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BIRDMAN O GRANDE GANHADOR DO OSCAR

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segunda-feira, 8 de dezembro de 2014

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FRITOS NA HORA - A pilula (2011)

Acabei escolhendo esse filme pelo catálogo do Netflix. Me parecia ser mais um desses filminhos simples, nesse caso de um cara que passa a noite com uma mulher e, como não usaram proteção, o rapaz passa o dia tentando faze-la tomar uma pílula do dia seguinte, temendo que ela engravide.




Primeiro devo dizer que o filme não tem um elenco primoroso, e os atores em sua maioria são desconhecidos. Para vocês terem uma noção o rosto mais conhecido é da Anna Chlumsky, que para quem não lembra fez o papel principal no filme “Meu Primeiro Amor”, e na sua continuação “Meu Primeiro Amor 2” (palmas para o pessoal que traduz os nomes dos filmes).




Pois bem, além do filme ter uma historinha bem fraquinha, teve momentos em que eu quase dormi. Os personagens não são nem um pouco carismáticos, parece que ninguém na trama presta, o namorado chifra a namorada, ela faz o mesmo com ele, a menina com quem ele dorme é uma chata, enfim!




Vamos a minha opinião que é o que todo mundo quer saber quando lê as resenhas: o filme é ruim, não vale o esforço e vale uma busca melhor no netflix por opções mais dignas, e não encontre algo melhor, assista alguma série como Sherlock, Breaking Bad ou Luther.


Escrito por Fábio Campos

domingo, 7 de dezembro de 2014

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FRITOS NA HORA - Uma Noite de Crime: Anarquia (2014)

Assisti “Uma noite de crime” e comentei na resenha daquela época que o filme tinha uma trama muito interessante, mas que a história deixava a desejar, por isso resolvi assistir a esse segundo filme de franquia esperando por uma melhora.




Pois bem, assisti esse segundo filme esperando uma trama mais densa, ou talvez até que contasse a origem dessa bizarra lei, em que durante um dia do ano todos os crimes eram permitidos sem que fossem julgados, porém acabei me decepcionando assistindo algo que me lembrou um pouco o clássico “Selvagens na Noite”, mas bem inferior a este. A enredo, dessa vez, foca num grupo de pessoas que acabam sozinhas na noite dos crimes, entre elas temos um personagem que age como um cavaleiro solitário (Frank Grillo) e que acaba salvando várias pessoas em busca do seu caminho de vingança.




Em relação a história num todo, como já disse anteriormene, não chama muito a atenção, sendo mais do mesmo, porém vale destacar que achei interessante o movimento que surge contra o dia do crime e que acaba se voltando contra o próprio governo. Me interessou, também, a abordagem da crise social que existe no dia da liberação dos crimes, onde pobres são massacrados em pról da diversão dos mais ricos.




Em geral o filme é bem bobinho e poderia ser melhor se explorasse mais essa relação enre classes. Espero que não exista um terceiro, e se alguém quiser usar algo dessa franquia, que aposte num reboot ou numa história de origem, pois se for pra contar novamente a mesma coisa com um bando de tontos mascarados atirando ao léu, com certeza não irei mais perder meu tempo.


Escrito por Fábio Campos

sábado, 6 de dezembro de 2014

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FRITOS NA HORA - Um lugar solitário para morrer (2011)

Existem filmes que se vendem como grandes histórias e com tramas que parecem ser muito interessantes, porém assim como um truque de mágica ruim, não demora muito tempo para percebermos que caímos em uma cilada e que o filme é uma verdadeira bomba.




Formado por um elenco com poucos atores conhecidos, “Um lugar solitário para morrer” conta a história de um grupo de amigos que ao fazerem uma trilha em uma floresta acabam encontrando uma menina estrangeira aprisionada em uma caixa, e ao resgata-la são perseguidos por bandidos... E que bandidos!




Bem, a estrutura da história prometia um suspense denso, cheio de tensão, ou talvez um terror mais forte se a menina aprisionada tivesse algum dom sobrenatural, porém o que aconteceu foram várias mortes ao acaso, e atores ruins tentando dar algum sentindo ao seus personagens. Além disso, o excesso de personagens mais confunde do que ajuda, sem falar no poder de assassinato dos bandidos, impressionantemente bizarro.




Para quem busca um filme legal, que entretenha sem compromissos, passe longe dessa opção! Realmente não vale a pena, atores ruins, trama rasa e uma história que além de repleta de clichês não vale o tempo desperdiçado.


Escrito por Fábio Campos

sexta-feira, 5 de dezembro de 2014

Posted by Pasteleiro On 12:00 0 comentários

FRITOS NA HORA - O filho do Batman (2014)

Poucos anos atrás, a DC resolveu ressuscitar uma história antiga do Batman chamada “O filho do Demônio”, na qual era subentendido que o Homem Morcego seria o pai do filho de Tália, a filha do vilão Ra's Al Ghul, mas essa histórica acabou sendo considerada fora da cronologia e nunca mais foi tocado no assunto.




Porém, o roteirista Grant Morrinson resolveu que era hora dessa trama voltar a tona e então criou Damien, o filho do Batman! Criado, durante anos, por grupo formado pelos maiores inimigos do homem morcego, o menino acabou se tornando uma pessoa brutal e cheia de ódio.




Essa animação resume bem a saga, dando um pouco de destaque na relação do Batman com o menino, e como o herói tem de lidar com essa situação toda.




Eu achei a história bem interessante, como já disse anteriormente as animações da DC são bem mais interessantes que as da Marvel, e aqui temos mais um exemplo disso, apesar da trama não ser tão legal assim.


Escrito por Fábio Campos

quinta-feira, 4 de dezembro de 2014

Posted by Pasteleiro On 15:00 0 comentários

FRITOS NA HORA - Assalto em Dose Dupla (2011)

Assalto em Dose Dupla” é um daqueles filmes que você pode assistir na sessão da tarde e meia hora depois esquecer toda a trama, com um elenco com atores interessantes mas que nunca se destacaram tanto, como por exemplo Patrick Dempsey e Ashley Judd, ambos presentes no longa.




A trama é sobre um banco que em um mesmo dia é assaltado por dois grupos de bandidos, um mais profissional e outro bem amador. Não bastasse essa situação, as coisas se complicam quando alguns reféns começam a morrer.





Apesar de parecer ser um suspense, o filme acaba fincando mais os pés na aventura, com uma pegada mais voltada para comédia, talvez por conta do seu protagonista, um cara como, cheio de manias (num estilo meio Monk) que é surpreendido por toda essa situação.




Bem, o filme não é ruim. É divertido, com algumas viradas interessantes e um final não muito surpreendente, mas não é de todo mal, serve como uma diversão para passar o tempo. Um fato interessante é que o diretor do filme é Rob Minkoff que entre outros filmes também dirigiu "Rei Leão" e “O pequeno Stuart Little”.~


Escrito por Fábio Campos

quarta-feira, 3 de dezembro de 2014

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FRITOS NA HORA - Annabelle (2014)

Pois é, meus amiguinhos, esse fim de semana resolvi deixar minha eterna baixa-expectativa para com filmes de terror de lado e fui assistir ao tão falado (foi tão falado assim?) Annabelle.
Confesso que mesmo tentando manter essa tal baixa-expectativa, como disse acima, processo desenvolvido para lidar com grandes decepções recorrentes nos filmes desse gênero, ainda estava um pouco influenciado pelo anterior "Invocação do Mal", filme do qual havia gostado bastante.




O enredo de Annabelle procura abordar a história da origem da tal bonequinha feia, atribuindo sua possessão à um culto satanista praticado por um casal de jovens psicóticos-assassinos. Agora, conseguem adivinhar o nome da garota satanista envolvida na situação? Sim, Annabelle! Que criativo.

O filme causa sustos, isso eu posso garantir, mas a sensação de medo que deveria ser consolidada ao longo do filme passa completamente batida. O que deveria ser o foco de toda a história, a boneca, se torna uma espécie de peso de papel coadjuvante.





Ah, e quanto ao desenrolar do enredo? A tão esperada conclusão da história! Fraca, bem fraca e pouco plausível.




Ou seja, minha opinião final é a de que Annabelle é um filme de terror como tantos outros, cheio de sustos e demônios que pulam na sua cara, mas sem nenhum Q especial como se pretendia.
Se quiser assistir à um filme sobre boneco e cultos satanistas, assista o "Chuck, o boneco assassino", mesmo, pelo menos a porcaria do brinquedo é mais presente na história.


Escrito por Luiz Fernando Pierotti

terça-feira, 2 de dezembro de 2014

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FRITOS NA HORA - Sem direito a resgate (2013)

Em 1986, foi lançado um filme com a Bette Midler, que viria a ser repetido constantemente na Sessão da Tarde: “Por Favor Matem a Minha Mulher”. Era uma comédia até que interessante sobre um casal de coitados que vai sequestrar a mulher de um cara escroto, que não quer pagar o resgate.





“Sem direito a resgate” é quase a mesma coisa, só que no lugar da Bette Midler, temos a sem graça da Jennifer Aniston. O elenco ainda conta com outros atores de ponta como Tim Robbins (esse merecia um "QUE FIM LEVOU"), Isla Fisher, Mos Deff e John Hawkes. O que desanima é que nem mesmo com esse elenco iluminado a trama conseguiu ficar interessante.





O diretor é um tal de Daniel Schechter, que não tem nenhum filme de destaque entre os que dirigiu. O roteiro é uma adaptação do livro do Elmore Leonard, que é o cara que escreveu o roteiro de Jackie Brown (aquele filme do Tarantino que ninguém percebe que é dele). Bem, é complicado analisar alguma coisa positiva do filme, porque eu simplesmente não gostei de nada.




Talvez o melhor personagem seja o nazista que odeia negros, mas tem como melhor amigo um negro, só esse momento é engraçado pela situação bizarra. De resto, o filme é bem confuso e chato, o final então, gera uma daquelas situações em que você olha para tela e diz: perdi uma hora e meia da minha vida por isso?


Escrito por Fábio Campos

segunda-feira, 1 de dezembro de 2014

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FRITOS NA HORA - A culpa é das estrelas (2014) - Victor Bertão


A CULPA É DAS CARÊNCIAS – Por Victor Bertão



Não foram precisos muitos meses após seu lançamento para que A Culpa é das Estrelas se tornasse um dos livros mais populares de seu tempo. Frases de efeito sendo publicadas à níveis exponenciais pelas redes sociais, artes conceituais e centenas de garotas adolescentes narrando seus momentos de choro após a leitura do livro que fez com que John Green em poucos meses fosse considerado pela imprensa americana como uma das personalidades de maior influência entre os jovens do Estados Unidos. Se isso vem a ser algo bom ou não, a discussão é bastante longa e, ao menos aqui, inapropriada.




A adaptação ao cinema, que é produzida pela mesma dupla responsável pelo excelente 500 Dias Com Ela, e dirigida por Josh Boone, cujo trabalho mais notável até então era o fraco Ligados Pelo Amor, certamente é uma adaptação notável e bem feita, e que de forma alguma decepcionou às milhões de adolescentes que, após já chorarem em todas as vezes que assistiram aos dois minutos de trailer, foram ao cinema apenas com a intenção de chorarem ao longo de pouco mais de duas horas, contudo a história narrada apenas evidencia a maneira lamentável com que John Green opta por representar os jovens em suas obras, de modo superficial, sensacionalista, e fazendo uso de todas as artimanhas possíveis para que se extraia lágrimas que ao fim agreguem ao material final um valor maior ao que de fato ele possui.

A adolescência é o período dos extremos, em que tudo vai do céu ao inferno em poucos segundos, da mesma maneira que todo o tempo do mundo ainda assim parece mínimo frente a tudo que se quer viver, e somente tais características já são o bastante para se lembrar o que é ser jovem e o quanto é mágico estar apaixonado enquanto se é adolescente. Foi com base nisso que Stephen Chbosky escreveu o perfeito e memorável as Vantagens de Ser Invisível, com adolescentes comuns, repletos de anseios, dúvidas e medos, contudo uma história que fugiu da maneira vazia e comum por meio da qual se insiste em representar a mente de jovens, e através de um roteiro simples, porém profundo, representou da melhor maneira possível que é a adolescência. Sem jovens bonitos, perfeitos e irreais, sem drama superficial, sem câncer.





Com diálogos interpretados como se seus protagonistas estivessem a encenar uma peça teatral no Ensino Médio, A Culpa é das Estrelas, assim como seu material original, abre mão de expor todos os fascínios da adolescência para se enaltecer o câncer, elevando-o a condição de fator primordial para se conquistar a empatia do público para com uma história de amor completamente não fundamentada.






A garota bonita, contudo que se sente feia e incompleta, e que afirma o tempo todo que está com seus dias contados. A chegada do garoto perfeito que, mesmo que pudesse ter toda e qualquer garota bonita e popular, ainda assim se interessa por aquela que se sente feia e incompleta. Muitas frases de efeito. Closes e mais closes que por vezes chegam a promover a apoteose do príncipe encantado. Um romance com os dias contados. Mais frases de efeito enquanto se extrai todas as lágrimas causadas por todo o vazio sensacionalista promovido por todos os elementos que compõem a narrativa.





Uma boa adaptação de um livro, contudo uma história cujo sucesso apenas expõe a anomalia presente em uma sociedade que já não é mais capaz de enxergar no simples o extraordinário. Pessoas que somente frente a uma narrativa tão vazia, irreal e sensacionalista, são capazes de permitir que venham à tona seus valores e sentimentos que de fato as tornam humanas.

E é lamentável que um autor explore isso como a fórmula para seu sucesso.


Escrito por Victor Bertão

domingo, 30 de novembro de 2014

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FRITOS NA HORA - Você está aqui

Você está aqui” é com certeza um dos filmes mais chatos que vi esse ano. Vende-se como uma comédia, afinal com Owen Wilson, Zach Galifianakis e Amy Poehler só podíamos esperar um pouco de risadas, mas o que recebemos é um drama chato, confuso e arrastado.




No filme, somos apresentados a um cara que não quer nada da vida, só usar drogas e escrever manifestos, papel esse que já virou clichê do Zach Galifianakis, que aliás faz apenas uma coisa original durante todo o filme: tirar a barba. Reclamações de atuações a parte, ele tem como melhor amigo um babaca que trabalha no canal do tempo, interpretado pelo Owen Wilson. A vida dos amigos dá uma guinada quando o pai do personagem do Zach morre, e ele fica com toda a herança.




Bem, o filme começa parecendo que vai ser uma coisa, com dois drogados indo morar no campo, porém quando eles chegam lá, começa a trilhar um caminho mais filosófico, que acaba deixando a trama bem maçante, além disso parece que cada metade do elenco recebeu um roteiro diferente, enfim, quem resolver se arriscar e assistir essa porcaria verá do que estou falando.
E se você pulou toda a parte de cima porque não aguentava mais minhas reclamações, só saiba que o filme não vale a pena mesmo, não tem nada de engraçado e o diretor Matthew Weiner (criado do Mad Men) pisou na bola e feio.




Escrito por Fábio Campos


sábado, 29 de novembro de 2014

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FRITOS NA HORA - Ursos (2014)

Bears ou Ursos, é a nova aposta da Disney em termos de documentários e aqui somos apresentados a uma família de ursos, composta por uma mãe e dois filhotes, sendo um macho e uma fêmea.




Com uma linguagem quase que focada nas crianças, a trajetória que a família percorre até encontrar um ambiente com comida e seguro, é repleta de momentos interessantes, porém nenhum chega a ser dramático. Com uma cena digna da mãe do Bambi, parece que houve uma preocupação em suavizar o caminho deles, até mesmo o Lobo que seria o suposto vilão, é mostrado mais como uma figura que faz parte do meio ambiente.




Bem, um documentário interessante, mas que foge dos padrões de quem está acostumado com National Geographic. A linguagem aqui é mais infantil, e se aparelha com o que um estúdio como a Disney poderia produzir.Ao que parece, a proposta do estúdio Disneynature é essa, e pelo que pesquisei, os próximos animais a terem um documentário nesse estilo são os chimpanzés.




É interessante, mas para mim não foi excepcional e não me emocionou, talvez falte um pouco mais de carisma para atingir essa proposta de empatia que o estúdio está buscando.


Escrito por Fábio Campos

sexta-feira, 28 de novembro de 2014

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FRITOS NA HORA - Amargo Pesadelo (1972)

Assisti esse clássico por constar na lista do livro “1001 filmes para ver antes de morrer”. Estrelado por Jon Voight e Burt Reynolds, o filme se fosse feito hoje provavelmente não seria vendido como um drama denso, e provavelmente acabaria no meio de um monte de filmes trashs.




Na trama, um grupo de amigos resolve descer um rio, que será destruído para construção de uma represa e, buscando um pouco de emoção, acabam sendo atacados por dois moradores locais. A partir daí começa um jogo tenso para escapar de um perigo que pode ou não existir.




O filme é interessante, tem um início que me pareceu aqueles que vemos em longas de terror atuais, com um grupo de amigos, cada um com um estilo, entrando em uma região meio abandonada, recheada de figuras estranhas e sujas. O único diferencial é uma das cenas mais interessantes do filme quando ocorre um duelo musical, muito interessante.

A partir do momento da agressão, os papeis dos personagens começam a se sobressair, e cada um de acordo com sua personalidade toma uma decisão que acaba tendo consequências.




Na minha opinião, o filme é interessante e apesar de conter muita violência (inclusive sexual), serve como um retrato do conflito de mundos e também de personalidades. Além disso, ele novamente evoca aquele sentimento de que por baixo das pessoas mais comuns pode existir uma personalidade mais sobrevivente.


Escrito por Fábio Campos

quinta-feira, 27 de novembro de 2014

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FRITOS NA HORA - Os Intocáveis (1987)

Virada da década de 20 para 30, após a instauração da Lei Seca pelo governo dos Estados Unidos da América, a sociedade entra em crise com a desmoralização das autoridades, criminalidade, corrupção e o enriquecimento das máfias.




Em Chicago um homem ganha fama e fortuna criando bares clandestinos e driblando a lei recém criada. Seu nome: Alphonsus Gabriel Capone, ou melhor, Al Capone, o mais famoso de todos os gangsters americanos.

Sob essa ambientação o filme nos apresenta um agente federal recém chegado na cidade com o objetivo de combater o crime organizado, Eliot Ness (Kevin Costner), que trata de recrutar um grupo de outros agentes que o ajudariam na caça ao grupo mafioso de Capone: o contador Oscar Wallace (Smith), o italiano Giuseppe Petri, também conhecido como George Stone (Garcia) e o policial aposentado Jim Malone (Connery).

Assim se dá uma perseguição implacavel à mafia, numa trama empolgante e dinâmica que leva uma investigação oficial a transformar-se em uma disputa pessoal entre Capone e Ness.

Agora, meus queridos clientes, exponho minha opinião pessoal sobre esse filme.

Já havia o assistido há muito tempo atrás, alguns anos na verdade, e tive a boa fortuna de podê-lo reassistir essa última semana, em meio a uma noite insone, sendo surpreendido pela sua exibição em canal aberto.




Logo de cara posso dizer que um dos pontos altos do filme é o elenco. Sean Connery, Kevin Costner, Charles Martin Smith, Andy Garcia e o nosso sempre amado Robert De Niro, que interpreta o poderoso Al Capone (quem mais De Niro poderia representar que não o mafioso, não é mesmo? Alguns clichês levamos para a vida).

Confesso que não sou fã do Kevin Costner, e que ao olhar para seu rosto sou diretamente direcionado ao Waterworld, o que me faz imaginar guelras atrás de suas orelhas e tudo mais, mas em "Os Intocáveis" senti esse meu pequeno preconceito facilmente superável. Seu personagem estábem trabalhado pelo roteirista e consegue ser levado sem maiores problemas por Kevin, sem falar na ajuda espetacular que Sean Connery dá ao filme, com uma interpretação muito convincente, que acabou por levar o Oscar de melhor Ator Coadjuvante no ano de 1988, batendo nomes como Morgan Freeman e Denzel Washington.

Importante, também, ressaltar cenas iconicas que ficaram marcadas na memória de todos os fãs de cinema, como a ópera que Capone assista enquanto Jim Malone sofre um atentado, a cena final sobre o telhado do tribunal de Chigaco e a famosa cena do carrinho de bebe que desce as escadas do metrô em meio a um tiroteio entre mafiosos e policiais (cena baseada no Encouraçado Potemkin, filme de 1925).




Por fim, o que tenho a dizer sobre o clássico "Os Intocáveis"? Assista! Mesmo com o Kevin Costner, assista! Assista pelo Sean Connery, pelo De Niro, Por Andy Garcia interpretando mais um italiano... Ou assista, simplesmente, por ser um filme de máfia, sabemos que isso é um motivo mais do que suficiente para apertar o play.

Minha emoção ao reassistir o filme? Me senti animado e pronto para mais algumas doses carcamanas na telona.


Escrito por Luiz Fernando Pierotti