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BIRDMAN O GRANDE GANHADOR DO OSCAR

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segunda-feira, 12 de março de 2012

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PINGANDO ÓLEO..- Carnage (2011)

Carnage” com certeza é um dos filmes que quando elaborado devia ter toda a atmosfera para concorrer ao Oscar. Para vocês terem uma noção são 4 atores, sendo 3 deles ganhadores do prêmio, conversando sobre um tema polêmico, dirigidos pelo Roman Polanski. Concordam comigo? Na minha opinião, o resultado foi um conversa bastante interessante que trata sobre bullyng da perspectiva de dois casais de pais.





O longa tem como principal diferencial se manter em um ambiente fechado por uma hora e vinte minutos mostrando a personalidade de quatro pessoas, diante da agressão de um garoto a outro durante uma discussão, assim somos apresentados a Penelope Longstreet (Jodie Foster) e Michael Longstreet (John C. Reilly) um casal mais liberal que são os pais do garoto agredido, enquanto a esposa parece uma mulher cheia de convicções o marido, talvez pelo ator, parece ser mais um bonachão, ele basicamente busca sempre ser o mediador da conversa. O outro casal é formado por Nancy Cowan (Kate Winslet) e Alan Cowan (Christoph Waltz), aqui o marido é um advogado distante e a esposa uma típica mulher submissa.





O interessante em "Carnage" é que o filme é basicamente sobre pessoas, a cada momento a conversa entre os casais tem um novo foco, e logo fica claro que a discussão ali não é só sobre os filhos, mas sobre como cada um é, então não se impressione se hora um dupla briga e logo se rebelam um contra o outro, a ideia pelo que entendi é basicamente essa: mostrar a discórdia e um paralelo sobre pais que querem educar os filhos mas nem sabem como fazê-lo.





A minha percepção é que o longa é um filme interessante com um elenco de bons atores e lembra clássicos como "12 homens e uma sentença" que também usa de um cenário só para se focar nas pessoas e suas convicções. Uma pena que por ter esse ritmo diferente não tenha agradado muitas pessoas.


sexta-feira, 9 de março de 2012

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FRITOS NA HORA - A casa dos sonhos (2011)

"A casa dos sonhos" é um desses filmes que se vende como terror, mas na verdade é um suspense. Eu pelo menos, quando assisti, imaginei algo no estilo "Horror em Amityville" ou "Iluminado", mas aos poucos fui percebendo que o filme tinha uma linha totalmente diferente, não vou me aprofundar muito sobre o tema para não entregar sobre o enredo, mas garanto que de assustador o longa não tem muita coisa, então se vai assistir com essa intenção pode esquecer.





A trama de "A casa dos sonhos" conta a história de uma família que se muda para uma casa cheia de mistérios que aos poucos vão se revelando profundamente ligados a eles.





O elenco apesar de recheado de estrelas como Daniel Craig (que para mim só funciona em filmes de ação), Naomi Watts (essa parecia apagada o filme todo) e Rachel Weisz (que não acrescentou nada com sua atuação) não funcionou e o resultado foi uma trama perdida e até meio sem sentido.





Na minha opinião o longa não chega a ser ruim, ele simplesmente é raso, utiliza uma ideia que já caiu em lugar comum e particularmente não me surpreendi com nenhuma das reviravoltas na trama. E ainda repito: não é um filme de terror, é no máximo um suspense.


Escrito por Fábio Campos

quinta-feira, 8 de março de 2012

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FRITOS NA HORA - O guarda (2011)

Um policial durão e um policial bonzinho, um policial bonito e um feio, um alienígena e um terráqueo, quantas dessas combinações vocês já viram? Pois bem, em "O guarda" esse clichê do cinema de ação é novamente explorado, porém aqui o que temos é uma comédia inglesa bastante interessante, que não poupa ninguém com seu humor negro.





A história, como qualquer uma que une duas figuras distintas, envolve um grande transporte de drogas, o que leva o agente do F.B.I Wendell Everett (Don Cheadle) até uma cidade do interior, que tem como principal policial o nada ortodoxo sargento Gerry Boyle (Brendan Gleeson). Claro que a junção dos dois acaba se tornando um encontro inusitado sempre sendo apontado o preconceito singelo do americano com o policial irlandês e da maneira sem papas na língua que Boyle trata o agente.





Como disse, o filme é todo baseado nesse clichê de uma dupla de policiais diferentes, porém a atuação de Brendan Gleeson se torna um diferencial ao filme é muito legal a maneira como seu personagem reage as situações que o cercam, parece as vezes um idiota e outra um gênio.





Eu recomendo o filme para quem quer uma comédia de ação muito bem escrita e com um elenco cheio de bons atores, "O Guarda" com certeza vai agradar aos fãs do humor negro, especialmente pelas atitudes do seu protagonista.


Escrito por Fábio Campos

Posted by Pasteleiro On 10:00 0 comentários

FRITOS NA HORA - Os Três Mosqueteiros (2011)

Os Três Mosqueteiros já renderam vários filmes. Em 2011 o diretor Paul W.S. Anderson quis trazê-lo de volta com uma nova proposta, ou seja enfiar o maior número possível de efeitos especiais, contratar uma mulher sexy como Milla Jovovich e deixar a história rolar.





O resultado dessa combinação não poderia ser mais forçado, temos várias cenas que desafiam a lógica, eu me lembrei muito durante o filme de “As Loucas Aventuras de James West”, mas não duvido que a intenção tenha sido mais transformar o filme numa franquia estilo “Transformers”, e agradeço que o filme não deu certo, duas franquias abusando de explosões e mulheres bonitas é demais.





No elenco do filme, o ator que mais paga mico é Christoph Waltz que desde "Bastardo Inglórios" filme que lhe rendeu o Oscar como melhor ator coadjuvante, não conseguiu mais acertar o passo, desde então só tem saído filmes ruins. O resto dos atores já estão mais no nível desse tipo de produção.





A minha recomendação é que se vocês querem ver um filme cheio de cenas de ação e bem forçado, que abusa de duvidar da nossa inteligência, então realmente essa é minha dica. Só aviso o filme parece na capa um "Piratas do Caribe" mas está bem longe disso.


Escrito por Fábio Campos

quarta-feira, 7 de março de 2012

Posted by Pasteleiro On 10:00 0 comentários

FRITOS NA HORA - Lanterna Verde: Os Cavaleiros Esmeralda

Já disse algum tempo aqui no Blog que a Marvel pode ter filmes mais populares no cinema, sendo que a DC só tem o Batman como carro-chefe, já que o último filme do Super-Homem não emplacou, porém em termos de animação a DC leva uma vantagem impressionante, mas um caso que mostra isso é essa despretensiosa animação sobre o Lanterna Verde, que de uma maneira muito divertida conta um pouco sobre a história do personagem e toda a mitologia em volta de seus poderes e dos seus amigos.





Apesar do fiasco que foi o filme do herói, falamos sobre ele aqui, e ainda o considero um dos piores de 2011, a animação passa longe disso e sem a obrigação de ter que agradar a todos acaba conquistando a atenção com o seu roteiro, que segue uma nova na tropa dos Lanternas, que aos poucos vai aprendendo sobre diversos personagens importantes da Tropa.

Entre as participações de personagens conhecidos temos Hal Jordan (dublado pelo Nathan Fillion) , Sinestro (Jason Isaacs), Kilowog (Henry Rollins) entre outros.






Devo confessar que a qualidade me impressionou e o roteiro baseado em HQs do personagem me deixou curioso para conhecer mais sobre o Lanterna Verde, é uma pena que não souberam fazer um trabalho tão bem feito para transportar o herói para a tela grande. Abaixo um trecho da animação para vocês verem a qualidade:





Escrito por Fábio Campos

terça-feira, 6 de março de 2012

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PINGANDO ÓLEO..- J.Edgar (2011)

"J.Edgar" é um dos filmes que tem tudo para dar certo. No papel principal temos um grande astro Leonardo DiCaprio, que está muito bem no papel de J.Edgar Hoover, um diretor de qualidade como é o caso do Clint Eastwood e uma boa história, então a pergunta que fica é: Como ele pode ter sido esquecido pela crítica e pelo Oscar?





A minha teoria é a da polêmica, afinal é complicado para os americanos cheio de seus preconceitos aceitar algumas verdades sobre J.Edgar, especialmente a sua misteriosa relação com Clyde Tolson (Armie Hammer). Não bastasse isso o caráter do homem que transformou o FBI em uma referência é por muitas vezes apontado como falho.





Um ponto interessante do filme é a forma como a história é contada se assemelhando um pouco a trama da “Dama de Ferro” outro filme muito bom, em ambos é possível perceber que quiseram mostrar os personagens principais como pessoas comuns, sem aquela tentativa de transformar os mesmos em mártires, além disso o recurso de mostrar o passado e presente enquanto a trama é contada também é utilizado em ambos.





Na minha opinião é inaceitável que um filme com essa qualidade tenha sido deixado de lado enquanto tramas mais bobas como "Cavalo de Guerra" e "O homem que mudou o jogo" tenham sido indicados ao Oscar. Com certeza uma falta de visão dos membros da academia.





Recomendo o filme que apesar de extenso é muito bom, eu não acho que é o melhor trabalho do Clint Eastwood e nem do Di Caprio, mas com certeza merece ser visto. Um detalhe importante a acrescentar é sobre a sexualidade do personagem principal, que enquanto no filme aponta para homossexualismo, na vida real os historiadores divergem sobre isso.


Escrito por Fábio Campos

Posted by Pasteleiro On 10:00 0 comentários

SUCOS DO RODRIGO - Bruce Springsteen

Numa América dominada pela incerteza e sem muita perspectiva de mudança em curto prazo, a música se tornou algo secundário, dando vazão a grupos e cantores sem conteúdo que só querem saber do tal “Party Rock”, ou “Go to the floor”, como se não conseguissem enxergar o buraco que seu país está atualmente, nesse momento, assim como fez nos anos 70 quando chutou as portas do pop e disco com canções falando sobre renegados e ex-presidiários, Bruce Springsteen repete a dose em Wrecking Ball.





Dá lhe mirar para os bancos e ricos em canções como Death to my hometown e na faixa titulo, que para efeito de comparação serve quase como uma Saudosa Maloca americana e rocker.


Assim como fez em Magic quando destilava raiva ao governo Bush, vide a soberba e lindíssima Your own Worst enemy, Wrecking Ball mira os verdadeiros vilões da crise Americana, os bancos, ricos e republicanos que durante os desastrosos oito anos de administração Bush fizeram o que bem entendiam e quebraram os Estados Unidos, jogando a bomba na mão dos mais pobres.





This depression e We take care of our own mostram uma tristeza pelo que o trabalhador Americano vem passando nos últimos anos que em show com Bruce profetizando seu rock pode levar muitos as lágrimas.





Wrecking Ball funciona bem por causa de suas letras fortes e pesadas, e acaba por mérito acertando na qualidade sonora, dando um ótimo respiro à carreira brilhante do boss!

segunda-feira, 5 de março de 2012

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PINGANDO ÓLEO..- Medianeiras (2011)

A Argentina tem se mostrado um polo para o cinema de qualidade na América do Sul. Um dos motivos disso é a forma como retratam a realidade e sua cultura como ambiente de uma trama e não como catalisador, enquanto lá se conta uma história que ocorre em uma favela, aqui se conta sobre uma favela que tem um personagem.





Fica claro esse distanciamento em "Medianeiras" uma comédia romântica que assim como o já defasado "Mensagem para Você" trata sobre o relacionamento na era digital, ou seja, o famoso relacionamento virtual, enquanto no filme americano a trama se foca em dois inimigos que se conheciam por e-mail, o longa argentino prefere desenvolver bem os personagens antes que eles se conheçam no mundo virtual.





O personagem Martín (Javier Drolas) por exemplo é mostrado como um nerd com dificuldade de se relacionar com o mundo e que usa o computador como sua ferramenta social, enquanto Mariana (Pilar López de Ayala) é uma mulher perdida que ainda não sabe como se encontrar.





O filme é muito interessante e diferente das comédias românticas que estou acostumado a assistir. A poesia implícita e as imagens de Buenos Aires deixam o longa mais atrativo e eu, como nerd que sou, pude me deliciar com as referências pops. Fica a dica também para as mulheres que estão em busca de um romance, quem sabe assim como no filme o seu amor pode estar em um computador bem próximo de você.


Escrito por Fábio Campos

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PINGANDO ÓLEO.. - Bullhead (2011)

Um dos objetivos desse blog é poder apresentar novos filmes para quem está cansado do lugar comum, por isso uma das nossas preocupações é sempre buscar linhas alternativas e que possam agradar a esse tipo de leitor curioso.





Com base nisso assistimos "Bullhead" um filme belga, que concorreu ao Oscar de melhor filme estrangeiro, prêmio este que foi para o iraniano "Separação" (do qual já falei por aqui). Em "Bullhead" somos apresentados a história de Jacky Vanmarsenille (Matthias Schoenaerts), um açougueiro com pinta de mafioso, que quando era criança sofreu uma experiência terrível e segue até hoje marcado por isso.





Um dos grandes méritos do roteiro é a analogia que o personagem principal tem com um boi, e isso fica claro não só pela estrutura de Jacky (o cara é simplesmente enorme), como também pelo jeito bruto e inconsequente que age. Além disso, existe outra semelhança que o personagem divide com um boi que se descobre ao longo da história.





Recomendo muito o filme, a combinação de drama como ação, e a forma como a história vai se desenvolvendo são grandes atrativos. Quanto ao elenco não temos ninguém que se sobressai, o ator que interpreta o personagem principal é um marombado que parece lutador de UFC, mas que com certeza se mostrou uma escolha acertada para o longa.





Escrito por Fábio Campos

sexta-feira, 2 de março de 2012

Posted by Pasteleiro On 10:00 0 comentários

PINGANDO ÓLEO..- A mulher de preto (2011)

Infelizmente para Daniel Radcliffe não será "Mulher de Preto" que vai desvincular sua imagem com a do bruxinho que a garotada adora, porém ele com certeza caminhou um pouco na direção de ser tornar mais conhecido para os fãs de filmes de terror.





Em "Mulher de Preto" somos apresentados a Arthur Kipps (Daniel Radcliffe) um jovem advogado e viúvo que trabalha arduamente para sustentar o filho. Em uma de suas viagens a trabalho acaba indo parar em um estranho vilarejo aonde enfrentará o fantasma de uma mulher atormentada.





Algum tempo atrás eu disse que o gênero de terror tinha caído no ridículo com várias histórias que mais exploravam a escatologia e o sangue do que realmente assustando, como exemplo ainda citei "Jogos Mortais". Porém devo reconhecer que "Mulher de Preto" é um genuíno filme de terror, que explora de forma muito eficaz o sobrenatural e sabe deixar quem assiste ligado e tenso. Em alguns momentos ele lembra muito um filme de terror oriental, só não vou dizer qual para não estragar a trama para que não viu.





Em relação a atuação de Daniel, ele não se sobressai e a impressão que dá é que qualquer ator poderia fazer o papel. Quem rouba a cena na minha opinião é a talentosa Janet McTeer, que está muito bizarra no filme, quem viu "Albert Noobs" sabe que a mulher tem talento.

Eu recomendo o filme para quem gosta de terror, achei melhor até que o "Sobrenatural" que é bem mediano e elogiaram um monte no ano passado. Se você quer relembrar como é se assustar sem ser em um filme com a câmera tremendo ou com um psicopata desmembrando pessoas deve assistir "Mulher de Preto"





Um curiosidade que foi apontada para mim e que com certeza só mostra a falta de sorte do Daniel Radcliffe é que "A mulher de preto" é uma refilmagem de um longa de 1989 e o papel que ele faz no filme foi feito na versão antiga por Adrian Rawlins. Conhece? Eu também não, até que fui olhar o história e descobri que ele interpretou o pai do Harry Potter na série. É, parece que o legado do Sr. Potter vai demorar para sair desse jovem ator.

quinta-feira, 1 de março de 2012

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FRITOS NA HORA - Cidade dos Sonhos (2001)

Antes de começar a falar de "Cidade dos Sonhos" acho importante dizer que o grande diferencial da Pastelaria Filmes é que buscamos ver os filmes como pessoas que realmente assistem filmes. Então será raro as vezes que vamos falar sobre coisas técnicas, elogiar fotografia e coisa e tal, pense assim: a "Pastelaria Filmes" é aquele se u amigo que adora falar de cinema e para quem você pede dicas, nem sempre ele acerta seu gosto e não tem uma opinião sempre igual a sua, mas com quem você adora papear. Pois bem, então alguns de vocês devem estar perguntando a razão de eu ter falado tudo isso. A explicação vem com a crítica que vou fazer sobre "Cidade dos Sonhos".





Sempre fiquei curioso sobre esse filme, me diziam que era muito bom e um clássico por culpa do seu nome nada original. Já aluguei “Cidade do Anjos” (aquele romance do Nicolas Cage) e Cidade das Sombras (um péssimo filme de ação), a grande reviravolta é que há alguns dias achei o longa para baixar e resolvi me arriscar.





A história é sobre uma mulher que após quase ser morta em um acidente perde a memória, (essa personagem é interpretada pela bela Laura Harring), que ferida, busca refúgio em uma casa vazia e acaba se deparando com Betty (a linda Naomi Watts).





Falando assim a trama parece simples, porém ai é que vocês se enganam, devo confessar que nesses anos todos de cinema foram poucas as vezes que vi um filme tão confuso. Não sei se foi essa a intenção do diretor/roteirista David Lynch, mas eu fiquei vendido em diversas cenas e quase larguei mão do filme em diversos momentos, pesquisei depois na internet explicações sobre o enredo mas ninguém sabe certamente explicar a história do filme, para vocês terem uma noção tem várias teorias sobre ele na net. Outro destaque é uma cena de sexo entre a Laura Harring e Naomi Watts.





Acho legal quando um diretor tenta inovar, mas nesse caso o resultado foi meio que frustrante, a trama é um quebra cabeça que temos que montar e o duro é sabe por onde começar. Não recomendo o filme para qualquer um, quem se arriscar saiba que o filme é bem complicado, imaginem um Donnie Darko elevado a potência. E se você acha que entendeu, vai na net e veja as outras explicações que as pessoas tem com certeza você vai se surpreender.

Posted by Pasteleiro On 10:00 0 comentários

PINGANDO ÓLEO..- Dama de Ferro (2011)

Assistir Meryl Streep retirar as amarras do que é fantasia e o que é realidade é uma das mais nobres tarefas que o cinema nos prega.





Seja vivendo comédias banais como Simplesmente Complicado, musicais bobos tipo Mama mia, dramalhões no quilate de A escolha de Sofia ou até cinebiografias como A Dama de Ferro, ela sempre supera a história é como se Meryl fosse em alguns momentos maior que a obra ali exposta.

A Dama de ferro, cinebiografia da ex- primeira ministra inglesa Margareth Thatcher prima pela atuação única e exclusiva da brilhante atriz.





Apesar de toda qualidade ali empregada por Ms. Streep o que vemos é um enredo que muitas vezes peca pela falta de informação e tenta humanizar uma mulher dura que feriu muitas vezes os direitos dos trabalhadores ingleses.

Dos discursos em público a senilidade, Thatcher no filme é pintada de certa forma como uma incompreendida, fato que a história conta o contrário.





Outro fator esquecido no filme é o embate público entre artistas da ala esquerda com a Dama de ferro, vale lembrar que o próximo turista a pisar em nossas terras Morrissey, escreveu a fabulosa Margareth on the Guillotine.





Fatos e dados esquecidos podem ser ignorados após o final quando percebemos que ali em nossa frente presenciamos mais uma vez uma atuação impecável da inoxidável dama do cinema.