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BIRDMAN O GRANDE GANHADOR DO OSCAR

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sábado, 6 de abril de 2013

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FRITOS NA HORA - O homem da máfia (2012)

Quase um conto que foi alongado demais, esse longa parece uma história contada em algum filme de máfia do Martin Scorcesse, que alguém resolveu explorar e virou um filme.




Com um elenco interessante que conta com o ótimo Brad Pitt (todo ameaçador) e um James Gandolfini lembrando um Tony Soprano em decadência, a história gira em torno de um grupo de bandidos que assaltam uma mesa de jogo frequentada por mafiosos, e que acabam sendo descobertos e caçados por um “homem da máfia” (um assassino de aluguel).




Para mim, a grande decepção do filme é que ele não é violento, não tem uma trama redonda, e não chega a cativar com sua história. É tudo muito rápido e sem motivo, parece que quiseram produzir algo que não servia para um filme, então encheram o longa de atores famosos com visuais diferentes e esperaram um sucesso.

O Homem da Máfia” é uma boa opção para quem quer passar o tempo, mas não é um dos grandes filmes sobre o assunto. Nem tem atuações tão dignas que valem a pena perder o tempo assistindo, só serve mesmo se você está interessado em ver um filme curtinho sobre máfia. Escrito por Fábio Campos

sexta-feira, 5 de abril de 2013

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FRITOS NA HORA - Virada de Jogo (2012)

A eleição nos Estados Unidos é a que mais chama a atenção em todo o mundo. Várias pessoas se interessam mais por quem será o novo governante do país mais poderoso do planeta do que quem vai se eleger como prefeito da sua cidade ou governador do seu Estado.





O mais interessante em “Virada de Jogo” é ver os bastidores de uma eleição e a forma como foi escolhida Sarah Palin (a sensacional Juliane Moore) para ser vice-presidente, um momento digno das grandes estratégias políticas, que parece um grande acerto da campanha do John McCain (Ed Harris), mas que se mostra uma tremenda roubada quando descobrem que a simpática governadora do Alaska é uma mulher bem limitada sobre vários assuntos.






Além das atuações brilhantes da Juliane Moore e do Ed Harris, ainda temos Woody Harelson no papel de um consultor político que tenta salvar a campanha do fenômeno Obama, e também a Sarah Paulson como a assessora que percebe o grande erro na escolha de Palin.

Fazendo um paralelo com o Brasil, com certeza a escolha de Palin não teria tanto significado aqui, afinal o ex-presidente Lula não era um primor em política externa e tinha como base uma campanha mais populista, que se apoiava na sua figura como líder e na da sua equipe como solução.




O que mais impressiona é um filme com esse caráter, que praticamente destrói a imagem de Palin, ter sido feito e não ter criado um embaraço para os republicanos. Em certos momentos até o pessoal da campanha começa a temer a eleição de McCain e a possibilidade da despreparada Palin assumir o poder , uma situação no mínimo curiosa.


Escrito por Fábio Campos

quinta-feira, 4 de abril de 2013

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FRITOS NA HORA - Clube da Lua (2004)

Quando somos jovens temos vários locais que nos faziam felizes, pessoas que marcaram nossa infância e de certa forma influenciaram no que somos. E são essas sensações e sentimentos que alimentam “Clube da Lua”, um longa argentino que, como sempre em filmes dos nossos Hermanos, é brilhantemente contado e representado, sabendo trabalhar diversas situações com drama, comédia e romance.




O filme conta a decadência do Clube Luna de Avellaneda, um tipo de centro esportivo, que tem time de basquete, aulas de dança e que no passado foi um marco para comunidade local.

Mantido a duras penas por Román (Ricardo Darín), Amadeo (Eduardo Blanco), Graciela (Mercedes Morán) e Don Aquiles (José Luis López Vázquez), o clube resiste aos avanços do tempo, inadimplência e a diminuição dos seus sócios.




A trama é costurada de maneira brilhante, trabalhando um pouco da personalidade de cada um dos principais frequentadores do clube, e também a forma como ele faz parte da vida deles. Nem preciso dizer que, como fã de Ricardo Dárin, ele rouba a cena e consegue passar toda a angústia de seu personagem: um homem que nasceu com o clube e que decaiu com ele.




Boa opção para quem gosta de bons dramas, e em especial, como eu, de filmes argentinos que sabem trabalhar bem os conflitos dos personagens. Em especial, gostei da nostalgia e do simbolismo que o clube possuía, mas também me peguei a pensar: o Clube da Lua é um lugar do passado que insiste em se manter no presente ou um lugar do passado que merece um lugar na vida das pessoas de hoje?


Escrito por Fábio Campos

quarta-feira, 3 de abril de 2013

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FRITOS NA HORA - Prometheus (2012)

Como criar um clássico? Ridley Scott com certeza conseguiu isso com Alien, mas achou que tinha a fórmula pronta e que a hora que quisesse ia conseguir repetir o feito.




Para Prometheus, ele deve ter utilizado muitas promessas de criar uma grande história, pois conseguiu atrair um elenco impressionante, misturando várias figuras de gêneros diferentes do cinema como Noomi Rapace, Michael Fassbender, Charlize Theron, Idris Elba e Guy Pearce.

Na trama muito semelhante ao Alien, somos apresentados à tripulação na nave “Prometheus”, que planeja viajar para outro planeta buscando encontrar os criadores da raça humana, os alienígenas batizados de “engenheiros”.




Assim como o primeiro “Alien”, temos um destaque às forças femininas, sendo as personagens de Noomi Rapace e Charlize Theron as duas pontas que sustentam a história - uma busca aprovação e outra o conhecimento. Em meio a esse cabo de guerra, temos o androide David (brilhantemente interpretado por Michael Fassbender), que de forma direta e indireta faz toda a trama caminhar para seu desfecho final.




É um grande filme, com efeitos especiais lindos e uma história que não inova muito, mas que pode em suas interpretações gerar boas discussões. Talvez em uma sequência possa se distanciar mais do que já foi feito e oferecer algo novo.


Escrito por Fábio Campos

terça-feira, 2 de abril de 2013

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PINGANDO ÓLEO - A caça (2012)

Pedofilia, acho que dos crimes que alguém pode cometer, esse é o mais odiado e que causa maiores reações nos outros. A forma como o pedófilo é visto pela sociedade já foi mostrada em “O Lenhador”, um grande filme sobre o assunto, que mostra a marginalização desse tipo de indivíduo pela sociedade.




Em “A caça” temos uma proposta mais cruel ainda: um homem inocente, que é acusado de ter abusado da filha de um amigo dele. A garotinha, influenciada por um sentimento de paixão e ódio pela figura de Lucas (Mads Mikkelsen), que também é professor dela, acaba destruindo toda a vida dele, complicado a sua relação com seu filho e o trabalho dele.




O interessante mesmo é a postura da trama, que logo no seu início deixa claro que Lucas é inocente e não dá margem para termos dúvida sobre a real natureza dele. Outro aspecto vital na história é a transformação da convivência dele na comunidade em que vive. No início ele é amado por todos, e ao longa da história ele se torna cada vez mais marginalizado, isso tudo sem provas de culpa.



O filme me lembrou muito a história da “Escola Base”, um dos casos mais polêmicos da imprensa brasileira, na qual os membros de uma escola particular foram acusados de abusar de várias crianças. Após a imprensa destruir a imagem da escola e todos os envolvidos serem atacados de todos os lados, foi provado que eles eram inocentes. A lição final de “A caça” é que não existe redenção, mesmo quando não se peca.


Escrito por Fábio Campos

segunda-feira, 1 de abril de 2013

Posted by Pasteleiro On 21:39 2 comentários

PASTEL DELIVERY - The Walking Dead (3° temporada)

O terceiro ano de The Walking Dead veio cheio de expectativas com uma segunda temporada fraca que foi marcada por um drama sem fim. Era esperado que com a adição da figura do Governador, o grande vilão das HQs da série, teria mais ação e menos enrolação.

E o que vimos ao longo da temporada foi um seriado cheio de emoção e mortes. As mais pedidas pelos fãs foi a da chata da Lori (Sarah Wayne Callies) e do descartável T-Dog (IronE Singleton). Ambos personagens que mais atrapalhavam do que ajudavam no desenvolvimento da série.




A primeira parte dessa temporada, que foi transmitida até o final de 2012, teve os melhores episódios, com muita coisa pra acontecer. O Rick (Andrew Lincoln), os embates na prisão, o aparecimento da Michone (Danai Gurira), do Governador (David Morrissey a versão jovem do Liam Neeson), a volta do Merle Dixon (Michael Rooker) e também um pouco da “pacata” Woodbury.

A segunda parte da temporada, que teve início em 2013, se concentrou em episódios mais parados, porém, com muita semelhança ao drama da segunda temporada. Tivemos a aceitação do Rick com a morte da Lori, a Andrea (Laurie Holden) no meio do fogo cruzado entre Rick e o Governador, a relação dos irmãos Dixon e todas as situações chatas que deviam ser misturadas na ação, mas que trabalhadas em episódios solos acabaram se tornando chatas.




O último episódio da temporada acabou seguindo o caminho dessa segunda parte da temporada. O grande embate entre o pessoal da prisão com o pessoal de Woodburry acabou sendo um fiasco, digno dos roteiristas mais preguiçosos com uma solução fácil. Não bastasse isso resolveram ainda deixar o Governador escapar, para assim como o Merle foi nas temporadas passadas, ele ser a figura que sempre irá assombrar o grupo.




Como saldo final eu achei a temporada média com momentos de pura apatia e outros de adrenalina pura. O personagem do Governador que tinha tudo para ser o grande destaque dessa temporada ficou mais bundão, coisa que o pessoal que escreve a série parece adorar fazer, vide o exemplo do Rick que quando ameaça ficar um pouco mais imoral logo volta chorando a ser mocinho. Quem sabe agora com mais pessoas na cidade e sem opositores como Shane, Andrea e Merle ele possa ser um pouco mais dono da situação. O único perigo é o filho dele ter complexo de Édipo.


Escrito por Fábio Campos

Posted by Pasteleiro On 14:00 0 comentários

FRITOS NA HORA - Atividade Paranormal 4

Uma história contada toda por câmeras de mão e vídeos de segurança - e agora até o X-Box entrou nessa onda. Assim podemos definir a franquia “Atividade Paranormal”.




No quarto longa, que poderia facilmente ter acabado no terceiro, novamente somos apresentados a uma família que de forma indireta sofre a presença de eventos sobrenaturais.




Particularmente, a incorporação das conversas em notebook e a inclusão do X-Box foram fatores legais incorporados à história. Mas mesmo assim, não melhorou em nada a trama, que é mais do mesmo com uma roupagem nova. Em minha opinião, a história já andou demais e não vai apresentar nenhuma novidade, já sabemos que são bruxas, que um demônio as acompanha e a grande pergunta é: o que fazer com isso? Vão explorar mais essa história com novos cenários? Ou vão dar uma conclusão boa ou ruim para a franquia?




Acho difícil que coloquem um fim nessa história, afinal os filmes são baratos e rendem muito para os estúdios.Não vão desistir fácil do osso, o que é uma pena.


Escrito por Fábio Campos

sábado, 30 de março de 2013

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FRITOS NA HORA - Hotel Transilvânia (2012)

Esse foi o ano em que as animações infantis apostaram no terror como tema. Se tivemos os bons Frankenweenie e ParaNorman, também tivemos o fraco “Hotel Transilvânia”, que com uma pegada bem infantil e um roteiro bem fraquinho, mas em alguns momentos simpáticos.





No longa somos apresentados a Drácula (Adam Sandler), um pai possessivo que quer de todas as formas evitar o contato da sua filha Mavis (Selena Gomez) com o mundo exterior e em especial com os humanos. Para isso ele constrói um hotel em uma parte isolada do mundo e cria várias barreiras para que seja evitado por todos os humanos.




Claro que um humano vai entrar nesse paraíso de monstros! E é obvio que a filha do Drácula vai se apaixonar por ele.
E também fica na cara que ele não vai gostar disso e depois aceitar e depois eles vão ficar juntos no final.




Contei o filme? Nossa, que original, não é? Então a única graça fica por conta de seus coadjuvantes e suas versões deturpadas, como o lobisomem pai de família, a múmia, o homem invisível e o Frankenstein.


Escrito por Fábio Campos

sexta-feira, 29 de março de 2013

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FRITOS NA HORA - O Espetacular Homem-Aranha (2012)

Não sou fã do “Homem-Aranha”. Gosto de algumas histórias dele, mas nunca foi meu herói favorito. talvez por isso eu tenha demorado tanto para ver esse último filme do aracnídeo.




Além desse meu desinteresse pelo longa, ainda soma-se a isso as críticas negativas que vários blogs e sites especializados fizeram ao filme, questionando as atuações, o roteiro e a diferença com os quadrinhos.




Na trama, como todos já conhecem, somos apresentados ao jovem Peter Parker, dessa vez interpretado pelo juvenil trintão Andrew Garfield. Aqui novamente somos levados a acompanhar sua formação de herói e seu relacionamento com seu Tio Ben (Martin Sheen) e sua tia May (Sally Field); o único diferencial é a aparição dos pais do Peter, que de certa forma são um dos pilares da história, envolvendo o Dr. Curt Connors (Rhys Ifans) e a origem da aranha modificada. No elenco ainda temos as adições da bela Emma Stone interpretando a determinada Gwen Stacy e Denis Leary no papel do Capitão Stacy, ambos figuras marcantes nos quadrinhos que deixaram marcas profundas na personalidade do herói.




Eu particularmente achei o filme uma boa diversão, melhor até do que Thor, por exemplo. Acho que seu maior problema é contar uma história muito recente na mente das pessoas. Seria melhor se tivesse sido lançado alguns anos para frente. Além disso, o vilão Lagarto não tem muito carisma e fica praticamente durante toda a história em segundo plano.


Escrito por Fábio Campos

segunda-feira, 25 de março de 2013

Posted by Pasteleiro On 17:00 0 comentários

PINGANDO ÓLEO - Vai que da certo (2013)

O gênero de comédia é um dos filões do cinema nacional. Nesses últimos anos, tivemos vários que chamaram a atenção como “O homem do futuro”, “Se eu fosse você”, “Muita Calma Nessa Hora”, “Cilada”, “De Pernas pro Ar”, “Até que a sorte nos separe” e “Os penetras”. Em comum, todos têm a presença de comediantes que vieram de programas de sucesso da Globo, MTV e Band.




Em “Vai que dá certo”, o que temos são vários comediantes da vez, basicamente da série “Porta dos Fundos” como Fábio Porchat e Gregório Duvivier, em uma trama focada no grupo de amigos que estão na pior e resolvem fazer um plano para um assalto.




Eu dei algumas risadas durante o longa, e talvez por assistir muito “Porta dos Fundos”, me pareceu que o filme é praticamente um longa da web série. As piadas são bem colocadas e o elenco está muito entrosado: enquanto o Danton Mello é o que dá carga dramática, o resto do elenco só serve para nos fazer rir, com exceção da Natália Lage que está ali puramente como personagem “gostosa” da história.




O que faltou mesmo foi um desenvolvimento a mais na história e em todos os personagens. A trama é toda descompromissada e parece em alguns momentos que é uma conversa de amigos numa roda de bar.


Escrito por Fábio Campos

sexta-feira, 22 de março de 2013

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PASTEL DELIVERY- Banshee - 1° temporada

Banshee estreou sem muito estardalhaço, com uma história sobre roubo de identidade e com um protagonista carismático. A série logo de cara prometeu e cumpriu ao longo de sua temporada: muitas cenas de ação, sexo e violência, lembrando e muito os filmes do Tarantino.




Ao longo dessa primeira temporada, o que não faltou em Banshee foram “plots”, tivemos o maior que tratava do triângulo entre Ana/Carrie (Ivana Milicevic), Lucas Hood (Antony Starr) e o Mr.Rabbit (Ben Cross). Porém isso não impediu que ainda tivéssemos a inserção de tramas com o mafioso local Kai Proctor (Ulrich Thomsen), com os filhos e maridos de Ana, com o chefe índio do cassino e ainda com o departamento de polícia da cidade - e também com os coadjuvantes Sugar (Frankie Faison) e Job (Hoon Lee).




Com um dedo de Alan Ball (True Blood) na série, era de se esperar que alguns exageros fossem inseridos na história, e aí que Banshee tem seu ponto fraco: seu roteiro e sua continuidade. Em um episódio o xerife apanha tanto que mal pode parar em pé, no episódio seguinte ele está inteiro e sem marcas, além do que a explicação para sua fenomenal capacidade de brigar é quase uma versão masculina de “Kill Bill”.




No geral a série é muito boa, as cenas de ação valem a falta de enredo, e alguns personagens como Job, Kai e o próprio Lucas (que é o macho alfa da série), se destacam tanto que você até engole essas falhas.

Para os marmanjos de plantão: vocês podem curtir o desfile de mulheres lindas que aparecem completamente nuas em cena.


Escrito por Fábio Campos

segunda-feira, 18 de março de 2013

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PINGANDO ÓLEO - Oz, Mágico e Poderoso (2012)

Oz, Mágico e Poderoso” é um grande exemplo de filme da Disney: ele tem toda a magia, a doçura, personagens carismáticos e um grande elenco.




Recomendo, para quem não quer sair boiando durante o longa, que assista “O mágico de Oz”, que mostra muito sobre o futuro de alguns personagens - e talvez deixe o longa mais divertido. Eu mesmo, em diversos momentos, tentei me lembrar de quem era quem no clássico.

Em termos de história, somos apresentados a Oz (James Franco), um mágico fracassado, porém muito habilidoso, que após um furacão acaba caindo em uma terra encantada, aonde conhece seres mágicos e bruxas.




A direção do filme é feita por Sam Raimi, o que deixou o filme mais solto, colorido e com efeitos especiais na medida. Assisti a versão em 3D e não achei nada tão vital para valer um ingresso mais caro. No elenco, além do canastrão James Franco, ainda fazem parte o trio de belas Mila Kunis, Rachel Weisz e Michelle Williams, todas com atuação melhor que Franco, com destaque maior talvez para Kunis.




Eu recomendo o filme para quem quer passar uma tarde agradável no cinema, com uma história muito leve e divertida (típica do mundo da Disney), que com certeza deve agradar todo mundo, mas sem ser tão marcante quanto “Mágico de Oz”.


Escrito por Fábio Campos