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BIRDMAN O GRANDE GANHADOR DO OSCAR

Leia o que achamos do filme que ganhou os prêmios de melhor filme e diretor

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TIM BURTON UM GÊNIO DESGASTADO?

Um grande diretor em um mau momento ou sempre uma enganação?

OSCAR 2015 - Tudo sobre a premiação

Tudo que você sobre como foi a premiação

QUEM VOCÊ MAIS ODEIA EM GAME OF THRONES?

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quinta-feira, 3 de janeiro de 2013

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FRITOS NA HORA - O campeão de Hitler (2010)

Filmes com alemães que enfrentaram o nazismo são interessantes, “A lista de Schindler” é o maior exemplo disso, em ”O campeão do Hitler” somos apresentado a outro desses casos, agora na personificação da história real do boxeador Max Schmeling (Henry Maske) que de um simples esportista acabou indiretamente virando um exemplo utilizado pelo nazismo como a superioridade ariana.




A trama pode ser dividida em dois momentos a carreira de Max, e os desafios que ele enfrentou, inclusive o primeiro título que ele ganhou, sendo muito questionado em virtude da forma como ele obteve, e a sua luta com Joe Louis que servia como propaganda nazista para mostrar a superioridade da raça alemã e que por fim acabou afastando cada vez mais Max do governo e de suas atitudes cruéis contra os judeus.




O longa tem uma trama interessante, mas os atores são fracos, Henry Maske que interpreta Max é muito canastrão, e parece velho demais para o papel, tá certo que filmes de boxe não tem grandes atores no papel dos boxeadores, mas pelo menos o elenco é bom. Outra surpresa foi à direção do filme que fica por conta do péssimo Uwe Boll conhecido por levar diversos games para os cinemas, e deixa-los péssimos.




Agora vocês me perguntam vale a pena então? Olha o filme tem vários defeitos, mas como intuito histórico ele é bem interessante e consegue prender a atenção, fica a dica para quem gosta de dramas de guerra ou filmes baseados em histórias reais,


Escrito por Fábio Campos

quarta-feira, 2 de janeiro de 2013

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PASTEL DELIVERY - Dexter (7° temporada)

Dexter patinou e patinou nessa temporada, a sensação presente para mim, que tenho acompanhado desde sempre o carismático serial killer, é a de que o ator e os roteiristas pararam de se preocupar com a série, e isso aconteceu após a quarta temporada que foi o ápice da série.




Nessa sétima temporada, tivemos dois personagens que foram os destaques da trama, o primeiro o mafioso Isaak, interpretado pelo brilhante Ray Stevenson, que conseguiu com o pouco de roteiro que lhe deram para interpretar um personagem muito interessante, a outra adição foi à bela Yvonne Strahovski, que veio para ser o casinho do Dexter na temporada.




Com o final da sexta temporada, que mostrava a revelação para Deborah (Jennifer Carpenter) sobre a verdadeira natureza do seu irmão, ficamos esperando algo novo, ou mesmo uma relação conflitante entre os dois, mas o que vimos aqui foi um banho de água fria, com uma aposta em tentar se apegar ao suposto amor incestuoso da policial pelo irmão, e que terminou na chocante cena final, quem leu o primeiro livro deve ter sacado logo o que aconteceria.



De bom essa temporada só deixa as mudanças que o departamento de Policia vai sofrer, com o Angel (David Zayas) se aposentando e a morte da Laguerta (Lauren Vélez), mas ainda deixando o inútil do Quinn (Desmond Harrington) que parece a cada temporada se tornar mais idiota.

Em alguns momentos percebi o Michael C. Hall cansado, como se estivesse de saco cheio do personagem assim como estamos começando a ficar, isso é uma coisa que aconteceu em House e Lost, séries que andaram mais que podiam e entregaram episódios péssimos, espero só que o último ano tenha uma trama melhor, pois é minha ultima chance a série.




Veremos se esse final eletrizante vai ser usado na próxima temporada ou esquecido como algumas situações que aconteceram na série e esquecemos como:

- O Quinn saber parte do segredo do Dexter
- O casamento do Angel e Laguerta
- O policial Mike que mal chegou e morreu
- O estagiário Louis que prometeu muito e fez pouco
- o sumiço de vários cidadãos importantes como Jordan Chase, que nunca foram investigadas.
- A Lumen que sumiu e nunca mais deu as caras.
- A trama da máfia que só serviu para mostrar o Isaak e dar algo para o Quinn fazer.


Escrito por Fábio Campos

segunda-feira, 17 de dezembro de 2012

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FRITOS NA HORA - ParaNorman (2012)

Trabalhar com a morte, filmes de terror e ainda bullyng em um filme para crianças com certeza é um tema complicado, porém em “ParaNorman” conseguiram fazer isso de maneira sutil e com um enredo interessante.




Na história Norman é um garoto considerado estranho por muitos, que tem o poder de ver, ouvir e falar com os mortos. Apontado na escola e na cidade como um esquisito, ele tem que lidar com seu tio estranho que quer lhe encarregar de proteger a cidade de uma maldição.





Com várias referências a filmes de terror e com a presença de zumbis e bruxas, e ainda tratando até da morte de uma criança por culpa da intolerância, a animação agrada não só as crianças, mas os adultos também.




Escrito por Fábio Campos


domingo, 16 de dezembro de 2012

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FRITOS NA HORA - Fanboys (2009)

Sempre fui nerd, mas não sou daqueles tipos que adoram Star Wars ou Star Trek, minha obsessão sempre foram os quadrinhos, talvez por isso eu entendo um pouco da paixão que alguns têm por filmes, seriados, desenhos ou livros.




Fanboys” conta a saga de um grupo de fãs de Star Wars que planeja levar o amigo com câncer até o Rancho do George Lucas para assistir à Guerra nas Estrelas – A Ameaça Fantasma, antes que ele morra.





Quando vi a sinopse achei que o filme ia focar no lado mais piegas da história, criando um enredo para dar umas risadas e também chorar, porém a trama fugiu disso e criou uma história envolvente, que parece um pouco com “Se Beber não Case” versão nerd. Não bastasse as ótimas situações que o filme cria através dos personagens e suas obsessões, ele ainda tem um elenco muito bom, com participações de outros atores. Para vocês terem uma noção aparece no filme: Kevin Smith, Seth Rogen, Danny Trejo, Carrie Fisher, William Shatner, Craig Robinson e Billy Dee Williams, só faltou mesmo o George Lucas.




Se você é fã de alguma coisa, tem que assistir a esse filme. Vale muito a pena e tem situações muito cômicas, eu achei a história muito boa e com uma dinâmica perfeita, é uma pena que mais pessoas não o conheçam.




Escrito por Fábio Campos

sábado, 15 de dezembro de 2012

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FRITOS NA HORA - Tyranossaur (2011)

Em “Tyranossaur”, o personagem principal faz uma coisa detestável logo no início do filme, o que gera uma antipatia enorme sobre ele, porém ao final do longa ele repete o mesmo ato em outra situação e dessa vez gera empatia. Essa dualidade de ações é a coisa mais marcante na trama, e fica evidente a cada passo da história.




Um dos destaques do filme é Peter Mullan um desses atores que você já viu em vários filmes, interpretando diversos tipos, mas que você nunca associa ao nome. Aqui ele tem a chance de brilhar, e carregando o filme como protagonista ele consegue entregar um interpretação muito boa, dando uma identidade de raiva e frustração ao protagonista.





Recomendo “Tyranossaur” que tem nome de filme de ação, mas é um bom drama, para aqueles que querem conhecer um pouco mais do cinema fora do eixo americano. Com certeza vale a pena conferir.




Escrito por Fábio Campos

quarta-feira, 12 de dezembro de 2012

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PINGANDO ÓLEO - Na Estrada (2012)

Vou arrumar muitas brigas com amigos que adoram filmes de pessoas andando pelo mundo usando drogas, conhecendo pessoas e escrevendo poemas pelo caminho. Achei “Na Estrada” um filme chato, bem chato por sinal, ele é muito parado e confuso, os atores até que tentam, mas parece que a história não anda e alguns personagens são muito chatos e parecem jogados na trama. Sei que com isso devo estar ofendendo vários fãs do livro do escritor estadunidense Jack Kerouac, mas essa foi minha impressão.




Na Estrada” conta a história de Sal Paradise (Sam Riley) um jovem que acaba de perder o pai e começa a questionar sua vida, atraído de forma intensa pela presença de um boêmio chamado Dean Moriarty (Garrett Hedlund), ele começa a viajar pelos Estados Unidos conhecendo novas pessoas enquanto escreve um livro.



No elenco temos vários atores famosos como Alice Braga, Terrence Howard, Steve Buscemi (você que assiste Boardwalk Empire ficará chocado com uma cena do filme), Kirsten Dunst (excelente no papel de mulher apática), Viggo Mortensen e Kristen Stewart (que tem o perfil perfeito para interpretar uma drogada).




Eu gostei muito mais de “Vinhas da Ira”, “Sem Destino” e “Na Natureza Selvagem” que conseguem dar essa áurea de “Road Movie” sem ser cansativo e com personagens mais interessantes.


Escrito por Fábio Campos

terça-feira, 11 de dezembro de 2012

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FRITOS NA HORA - The Day (2012)

Já assistiram a um filme achando que ele começa pela metade e daí segue? Então. “The Day” é basicamente isso, um daqueles longas que entra na esfera do mundo pós-apocalíptico como fizeram “O livro de Eli”, “A estrada” e “Eu sou a lenda”. O seu grande diferencial é que não quiseram gastar tempo com a história, então de cara já somos apresentados aos sobreviventes, que falam pouco sobre o passado e deixam uma incógnita na trama.




Dominic Monaghan (Lost e Senhor dos Anéis) é um dos nomes mais conhecidos do elenco, porém sua cara de cachorrinho manso não convence com a imagem de durão que quer passar. Só aos poucos que é explicado sobre esse mundo futurista, dando a impressão que não existem muitas opções de alimento e algumas pessoas se tornaram canibais.




Do pouco que o filme apresenta podemos destacar uma personagem que é muito parecida com a Michone do seriado Walking Dead, é o mesmo estilo, postura e atitudes, dando uma impressão de ser a “fodástica” da história.




Não gostei do “The Day”, achei bem fraco e os efeitos ruins, além disso ele é muito escuro em muitas cenas, era difícil ver o que estava acontecendo. Não assista se espera ver um filmão, só vale a pena para quando estiver sem opções e só quer ver um pouco sangue voando na tela.


Escrito por Fábio Campos

segunda-feira, 10 de dezembro de 2012

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FRITOS NA HORA - A hora do Espanto (2011)

Um filme B vai ser sempre um filme B, o novo “A Hora do Espanto” foi retocado, ganhou um elenco novo, efeitos especiais melhores, mas mesmo assim ficou um filme B. Isso é ruim? No meu ponto de vista não. Diverti-me da mesma forma e apreciei do mesmo jeito.




Na trama, para quem não conhece a história de 1985, um jovem suspeita que seu vizinho é um vampiro e buscando combater a criatura do mal, ele convoca o charlatão Peter Vincent (no original era Roddy McDowall, na nova versão David Tennant), um apresentador de um programa sobrenatural para ajudá-lo na tarefa.




Como disse, a história é bobinha, o vampiro é daqueles clássicos que só pode entrar se convidado, que queima no escuro, não tem reflexo, queima com água benta e tudo que um sugador de sangue clássico tem, o que deixou para mim o longa com aquela áurea nostálgica onde os vampiros ainda botavam medo em alguém e não brilhavam no escuro.




Vale a pena conferir para quem é fã de filmes B, porém se você quer um terror que assuste mesmo e te leve a sério passe longe, vai se decepcionar e muito.


Escrito por Fábio Campos




domingo, 9 de dezembro de 2012

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FRITOS NA HORA - Vingador do Futuro (2012)

Eu sou fã do “Vingador do Futuro” de 1990, o filme por si só e cheio de cenas simplesmente geniais e ainda com reviravoltas muito interessantes. Eu adoro o momento em que o personagem se questiona se está ou não na realidade, e também a revelação sobre quem é o Kuato.




Essa versão nova do “Vingador do Futuro” tenta se aproximar mais do conto de Philip K. Dick, e então muitos elementos rodaram da história, como a relação Marte e Terra, agora substituída por um clima entre a Colônia e União da Bretanha. Além disso, não temos os mutantes, e visual do filme ficou uma mistura de “Minority Report” com “Star Wars”.




Apesar de tudo, a cena em que o personagem de Colin Ferrel questiona a realidade, assim como na original continua sendo o melhor momento da história, deixando uma tensão extrema.




O filme é interessante no sentindo de ação, mas como ficção cientifica ele é muito fraco, mostrando mais do que já foi feito, eu ainda prefiro o clássico, que soube trabalhar muito bem com vários elementos e entrou uma ficção cientifica de primeira. Destaco a homenagem da nova versão com a cena da mulher gorda de cabelo vermelho no “aeroporto”, uma sacada muito legal para quem é fã do longa original.


Escrito por Fábio Campos

sábado, 8 de dezembro de 2012

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FRITOS NA HORA - Killer Joe (2011)

Sexo gratuito, violência gratuita, dois itens que certamente estavam na cartinha dos roteiristas e do diretor de “Killer Joe”. A história tem um pouco de Tarantino, mas é bem mais ousada em especial quando o assunto é mostrar vaginas e peitos das atrizes.




Na história, o jovem Chris (Emile Hirsch) decide contratar um assassino com a ajuda do seu pai (Thomas Haden Church) para matar sua mãe, com o intuito da irmã mas nova a jovem Dottie (Juno Temple) receber o seguro.




O grande personagem do filme é o assassino contratado para o serviço o polical Joe, interpretado de maneira muito convincente pelo Matthew McConaughey, que mostra saber atuar em tramas mais interessantes que comédias românticas.




Não curti muito o filme, talvez seja o dia que vi, mas achei muito sem sentido com a violência e o sexo sendo esfregados na cara sem necessidade. A cena da coxa de frango é uma das coisas mais degradantes que já vi no cinema, prende a atenção, mas parece simplesmente jogada. Vale para quem gosta do estilo Tarantino elevado a potência máxima.


Escrito por Fábio Campos

sexta-feira, 7 de dezembro de 2012

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FRITOS NA HORA - Aura (2005)

Aura” é um daqueles filmes que exploram um sujeito comum em uma situação incomum e aqui somos apresentados a Esteban Espinosa (Ricardo Darín), um taxidermista sonhador, que tem uma memória muito boa, sendo possível para ele nunca se perder e facilmente decorar informações.




Na trama do longa o acompanhamos indo a uma caçada com um amigo e durante uma perseguição a um alce, ele acaba se envolvendo em uma situação perigosa sobre um roubo um cassino.





O filme é muito interessante e eu sou fã do ator argentino Ricardo Darin, as suas interpretações tem sempre um toque interessante, que deixam seus personagens mais carismáticos, aqui não é diferente.




Recomendo o filme para quem gosta de tramas elaboradas e em especial que envolvem planos de assalto. As vezes ele parece confuso, mas é só uma forma de prender a atenção para que ao final todas as peças se encaixem.


Escrito por Fábio Campos

quinta-feira, 6 de dezembro de 2012

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FRITOS NA HORA - O vigia (2007)

Joseph Gordon-Levitt está no auge de sua carreira, participando de “A Origem”, “Batman”, “Looper”, entre outros filmes. Porém, seu histórico vem de antes disso, com filmes não tão populares, mas com um peso de atuação maior.




Em “O vigia” ele interpreta um jovem que após sofrer um acidente tem que conviver com as consequências do mesmo, buscando uma vida independente acaba arrumando um emprego como vigia.





O longa tem uma dinâmica interessante, procura mostrar a deficiência e rejeição do personagem como temas centrais. É através desse vazio presente nele e de sua culpa que toda a história gira. A interpretação do Joseph Gordon-Levitt está bem interessante e ele consegue passar toda a frustração do personagem, porém para mim o maior destaque fica por conta do Jeff Daniels que interpreta o companheiro de quarto cego.




Recomendo o filme para quem quer assistir um drama com doses de ação, apesar de ter um pouco de lição de moral na história a coisa e bem sutil e fica mais evidente no final.

Escrito por Fábio Campos