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BIRDMAN O GRANDE GANHADOR DO OSCAR

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sexta-feira, 24 de fevereiro de 2012

Posted by Pasteleiro On 17:00 2 comentários

FRITOS NA HORA - Conan, o Bárbaro (2011)

O último filme do cimeriano foi massacrado pela crítica e apontado por muitos como um dos piores filmes de ação do ano. Na minha opinião, os críticos realmente estão certos. Mas só tem um porém: o filme não foi feito para eles. Afinal, você acha realmente que um longa cheio de sangue e cabeças voando, com um elenco cheio de péssimos atores, poderia agradar a alguém?





E daí eu digo: “ SIIIIIIIIIIIIIIM!”, ele agrada em cheio quem vai ao cinema para curtir porradaria. As cenas são bem forçadas, as lutas são um mar de sangue e o Sr Jason Momoa faz o que se propôs a fazer.

Muitas das pessoas que viram o filme e odiaram são os fãs da primeira versão, aquela protagonizada pelo marombado Arnold Schwarzenegger. Essa antigueira, se fosse exibida hoje em dia, ia se equiparar à versão atual – os efeitos também não serem bons e os atores, bem esses nem preciso falar.





Então muita gente agora deve estar pensando: “Puxa, Pasteleiro! Então você gostou do filme? E tá querendo defender ele?” Aí que a coisa pega, eu não achei o filme bom nem ruim, é só mais um filme de ação. Talvez o seu maior pecado fosse usar o nome Conan, porque se não fosse por isso, talvez fizesse mais sucesso.





Vamos lá: o filme tem seus exageros? Tem sim.

Aparecem cenas forçadas, como cabeças piscando depois de decepadas? Tem também.
Os diálogos são ridículos, que até da vergonha? Também.

Mas vocês meus amigos, assistam “Comando para Matar” ou “Stallone: Cobra” e me digam: qual a diferença?






Eu recomendo o filme para quem quer ação sem pensar, sem pensar mesmo.
Mas aviso: não espere atuações boas, um roteiro bom ou qualquer coisa desse nível.
É só mais um filme que se não existisse esse negócio de “classificação por faixa etária”, um dia iria passar na Sessão da Tarde ou no Cinema em Casa.

Posted by Pasteleiro On 10:00 0 comentários

PINGANDO ÓLEO..- A Invenção de Hugo Cabret (2011)

UM CURSO SUPERIOR DE CINEMA.

Não, a frase não é um exagero! A invenção de Hugo Cabret, novo filme do sempre essencial Martin Scorsese é impressionante em vários sentidos.





O primeiro fator a chamar a atenção ao final do filme são as atuações soberbas de Ben Kingsley e Sacha Baron-Cohen, o veterano não precisa provar mais nada, qualquer boa atuação é só enfeite numa belíssima carreira, já o segundo deixa o ranço que os críticos têm por ele, pelo simples fato de ser um comediante, que vale ressaltar um dos melhores da atualidade.





Apesar dos belíssimos efeitos e direção primorosa, o filme se apoia e muito nas atuações, lançando o jovem Asa Butterfield e ainda contando com a quase veterana Chloe Grace Moretz (Olho nela, pois temos ai uma excelente atriz).





Scorsese é o grande merecedor do Oscar por acreditar em projeto ambicioso e por carregar em detalhes que valorizam e muito o cinema, transformando o filme numa viagem de 2 horas pela história da arte.





O diretor conseguiu transformar a fantasia infantil em sonhos adultos, tudo ali é permeado de imaginação e doçura, lógico, que contando com pequenos toques da realidade que tanto fugimos, como uma guerra por exemplo.

Uma verdadeira aula de cinema que temos a obrigação de assistir para aprender um pouco mais...


Texto escrito por Rodrigo Moia

quinta-feira, 23 de fevereiro de 2012

Posted by Pasteleiro On 17:00 0 comentários

PINGANDO ÓLEO..- Martha Marcy May Marlene (2011)

Existem filmes que ao tentar contar a trama às vezes nos deixam confusos são aqueles casos em que você não sabe como acompanhar a história, em “Martha Marcy May Marlene" você fica praticamente assim o tempo todo.





A trama é sobre uma mulher chamada Martha (Elizabeth Olsen) que ficou por um período distante da à família ao se envolver com um estranho culto (parece mais a família Manson), um dia ela resolve criar coragem e buscar refugio com sua irmã Lucy (Sarah Paulson).





Uma das coisas que me chamaram a atenção no filme foi essa trama envolvendo religião, que para mim, sempre que bem trabalhada pode render boas histórias, mas que aqui é explorada de maneira um pouco rasa, eu particularmente gostei muito do personagem Patrick interpretado por John Hawkes (que também estava no ótimo Inverno na Alma), para mim o cara tem potencial, e no papel de líder religioso mostrou bem seu trabalho, pena que foi pouca sua participação ele merecia mais tempo de tela que a Sarah Paulson por exemplo.





Voltando ao filme, a forma como o passado e presente se combinam até que funciona de maneira legal, querendo nos confundir, mas o final fica muito aberto, e com uma sensação de que se perdeu alguma parte, pode ter sido minha culpa, mas acho que a forma como o desfecho foi mostrado ele mais confundiu que elucidou algo. Recomendo o filme para quem gosta de filmes com final em aberto e dramas psicológicos.





Um destaque especial para Elizabeth Olsen que para que não sabe é irmã das gêmeas Olsen, aquelas menininhas que fizeram por anos o seriado Três é Demais, por sinal Elizabeth parece que é a melhor atriz da família comparando o seu trabalho com as irmãs dela dá até vergonha.


Escrito por Fábio Campos

Posted by Pasteleiro On 10:00 0 comentários

DOCES DA MARINA - Taylor Swift – Speak Now DVD

Taylor Swift, a grande sensação teen atualmente, lançou o DVD de sua turnê mundial “Speak Now” ano passado com a coleção de todos os seus grandes hits.





Natural de Nashville, Swift batalhou para chegar ao topo das paradas e suou muito alcançar seu sucesso. Podemos ver parte dessa jornada nos Extras do DVD. Imagens inéditas de Taylor quando criança, cantando na escola até seu estrelato atual podem ser vistas pelo espectador.





O show começa com músicas agitadas como The Story of Us e depois, com uma mudança na decoração, o palco transforma-se em um ambiente caipira, a varanda de uma casa, com direito a Taylor tocando banjo. Essa é apenas uma das mudanças no enorme cenário de Speak Now, que conta com inúmeras surpresas ao longo do espetáculo, seja com a cantora surgindo de um sino gigante ou voando pela platéia.





Taylor Swift é linda, brilha quando se apresenta e consegue levantar seu público de maneira única. Ela faz com que cada música se torne um ato, com performances teatrais e dançarinos excelentes. Uma das minhas cenas favoritas é na apresentação da música que dá nome à turnê, Speak Now. O palco ambienta um casamento, com tudo que tem direito, ou seja, noiva, buquê, madrinhas e coro.





Além disso, o menu de seleção não é complicado e tem um design elegante, agradável aos olhos. Infelizmente não conta com legendas em português.
Para quem admira grandes produções, coreografias e música pop, ‘Speak Now – World Tour Live’ é uma ótima dica de entretenimento para as jovens.

quarta-feira, 22 de fevereiro de 2012

Posted by Pasteleiro On 17:00 0 comentários

FRITOS NA HORA - Amizade Colorida (2011)

Filmes com romance e que envolvem sexo são sempre complicados, afinal mulheres ao contrário de muitos homens não vão ao cinema para ver isso, no máximo vão ver o ator que faz o lobisomem do “Crepúsculo” sem camisa.





A minha surpresa com o filme não foi o fato dele ser cheio de clichês, mas a forma divertida de lidar com eles, em vários momentos temos referências a filmes, e até mesmo tem uma participação de Jason Segel estrelando um filme que a personagem da Mila Kunis adora.





O enredo do filme, como o título explica, trata sobre dois amigos Dylan Harper (Justin Timberlake) e Jamie Rellis (Mila Kunis) que após várias frustrações com o amor resolvem tentar fazer sexo só por curtição, buscando assim uma relação só baseada em interesses físicos. Creio eu que não é spoiler nenhum dizer que as coisas acabam se tornando mais complicadas.





Amizade Colorida” tinha tudo para ser um filme ou muito doce, ou mesmo cair na baixaria, porém a forma que a história é conduzida deixa o enredo mais divertido, além disso o elenco de apoio formado por Jenna Elfman, Richard Jenkins, Patricia Clarkson e Woody Harrelson deixam o filme bem mais interessante.





Recomendo para assistir com o namorado(a) sem preocupações. É uma daquelas comédias em que todo mundo ri e acha bonitinho.


Escrito por Fábio Campos

Posted by Pasteleiro On 10:00 0 comentários

FRITOS NA HORA - Vips (2011)

Contar a história de alguém que realmente existiu enquanto a pessoa está viva é complicado. Imagino como deve ter sido para Toniko Melo com “Vips”, creio que o livro deve ter servido como base para o filme e é uma pena eu não ter lido para fazer uma comparação, levando em consideração que achei o filme bem fraco, e logo mais vou explicar os motivos.





A história é sobre Marcelo Nascimento da Rocha (interpretado por Wagner Moura), um estelionatário que se julga o maior mentiroso do Brasil. O filme conta um pouco de sua vida e como ele aplicou o seu maior golpe, enganando várias pessoas, inclusive algumas celebridades.





O que mais me desagradou no em Vips foi o jeito que a história foi contada. Começa com um grande potencial e acreditei que iria seguir o mesmo caminho de "Prenda-me se for Capaz", mas na verdade ela se concentrou muito em alguns pontos da vida de Marcelo em vez de explorar mais suas mentiras. Para terem uma ideia, mais da metade do filme foca a época em que ele trabalhava com traficantes, já o período realmente interessante da história, que é quando ele começa a assumir identidades, é bem curto e quase nem dá emoção.





Em termos de atuação, Wagner Moura parecia de saco cheio e sem muita vontade no filme e o elenco de apoio quase nem aparecia. Outro detalhe que me irritou era o forte sotaque espanhol dos traficantes, sinceramente em alguns momentos era complicado entender o que diziam.





A minha conclusão é que o filme promete muito e conta pouco, além do que a ideia de vender Marcelo como alguém com problemas ficou forçada, o que poderia funcionar se fosse uma ficção. Na minha opinião só vai gostar quem é fã do ator, quem espera um "Prenda-me se for Capaz" nacional vai ficar na mão.


Escrito por Fábio Campos

terça-feira, 21 de fevereiro de 2012

Posted by Pasteleiro On 17:00 0 comentários

PINGANDO OLÉO - O Pacto (2011)

Nicolas Cage está indo em uma direção perigosa, caminho esse que vários atores que começaram bem a carreira acabam percorrendo. É o caso de um jovem chamado Charles Bronson, que começou muito promissor com filmes de ação e faroeste interessantes e acabou no final de carreira preso a franquia "Desejo de Matar" em que praticamente repetia o mesmo personagem.





Pois bem, em "O Pacto" Nicolas Cage interpreta um professor chamado Will Gerard que após ter sua esposa atacada e estuprada, recebe uma tentadora proposta para ter um acerto de contas com o bandido responsável, para isso só teria que futuramente fazer um favor para Simon (Guy Pearce).





Muita gente, assim como eu, deve ter resolvido assistir ao filme pelo seu enredo, afinal ele tem uma proposta interessante que se fosse bem trabalhada poderia realmente valer a pena. Mas o enredo começa a decair de uma forma tão confusa e bagunçada que a cada nova cena me passava pela cabeça que eu poderia estar aproveitando melhor meu tempo.





Não bastasse essa lambança no roteiro, o elenco não ajuda. A bela January Jones está como sempre parecendo uma bonequinha em cena que só é bonita e delicada, mas não acrescenta em nada. Na ala masculina o trio Nicolas Cage, Guy Pearce e Harold Perrineau (Lost) então nem se fala é um show de canastrice sem tamanho, não sei porque mas o Sr. Cage se sente tentado a fazer caretas e mais caretas durante as suas falas, já os outros dois pareciam estar ali só pela grana e olhe lá.





Quem vai assistir ao filme não espere encontrar algo parecido com "Código de Conduta" ou "Busca Implacável". Aqui a coisa é mais bobinha com uma história bem rasa e um final que tenta inovar mas cai na mesmice, só vale para ver quando passar na televisão.


Escrito por Fábio Campos

Posted by Pasteleiro On 10:00 2 comentários

FRITOS NA HORA - A árvore da vida (2011)

Poucas vezes me senti tão desencorajado a assistir um filme como foi o caso de "A árvore da vida". Todo mundo que assistiu tinha alguma reclamação, sempre apontando que chegava ao absurdo o tanto que era parado e ainda tinha cenas tão confusas que não fazia sentido algum. Então, buscando entender essa revolta toda e a explicação da escolha do filme como candidato ao Oscar resolvi assisti-lo.





O enredo é sobre uma família americana clássica, e mostra as relações entre o filho mais velho Jack e seu pai Mr. O'Brien (Brad Pitt). O filme me lembrou muito “A Árvore dos Sonhos”, um longa estrelado por Kevin Costner com Elijah Wood.





O que irrita em "A arvore da vida" é a parte artística, sério mesmo o Terrence Malick parecia que estava pintando um quadro ao fazer o filme, colocou um fundo de ópera e deixou rolar uns vídeos sobre a criação do Universo, com direito a aparição de dinossauro e tudo, sinceramente isso deve ter um contexto que até imagino qual seja, mas que com certeza espantou muita gente, eu mesmo quase desisti.





Tirando essa viajada toda, a trama sobre a família é interessante, com o pai que quer amar os filhos e a esposa, e ao mesmo tempo tem que ser duro, a mãe que busca agradar tanto, mas não sabe conter e o filho que vive dividido entre o amor e o ódio pelo pai, e uma paixão platônica pela mãe.





Na minha opinião, a explicação por sua presença na lista de melhores filmes é exatamente essa parte artística que agrada em cheio quem tem primor por imagens e fotografia, mas que não agrada ao público em geral.


Escrito por Fábio Campos

segunda-feira, 20 de fevereiro de 2012

Posted by Pasteleiro On 17:00 0 comentários

FRITOS NA HORA - Preço do Amanhã (2011)

Tinha deixado passar batido o "Preço do Amanhã". Vi algo sobre o filme, mas não me interessei muito, talvez o preconceito com Justin Timberlake tenha sido mais forte, tem coisas que realmente tenho que perder o costume de ter.





Mas voltando ao filme, a trama acontece em uma época que não existe mais dinheiro, o que vale mesmo é o tempo de vida, tudo é pago com tempo,e quando mais você tem mais você vive. Essa contagem começa a partir dos 25 anos, sendo assim acompanhamos Will Salas (Justin Timberlake) um trabalhador que mora com sua mãe a bela Olivia Wilde (que aqui tem explicação para a idade ao contrario de “Alexandre”) e busca de todas as formas um pouco mais de tempo de vida.





O roteiro do filme é muito bom e em alguns momentos lembra um pouco “Gattaca”, outro interessante longa que lida com genética e as implicações da perfeição no futuro. Porém, em "Preço do Amanhã", a crítica da sociedade e a divisão de riquezas é uma constante, mostrando um lado marginalizado da sociedade que tem que sobreviver enquanto os ricos desfrutam de uma vida quase eterna.





Destaco no filme ainda a presença de alguns atores que o pessoal conhece das séries como Johnny Galecki (Leornad do The Big Bang Theory) e Vincent Kartheiser (Mad Men). O primeiro aprece bem pouco, já o segundo tem cara de vilão de filme, aquela expressão de menino mimado que cai bem para seu papel. Na parte feminina tem a bela Amanda Seyfried, sempre confundo com a Emma Stone, que no início está com uma atuação fraca mais aos aos poucos melhora.





Na minha opinião é um bom filme, em termos de ficção cientifica perde para o filme “Contra o Tempo”, mas não deixa de ser um longa interessante.


Escrito por Fábio Campos

Posted by Pasteleiro On 10:00 0 comentários

FRITOS NA HORA - Doce Vingança (2010)

Quando foi que o terror virou sinônimo de sangue escorrendo na tela? Porque hoje em dia é cada vez mais difícil indicar um filme desse gênero para alguém sem que seja um suspense cheio de sangue. Não condeno o estilo, só acho que temos que começar a pensar mais em assustar do que chocar, um clássico exemplo de filme que entra nessa onda de "Jogos Mortais" é "Doce Vingança" um remake que explora bem a face da vingança que o pessoal adora, vide os sucessos que fizeram filmes como "Busca Implacável", "Desejo de Matar" entre outros.





Aqui a protagonista é uma jovem escritora chamada Jennifer Hills (Sarah Butler, que parece muito a Kristen Stewart, um amigo chegou a afirmar que era ela) que ao tirar um retiro em uma cabana no meio do mato para escrever seu livro é brutalizada por um bando de marmanjos que fazem a festa com ela (podem imaginar aqui cenas de estupro e degradação).





Porém, como em outro clássico do terror "A última casa" (que foi refilmado e virou uma porcaria), a protagonista que parecia morta revive e com uma astúcia impressionante começa a se vingar de todos os seus algozes, e quando digo se vingar pode imaginar cenas de sangue voando na tela e degradação sexual também.





Na minha opinião "Doce Vingança" chega a ser ofensivo algumas vezes, e quase nem tem cenas que empolguem. Para vocês terem uma noção não vibrei nem quando ela fez a vingança dela, de tão rápido que foi a coisa, parecia que queriam chegar logo no sangue. Outro detalhe interessante é o treinamento que a menina tem depois que some, praticamente derrota cinco valentões de maneira espetacular, com toques de tortura que deixariam o Jigsaw orgulhoso. Recomendo o filme para mulherada com TPM, ou homens que querem ver sangue na tela, não tem nada de original mas dá para tirar uma empolgação da galera se você curte violência ao extremo.





Escrito por Fábio Campos

sexta-feira, 17 de fevereiro de 2012

Posted by Pasteleiro On 17:00 0 comentários

FRITOS NA HORA - Meia noite em Paris (2011)

Antes de começar a critica vou dizer, "Meia Noite em Paris", na minha opinião, é o melhor filme entre os indicados ao Oscar. E olha que eu falo isso com base de quem assistiu a quase todos os seus concorrentes.





A história do filme é simplesmente bonita. Conta sobre Gil (Owen Wilson), um escritor frustrado com sua vida e com tudo que o cerca que de uma maneira mágica consegue conhecer o passado, nesse caso o da França de 1920, a época preferida dele.





Não sei quanto a vocês, mas eu sempre fui um cara sonhador, adoro viajar quando leio algum livro e especialmente quando ele tem passagens históricas fico me imaginando naquela época. Talvez por isso tenha gostado tanto desse longa, outros fatores que ma agradaram é a atmosfera de Paris e a forma como a magia acontece, por várias vezes já imaginei se não existia uma forma de ver o passado de algum jeito e maneira elegante como o personagem do Owen Wilson faz é simplesmente espetacular.





Outras circunstâncias que fazem o filme se muito bom é a forma como o Woody Allen conduz a história. Ele praticamente fez sua uma cópia no Gil, coisa comum nos filmes dele e que pode incomodar algumas pessoas, no meu caso eu achei muito interessante. Um outro fator positivo do filme são as presença de grandes escritores no filme, é muito interessante a forma como eles são retratados e é uma homenagem a literatura, música e as artes, acho que o Woody pegou tudo que ele gostava e resolveu colocar no filme.





Na minha opinião se você quer um ótimo filme para ver entre os candidatos ao Oscar a melhor escolha é "Meia Noite em Paris". Além de bonito, tem um roteiro muito bom que sabe agradar, e não tenha preconceito com o Owen Wilson, afinal é só imaginar que é o Woody Allen, afinal no fundo é.





Escrito por Fábio Campos

Posted by Pasteleiro On 10:00 0 comentários

PINGANDO OLÉO - O Abrigo (2011)

A melhor forma de descrever o filme "O Abrigo" seria fazê-los misturarem o "Iluminado" com "A Volta do Todo Poderoso" criando assim um filme sem gênero que não pode ser considerado drama, nem ficção científica e nem suspense. Falando assim parece que não há uma definição, não é? Pois bem, creio que a intenção foi essa.





A sinopse do filme fala sobre Curtis (Michael Shannon) um operário que começa a ter visões do final do mundo e aos poucos vai se tornando cada vez mais perturbado e obcecado pelo abrigo de tempestades que possui no quintal de sua casa, deixando sua esposa e filha preocupadas com sua sanidade.





“O Abrigo” tem uma trama interessante e o talento de Michael Shannon chama atenção, por conseguir dominar de forma brilhante as cenas que aparece, creio que ele vá fazer um bom trabalho como o General Zod no novo Superman. Espero que deem mais atenção ao seu talento, coisa que essa segunda temporada de Boardwalk Empire, série em que trabalha, não favoreceu.





Voltando ao filme o seu maior defeito é o ritmo, que as vezes peca por ser parado demais. Um ponto interessante é que ficamos o tempo todo tentando entender se o que Curtis está vendo é uma profecia ou ilusões. A trama paralela da filha do casal, que é surda, também é um aspecto que é interessante, mas que em alguns momentos se torna cansativo.





Na minha opinião o filme é interessante, mas não tem um potencial comercial tão grande, é um daqueles longas que você tem que ver com calma e paciência.


Escrito por Fábio Campos