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BIRDMAN O GRANDE GANHADOR DO OSCAR

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quarta-feira, 25 de julho de 2012

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FRITOS NA HORA - Segredos de um Funeral (2009)

Um filme com Robert Durval e Bill Murray já merece a minha atenção - e tendo um nome tão interessante como “Segredos de um Funeral”, eu simplesmente tive que assistir.




A história do longa acompanha um homem chamado Felix Bush (Robert Durvall), que após ficar anos isolado da cidade em que vive, e sendo cercado de lendas sobre ser uma pessoa terrível, decide realizar uma festa-funeral na qual quer ouvir sobre o que as pessoas pensam sobre ele. De olho na fortuna do ermitão, Frank, o dono da funerária da cidade (Bill Murray) decide ajudá-lo.




Apesar de um início bem promissor, que prometia um mundo de fantasia (ou pelo menos uma história engraçada), o longa aos poucos vai se mostrando outra coisa e murcha diante dos olhos do telespectador, cada vez mais virando um drama.





Não achei o filme de todo ruim, só achei que ele prometia muito e entregou pouco: no início ele se eleva a um patamar bem interessante, mas depois só entrega uma história de redenção e amarguras. Não assista pensando em uma comédia, momentos cômicos são poucos.





Escrito por Fábio Campos



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PINGANDO ÓLEO - Os três patetas (2012)

Tem filmes que ficam bem no passado, pois tinham um contexto e formato que agradavam ao público da época. São poucos os longas que sobrevivem ao tempo, e esses acabam virando clássicos.




Os Três Patetas” é uma aposta em um sucesso de muitas anos atrás.




Explorando a figura dos idiotas Moe, Larry e Curly, o tipo de humor que envolvia era aquele das figuras ingênuas, que eram sempre tapeadas com longas sequências de socos, beliscões e tapas - todas realizadas da maneira mais cômica possível.




A refilmagem tem como protagonistas Sean Hayes (conhecido pelo seriado Will and Grace) interpretando Larry, Will Saso fazendo Curly e Chris Diamantopoulos no papel de Moe. O resultado é uma comédia bobinha, cheia de momentos daquele humor de antigamente.





Uma comparação digna é dizer que seria o mesmo que se refizessem os Trapalhões com novos protagonistas, coisa que o Didi tenta fazer até hoje e o resultado é sem sucesso. Com certeza, “Os Três Patetas” é um pouco melhor que isso, mas não chega nem perto de ser um grande filme. Destaque para as participações da linda Sofia Vergara e do sempre hilário Larry David.


Escrito por Fábio Campos





terça-feira, 24 de julho de 2012

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FRITOS NA HORA - Possuídos (2006)

Vi recente o filme “O Abrigo”, em que temos uma ótima atuação de Michael Shannon, interpretando um homem que vive à sombra da loucura.




Para minha surpresa, “Possuídos” foi o início desse processo de personagem com problemas mentais, que parece se tornar uma constante na vida do ator (vide “Foi Apenas um Sonho”, em que também interpreta um personagem com problemas mentais).




Apesar de prometer muito e ter um elenco contando com uma Ashley Judd inspirada, o longa não cresce e se mantém em um nível sufocante de loucura, que flerta em certos momentos com o non sense. Eu, particularmente, em algumas cenas me senti totalmente perdido (talvez essa seja a intenção do diretor William Friedkin).




A história é centrada em uma mulher solitária, que vive se drogando e bebendo para esquecer a perda do filho. Em meio ao caos da sua vida ela conhece Peter (Michael Shannon), um veterano de guerra misterioso, que esconde vários segredos bizarros.





Para quem curte filmes que exploram a loucura e a relação pessoal ao extremo, fica aqui uma boa opção. Se você não gosta de tramas que caminham beirando a realidade, não recomendo.



Escrito por Fábio Campos



Posted by Pasteleiro On 10:00 0 comentários

FRITOS NA HORA - Boy A (2007)

Para quem conheceu Andrew Garfield através de “Rede Social” ou do atual “Homem-Aranha” e acha que ele surgiu há pouco tempo, deve procurar assistir ao interessante “Boy A” - sem dúvidas uma das melhores atuações do cara.




No filme ele interpreta Jack Burridge, um garoto tímido e recluso, que parece ter vivido um grande trauma. Ele conta com Terry (Peter Mullan), seu tutor, para poder se acostumar a um mundo que não conhece, dando pequenas pistas de seu passado. Você fica cada vez mais ligado ao rapaz, o que dá um certo espanto quando você finalmente descobre tudo.




É duro comentar sobre o longa sem revelar um pouco da trama, então recomendo para quem não gosta de spoiler que não leia a partir daqui: é impossível a quem assiste ao filme não fazer um paralelo com “Precisamos Falar sobre Kevin”, só que nesse caso é mostrada a reabilitação do tão explorado “monstro”.





Não sei qual o futuro de Andrew Garfield, mas espero que a carreira como futuro “Homem-Aranha” não ofusque seu talento, como foi no caso do seu antecessor Tobey Maguire, que fez alguns filmes bons anteriores à franquia, mas ficou mais marcado por sua atuação na trilogia da Marvel.


Escrito por Fábio Campos







sexta-feira, 20 de julho de 2012

Posted by Pasteleiro On 10:00 0 comentários

SUCOS DO RODRIGO - O Retorno do Talento

Peguei o novo disco o Smashing Pumpkins desconfiando até da somba do Billy Corgan, principalmente depois dos discos Zeitgeist e sua farofa sem gosto e dos inócuos Teargarden By Kaleydiscope Vol 1 e 2 que sempre deixavam a impressão que Corga havia perdido todo o seu talento.




Quando coloco Oceania sou surpreendido por Qasar, um rock parrudo típico dos bons momentos de Siamese dream e logo em seguida Pacoption que lembra sobra de estúdio do projeto Zwan e por isso acerta no balanço entre barulho e linhas vocais doces.





The Celestials começa com violão quase que folk e explode em um rock robusto de novo, aliás, essa música mais parruda se faz presente em Oceania em vários momentos, The Chimera não mente!




Mas não só de guitarras se faz o disco, Corgan busca no psicodélico e pop um caleidoscópio maior de opções, Wildflower e One diamond One Heart flertam de forma aberta com sons mais brandos e coloridos.

Já a faixa titulo diz que talvez Corgan esteja apontando um caminho para variedade, vide que a música tem 9 minutos e tem uma junção de ritmos mais próximos a progressivo setentista.

Oceania livra Billy Corgan de afundar sua carreira e salva o nome Smashing pumkins, tudo isso graças a um punhado de boas canções!





quinta-feira, 19 de julho de 2012

Posted by Pasteleiro On 10:00 0 comentários

SUCOS DO RODRIGO - Caminho sem volta e sem ligar opiniões

Quando o Rush lança um disco aprece que para os fãs Deus veio a terra e lhe presenteou com o mais fino e importante agrado do mundo, mas será que é isso que o trio busca?




Ouvindo Clockwork Angels a resposta imediata é não, cada linha sonoro saída da guitarra, cada pulsação do baixo e todos os movimentos soltos por Neil Peart parecem dizer que os canadenses não querem olhar para os outros e montar o seu proprio caminho.

O primeiro motivo para acreditar na busca por um caminho proprio é que a banda optou por um disco conceitual baseado na obra de mesmo nome do autor Kevin J.Anderson, fato rarissimo na música atual que pede singles e músicas em separado para facilitar o download.

Em um segundo panorama temos músicas longas, tirando BU2B2 que é uma intro de 01h28min e Halo Effect com 03h14min temos um disco com canções longas que contam partes da história sempre passando dos 5 minutos de duração.




Clockwork Angels musicalmente se assemelha à dupla Countparts e Test for Echo, sendo assim foge de ondas progressivas do passado.

Caravan e BU2B foram tocadas na turnê Time Machine, posso afirmar que cresceram demais da tour para o estúdio, princinpalmente a segunda.





Headlong Flight é um caso a parte, musicalmente falando, excelente prova da capacidade do trio, Geddy Lee marca forte o baixo, Alex monta uma ótima base e bons riffs e Neil brinca de ser o melhor baterista do mundo!





Apesar das inúmeras criticas aos vocais de Geddy Lee que em inúmeros momentos ao vivo grita demais é perceptivel que ele sempre consegue aplicar emoção as músicas, na história temos canções onde era coração puro no vocal, Subdivisions, Bravado, Resist entre tantas outras, mas aqui The Wreckers e Wish Them well pulsam forte!

Clockwork Angels acrescenta pouco, não é revolucionário e progressivo igual ao 2112 nem vai modificar a história da banda que nem o Moving Pictures, porém é fiel a tudo que o trio se propos a fazer que é não ligar para os opiniões alheias e talvez por isso seja um dos melhores discos dos últimos anos dos canadenses!






terça-feira, 17 de julho de 2012

Posted by Pasteleiro On 10:00 0 comentários

FRITOS NA HORA - Minhas Tardes com Margueritte (2010)

Um homem considerado o bobo da cidade tem um encontro com uma velhinha, que aos poucos vai mostrando um pouco de cultura para ele.




Desse encontro, rico em lições e metáforas, surge uma amizade - ela é o principal tema de “Minhas Tardes com Margueritte”.




O protagonista é Gérard Depardieu, que está bem gordo, mas continua atuando brilhantemente. O longa conta ainda coma veterana Gisèle Casadesus, que está brilhante no papel da doce Margueritte, mostrando uma química perfeita com o protagonista.




Para quem gostou muito de “Tomates Verdes Fritos”, o filme tem uma pitada dele e um pouco do nacional “O contador de histórias”- ambos os filmes eu considero interessantes.





É uma pedida perfeita pra quem está cansado do circuito de filmes americanizados.







segunda-feira, 16 de julho de 2012

Posted by Pasteleiro On 12:52 0 comentários

PINGANDO ÓLEO - Sequestro no Espaço (2012)

Tem filme que abusa do clichê.

Esse então, é um caso clássico em que os roteiristas simplesmente juntaram um monte de temas que foram utilizados em outros filmes (como “A Rocha”, “ConAir”, “Alien”) e jogaram num só, com o Guy Pearce como protagonista.




A história é sobre uma prisão no espaço, em que os presos ficam armazenados em casulos. Após várias supostas queixas de que os presos estavam sendo maltratados, a filha do presidente vai visitar o local (sim, isso é muito idiota).




Então, durante um interrogatório acontece a fuga de um dos presos (sim², isso é muito clichê), então sobra para um ex-agente durão (sim³, ele é muito foda) especialmente pra resgatar ela.




Nem preciso dizer que são várias cenas de ação, tiros, gente congelando, explosão no espaço e todas as outras babaquices desse nível. Eu até gosto de filmes assim, quando bem trabalhados, com uma dose de humor e um protagonista com carisma - coisa que não acontece aqui.





Recomendo que vocês passem longe desse filme. Um dos mais fracos de ação do ano que vi até agora.



Escrito por Fábio Campos



sexta-feira, 13 de julho de 2012

Posted by Pasteleiro On 14:11 0 comentários

FRITOS NA HORA - Monsieur Lazhar - (2011)

Esse aqui é um filme como “Detachment” (do qual falei há poucos dias), que retrata um pouco da vida dos professores - todas as alegrias e frustrações que cercam essa profissão.




O longa é centrado em Bachir Lazhar (Mohamed Fellag), um homem que se oferece para dar aulas a uma turma em que a professora se suicidou em plena sala.




A história lida com o aspecto emocional que a morte causa aos alunos e o clima pesado que os estudantes carregam. É interessante perceber o vínculo dos problemas que se escondem atrás do mestre e do cotidiano que ele enfrenta com os alunos. Aos poucos vamos entendendo porque ele quis o trabalho e a importância disso para ele.





Diferente daqueles filmes em que o professor é quase um anjo que passa pela turma modificando tudo e depois partindo, aqui temos uma realidade mais crua, mostrando um homem mais amargurado, que erra e mente, mas que no fundo é alguém que assim como os alunos quer esquecer uma dor. Enalteço também a fábula da crisálida que ele conta ao final - simplesmente emocionante.




Escrito por Fábio Campos


quinta-feira, 12 de julho de 2012

Posted by Pasteleiro On 14:49 1 comentários

FRITOS NA HORA - Uma rua chamada pecado (1951)

Um Bonde chamado desejo ou "Uma Rua chamada pecado", dependendo da tradução, pois a peça ganhou o “bonde”, já o filme era chamado pela “rua”.

Clássico, memorável, belíssimo, único... Se ficasse durante algumas horas escrevendo acharia mais e mais qualidades para essa adaptação do texto de Tenesse Williams.




Blanche Dubois, uma das melhores personagems da história do cinema americano, cheia de mistérios, opiniões dúbias, ódio, rancor, falsa modéstia e porque não, fragiidade a flor da pele, sim, todos os quesitos acima formam a personagem da soberba Vivian Leigh.

Do outro lado Stanely Kowalski, bruto, direto, sexista, libertário, verdadeiro, nojento e assim mesmo, um personagem que ao passar do filme se torna um retrato duro, porém necessário, de como boa parte dos homens se sentem em inúmeros momentos.

Pronto? Não, Uma rua chamada pecado é recheada de ups and downs e verdadeiros odes ao bom texto, por exemplo, momentos de humor em que Blanche questiona Stan em relação a seu signo, como se um machão ligasse para aquilo ou a sequencia em que Stanley joga na cara de Ms. Blanche quem ela é e onde está naquele momento.




O jogo entre Stan e sua cunhada é repleto de indiretas que são assimiladas aos poucos e com isso a tensão vai aumentando até culminar com a ida de Stella, mulher de Stanley ao hospital para dar a luz, ali Blanche e o cunhado explodem em jogos mentais e argumentos fortissimos, tudo isso graças à atuação no mínimo soberba de Marlon Brando e Vivian Leigh.




O ponto de loucura de Ms. Dubois é o brilho e talvez possamos dizer a luz da verdadeira atuação de uma atriz através da fantástica Vivian Leigh.

Marlon Brando é dono de tudo como fez em o Poderoso Chefão, ali ele é o macho alfa o dono do cenário e por isso, toda idolatria em cima de sua atuação como o bronco Stanely Kowalski é justa!

Uma rua chamada desejo é um filme necessário para entender como se deve amarrar um bom texto a direção e atuações transformando isso no que muitos chamam de a tal sétima arte.





Texto escrito por Rodrigo Moia




quarta-feira, 11 de julho de 2012

Posted by Pasteleiro On 10:00 0 comentários

FRITOS NA HORA - Primer (2004)

Uma história que lembra as já famosas origens das empresas de computação - assim é o inicio de Primer. Uma garagem serve como cenário para contar como uma grande invenção surge e dois amigos acabam criando algo espetacular.




Por ser um filme simples e sem efeitos especiais (que depende totalmente do roteiro) a história é muito bem trabalhada, puxando totalmente para explicações científicas que em alguns momentos chegam a confundir, mas dão um ar de seriedade ao longa.




Em alguns momentos, o filme chega a ficar confuso: você tem que ter certa paciência e talvez voltar em alguns trechos para captar o total da história. Eu relacionei muito com Donnie Darko, só que sem todas aquelas sacadas por trás, aqui tudo é mais cru e o mais científico possível. Abaixo uma explicação sobre como funciona o mecanismo:




Recomendo e muito para quem gosta de viagens no tempo e fã da verdadeira ficção cientifica (não aquela versão que depende de aliens e robôs para ser interessante). Pense em Primer como um episódio da antiga série “Além da Imaginação” muito bem trabalhado.





Escrito por Fábio Campos




terça-feira, 10 de julho de 2012

Posted by Pasteleiro On 17:00 0 comentários

FRITOS NA HORA - Being Flynn (2012)

Este é outro desses filmes sem muito alarde, mas com uma história fenomenal e grande elenco, que acabamos perdendo em meio aos diversos lançamentos.




Com uma atuação fenomenal, Robert De Niro interpreta Jonathan Flynn, um escritor frustrado e fracassado que após vários tombos na vida, acaba tendo que ir para um abrigo.




Por uma coincidência do destino ele reencontra seu filho Nick (Paul Dano) de quem ele se manteve ausente durante toda vida. A relação entre ambos acaba aos poucos se tornando um mergulho no passado, com consequências devastadoras para ambos.




O que chama a atenção nesse envolvente drama é a narrativa: tem hora que quem conta a história é Jonathan, e em outros momentos é Nick. Cada um tenta através de poesia e metáforas falar sobre os problemas que estão passando.





Com certeza, uma outra grande atuação de Robert De Niro e Paulo Dano e vale ainda destacar a participação de Julianne Moore, que encaixa muito bem no longa.


Escrito por Fábio Campos