"

BIRDMAN O GRANDE GANHADOR DO OSCAR

Leia o que achamos do filme que ganhou os prêmios de melhor filme e diretor

PODCAST COM OS MELHORES E PIORES DO ANO

Quer dar risadas e receber umas dicas de filme então entre e se divirta

TIM BURTON UM GÊNIO DESGASTADO?

Um grande diretor em um mau momento ou sempre uma enganação?

OSCAR 2015 - Tudo sobre a premiação

Tudo que você sobre como foi a premiação

QUEM VOCÊ MAIS ODEIA EM GAME OF THRONES?

Vejam a lista dos personagens mais perversos da série

quinta-feira, 17 de abril de 2014

Posted by Pasteleiro On 12:00 0 comentários

PASTEL DELIVERY - The IT Crowd (2006...)




Olá pessoal, a dica de hoje vai para quem procura risadas fáceis. The IT Crowd, uma premiada sitcom britânica que com certeza não desaponta. Como o título já entrega foca no dia a dia de trabalho de uma equipe de TI de uma fictícia empresa britânica, as indústrias Reinholm.

A série comelça com a chegada de uma nova funcionária, Jen Barber (Katherine Parkinson), que consegue ser aprovada numa entrevista de emprego, sendo direcionada para trabalhar no departamento de suporte técnico de informática de uma grande companhia mesmo sem entender bulhufas do assunto, graças às inverdades que dispara e lhe qualificam para o cargo. Lá encontrando as duas figuras que são o motor da série, Roy (Chris O'Dowd), e Maurice Moss (Richard Ayoade), dois nerds/freaks/losers de carteirinha, experts em TI mas incapazes de apagar um simples incêndio ou matar uma aranha. A sinergia entre os três personagens principais e personagens coadjuvantes como o Richmond (Noel Fielding) rende boas gargalhadas.




Outro ponto forte da série é o personagem Denholm Reynholm (Chris Morris, ótimo!), dono da Reinholm Industries. Louco, narcisista, e autor de alguns dos melhores momentos da sitcom. The IT Crowd teve início em 2006 e já segue na sua 5a. temporada.











Escrito por Daniel Guerra

quarta-feira, 16 de abril de 2014

Posted by Pasteleiro On 12:00 0 comentários

FRITOS NA HORA - O grande herói (2013)

O grande herói é aquele típico filme feito para vender os EUA como um país que se preocupa com os outros países e que tem os melhores soldados, mais honestos e decentes. Tirando toda esse drama patriótico, o filme tem uma trama muito interessante por ser baseada em fatos reais. Não tem como não se emocionar. A história conta como um grupo de soldados acaba cercado por um grupo de soldados talibãs em pleno Afeganistão. Com nomes conhecidos como Ben Foster, Taylor Kitsch, Emile Hirsch, Eric Bana e Mark Wahlberg, o longa é dirigido por Peter Berg, que alguns já conhecem pelo péssimo “Battleship”, outro grande exemplo de filme que quase faz um juramento a bandeira americana. Assisti esperando ver um monte de babaquices patriotas, com um drama mais leve e muita ação, mas me surpreendi com uma história que focou mais na irmandade dos personagens e em suas vidas do que na ação em si.




Uma pena que o papel principal tenha caído no colo do ex-rapper Mark Mark, ou como agora é conhecido e 'Mark Wahlberg', que apesar de funcionar como personagem bruto não consegue emocionar, parecendo que irá socar a cara de alguém em todas as suas cenas. Se você está em busca de um filme de ação diferente, talvez goste de “O grande herói”, que sofre dos seus tiques patrióticos, mas não se deixa esconder atrás disso, mantendo cenas de emocionar os mais desavisados..



Escrito por Fábio Campos

terça-feira, 15 de abril de 2014

Posted by Pasteleiro On 12:00 0 comentários

FRITOS NA HORA - Black Block (2011)

O movimento dos “black bloc” ganhou destaque na mídia devido as suas manifestações que se espalharam por todo mundo. Isto surgiu, assim como é possível ler na Wikipedia “..surgiu na Alemanha, nos anos 1980, como tática utilizada por autonomistas e anarquistas para a defender os squats (ocupações) contra a ação da polícia e os ataques de grupos neonazistas”.




O documentário não mostra o lado violento da organização, mas sim quando eles sofreram a reação mais violenta da policia: o incidente que aconteceu em Genova, quando a policia invadiu uma escola em que estavam além de membros da imprensa, diversos partidários do movimento. O resultado foi muito abuso policial e diversas pessoas feridas.




Durante todo o documentário é possível acompanhar os depoimentos do envolvidos, nesse caso só dos membros do movimento, que contam o que aconteceu e como foi aquela noite.




Eu achei o documentário interessante, por abordar um tema tão importante como a violência policial que vira e mexe e se torna a pauta para muitas matérias de jornais e revistas, na qual o abuso é incentivado por alguns e condenado por outros. Com certeza ele serve como um referencial para quem quer entender um pouco mais sobre o assunto.

segunda-feira, 14 de abril de 2014

Posted by Pasteleiro On 12:00 0 comentários

FRITOS NA HORA - Ernest e Celestine (2012)

Ernest e Celestine é uma animação francesa que conta uma bela história de amizade entre uma ratinha e um urso. Indicado ao Oscar e enfrentou concorrentes de peso como o meteórico “Frozen”, o queridíssimo “Vidas ao Vento” e o não mesmo engraçado “Meu Malvado Favorito 2”. Claro que com uma disputa assim, a animação acabou se tornando uma zebra e como tal, acabou sumindo em meio aos seus adversários.




Como todos os anos, busco em meu ritual assistir todos os filmes envolvidos no Oscar, e acabei tendo que assistir a animação imaginando que viria alguma coisa chata ou arrastada, mas acabei me deliciando com uma história simples, com traços belos e personagens que brincam com o senso comum.



Se você quer levar seus filhos ou sobrinhos para conhecer outros estilos de animação “Ernest e Celestine” é uma bela opção, que tem um tom que lembra muito as clássicas fábulas de Esopo.


Escrito por Fábio Campos

domingo, 13 de abril de 2014

Posted by Pasteleiro On 11:45 0 comentários

TOP PASTEL - Personagens mais odiados de Game of Thrones

A quarta temporada de Game of Thrones começou semana passada. Então, que tal, como aquecimento, se lembrar das cinco personagens mais odiadas da série?

1. Rei Jofrrey (Jack Gleeson)

Um dos piores monarcas do reino da literatura, o mimado garoto é fruto de um incesto é uma junção dos piores defeitos que um ser humano pode ter.

Crimes mais graves: Ordenou a morte do nosso querido Ned Stark, conseguiu fazer todos os sete reinos entrar em guerra, humilhou seu tio, sua mãe e seu pai (Jamie), torturou prostitutas e a pobre Sansa, que teve de ver a cabeça do seu pai e diversas pessoas que ela gostava expostas. Ele ainda abandonou os seus soldados no meio da Guerra.



2.Walder Frey (David Bradley)

O velho e rabugento Walter Frey fez um dos crimes mais cruéis ao matar o rei do Norte e sua esposa grávida sem dó. E fez isso quebrando todas as tradições de hospedagem que existem, na qual um convidado não pode ser atacado se tiver desfrutado uma refeição com seu anfitrião.

Crimes mais graves: Massacre dos soldados Stark e ainda assassinou pessoas a quem ele supostamente devia lealdade sem a mínima misericórdia e isso inclui mulheres e até o futuro Ned Stark Jr.



3.Theon Greyjoy (Alfie Allen)

Falando em traição temos o maior dos traidores (apesar de não ser um cara tão mal) afinal ele fez o que fez por ser um "bunda mole" e não um traidor. Não podia deixar de constar na lista, pois traiu os Stark mesmo após anos de convivência e fez isso só para agradar um pai que só o humilhou.

Crimes mais graves: Matou Sor Rodrick da maneira mais babaca possível, mostrando que nem peito para matar tem, não bastasse isso matou duas crianças inocentes só para mostrar poder. Ainda matou o Mestre Luwin que foi um professor para ele.



4.Cersei Lannister (Lena Headey)

Uma rainha manipuladora que apesar de sempre responder ao seu pai, nunca escondeu a sua ambição pelo poder e a eterna necessidade de defender seus filhos. Talvez esse lado mãezona tenha amenizado seu nível de maldade, mas com certeza não deixou ela de fora da lista.

Crimes mais graves: Ordenou que seu irmão e amante jogasse o jovem Bran da torre após ele flagrar os dois fazendo sexo; ordenou a execução de todos os bastados do Robert a fim de impedir a descoberta da real paternidade dos seus filhos. Arquitetou a prisão de Ned Stark, que culminou com sua morte. Manipulou Joffrey para tomar decisões que eram do interesse dela.




5.Ramsay Bolton (Iwan Rheon)

Apesar do pouco tempo de aparição (afinal enquanto os outros membros dessa lista aparecerem por mais de uma temporada Ramsay é só mencionado em momentos anteriores) quando aparece o faz em grande estilo deixando com que mesmo nós que tanto julgamos Theon, ficássemos com pena dele.

Crimes: Tortura e mutilação (capou também uii) do Theon Greyjoy, com requintes de crueldade extremos. Eu como já li os livros poderia subir um pouco mais ele na lista, e diminuir mais o Greyjoy mas quero só me concentrar na série.




Menções honrosas: O montanha, Sandor (Cão de Caça), Twin Lannister e o Mindinho.


Escrito por Fábio Campos

sábado, 12 de abril de 2014

Posted by Pasteleiro On 12:00 0 comentários

PASTEL DELIVERY - Black Mirror (2011/2013)


Uma série pra você que busca fugir do convencional enlatado que se encontra facilmente nas produções americanas e vai mexer com seus conceitos sobre tecnologia e seus benefícios. Essa produção britânica estreou nas telas européias em 2011 num formato pouco convencional de 3 episódios. Cada um trazendo uma história fechada (lembra Twilight Zone) envolvendo o uso da tecnologia e suas consequências maléficas para o homem, sempre deixando na mente do espectador uma reflexão que se estende após o final de cada capítulo. Aqui você vai encontrar momentos desconfortáveis como o que acontece com um primeiro ministro britânico após o sequestro de um membro da família real, respostas em detalhes sutis e finais intrigantes e inesperados.


Black Mirror teve uma segunda temporada em 2013 e o seu criador, Charlie Brooker já prometeu uma nova temporada para o próximo ano. Meu episódio preferido é The Entire History of You, que recentemente foi divulgado ser um projeto que Robert Downey Jr quer filmar com a sua produtora.









Escrito por Daniel Guerra

sexta-feira, 11 de abril de 2014

Posted by Pasteleiro On 12:00 0 comentários

PASTEL DELIVERY - The Flight of the conchords (2007/2009)



Jemaine Clement e Bret Mckenzie são os dois integrantes da banda neo zelandesa de folk/fun/rock/soul/pop/whatever Flight of the conchords, e estrelas de um seriado de comédia americano da HBO que teve início em 2007. A série durou apenas duas temporadas, mas suficiente para conquistar uma legião de fãs do seu humor nonsense e situações hilárias.


A cada episódio o duo nos apresenta suas músicas sobre os mais variados temas, que vão de desilusões amorosas,
homens demais numa festa, seu absoluto desprezo pelos australianos, falta de grana, entre outros temas de seu cotidiano. Os coadjuvantes também são ponto forte, entre eles se destacam o "empresário" Murray e a única fã da banda, a stalker Mel, responsáveis alguns dos momentos mais engraçados da série. Além do seriado a dupla também fazia concorridos shows em que misturavam suas músicas com standup comedy. Abaixo alguns vídeos das desses shows e de canções apresentadas na série:






Em 2007 a dupla foi agraciada com um Grammy por seu álbum de comédia "The Distant Future". Atualmente os integrantes seguem em carreira solo. Jemaine tem participado de várias comédias e Brett chegou a ganhar um Oscar de melhor canção original para o filme dos Muppets em 2012.




Escrito por Daniel Guerra

quinta-feira, 10 de abril de 2014

Posted by Pasteleiro On 12:00 0 comentários

PASTEL DELIVERY - House of Cards (2° temporada)

Eu assisti a primeira temporada de “House Of Cards” e gostei muito. Adorei o Frank Underwood do Kevin Spacey e apesar de ter umas escorregadas aqui e ali a trama se manteve e preparou o terreno para uma brilhante segunda temporada.





Se na primeira temporada conhecemos um pouco sobre o casal Underwood e seu gosto por poder, na segunda descobrirmos que Claire (Robin Wright) e Frank não tem limites para chegar ao topo. Nesta última temporada somos convidados a nos aventurar mais no jogo da política enquanto no lado jornalístico Zoey (Kate Mara) se aprofunda mais na sujeira do casal e conta com aliados para descobrir as verdades que cercam a vida do vice-presidente.

O interessante da série além da sua maneira única de falar com o telespectador, é a forma como nos sentimos divididos em relação a Frank, ao mesmo tempo em que queremos que ele seja pego, sentimos uma tesão quando este momento está perto de acontecer.




Além disso, os personagens que interagem com ele são de tal forma tão sujos, que acabamos percebendo que não existem boas pessoas. O magnata Raymond Tusk (Gerald McRaney) é um desses, porém, o que impressiona e até acho engraçado do ponto de vista da história é quem é o maior tolo de tudo. Não vou revelar aqui, mas com poucos episódios já se descobre.




O final da temporada é surpreendente, e com certeza tem um dos melhores ganchos que já vi. Além disso, Kevin Spacey é um grande ator, e sua presença se faz sentida em cada episódio. Você não sabe quando deve ou não confiar nele. Para os fãs de “Breaking Bad” com certeza “House of Cards” é uma boa opção, pelo menos em grau de protagonista Frank Underwood chega bem perto de Walter White.


Escrito por Fábio Campos

quarta-feira, 9 de abril de 2014

Posted by Pasteleiro On 12:00 0 comentários

FRITOS NA HORA - Room 237 (2012) - Por Daniel Guerra

Lembro da primeira vez que vi "O Iluminado" de Stanley Kubrick, a molecada toda reunida para assistir um cultuado filme de terror de um diretor que não conhecíamos muito, mas baseado num livro de Stephn King. O cara que tinha nos presenciado com tenebrosas histórias como Cemitério Maldito, It, Carrie a estranha e Christine e certamente esse filme seria garantia de mais uns sustos e o medo que ficaria do desconhecido e que foge do controle do ser humano.




O resultado foi morno. Alguns acharam péssimo, outros regular, e não saciou a sede de quem esperava ver um Michael Myers, uma aranha alienígena, ou algo mais concreto que ficasse mais próximo da compreensão. E é nessa intangibilidade onde mora a preciosidade da obra prima.
Anos mais tarde, pude conhecer o trabalho do mestre Stanley Kubrick mais a fundo e saber do preciosismo nos detalhes e simbolismos de suas obras. Talvez O iluminado seja o filme onde ele mais trabalha suas metáforas visuais, enriquecendo a estória com detalhes que não são percebidos ao assisti-lo uma só vez. Um filme denso e sem respostas óbvias que conta sua estória em camadas.

E é aqui que entra Room 237:


O documentário de Rod Ascher apresenta cineastas, jornalistas entre outros profissionais em depoimentos que retratam o impacto do filme ao assistí-lo pela primeira vez, um desconforto que gerava discussão e novas investidas para melhor entendimento e construindo suas teorias (algumas mirabolantes) sobre a obra. Nazismo, colonização da américa e a chegada(?) do homem a lua (meu momento preferido) são apenas alguns dos temas levantados, mostrando que o Iluminado é um filme para ser visto e revisto diversas vezes, pois cada visualização revela um detalhe despercebido que colabora com a construção do todo.





Uma coisa que aprendi com o tempo, é que definitivamente O Iluminado não é um filme para moleques.






Escrito por Daniel Guerra

terça-feira, 8 de abril de 2014

Posted by Pasteleiro On 12:00 0 comentários

SUCOS DO RODRIGO - Quando Caetano saiu da Ordem

Ser Caetano Veloso é um fardo enorme, pois carrega louros de vitórias antigas e criticas pelo momento de marasmo.
No começo dos anos 90 Caetano começava a ser contestado, onde estava aquele líder musical que brigou contra a ditadura? Será que ele se escondeu atrás de programas da globo? Ou ele foi parar embaixo da geração pop rock oitentista?




Caetano aproveitou os anos 80 para respirar e buscar inspirações, Velô (1984) mostrava um “Caê” namorando com a rebeldia “roqueira” que seria resgatada muito tempo depois no trio Cê, Zii e Zeê e Abraçaço ou até com o pop em Uns (1983).

Os anos 90 foram o resultado de somatória dos “Caetanos” 60, 70 e 80, pois traz um músico de peito aberto, sem medo de balas ou rosas e abrindo os trabalhos com Circuladô.

Fora da Ordem abre o disco sendo múltipla, é o poeta critico o artista completo e o ser sem medo de ser Caetano Veloso.

Caetano parece não temia ser agressivo num momento e de uma doçura enorme em outro ao proferir uma coisa linda tipo Boas vindas ou mandar dançar com Neide Candolina.

Quando cai para agressividade, o cantor destila o veneno da fantástica o Cú do Mundo quase que vislumbrando o Brasil que viveríamos em 2014.

Circuladô é um retrato perfeito de Caetano Veloso, seja para seus detratores chamarem-no de ambíguo e arrogante ou para que os seus muitos amantes o idolatrem pela genialidade, mas de qualquer forma, o que fica desse registro são sua urgência e capacidade de não passar incólume a uma boa audição.


Escrito por Rodrigo Moia

sexta-feira, 4 de abril de 2014

Posted by Pasteleiro On 12:00 0 comentários

SUCOS DO RODRIGO - Porque Listen without prejudice vol.1?

E lá vamos nós para mais um desafio de defender aquele disco que poucas pessoas gostam ou até teriam coragem de defendê-lo, mas nós do pastelaria faremos a tarefa!



Hoje em dia advogar a favor do George Michael é uma tarefa árdua, seja por sua guinada musical duvidosa ou por suas atitudes, o cantor se tornou persona non grata em boa parte dos veículos musicais. Mas no começo dos anos 90 a história era outra, o músico vivia um momento impar de sucesso avassalador graças a Faith(1987) que gerou nada mais que 20 milhões de cópias ao redor do mundo e pelo menos 4 músicas no top das paradas.

Com sucesso debaixo do braço George optou por um caminho mais complicado em seu segundo disco solo, pegou o funk misturou ao pop, foi ao R&B e ainda dormiu um pouco com jazz soando até que inovador para aquele momento do mainstream musical.

LWP abre com Praying for time uma canção pop “redondinha” perfeita para as rádios e isso se repete em Something to save e na boa Heal the Pain.
George Michael quase que anuncia a sua homossexualidade em Freedom 90, hit absoluto de 1990 e um dos clipes mais influentes da história.

Waiting for that day roubou tanto de You can´t always get what you what dos Stones que o cantor resolveu dar a coautoria das faixas para Jagger e Richards, atitude acertada e mais uma bela canção pop.




Listen Without Prejudice Vol.1 é aquela joia pop que pode ser ouvida em 1990 ou 2014 que será sempre atual, por isso, largue o preconceito e vá ouvir esse bom disco pop!



Escrito por Rodrigo Moia

quinta-feira, 3 de abril de 2014

Posted by Pasteleiro On 12:00 0 comentários

FRITOS NA HORA - O segredo de seus olhos (2009) - Por Daniel Guerra


Uma produção hispano argentina vencedora do Oscar de melhor filme estrangeiro de 2010, O segredo de seus olhos de Juán José Campanella é um filme envolvente. Uma bela fotografia (a sequência do estádio de futebol é de cair o queixo), diálogos excelentes, personagens bem construídos, além de roteiro e atores inspirados são algumas das qualidades dessa produção que merece sua atenção.




O filme conta em flashback a estória de Benjamin Esposito (o ótimo Ricardo Darin), que em 1974 trabalha no setor burocrático da polícia argentina e é deslocado para cuidar do caso de estupro seguido de assassinato da jovem Liliana Colotto. Os personagens coadjuvantes como o parceiro alcoólatra Pablo Sandoval e sua colega novata Irene Hastings (seu amor platônico) enriquecem a trama interagindo e contribuindo para as investigações de Esposito.



Os detalhes que mais me prenderam a atenção foram os diálogos muito bem construídos e a fotografia que privilegia os olhares, que entregam as emoções dos personagens construindo melhor suas personalidades e sentimentos.






Cabe aqui uma discussão sobre o nosso cinema nacional, que ultimamente tem privilegiado (muitas) comédias e documentários (alguns excelentes) em detrimento a outros gêneros do cinema, salvo poucas exceções. Recententemente, José Padilha deu entrevista ao Roda Viva, e teceu alguns comentários sobre o tema.




Escrito por Daniel Guerra