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BIRDMAN O GRANDE GANHADOR DO OSCAR

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quinta-feira, 10 de abril de 2014

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PASTEL DELIVERY - House of Cards (2° temporada)

Eu assisti a primeira temporada de “House Of Cards” e gostei muito. Adorei o Frank Underwood do Kevin Spacey e apesar de ter umas escorregadas aqui e ali a trama se manteve e preparou o terreno para uma brilhante segunda temporada.





Se na primeira temporada conhecemos um pouco sobre o casal Underwood e seu gosto por poder, na segunda descobrirmos que Claire (Robin Wright) e Frank não tem limites para chegar ao topo. Nesta última temporada somos convidados a nos aventurar mais no jogo da política enquanto no lado jornalístico Zoey (Kate Mara) se aprofunda mais na sujeira do casal e conta com aliados para descobrir as verdades que cercam a vida do vice-presidente.

O interessante da série além da sua maneira única de falar com o telespectador, é a forma como nos sentimos divididos em relação a Frank, ao mesmo tempo em que queremos que ele seja pego, sentimos uma tesão quando este momento está perto de acontecer.




Além disso, os personagens que interagem com ele são de tal forma tão sujos, que acabamos percebendo que não existem boas pessoas. O magnata Raymond Tusk (Gerald McRaney) é um desses, porém, o que impressiona e até acho engraçado do ponto de vista da história é quem é o maior tolo de tudo. Não vou revelar aqui, mas com poucos episódios já se descobre.




O final da temporada é surpreendente, e com certeza tem um dos melhores ganchos que já vi. Além disso, Kevin Spacey é um grande ator, e sua presença se faz sentida em cada episódio. Você não sabe quando deve ou não confiar nele. Para os fãs de “Breaking Bad” com certeza “House of Cards” é uma boa opção, pelo menos em grau de protagonista Frank Underwood chega bem perto de Walter White.


Escrito por Fábio Campos

quarta-feira, 9 de abril de 2014

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FRITOS NA HORA - Room 237 (2012) - Por Daniel Guerra

Lembro da primeira vez que vi "O Iluminado" de Stanley Kubrick, a molecada toda reunida para assistir um cultuado filme de terror de um diretor que não conhecíamos muito, mas baseado num livro de Stephn King. O cara que tinha nos presenciado com tenebrosas histórias como Cemitério Maldito, It, Carrie a estranha e Christine e certamente esse filme seria garantia de mais uns sustos e o medo que ficaria do desconhecido e que foge do controle do ser humano.




O resultado foi morno. Alguns acharam péssimo, outros regular, e não saciou a sede de quem esperava ver um Michael Myers, uma aranha alienígena, ou algo mais concreto que ficasse mais próximo da compreensão. E é nessa intangibilidade onde mora a preciosidade da obra prima.
Anos mais tarde, pude conhecer o trabalho do mestre Stanley Kubrick mais a fundo e saber do preciosismo nos detalhes e simbolismos de suas obras. Talvez O iluminado seja o filme onde ele mais trabalha suas metáforas visuais, enriquecendo a estória com detalhes que não são percebidos ao assisti-lo uma só vez. Um filme denso e sem respostas óbvias que conta sua estória em camadas.

E é aqui que entra Room 237:


O documentário de Rod Ascher apresenta cineastas, jornalistas entre outros profissionais em depoimentos que retratam o impacto do filme ao assistí-lo pela primeira vez, um desconforto que gerava discussão e novas investidas para melhor entendimento e construindo suas teorias (algumas mirabolantes) sobre a obra. Nazismo, colonização da américa e a chegada(?) do homem a lua (meu momento preferido) são apenas alguns dos temas levantados, mostrando que o Iluminado é um filme para ser visto e revisto diversas vezes, pois cada visualização revela um detalhe despercebido que colabora com a construção do todo.





Uma coisa que aprendi com o tempo, é que definitivamente O Iluminado não é um filme para moleques.






Escrito por Daniel Guerra

terça-feira, 8 de abril de 2014

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SUCOS DO RODRIGO - Quando Caetano saiu da Ordem

Ser Caetano Veloso é um fardo enorme, pois carrega louros de vitórias antigas e criticas pelo momento de marasmo.
No começo dos anos 90 Caetano começava a ser contestado, onde estava aquele líder musical que brigou contra a ditadura? Será que ele se escondeu atrás de programas da globo? Ou ele foi parar embaixo da geração pop rock oitentista?




Caetano aproveitou os anos 80 para respirar e buscar inspirações, Velô (1984) mostrava um “Caê” namorando com a rebeldia “roqueira” que seria resgatada muito tempo depois no trio Cê, Zii e Zeê e Abraçaço ou até com o pop em Uns (1983).

Os anos 90 foram o resultado de somatória dos “Caetanos” 60, 70 e 80, pois traz um músico de peito aberto, sem medo de balas ou rosas e abrindo os trabalhos com Circuladô.

Fora da Ordem abre o disco sendo múltipla, é o poeta critico o artista completo e o ser sem medo de ser Caetano Veloso.

Caetano parece não temia ser agressivo num momento e de uma doçura enorme em outro ao proferir uma coisa linda tipo Boas vindas ou mandar dançar com Neide Candolina.

Quando cai para agressividade, o cantor destila o veneno da fantástica o Cú do Mundo quase que vislumbrando o Brasil que viveríamos em 2014.

Circuladô é um retrato perfeito de Caetano Veloso, seja para seus detratores chamarem-no de ambíguo e arrogante ou para que os seus muitos amantes o idolatrem pela genialidade, mas de qualquer forma, o que fica desse registro são sua urgência e capacidade de não passar incólume a uma boa audição.


Escrito por Rodrigo Moia

sexta-feira, 4 de abril de 2014

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SUCOS DO RODRIGO - Porque Listen without prejudice vol.1?

E lá vamos nós para mais um desafio de defender aquele disco que poucas pessoas gostam ou até teriam coragem de defendê-lo, mas nós do pastelaria faremos a tarefa!



Hoje em dia advogar a favor do George Michael é uma tarefa árdua, seja por sua guinada musical duvidosa ou por suas atitudes, o cantor se tornou persona non grata em boa parte dos veículos musicais. Mas no começo dos anos 90 a história era outra, o músico vivia um momento impar de sucesso avassalador graças a Faith(1987) que gerou nada mais que 20 milhões de cópias ao redor do mundo e pelo menos 4 músicas no top das paradas.

Com sucesso debaixo do braço George optou por um caminho mais complicado em seu segundo disco solo, pegou o funk misturou ao pop, foi ao R&B e ainda dormiu um pouco com jazz soando até que inovador para aquele momento do mainstream musical.

LWP abre com Praying for time uma canção pop “redondinha” perfeita para as rádios e isso se repete em Something to save e na boa Heal the Pain.
George Michael quase que anuncia a sua homossexualidade em Freedom 90, hit absoluto de 1990 e um dos clipes mais influentes da história.

Waiting for that day roubou tanto de You can´t always get what you what dos Stones que o cantor resolveu dar a coautoria das faixas para Jagger e Richards, atitude acertada e mais uma bela canção pop.




Listen Without Prejudice Vol.1 é aquela joia pop que pode ser ouvida em 1990 ou 2014 que será sempre atual, por isso, largue o preconceito e vá ouvir esse bom disco pop!



Escrito por Rodrigo Moia

quinta-feira, 3 de abril de 2014

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FRITOS NA HORA - O segredo de seus olhos (2009) - Por Daniel Guerra


Uma produção hispano argentina vencedora do Oscar de melhor filme estrangeiro de 2010, O segredo de seus olhos de Juán José Campanella é um filme envolvente. Uma bela fotografia (a sequência do estádio de futebol é de cair o queixo), diálogos excelentes, personagens bem construídos, além de roteiro e atores inspirados são algumas das qualidades dessa produção que merece sua atenção.




O filme conta em flashback a estória de Benjamin Esposito (o ótimo Ricardo Darin), que em 1974 trabalha no setor burocrático da polícia argentina e é deslocado para cuidar do caso de estupro seguido de assassinato da jovem Liliana Colotto. Os personagens coadjuvantes como o parceiro alcoólatra Pablo Sandoval e sua colega novata Irene Hastings (seu amor platônico) enriquecem a trama interagindo e contribuindo para as investigações de Esposito.



Os detalhes que mais me prenderam a atenção foram os diálogos muito bem construídos e a fotografia que privilegia os olhares, que entregam as emoções dos personagens construindo melhor suas personalidades e sentimentos.






Cabe aqui uma discussão sobre o nosso cinema nacional, que ultimamente tem privilegiado (muitas) comédias e documentários (alguns excelentes) em detrimento a outros gêneros do cinema, salvo poucas exceções. Recententemente, José Padilha deu entrevista ao Roda Viva, e teceu alguns comentários sobre o tema.




Escrito por Daniel Guerra

quarta-feira, 2 de abril de 2014

Posted by Pasteleiro On 12:00 2 comentários

PASTEL DELIVERY - True Detective

Matthew McConaughey, o nome mais dito nos últimos meses?Sim, e possivelmente repetido exaustivamente até nos próximos anos.




Depois de fazer um pacote enorme de filmes ruins que incluíam ai comédias românticas (Minhas adoráveis ex-namoradas) e até filmes de ação (Sahara), sempre norteados por roteiros deprimentes que solicitavam aquela pausa para o galã tirar a camisa, para essa máxima deixamos aqui um trecho que Matt Damon trolla abertamente esse “talento” de Matthew:




Cansado e sem rumo, Matthew aceitou um pequeno desafio, interpretar um assassino psicopata em Killer Joe – Matador de aluguel, um verdadeiro “turning point” na carreira do ator que viu ali o momento perfeito para sua mudança.

Sem deixar respirar a critica ou quem o criticou Matthew emendou bons filmes de papéis menores, O lobo de Wall Street e até projetos em que pode brilhar sozinho como o premiado O clube de compra de Dallas.




Seguro de si, ele aceitou um projeto difícil e complicadíssimo que foi levar para TV uma série com roteiro denso, amarrado e sem concessões, quase que fugindo dos motes hollywodianos aplicados a TV americana atualmente, assim nascendo True Detective.

Durante oito episódios somos jogados ribanceira abaixo na psique perturbada dos personagens, de um assassino que acredita estar acima de todos até aos detetives que preenchem suas vidas de maneiras um tanto quanto escusas, a série é uma jornada única que vale muito a pena a ser seguida.




Woody Harrelson, um dos atores mais injustiçados de hollywood, fornece a Mcchouagney um parceiro perfeito em cena, duelando através de personagens distintos, mas que se completam ao longo da viagem. Aliás, True Detective não é uma série de plot com introdução, explicação e finalização, ali somos pinçados episódio por episódio há compreender um pouco mais sobre os problemas dos personagens, sempre aliciados a pensar algo dúbio em relação aos mesmos.

True Detective é daquelas séries que merece o investimento em um box completo, pois impressiona a cada nova visualização.

terça-feira, 1 de abril de 2014

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FRITOS NA HORA - Walt nos Bastidores de Mary Poppins (2013)

Walt Disney foi um homem a frente do seu tempo. A forma como ele enxergava a Disneylândia e a maneira como os seus sonhos e seu espírito de empreendedorismo andavam juntos com certeza marcaram época.




Em "Walt nos Bastidores de Mary Poppins" conhecemos a história por trás do clássico “Mary Poppins”. Da obsessão ensandecida de Walt Disney (muito bem interpretado pelo Tom Hanks), pela promessa que fez as suas filhas de adaptar para o cinema o livro preferido delas. O que ele não contava era com a rabugenta P.L Travers (a sempre boa Emma Thompson) a autora, que simplesmente odiava o conceito da Disney para a adaptação.




O longa se fixa na relação dos Disney com Travers e, enquanto isso, através de flashbacks, vamos descobrindo o que de fato representava a Mary Poppins para a autora. O filme é cheio de momentos muito bons, como a relação entre P.L e seu pai (Colin Farrel) e também quando Walt fala da paixão que sente pela sua criação.




Eu gostei muito do filme e acho que foge um pouco do lugar comum. Leva à tela personagens interessantes como Walt Disney, que mostrou ser uma figura interessante e que merece um filme só dele, de preferência interpretado pelo mesmo Tom Hanks.


Escrito por Fábio Campos

segunda-feira, 31 de março de 2014

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FRITOS NA HORA - É o fim (2013)

Uma comédia de enredo simples onde os amigos de longa data Seth Rogen (Ligeiramente grávidos, O virgem de 40 anos) e Jay Baruchel (Menina de ouro, Como treinar seu dragão) se encontram em Los Angeles vão para uma animada festa na casa de James Franco lá encontrando diversos convidados especiais como Rihanna, Emma Watson, entre outros em situações hilárias e constrangedoras.




Só um detalhe para uma reviravolta na estória: O apocalipse bíblico começa a se desenrolar fazendo com que todos busquem por sua sobrevivência, e a partir daí, situações absurdas, tensão, drogas e diálogos engraçados (como os de Danny Mcbride e James Franco) se desenrolam até um final inusitado.




Garantia de boas risadas, mas não espere nada espetacular. E tire as crianças da sala. Rs


Escrito por Daniel Guerra

sexta-feira, 28 de março de 2014

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FRITOS NA HORA - Dr. Fantástico (1964)

Uma comédia de humor negro em preto e branco. Foi usando esse gênero cinematográfico que em 1964 Stanley Kubrick criticou e ridicularizou a guerra fria causada pela divisão bipolar do mundo à época.




Contando com a ajuda de um Peter Sellers inspirado (interpretando 3 papéis), a tensão e o jogo político entre URSS x EUA é contada utilizando muita ironia e metáforas visuais. Os diálogos entre os presidentes russo e americano, além do cientista (Von Braun?) que controla o programa nuclear americano são um show à parte e o motivo que levaria à guerra atômica entre os comunistas e capitalistas seria de uma tolice impossível de se concretizar. Ou não.





Dr. Strangelove é o terceiro filme de uma trajetória de êxitos cinematográficos de Kubrick, sendo muito bem recebido pela crítica da época e sendo indicado a 4 Oscars: Melhor Filme, Melhor Diretor, Melhor Ator (Peter Sellers) e Melhor Roteiro Adaptado. Também no filme podemos encontrar um jovem ator que futuramente seria conhecido como uma das vozes mais famosas do cinema. Algum chute?




Escrito por Daniel Guerra

quinta-feira, 27 de março de 2014

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FRITOS NA HORA - A menina que roubava livros (2013)

Não li o livro, então não esperem ler aqui uma análise enorme sobre como cortaram aquela cena importante, ou colocaram um ator de olho claro quando era um de olho escuro. No caso dessa resenha só vou falar o que achei do filme.




A menina que roubava livros” conta a história da pequena Liesel Meminger (Sophie Nélisse) que é deixada pela mãe aos cuidados de um casal alemão Hans Hubermann (Geoffrey Rush) e Rosa Hubermann (Emily Watson) durante o início do regime nazista. Durante o sofrimento da 2° Guerra Mundial ela descobre no seu amor aos livros uma forma de sobreviver.

Eu sou fã de filmes com histórias de guerra, você assiste aquilo e imagina como as pessoas conseguiam sobreviver naquela época. É tanto ódio por todos os lados, e bombas explodindo e a cada dia a chance de morrer alguém próximo a você é maior. O filme consegue passar isso, porém, eu acho que ele se arrasta demais. São diversos os momentos em que parece que a trama trava.




Um ponto positivo é a narração em off, com um personagem misterioso contando o que aconteceu. É uma maneira que gostei para dar um tom mais interessante a trama, a revelação final não é surpreendente, pois por vários momentos você pode matar a charada.




Recomendo como uma boa opção para assistir em família é um filme que seguramente daqui um tempo será daqueles que quando passa você quer assistir um trecho ou outro, mas nunca ele todo. Não é fenomenal, mas com certeza não é uma perda de tempo.


Escrito por Fábio Campos

quarta-feira, 26 de março de 2014

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FRITOS NA HORA - West of Memphis (2012)

Um documentário tenso que nos apresenta um dos casos de condenação mais controversos dos EUA. A história começa em West Memphis, uma pequena cidade do estado de Arkansas nos EUA com a misteriosa morte de 3 crianças de 8 anos e os esforços da polícia local para a condenação de 3 jovens locais que teriam supostamente envolvimento com magia negra. Um deles sendo condenado à morte pelo crime onde não havia provas concretas de seu envolvimento, apenas testemunhas com depoimentos controversos e provas forjadas.





O caso passa a ter maior repercussão após a entrada de personalidades importantes como Eddie Vedder (Pearl Jam), Johnny Depp, o renomado diretor Peter Jackson (produtor do documentário), entre outros artistas que ajudam a divulgar o caso, fomentando a discussão sobre se a justiça realmente estava sendo aplicada na situação. West of Memphis é um documentário que instiga a discussão sobre a pena de morte, e a burocracia do estado com suas consequências que geram resultados desastrosos. Também existe uma série de documentários sobre o caso chamada "Paradise Lost" que colabora com um maior entendimento sobre o processo e suas falhas.





Escrito por Daniel Guerra

terça-feira, 25 de março de 2014

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FRITOS NA HORA - Searching for Sugar Man (2012)

Olá pessoal! Meu nome é Daniel Guerra e a partir de hoje participo do Pastelaria Filmes comentando sobre Música e Cinema.




Sou fã confesso de documentários e sempre encontro um tempinho para dara atenção especial a eles. Ultimamente, o que me chamou atenção foi "Searching for Sugar Man", ganhador do Oscar de melhor documentário de 2012. Talvez uma das mais comoventes histórias da música, a história do errante Sixto Díaz Rodríguez, apontado à época como um letrista mais ácido e genial que Bob Dylan por retratar de forma nua e crua a realidade das ruas em que vivia. Chegou a gravar dois álbuns de excelente qualidade facilmente encontrados no Youtube.


Desconhecido nos EUA, um ícone da luta social na África do Sul que à época sofria sobre a influência do Apatheid, sendo considerado um artista mais influente e conhecido no país que Elvis Presley e os Rolling Stones . Sixto também teria seu talento reconhecido na Austrália, mas em sua terra natal, permanecia como um completo estranho. O documentário nos apresenta a sequência de encontros e desencontros que tornaram possível a construção de uma lenda, enchendo o bolso de sua gravadora com alguns milhares de dólares que nunca foram repassados a ele.

Sixto nos dias de hoje tem seu talento reconhecido e tem se apresentado em importantes festivais e programas de música como Glastonbury e Jools Holland. Seguem alguns vídeos abaixo para conhecer um pouco do seu trabalho:

Glastonbury


Jools Holland



Escrito por Daniel Guerra