA - Passe Livre (2011)

Owen Wilson é mais um daqueles atores que começou fazendo vários tipos de personagem, podendo atuar em drama, ação, comédia e romance, porém de uns tempos para cá ele tem investido cada vez mais nesses filmes de humor enlatado, que começa com o personagem infeliz e termina com uma virada explorando alguma descoberta, e tudo acaba bem. Atores assim temos vários, como Vince Vaugh, Adam Sandler, Ben Stiller e Rob Schneider.




Passe Livre é outro filme assim e que tem uma linha que aposta em sexo, muito palavreado forte e em atores conhecidos para chamar a atenção. A trama é sobre duas mulheres que resolvem, após o conselho de uma amiga, dar um “passe livre” para os maridos durante o final de semana, ou seja, ele poderiam sair e traí-las com quem quisessem.




Bem, como disse o filme é recheado de piadinhas de sexo e aposta grande parte do seu humor nisso. Sem ter visto quem dirigia o filme, apostei nos irmãos Farrelly e acertei em cheio, parece que aquele sucesso que foi “Quem vai ficar com Mary” subiu a cabeça deles, e eles não conseguiram mais fazer um filme que saísse desse tipo de comédia. É uma pena ver atores e diretores que poderiam ser melhores do que isso apostando no riso fácil com piadas sobre pênis e vaginas. Acho que até hoje devem rir com a frase clássica do “Tira no Jardim da Infância”.




Escrito por Fábio Campos

quarta-feira, 5 de novembro de 2014

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FRITOS NA HORA - Um Conto do Destino (2014)

Um conto do destino” é baseado no livro do Mark Helprin. Devo dizer que não conheço nem o autor e nem a obra, porém sei que ela é bem extensa tendo mais de 700 páginas.




A história do filme tem uma das tramas mais surreais que já assisti, é tanta coisa bizarra que começa parecendo um conto de fadas e termina parecendo um daqueles casos de seres de outro planeta. A trama é sobre um ladrão que, ao invadir uma mansão, acaba de apaixonando pela filha do dono da casa e logo começa uma história de paixão que transcende os anos.




Como já disse a trama é surreal, o Colin Farrel não é um ator muito estável que mescla bons e péssimos filmes, aqui ele está mediano no papel de protagonista, porém o roteiro não colabora e num momento ele parece um personagem de época lutando contra a sociedade em busca do seu verdadeiro amor, e no outro voando nas costas de um cavalo alado, fugindo de um bando de demônios, liderados por um vilão caricato e fracamente interpretado pelo Russel Crowe. Para fechar o desfile de coisas surreais, o personagem do Colin Farrel praticamente desaparece no passado e retorna nos dias atuais, com uma explicação bem rasa e ainda um Will Smith com aquela cara de bom moço fazendo o papel de Diabo. Tá bom de viagem para vocês?




Bem, tirando toda a confusão que o filme foi para mim, não consegui em nenhum momento levar a história a sério, mesmo o final que para achei carregado e esperava causar alguma emoção, foi tudo mais do mesmo. Talvez lendo o livro eu possa ter uma base melhor para ver ser a obra é boa e a adaptação ruim, mas até o momento eu só acho que o filme é ruim e não vale a pena. Quem gosta de filmes com essa pegada de magia e um áurea mais voltada para os contos de fada pode achar uma boa opção e quem sabe até se emocionar com a história de amor.


Escrito por Fábio Campos

terça-feira, 4 de novembro de 2014

Posted by Pasteleiro On 12:00 0 comentários

FRITOS NA HORA - Skinheads a Força Branca (1992)

Esse é um dos primeiros filmes do Russel Crowe, numa época que ele estava começando a mostrar seu talento, e seus filmes tinham um pouco mais de qualidade, mesmo com orçamentos baixíssimos.




Skinheads a Força Branca, mostra um grupo de degenerados, que lembram muito a gangue do clássico Laranja Mecânica. São jovens pertencentes a uma classe média, que simplesmente formam um grupo de ódio, onde o maior preconceito é contra os asiáticos, que são constantemente emboscados e agredidos pelos membros da gangue.

O filme não se foca tanto na violência, tendo poucas cenas que de fato exploram os atos, existem brigas generalizadas, mas em nenhum há uma cena de violência digna do Tarantino, por exemplo. O longa começa com um tom crítico e acaba se afunilando até virar uma história deturpada de amor entre um trio de amigos, que termina em morte.




A grande estrela do filme é com certeza Russel Crowe, que interpreta Hando, o protagonista, antagonista e líder da gangue. A sua interpretação lembra a de muitos babacas que saem por aí pregando uma cultura que nem conhece. Apesar de uma atuação interessante, em grande parte do filme ele acaba dividindo o papel de protagonista com o ator Daniel Pollock que vive seu braço direito, e com Jacqueline McKenzie no papel de uma garota abusada pelo pai, que acaba fazendo amizade com o grupo.




O filme é interessante, porém é muito chato, se perde um pouco no caminho e parece que deixa um pouco a critica social para se focar um pouco mais na história de amor. Sobre o assunto de racismo e skinheads eu ainda acho “A outra história americana” o melhor.



Escrito por Fábio Campos

sábado, 1 de novembro de 2014

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FRITOS NA HORA - Platoon (1986)

Platoon é um filme que marcou época por mostrar os horrores que aconteciam no Vietnã, no qual os jovens americanos achavam que partiam para uma guerra cheia de ideais e que seriam heróis, porém caíam num mundo de violência, mortes e como no caso do filme de drogas e descaso com a vida.




A trama é sobre um novato chamado Chris (Charlie Sheen), que acaba se deparando, no batalhão que vai servir, com dois homens com visões diferentes. Um deles é o Sargento Barnes(Tom Berenger) que só consegue resolver as coisas através da violência e enxerga a guerra como uma forma de liberar seu ódio, já o outro é o Sargento Elias (Willem Dafoe) que acredita em outras formas de resolver o problema, tendo em alguns momentos uma abordagem mais pacifista. Desta forma, o protagonista acaba se dividindo entre dois exemplos de autoridade que são praticamente antagonistas.




Bem, em termos de roteiro eu achei o filme interessante, mas não tem uma pegada que me chame muito a atenção. Gostei da crítica construída da guerra e também da forma como a história é imparcial, mostrando que existiam muitos soldados quase psicopatas nos campos de batalha, matando tanto homens, como mulheres e crianças inocentes.




A atuação do Charlie Sheen impressiona, ainda mais se pensarmos que ele se tornou um ator de seriados de comédia que pouco podemos associar a um filme sério como esse. A direção do Oliver Stone se mostra através da forma como a violência é demostrada, em especial nas atitudes do sargento Barnes . Para mim é um bom filme com forte crítica social e deve ser assistido por todos que querem conhecer um pouco da guerra do Vietnã e das pessoas que lutaram nela.


Escrito por Fábio Campos

sexta-feira, 31 de outubro de 2014

Posted by Pasteleiro On 12:00 0 comentários

FRITOS NA HORA - Pompeia (2014)

Pompeia foi uma das cidades em que a grande e famosa tragédia do mundo antigo aconteceu: a erupção do vulcão Vesúvio, que simplesmente destruiu a cidade e matou quase todos os seus habitantes.




Vejam só que história rica temos aqui, daria com certeza um filme interessante com uma abordagem mais séria, mostrando algum conflito na cidade ou tentando mostrar como eram as pessoas que viviam nela. Porém, quando foram escrever o roteiro, resolveram que seria melhor inovar, o resultado acabou sendo uma história repleta de clichês e com situações banais e muito vistas em qualquer filme dessa época.



A história do filme “Pompeia” é basicamente Gladiador ou Spartacus ou Ben Hur transportados para a cidade em que vai acontecer o desastre. O personagem principal aqui é interpretado pelo insosso Kit Harington, conhecido de muitas pessoas como o Jon Snow da série Game of Thrones. Com um papel bem básico, é um homem que é feito de escravo e vendido para Pompeia e que quando pequeno viu a mãe ser morta por um guerreiro romano (Kiefer Sutherland). Na cidade ele acaba conhecendo a bela e rica Aurelia (Carrie-Anne Moss) e os dois se apaixonam, porém ela já tinha um pretendente que coincidentemente é o mesmo cara que matou a família do protagonista. Olha só que situação mais clichê!




O filme não é de todo ruim. As lutas, apesar de parecerem reinterpretações de filmes como “Gladiador” não chegam a comprometer, porém quando se aproxima do final, o longa começa a incomodar. A história deixa de ser um filme de ação com efeitos especiais bons, para se transformar numa trama mais brega, que tenta injetar uma história de amor goela abaixo de quem está assistindo. Recomendo só para quem curte aqueles filmes em que você deixa o cérebro em outro lugar enquanto está assistindo. Se quer ver algo mais interessante sobre essa época sugiro que vejam a excelente série Roma, vale mais o tempo perdido.


Escrito por Fábio Campos