"

BIRDMAN O GRANDE GANHADOR DO OSCAR

Leia o que achamos do filme que ganhou os prêmios de melhor filme e diretor

PODCAST COM OS MELHORES E PIORES DO ANO

Quer dar risadas e receber umas dicas de filme então entre e se divirta

TIM BURTON UM GÊNIO DESGASTADO?

Um grande diretor em um mau momento ou sempre uma enganação?

OSCAR 2015 - Tudo sobre a premiação

Tudo que você sobre como foi a premiação

QUEM VOCÊ MAIS ODEIA EM GAME OF THRONES?

Vejam a lista dos personagens mais perversos da série

terça-feira, 29 de julho de 2014

Posted by Pasteleiro On 12:00 0 comentários

FRITOS NA HORA - Amor Bandido (2012)

Matthew McConaughey é um grande ator. Bem, isso há alguns anos seria uma afirmação que beira a heresia, afinal, os grandes papéis dele estavam ligados a comédias românticas, que apesar de boas, só davam a impressão que ele era um ator limitado, coisa que quem viu, por exemplo, “A Mão do Diabo” sabia que ele não era.




A confirmação veio nesse último ano com dois personagens maravilhosos no filme “Clube de Compras Dallas” e na série “True Detective”.Essa percepção de mudança de atitude do ator já estava presente quando ele fez o estranho “Killer Joe”, um filminho interessante e que chamou a atenção pela bizarrice do seu personagem.

Em “Amor Bandido”, o filme em questão, podemos ver uma espécie de laboratório para o seu personagem de “True Detective”. Apesar de não ser uma cópia fiel, podemos ver alguns relances que lembram muito o detetive Rust Cohle.




No filme dois garotos se deparam com um fugitivo chamado Mud interpretado por Matthew McConaughey, um cara com uma pinta de descolado que lembra um pouco aquelas caras com pinta de “bad boy” que mesmo com aspecto sujo tem um charme.

O longa tem um rumo interessante com uma trama que parece um drama trincado e evolui até uma ação agressiva.

No elenco de apoio temos a Reese Witherspoon, tentando emplacar no papel de gostosa, mas que simplesmente não funciona (na minha opinião ele não tem esse perfil). Em papeis menores temos o ótimo Michael Shannon em uma aparição bem curta e Sam Shepard também aparecendo com um homem do sul em decadência, que tem muitas semelhanças com o papel de McConaughey, porém podemos ver que o rumo da sua vida o levou para um lado mais família. Ainda restam Tye Sheridan e Jacob Lofland, que interpretam os garotos e que acabaram dando uma áurea meio anos 80 filme. Eu fiquei, dentro das devidas proporções, com a impressão que esses personagens poderiam ser uma espécie de personagens do clássico “Conta Comigo”, mas com um tom bem mais violento e sombrio.




Fica aqui uma opção para quem deseja assistir um filme de ação com um fundo mais cheio de suspense e que lembra um pouco a atmosfera de “True Detective” sem aquele suspense mais bizarro.


Escrito por Fábio Campos

segunda-feira, 28 de julho de 2014

Posted by Pasteleiro On 12:00 0 comentários

FRITOS NA HORA - Um álibi perfeito (2014)

Dois grandes atores, uma trama que pode render um bom filme de tribunal e um roteiro fraco. A combinação criou o desastroso “Um álibi perfeito”.




Não costumo fazer isso, mas o fato de ver o nome do Samuel L. Jackson e Dominic Cooper, do excelente “O Dublê do Diabo”, no elenco me despertou a atenção.




A trama é sobre um promotor que comete um crime e tem de acusar o homem que foi condenado pelo que ele fez: é interessante. Achei que podia render algo daí.

O que mais incomoda no filme é que ele é feito para enganar, você espera um drama profunda, recheado de momentos de tensão e suspense e acaba recebendo um filme de ação B, sem nenhuma criatividade e recheado de situações que você já viu um milhão de vezes.




Ao final eu me peguei pensando “Porque fazer isso? Tinha necessidade da trama caminhar para isso?”, acho que as vezes é mais fácil se manter no terreno da babaquice em busca de mais dinheiro do que se arriscar com uma trama mais profunda e intensa.


Escrito por Fábio Campos

terça-feira, 22 de julho de 2014

Posted by Pasteleiro On 12:30 0 comentários

FRITOS NA HORA - 72 horas (2010)

Depois de uma leva de filmes ruins, resolvi que era hora de mudar e que precisava de um filme com uma média melhor no IMDB. Por isso resolvi ver “72 horas”.




Assisti num domingo e na segunda descobri que ia passar em um canal da TV aberta, isso foi legal pois pude acompanhar um monte de gente comentando sobre o filme enquanto ele ainda estava recente na minha cabeça.
Experiências a parte, o filme que lembra um pouco o seriado “Prison Break”, conta a história de um pai de família interpretado pelo sempre competente Russell Crowe, que tenta de todas as formas resgatar sua esposa Elizabeth Banks, acusada de ter matado sua chefe da cadeia.




O longa tem um ritmo acelerado e nem parece que tem quase duas horas de duração. Uma coisa que gostei é que ele nos deixa viajar na sua história mesmo com umas escorregadas no roteiro (como na cena da chave, ou o final que me deixou com a impressão que foi feito sob encomenda para justificar as ações do protagonistas).




Se querem uma boa opção de longa de ação, que vai agradar quem gostou de filmes como “Código de Conduta”, pode encontrar aqui.


Escrito por Fábio Campos

segunda-feira, 21 de julho de 2014

Posted by Pasteleiro On 12:00 0 comentários

FRITOS NA HORA - Meu Vizinho Totoro (1988)

Hayao Miyazaki já se tornou uma lenda por suas animações cheias de significados. Além de sempre emocionar muitos marmanjos e encantaram muitas crianças. É, inclusive, muito admirado por John Lasseter, um dos figurões da Disney.




Parte de sua fama internacional se deve a esse clássico chamado “Meu Vizinho Totoro” um filme que com sua simplicidade, mostrando a relação de uma família em relação à ausência da mãe doente. Por meio deste mundo mágico, somos apresentados a um mundo belo e de fantasia, que cria e usa da mitologia para nos encantar.




O interessante do filme é que apesar dele ter um lado todo fantasioso, trabalha, e muito bem, a visão das crianças em relação ao mundo e as pessoas que as cercam. Também é possível perceber toda a emoção que é imposta nos personagens e que de certa forma Miyazaki fez uma ligação com sua vida e memórias.



Vale a pena assistir, apesar de ser bem infantil. Acho que esse é um tipo de clássico que transcende as idades. Talvez por sua linguagem mais fantasiosa e que exige mais imaginação e algumas crianças ‘mais moderninhas’ não curtam.


Escrito por Fábio Campos

sexta-feira, 18 de julho de 2014

Posted by Pasteleiro On 12:00 0 comentários

FRITOS NA HORA - The Battery (2012)

Foi numa noite de segunda sem opções e querendo ver algo diferente: resolvi me arriscar e dar uma chance a “The Battery”. Um filme independente sobre dois amigos que tem de enfrentar o caos de um mundo zumbi.





É basicamente um “bromance” com uma pitada de “Todo mundo quase Morto” e “Walking Dead”.

Fugindo um pouco da temática de mostrar cenas de sangue e tripas, o longa trilha um caminho que mescla um drama sobre dois caras diferentes um do outro. Um que se sente solitário em meio a morte de todos que conhecia e outro que já não se encaixava no mundo de antes. Para mostrar isso resolveram usa os zumbis como pano de fundo.
Para mim o resultado foi um filme meio cru e arrastado.




Sendo bem sincero pareceu um episodio tedioso de Walking Dead. Os atores Jeremy Gardner e Adam Cronheim não ter um carisma para manter a atenção neles, mesmo quando a trama parece dar uma guinada ela volta aos diálogos e mais diálogos, que mais parecem se arrastar e não são interessantes.




Se você curte aqueles tramas parados, talvez curta esse filme, para mim simplesmente não funcionou.


Escrito por Fábio Campos

quinta-feira, 17 de julho de 2014

Posted by Pasteleiro On 12:00 0 comentários

FRITOS NA HORA - A pata do macaco (2013)

Pense em um filme ruim, mas muito ruim, conseguiu? Bem “A pata do macaco” está nesse nível para pior. São vários e vários momentos de vergonha alheia.




A trama, baseada em um conto conhecido, sobre uma pata de macaco que realiza desejos da forma mais perturbadora possível, poderia ser bem mais interessante. Acabou caindo num marasmo ridículo, e o elenco é repleto de desconhecidos (talvez o rosto mais famoso seja o do Stephen Lang, conhecido pelo seu papel de general no filme Avatar).




Se você quer ver um filme de terror decente, passe bem longe dessa porcaria. Eu me esforcei muito para terminar e foi um sacrifício chegar ao seu final.





Escrito por Fábio Campos

quarta-feira, 16 de julho de 2014

Posted by Pasteleiro On 12:00 0 comentários

FRITOS NA HORA - Uma história de amor e Fúria (2013)

No Brasil a produção de animações ainda é novidade, o mais perto que chegamos disso é com Carlos Saldanha e seu divertido Rio, por isso é interessante quando é possível conferir uma novidade nessa área. Ainda mais se for recheada de mitos e história nacional.




"História de Amor e Fúria" se apoia em um enredo muito legal sobre o amor de um jovem por uma bela mulher chamada Janaína. O romance dos dois é uma coisa que atravessa o tempo, passando de eras em eras, o que dá um tom muito dinâmico a trama e ainda permite acompanhar o Brasil e suas viradas em diversos momentos. Começa nos períodos de descoberta, passando pela revolução em Caxias, a Ditadura e se concluí em futuro meio caótico.

No elenco, a dublagem fica por conta do Selton Mello, Camila Pitanga e uma pequena participação do Rodrigo Santoro.




Os traços não são perfeitos se comparados a padrões orientais ou americanos, mas acho que casam bem com a proposta. Outro ponto a se ressaltar é que a animação é voltada para adultos, com momentos bem tensos e, inclusive, diversas cenas de nudez.

Recomendo para o pessoal que curte mitologia e história.




O maior furo talvez seja que a trama é muito curta, e parece que ficou faltando algo para ser mais completinha, porém mesma com esta limitação não deixa de ser interessante e representar a nossa história.


Escrito por Fábio Campos

sexta-feira, 27 de junho de 2014

Posted by Pasteleiro On 12:00 2 comentários

PASTEL DELIVERY - Mad Men - 7° temporada

Don Draper (Jon Ham) acabou a sexta temporada desmoralizado: com seu mundo quase destruído, sem as mulheres da sua vida, sem um emprego... Essa sétima temporada, que é a última, nos deu uma pequena dose em sete episódios (os outros só no ano que vem) do que irá acontecer nessa reta final.




Com Don ausente da agência, surge uma oportunidade para Peggy (Elisabeth Moss) brilhar, porém a sombra do seu ex-chefe e mentor faz com que ela nunca se sinta feliz na perseguição das ideias perfeitas para as campanhas.

Paralelo a isso, Roger (John Slattery) novamente tenta se reconectar a sua família, coisa ainda mais difícil com a fuga da sua filha para uma comunidade hippie. Já Joan, continua tentando fugir da figura de uma mulher sedutora no poder para se tornar uma mulher em busca do seu lugar na sociedade.




Essa temporada teve diversos momentos lindos, como as conversas de Don e Peggy e o discurso emocionante dela no final, além da despedida do querido Bert (Robert Morse) e sua aula sobre liderança que motivou Roger a tomar uma atitude e encurralar o babaca do Jim Cutler (Harry Hamlin), mostrando que ainda tem suas cartas na manga.






Não sei ainda como a série irá fechar (e isso é o que mais me faz querer acompanhá-la). Galgada em várias doses de realismo, ela é maçante para alguns mas se fortalece nos momentos em que mais deixa seus personagens brilharem. Espero que no final, Matthew Weiner nos dê a chance de poder acompanhar um dos finais mais emocionantes do mundo das séries - que, acho eu, não será da redenção nem da derrocada de Don, mas apenas a conclusão do que ele se transformou.


Escrito por Fábio Campos

quinta-feira, 26 de junho de 2014

Posted by Pasteleiro On 12:00 0 comentários

FRITOS NA HORA - Aterro (2011)

Lixo Extraordinário está na lista de um dos documentários mais interessantes que assisti. Contando a história de pessoas que vivem no lixo e de como elas vivem por lá, ele consegue emocionar e nos fazer torcer para quem está participando do projeto É quase como um filme baseado em fatos reais, mas com a história sendo escrita na sua frente.





Aterro é também um documentário sobre o lixo, nesse caso sobre um aterro que existia nos anos 70 e hoje é o bairro do Morro das Pedras em Minas Gerais. Durante o documentário, o diretor Marcelo Reis busca pegar depoimentos de pessoas que viveram naquela época e tiravam o sustento do lixo.




São muitas as histórias emocionantes, algumas até de revirar o estômago, de como aquelas pessoas conseguiam viver naquela situação e ainda sorrir, ou educar e sustentar seus filhos. Com certeza ele é uma lição para muita gente, mas acho que não deve ser visto somente como uma crítica social, podendo ser apreciado como um retrato de um outro Brasil que tem muitas histórias ainda para contar.


Escrito por Fábio Campos

quarta-feira, 25 de junho de 2014

Posted by Pasteleiro On 12:00 2 comentários

FRITOS NA HORA - Meu pé de laranja lima (2012)

Assisti a novela Meu pé de laranja lima há muitos anos atrás, me lembrava muito pouco da história. Sabia que ele falava com o tal pé de laranja lima, mas não sabia se isso tinha um caráter espiritual, sobrenatural ou alucinógeno. Também tinha lembranças que o protagonista sofria muito e apanhava, mas não sabia muita coisa fora isso, era até aí que as minhas memórias iam.




O filme, para quem não conhece a história ou nunca leu o livro, nos apresenta a o protagonista Zezé (João Guilherme Ávila), um menino bagunceiro que vive com os pais em uma pequena cidade no interior de Minas Gerais. Negligenciado pela mãe que tem de viver em função do trabalho e agredido constantemente pelos pais e irmãos, o menino se torna cada vez mais rebelde e acaba encontrando conforto em duas grandes amizades, uma com seu pé de laranja lima e outra com o um misterioso português (José de Abreu).




Gosto muito dessas tramas de cidades do interior, talvez por eu ser de uma. É sempre gostoso quando um filme retrata bem isso. E ainda mais quando ele tem uma história tão gostosa como a do Meu pé de laranja lima, que é cheia de momentos tristes e de cenas emocionantes. Minha única crítica fica por conta da velocidade da trama. Parece que algumas partes foram cortadas, o que gera uma dificuldade em ter apego a alguns personagens, mesmo o pé de laranja que aparece no título do filme aparece bem pouco. Porém o saldo final é positivo e a trama pode agradar quem é saudosista como eu.





Escrito por Fábio Campos

quinta-feira, 19 de junho de 2014

Posted by Pasteleiro On 14:20 0 comentários

PASTEL DELIVERY - Game of Thrones - 4° Temporada

E acaba mais uma temporada de uma das séries que junto com Walking Dead vem sendo a queridinha de muita gente.




Para terem uma noção, em termos de grandiosidade, ela é a mais pirateada da net e sua audiência (para um canal pago - HBO) é enorme, quebrando ano após ano vários recordes.

Novamente vou fazer uma resenha que busca não mostrar o que aconteceu na temporada, mas como cada família acabou se saindo. Mostrar quem subiu ou desceu no momento. Se você não viu essa temporada, recomendo que pare aqui sua leitura.

Se você viu, então vamos lá:



SUBIU



Casa Tyrelll - Nessa temporada acho que os grandes jogadores foram os Tyrell, conseguindo uma aliança segura com os Lannister, e eliminando o louco do Joffrey (Jack Gleeson) do caminho. Essa família, que nem é das mais tradicionais, conseguiu colocar novamente a jovem Margaery no posto de futura rainha e ainda conseguiu um bom casamento para o jovem Loras (Finn Jones). Se o patriarca Mace (Roger Ashton-Griffiths) é um tolo que quer ser pajem do Tywin Lannister (Charles Dance), o cargo de grande cabeça e estrategista da família fica com a Dama dos Espinhos, também conhecida como Olenna (Diana Rigg), que soube jogar muito bem o jogo dos tronos para derrubar uma das principais peças.




Casa Baratheon - Se Stannis (Stephen Dillane) passou por momentos difíceis e ficou lambendo as feridas da surra que levou na batalha de Agua Negra (terceira temporada), essa quarta temporada serviu para ele se levantar com a força e conseguir o apoio do poderoso banco de Braavos. Para isso ele contou com a ajuda do sempre leal Davos (Liam Cunningham), e é claro, seu grande momento foi no final da temporada, quando ele resolveu mudar seu ataque e agora vai concentrar suas forças no Norte.




Casa Bolton - Se Ramsay Snow (Iwan Rheon) era perigoso sendo um bastardo, imaginem agora que seu pai resolveu, após uma brilhante vitória em Fosso Calin, o tornar filho legitimo. Essa mudança de rumos e a afirmação de poder no Norte com certeza foi uma grande ascensão para eles. Provavelmente terão problemas na próxima temporada com o Stannis, mas ainda não sabem disso.





NÃO MUDOU



Casa Targaryen – Dany (Emilia Clarke) continua sua jornada pelo outro continente e essa temporada ela consolidou seu poder, o que poderia colocar ela como uma casa em ascensão. Porém, a sua inexperiência em liderar e sua decisões perigosas - como afastar Jorah Mormont (Iain Glen), e confiar em Daario (Michiel Huisman) - dão indícios de uma personalidade inconstante, além da sua pior jogada foi ter sido trancafiar seus dragões, como ficou claro nos casos do Jon (Kit Harington) e do Robb (Richard Madden), que mostraram que se manter longe dos seus animais protetores pode não ser uma boa jogada.




Casa Stark - Se na temporada passada os grandes perdedores foram os Stark, que perderam a força de Robb e Cat (Michelle Fairley), nessa temporada eles não sofreram tanto, mas não evoluíram também. Talvez a maior reviravolta ficou por conta de Sansa (Sophie Turner), que apesar de manipulada pelo Mindinho (Aidan Gillen), soube crescer e se tornar uma mulher mais poderosa; veremos como isso vai funcionar na série.
Já Arya (Maisie Williams) se manteve quase todo tempo andando com o 'Cão de Caça'(Rory McCann) e só realizou algo no final da série, quando partiu rumo a Braavos. Já Bran (Isaac Hempstead Wright) começou sua jornada espiritual que pode transformar ele em um jogador extremamente poderoso.




CAIU



Casa Lannister - Se na temporada passada os Lannister consolidaram seu poder, nessa temporada eles caíram muito. Começando com a morte de Joffrey, que era o grande representante Lannister no poder, o julgamento do Tyron e a humanização do Jaime (Nikolaj Coster-Waldau). Isto acabou enfraquecendo a casa. O grande golpe veio com a morte de Tywin e a fuga de Tyron, que deixaram os leões sem um poder central, a dúvida é quem tomará as rédeas da família. Será que a Cersei (Lena Headey) aguenta?




Casa Martell - Se Oberyn (Pedro Pascal) conquistou muita gente nessa temporada com seu charme, a sua casa não mostrou muito a que veio. A sua descida só valeu para uma luta que foi pautada pela sua arrogância. Como bem sabemos, em Westeros ser honrado e campeão da justiça não vale de muito, como bem descobriram os Stark. Agora só nos resta que na próxima temporada Dorne se mostre melhor e possamos descobrir se o pessoal de lá só sabe falar ou é bom em estratégia também.




Casa Greyjoy - Os Greyjoy estão muito quebrados, a jovem Yara (Gemma Whelan) tentou ajudar seu irmão e no final descobriu que ele já não é o mesmo de antes. Se o rei Balon (Patrick Malahide) não teve destaque essa temporada, é grande a chance dele voltar mais forte no ano que vem, afinal, não sabemos o que aconteceu nas Ilhas de Ferro nesse tempo.




Casa Arryn - Lysa (Kate Dickie) por anos tentou afastar sua família das confusões de Porto Real. Mindinho com sua chegada espetacular conseguiu não só colocar o Ninho da Águia no Jogo como também tomar conta dele, com isso ele está se tornando um homem cada vez mais poderosos e saindo o grande vencedor até agora.




Patrulheiros da Noite - Temporada com final eletrizante para eles, os selvagens quase os destruíram. Mas Stannis chegou com a misteriosa Melisandre (Carice van Houten) para dominar geral. Agora os homens de preto dependem do “verdadeiro” rei de Westeros para consolidar seu poder, porém, um fato: Como podem fazer isso sendo que tem de se manter neutros? E ainda, como lidar com os vários Selvagens presos, incluindo o perigoso Mance Ryder (Ciarán Hinds)?




Concluindo o post, devo dizer que esta temporada começou a fugir dos livros e começa a dar uma cara diferente a série.

Se isso é bom eu ainda não sei, mas senti falta de alguns pontos interessantes como um aprofundamento na relação entre Tyron e Jaime. Além da falta da personagem Lady Stoneheart, que seria de ajuda para dar uma virada na série.


Outro fato que me incomodou foi o tom arrastado de diversos personagens e a insistência em cenas como o romance de Missandei (Nathalie Emmanuel) com Verme Cinzento (Jacob Anderson), coisas que nem acontecem no livro e só atrapalham. A história do Tyron sobre o besouro é outro momento perdido.


Escrito por Fábio Campos

segunda-feira, 16 de junho de 2014

Posted by Pasteleiro On 13:26 0 comentários

FRITOS NA HORA - Bem Vindo aos 40 (2012)

Um relacionamento é feito de altos e baixos, um casamento é um pouco uma evolução disso, ainda mais quando os filhos aparecem, e cada vez mais as pessoas tem menos tempo para elas, “Bem Vindo aos 40” é uma comédia que mostra de forma divertida o relacionamento de um casal com 2 filhas, que tem de lidar com problemas como a falta de dinheiro, os pais e os filhos.




Paul Rudd e Leslie Mann voltam aos papeis que fizeram em “Ligeiramente Grávidos” e é impressionante a química dos dois, o filme com certeza deve muito de sua atratividade por conta dos dois, as cenas em que eles tem que lidar com seus problemas e a forma como encaram a educação das filhas é hilária, o elenco de apoio é muito bom também, tem a Megan Fox num papel de gostosa, Jason Siegel como um personal trainer metidão e ainda a gordinha e carismática Melissa McCarthy que tem um das cenas mais engraçadas do longa.




Quem está atrás de uma boa opção de comédia pode gostar de “Bem vindo aos 40” que também é uma boa opção para ver com a namorada ou esposa, ele tem cenas com as quais vocês certamente vão se identificar.




Escrito por Fábio Campos