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BIRDMAN O GRANDE GANHADOR DO OSCAR

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segunda-feira, 12 de maio de 2014

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FRITOS NA HORA - Uma aventura Animal (2013)

É engraçado como alguns filmes conseguem sair do papel. Esse não tem nada de novo no roteiro, os atores são péssimos, os efeitos horríveis e não consegue entreter em momento algum - e olha que tem um cachorro no filme, o que deveria ajudar um pouco.



A sinopse é muito clichê, crianças de pais que estão se divorciando ficam perdidas na neve após um acidente de avião, no qual ninguém morre. Para sobreviver contam com a ajuda do cachorro de estimação, que até o início do filme era um bagunceiro e depois virou um herói.




Sem contar que o roteiro é cheio de furos - são vários, só para citar alguns, em certo momento os irmãos largam o piloto desmaiado e sangrando para buscar ajuda; ideia genial, afinal a equipe de busca encontra o avião, mas não as crianças que saíram pela mata e só deixaram um bilhetinho de já volto. E não bastasse isso, o piloto que estava gravemente ferido está vivo e só foi preciso um pouco de papo para ele melhorar.




O final então é de um clichê sem tamanho, parecendo um comercial de margarina, é o típico filme ruim que algum dia vai passar na Sessão da Tarde e a Globo vai despencar na audiência. Se você tem um pouco de senso não alugue, baixe ou empreste.


Escrito por Fábio Campos

domingo, 11 de maio de 2014

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FRITOS NA HORA - Atividade Paranormal: Marcados pelo mal (2013)

Atividade Paranormal foi um filme que começou com uma proposta muito boa, explorando a imaginação das pessoas. Muitas de suas cenas eram baseadas em imagens distorcidas e "fantasmas" que nunca víamos. Ao longo dos anos, as continuações começaram a aparecer, uma mais porcaria que a outra, sempre querendo aumentar e esticar a trama original.





Atividade Paranormal: Marcados pelo Mal é uma das últimas tentativas em emplacar a franquia e se, antes tínhamos as irmãs protagonistas, agora temos um personagem latino, que descobre morar próximo a uma bruxa.




O longa, além de não ser nada original (afinal, é sempre aquela coisa de um cara filmando com UMA câmera, alguns amigos que andam com ele, coisas bizarras acontecendo), tem um final que todo mundo morre e a câmera acaba caída no chão)





Achei a trama toda bem previsível e ainda achei muito forçado a parte do filme que começa a lidar com viagem no tempo, apesar de uma explicação anterior, ainda assim achei bem tosco. Eu acreditei que no final teríamos uma reviravolta, em especial pela avó do protagonista, que podia talvez ser uma antagonista interessante às bruxas, mas no final acabou sendo mais do mesmo com um monte de gente formando fila para assistir o mesmo filme que viram uns anos atrás.

sábado, 10 de maio de 2014

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FRITOS NA HORA - Um time show de bola (2014)

Ao fazer uma animação, acho que é essencial ter uma história que encante, daquelas que em algum momento, pais ou crianças vão ficar emocionadas e todo mundo vai querer chorar, ou fingir que caiu um cisco no olho, exemplos assim aconteceram em “Rei Leão”, “Up”, “Detona Ralph”, “Toy Story” entre outros.




Um time show de bola” é a primeira tentativa do grande diretor Juan José Campanella, que também dirigiu alguns ótimos longas argentinos como “O segredo dos seus olhos” e “O filho da noiva”, além de diversos episódios do seriado House.




A história acompanha Amadeo, um menino viciando em pebolim, que um dia ousou vencer o valentão do bairro em uma partida. Anos depois, ainda vivendo do seu passado, o agora jovem Amadeo tem que enfrentar novamente o encrenqueiro, que se tornou um astro do futebol.

Eu devo confessar que, tendo em vista o história do diretor, esperava uma história melhor, algo que fugisse do simples, mas acho que a necessidade de uma linguagem infantil, acabou empobrecendo tudo. Existem muitos personagens, alguns até desnecessários, e também a tramas paralelas demais, é o empresário corrupto, os experimentos bizarros, a crítica aos jogadores modernos, tudo isso misturado faz a trama perder sua emoção.




O resultado final é uma animação divertida, e que seria melhor se focasse nos bonecos do pebolim, e não na disputa dos personagens principais. Não é a melhor animação do ano, mas pelo menos tem um pouquinho mais de originalidade do que as outras.


Escrito por Fábio Campos

sexta-feira, 9 de maio de 2014

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FRITOS NA HORA - Antes da Meia Noite (2013)

Posso estar sendo presunçoso mas acho que muitas relacionamentos se salvariam se as pessoas assistissem toda essa bela trilogia - e me arrisco dizer que nem é necessário ver toda ela, mas somente a última DR do casal protagonistas, aquela briga sobre o par perfeito é o tema que com certeza já passou por muitas cabeças. Será que estou com a pessoa certa? Será que meu relacionamento é como eu queria?




Pois bem, se o primeiro filme da trilogia era sobre o amor juvenil e o segundo é sobre redescobrir a paixão, para mim o terceiro é sobre o amadurecimento da relação, aquele momento em que os dois se tornam maduros e o sexo começa a perder a importância e a conversa se torna cada vez mais o ponto principal da relação. Para alguns isso é motivo de divórcio ou de crise, e para alguns mais uma etapa em que alguém têm de finalmente ceder.




Em relação à atuação, os protagonistas novamente se saíram muito bem: Ethan Hawke e Julie Delpy tinham tanta química que parece que ficamos acompanhando a vida deles por todo esse tempo que não soubemos nada sobre eles. Além disso, o diretor Richard Linklater sobe cadenciar bem toda a história para não acabar num ciclo sem fim ou num romance por demais chato e caricato.




Devo dizer que adorei a trilogia como um todo, e especialmente esse final que não promete “um felizes para sempre”, mas é um fiel ode ao relacionamento, que não vive só de amasso e juras de amor.


Escrito por Fábio Campos

quinta-feira, 8 de maio de 2014

Posted by Pasteleiro On 12:00 0 comentários

FRITOS NA HORA - Toque de Mestre (2013)

Um filme que você vai se interessar em assistir, tem uma trama que parece interessante e um ator meio conhecido, afinal que não lembra o Frodo de Elijah Wood.




A trama que tanto me chamou a atenção promete um suspense interessante e acompanha o pianista Tom Selznick (Elijah Wood), que após anos recluso resolve se apresentar. É claro que durante o espetáculo algo de estranho acontece e ele acaba se vendo num jogo de gato e rato com um perigoso bandido.




Como disse, um filme atrativo né? Parece bem tenso, correto? Pois bem, devo dizer que o longa é uma droga, além de forçado ao extremo ele não consegue empolgar, parece uma comédia em certos momentos, e Elijah Wood está péssimo, ele não consegue ter uma cara séria, parece sempre ter um jeito de criação, não bastasse isso o John Cusack tem um personagem que também não tem muita noção.




Em minha opinião, um dos piores que vi esse ano: trama ruim, atuação ruim e ainda um final tonto que quer ser diferente, mas acaba sendo bem fraquinho, não vale a pena.

Escrito por Fábio Campos

quarta-feira, 7 de maio de 2014

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FRITOS NA HORA - Rota de Fuga (2013)

Sylvester Stallone e Arnold Schwarzenegger foram os astros de filmes de ação dos anos 80, que melhor simbolizaram o que era produzido naquela época, com protagonistas super musculosos, que eram simplesmente os maiorais, e sempre as figuras vingadoras que matavam e atiravam em todo mundo sem dóm e por anos essa fórmula deu sucesso.




Com o tempo a idade chegou, os filmes foram piorando, o Sr Arnold virou governador, enfrentou o diabo, tentou voltar a ser exterminador e nada deu muito certo. Já o Sr Silvester retomou duas de suas mais populares franquias, e começou através do ambicioso “Os Mercenários” a ressurgir os valentões dos anos 80.

A trama é típica dos anos 80, Ray Breslin (Silvester Stallone) especialista em testar e fugir das melhores prisões do mundo, faz um "último trabalho" e acaba detido em uma prisão que parece ter sido projetada para evitar qualquer tentativa de fuga. O que começa com um teste acaba se mostrando uma armadilha para mantê-lo fora da ativa e a solução para escapar se torna viável através uma aliança com outro criminoso (Arnold Schwarzenegger).




Rota de Fuga” embarcou nessa onda de resgatar os dois como personagens de ação. O filme é uma nostalgia só, repleto de frases de efeito que eu pelo menos adoro. Em certos momentos você assiste e pensa: nossa como ele fez isso? Ai você se lembra que tipo de filme está vendo e embarca no clima.




Se é como eu, que adora esse tipo de ação forçada e repleta de frases bizarras vai gostar do filme, destaque para Jim Caviezel tentando atuar enquanto parece que os dois tios estão ali só para se divertir.


Escrito por Fábio Campos

terça-feira, 6 de maio de 2014

Posted by Pasteleiro On 12:14 0 comentários

FRITOS NA HORA - Cabo do Medo (1991)




Martin Scorsese, diretor de vários clássicos essenciais do cinema como Touro Indomável, Taxi Driver, Os Bons Companheiros, entre tantos outros, lançou em 1991, um remake de um Thriller de suspense de 1962, com Gregory Peck e Robert Mitchum (que também participam do remake). No filme, Max Cady (Robert De Niro), um psicopata que cumpre sua pena de 14 anos e é solto. Ao sair, decide pôr em prática seu plano de vingança contra o seu advogado Sam Bowden (Nick Nolte), que por conta própria omite informações que poderiam diminuir sua pena. Max passa os anos na prisão estudando seu caso e alimentando o ódio que estimula sua vingança.




O filme é muito influenciado pelo trabalho de Alfred Hitchcock, a sua fotografia e timing para o suspense. A trilha sonora, de Bernard Herrmann é também reutilizada, enriquecendo, o conjunto da obra. Robert De Niro estava em grande forma, e entregou um personagem perturbador e de causar medo. As atuações me pareceram um pouco forçadas, mas nada que comprometa o resultado final. O filme conta ainda com Jessica Lange e Juliette Lewis em seu primeiro papel de destaque.








Escrito por Daniel Guerra

segunda-feira, 5 de maio de 2014

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FRITOS NA HORA - Crimes Temporais (2007)

Engraçado que muitas vezes são os filmes mais simples e sem efeitos especiais que têm os roteiros mais interessantes, esse foi o caso do interessante longa espanhol.




Com uma trama que usa e abusa do plot da viagem no tempo, não tem como não se interessar. que O protagonista é um cara comum chamado Héctor (Karra Elejalde) que acaba por desgraça do destino sendo envolvido numa trama que está além da sua imaginação.




O filme é bem interessante, sabe mesclar suspense e ficção cientifica, não tem um visual futurista e os efeitos especiais são simples, porém a trama consegue facilmente despertar a atenção por abusar do clichê do cara comum no lugar errado e também pelas reviravoltas da história. É claro que existem alguns paradoxos, mas isso há de se perdoar considerando a diversão e atenção que a história nos permite.




Esscrito por Fábio Campos

domingo, 4 de maio de 2014

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FRITOS NA HORA - Fruitvale Station (2013)

Muitas vezes condenamos a polícia e as injustiças que acontecem aqui no Brasil, como se o nosso país fosse o único errado. Quantas vezes não ouvi pessoas dizendo “lá nos EUA não é assim, lá eles são isso ou aquilo”.




Fruitvale Station é um tapa na cara desse pessoal que só sabe depreciar nosso país, mais uma vez somos trazidos à realidade e obrigados a ver que erros e injustiças acontecem em todos os locais. No longa somos apresentados à história real de Oscar Grant (Michael B. Jordan), um pai de família e ex-prisioneiro que tenta arrumar sua vida com sua mãe, esposa e filha, mas acaba tendo seu sonho destruído por um ato de brutalidade de um policial inconsequente.




Devo dizer que o longa é tocante, ele tenta dar uma contextualização à vida de Oscar, em certos momentos tentando mostrar que ele é uma pessoa boa, mas que coisas ruins aconteceram com ele. A criminalidade com que foi cercado e a forma como acabou no crime, também é mostrado seu lado doce e a forma como tenta consertar sua vida, se ele conseguiria não saberemos responder, mas o diretor Ryan Coogler injeta emoção o suficiente na trama para que nos preocupemos com ele e sua família.




Gostei muito do filme e achei emocionante a cena com cachorro atropelado e o paralelo que existe com a cena na estação. Para quem ficou curioso com o que aconteceu, o policial Johannes Mehserle que atirou em Oscar, ele foi sentenciado a 2 anos de prisão, os quais cumpriu e depois ficou em condicional, a família de Grant processou o metrô e ganhou uma ação de 1,5 milhão de dólares que foram destinados a Tatiana, filha de Oscar. E aí, será que só acontecem essas coisas em países como o nosso? É bom lembrar que o Jean Charles também foi um caso de injustiça que aconteceu na Inglaterra.


Escrito por Fábio Campos

sábado, 3 de maio de 2014

Posted by Pasteleiro On 12:00 0 comentários

FRITOS NA HORA - A cruz de ferro (1977)

Esse aqui é um filme inovador por mostrar a guerra por um ponto de vista inusitado: o alemão. A trama é desenvolvida de uma forma em que os soldados não são vistos como carrascos cruéis, mas homens que arriscavam sua vida na fronte de batalha. Em sua maioria eles não acreditavam nos ideais do nazismo, mas arriscavam suas vidas pelo país.




Na trama, o protagonista é o sargento Rolf Steiner (James Coburn) que comanda seu pelotão com muita coragem e força, enfrentando os russos (isso eu achei meio bundão, poderia ser os americanos ou ingleses), porém seu destino acaba cruzando com um arrogante aristocrata, o capitão Stransky (Maximilian Schell), que deseja de todas as formas conquistar uma medalha da A Cruz de Ferro.


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Nem preciso dizer que o grande diretor Sam Peckinpah soube trabalhar bem a arrogância e a burocracia que muitos militares agem durante a guerra, se preocupando com medalhas e reputação enquanto as pessoas vão morrendo. Também é importante falar sobre a personalidade do sargento Steiner, que é um homem que só sabe viver da guerra. Um grande filme e com certeza um clássico que merece ser visto. Fecho com uma frase que aparece no final do longa e que se faz presente nos tempos modernos:

"Não se alegrem com a derrota dele (o fascismo), homens.
Mesmo que o mundo tenha se erguido para deter o bastardo, a cadela que o pariu está no cio novamente..."
-Bertolt Brecht




Escrito por Fábio Campos

sexta-feira, 2 de maio de 2014

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FRITOS NA HORA - Primer (2004) por Daniel Guerra



Terceiro item da nossa pequena série de filmes (quase desconhecidos) sobre viagens no tempo,você pode ler a primeira parte aqui, e a segunda aqui.




Primer, filme de estréia do diretor Shane Carruth, conquistou a crítica especializada, levando o grande prêmio do festival de Sundance em 2004. A história começa com 2 amigos, Aaron (Shane Carruth) e Abe (David Sullivan), engenheiros que trabalham num projeto experimental para o desenvolvimento de um dispositivo que bloqueia a gravidade, diminuindo o peso dos objetos. Acidentalmente descobrem que tem nas mãos uma descoberta que possibilita viagens no tempo. Os dois decidem guardar segredo testando a nova tecnologia constróem um dispositivo que viabiliza a viagem de um ser humano ao passado. À medida que os dois vão ficando à vontade com a nova tecnologia a estória se complica e seus efeitos se mostram fora de controle.




O filme opta por uma abordagem mais realista, e não entrega respostas de mãos beijadas para o telespectador, encontrando aí sua força para uma aceitação melhor do projeto. Shane Carruth também foi elogiado pelo fato de ter desenvolvido um excelente filme de ficção científica gastando apenas módicos 7.000 dólares de orçamento




Escrito por Daniel Guerra

quinta-feira, 1 de maio de 2014

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FRITOS NA HORA - O Hobbit: Desolação de Smaug (2013)

O primeiro Hobbit é um filme interessante, apesar de se arrastar em cenas para poder aumentar o tempo de duração dos filmes. Afinal, pra quem não sabe, existe somente um livro, e não três como o “Senhor dos Anéis” para a trama se basear. Nesse caso, o segundo filme foi para um lado mais pretencioso: além de esticar as cenas, foram enxertadas situações, colocaram personagens que não tinham no livro e criaram romances que também não estão no livro.




O grande destaque de “O Hobbit: Desolação de Smaug” é o dragão Smaug que conta com a voz do Benedict Cumberbatch. Além de ótimas falas, ele tem um belo efeito especial - é uma pena que os efeitos especiais tenham ficado só aqui, afinal, por diversos momentos parece que houve pouco caso com isso e algumas cenas ficaram realmente ruins.



No geral o filme é interessante e prepara bem o terreno para a conclusão que chega esse ano. As adições na trama em relação ao livro não me incomodaram, mas com certeza muitos fãs devem ter ficado revoltados. Eu estranhei mais a presença do Legolas (Orlando Bloom) e a falta de definir logo a personalidade do Thorin (Richard Armitage), afinal isso vai influenciar no fechamento da história. Para finalizar, o longa é melhor que o primeiro que tinha um aspecto muito infantil, esse tem uma dose de aventura maior com cenas de ação mais brutais.




Escrito por Fábio Campos