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BIRDMAN O GRANDE GANHADOR DO OSCAR

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segunda-feira, 5 de maio de 2014

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FRITOS NA HORA - Crimes Temporais (2007)

Engraçado que muitas vezes são os filmes mais simples e sem efeitos especiais que têm os roteiros mais interessantes, esse foi o caso do interessante longa espanhol.




Com uma trama que usa e abusa do plot da viagem no tempo, não tem como não se interessar. que O protagonista é um cara comum chamado Héctor (Karra Elejalde) que acaba por desgraça do destino sendo envolvido numa trama que está além da sua imaginação.




O filme é bem interessante, sabe mesclar suspense e ficção cientifica, não tem um visual futurista e os efeitos especiais são simples, porém a trama consegue facilmente despertar a atenção por abusar do clichê do cara comum no lugar errado e também pelas reviravoltas da história. É claro que existem alguns paradoxos, mas isso há de se perdoar considerando a diversão e atenção que a história nos permite.




Esscrito por Fábio Campos

domingo, 4 de maio de 2014

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FRITOS NA HORA - Fruitvale Station (2013)

Muitas vezes condenamos a polícia e as injustiças que acontecem aqui no Brasil, como se o nosso país fosse o único errado. Quantas vezes não ouvi pessoas dizendo “lá nos EUA não é assim, lá eles são isso ou aquilo”.




Fruitvale Station é um tapa na cara desse pessoal que só sabe depreciar nosso país, mais uma vez somos trazidos à realidade e obrigados a ver que erros e injustiças acontecem em todos os locais. No longa somos apresentados à história real de Oscar Grant (Michael B. Jordan), um pai de família e ex-prisioneiro que tenta arrumar sua vida com sua mãe, esposa e filha, mas acaba tendo seu sonho destruído por um ato de brutalidade de um policial inconsequente.




Devo dizer que o longa é tocante, ele tenta dar uma contextualização à vida de Oscar, em certos momentos tentando mostrar que ele é uma pessoa boa, mas que coisas ruins aconteceram com ele. A criminalidade com que foi cercado e a forma como acabou no crime, também é mostrado seu lado doce e a forma como tenta consertar sua vida, se ele conseguiria não saberemos responder, mas o diretor Ryan Coogler injeta emoção o suficiente na trama para que nos preocupemos com ele e sua família.




Gostei muito do filme e achei emocionante a cena com cachorro atropelado e o paralelo que existe com a cena na estação. Para quem ficou curioso com o que aconteceu, o policial Johannes Mehserle que atirou em Oscar, ele foi sentenciado a 2 anos de prisão, os quais cumpriu e depois ficou em condicional, a família de Grant processou o metrô e ganhou uma ação de 1,5 milhão de dólares que foram destinados a Tatiana, filha de Oscar. E aí, será que só acontecem essas coisas em países como o nosso? É bom lembrar que o Jean Charles também foi um caso de injustiça que aconteceu na Inglaterra.


Escrito por Fábio Campos

sábado, 3 de maio de 2014

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FRITOS NA HORA - A cruz de ferro (1977)

Esse aqui é um filme inovador por mostrar a guerra por um ponto de vista inusitado: o alemão. A trama é desenvolvida de uma forma em que os soldados não são vistos como carrascos cruéis, mas homens que arriscavam sua vida na fronte de batalha. Em sua maioria eles não acreditavam nos ideais do nazismo, mas arriscavam suas vidas pelo país.




Na trama, o protagonista é o sargento Rolf Steiner (James Coburn) que comanda seu pelotão com muita coragem e força, enfrentando os russos (isso eu achei meio bundão, poderia ser os americanos ou ingleses), porém seu destino acaba cruzando com um arrogante aristocrata, o capitão Stransky (Maximilian Schell), que deseja de todas as formas conquistar uma medalha da A Cruz de Ferro.


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Nem preciso dizer que o grande diretor Sam Peckinpah soube trabalhar bem a arrogância e a burocracia que muitos militares agem durante a guerra, se preocupando com medalhas e reputação enquanto as pessoas vão morrendo. Também é importante falar sobre a personalidade do sargento Steiner, que é um homem que só sabe viver da guerra. Um grande filme e com certeza um clássico que merece ser visto. Fecho com uma frase que aparece no final do longa e que se faz presente nos tempos modernos:

"Não se alegrem com a derrota dele (o fascismo), homens.
Mesmo que o mundo tenha se erguido para deter o bastardo, a cadela que o pariu está no cio novamente..."
-Bertolt Brecht




Escrito por Fábio Campos

sexta-feira, 2 de maio de 2014

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FRITOS NA HORA - Primer (2004) por Daniel Guerra



Terceiro item da nossa pequena série de filmes (quase desconhecidos) sobre viagens no tempo,você pode ler a primeira parte aqui, e a segunda aqui.




Primer, filme de estréia do diretor Shane Carruth, conquistou a crítica especializada, levando o grande prêmio do festival de Sundance em 2004. A história começa com 2 amigos, Aaron (Shane Carruth) e Abe (David Sullivan), engenheiros que trabalham num projeto experimental para o desenvolvimento de um dispositivo que bloqueia a gravidade, diminuindo o peso dos objetos. Acidentalmente descobrem que tem nas mãos uma descoberta que possibilita viagens no tempo. Os dois decidem guardar segredo testando a nova tecnologia constróem um dispositivo que viabiliza a viagem de um ser humano ao passado. À medida que os dois vão ficando à vontade com a nova tecnologia a estória se complica e seus efeitos se mostram fora de controle.




O filme opta por uma abordagem mais realista, e não entrega respostas de mãos beijadas para o telespectador, encontrando aí sua força para uma aceitação melhor do projeto. Shane Carruth também foi elogiado pelo fato de ter desenvolvido um excelente filme de ficção científica gastando apenas módicos 7.000 dólares de orçamento




Escrito por Daniel Guerra

quinta-feira, 1 de maio de 2014

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FRITOS NA HORA - O Hobbit: Desolação de Smaug (2013)

O primeiro Hobbit é um filme interessante, apesar de se arrastar em cenas para poder aumentar o tempo de duração dos filmes. Afinal, pra quem não sabe, existe somente um livro, e não três como o “Senhor dos Anéis” para a trama se basear. Nesse caso, o segundo filme foi para um lado mais pretencioso: além de esticar as cenas, foram enxertadas situações, colocaram personagens que não tinham no livro e criaram romances que também não estão no livro.




O grande destaque de “O Hobbit: Desolação de Smaug” é o dragão Smaug que conta com a voz do Benedict Cumberbatch. Além de ótimas falas, ele tem um belo efeito especial - é uma pena que os efeitos especiais tenham ficado só aqui, afinal, por diversos momentos parece que houve pouco caso com isso e algumas cenas ficaram realmente ruins.



No geral o filme é interessante e prepara bem o terreno para a conclusão que chega esse ano. As adições na trama em relação ao livro não me incomodaram, mas com certeza muitos fãs devem ter ficado revoltados. Eu estranhei mais a presença do Legolas (Orlando Bloom) e a falta de definir logo a personalidade do Thorin (Richard Armitage), afinal isso vai influenciar no fechamento da história. Para finalizar, o longa é melhor que o primeiro que tinha um aspecto muito infantil, esse tem uma dose de aventura maior com cenas de ação mais brutais.




Escrito por Fábio Campos

quarta-feira, 30 de abril de 2014

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FRITOS NA HORA - Marvel One Shot – All Hail the King (2013)

Eu acho que fui um dos únicos que não gostou do final do Homem de Ferro 3, por conta do clichê que foi a trama do Mandarim e não por que mudaram o personagem. Eu só até a favor de certas liberdades, porém quando elas não acrescentam nada e ainda deixam a trama mais fraquinha sou a favor de manter o original, nesse caso o recurso utilizado já tinha sido feito no primeiro Batman do Nolan.




Talvez pensando em agradar aos fãs e quem não gostou do desfecho do Mandarim do Ben Kingsley, a Marvel resolveu fazer um pequeno curta, contando como é a vida do Trevor, o ator que interpretava o falso vilão na cadeia. Quase todo cheio de comédia, o curta parece uma cena pós-crédito enorme que termina com um final que agradou alguns mas decepcionou outros. No meu caso eu até gostei do resultado, achei que casou com a proposta da trilogia do Homem de Ferro, porém acho que seria mais interessante uma ligação com a Hidra, que traria mais uma ligação com o filme do Capitão.




Vale destacar ainda a mínima participação do Sam Rockwell como o milionário Justin Hammer que participou do segundo filme do Homem de Ferro, e aqui faz uma ponta cômica na cena pós-credito do curta. Quem ainda não viu dê uma procurada, vale mais para fechar a trilogia do Homem de Ferro, mas duvido muito que vá render outro filme.





Escrito por Fábio Campos

terça-feira, 29 de abril de 2014

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FRITOS NA HORA - Capitão América 2 – O soldado Invernal (2014)

A Marvel fez uma aposta arriscada quando resolveu fazer um filme do Capitão América, afinal em minha opinião é um dos heróis mais difíceis de lidar a imagem se considerarmos a rejeição que o povo americano tem em outros países imagine o quanto é arriscado apostar em um herói que tem a bandeira americana no peito, e que teoricamente devia exalar patriotismo.

Pois bem, o primeiro filme veio e falou do nazismo. O vilão perfeito, acho que um dos únicos que fariam as pessoas terem carisma pelo Capitão. Vale destacar ainda a escolha de Chris Evans, que tinha sido o Tocha Humana do péssimo Quarteto. O resultado foi um filme satisfatório que serviu para apresentar o herói para nos acostumarmos com ele em Vingadores.




O segundo filme do Capitão falaria do que então? O tema não poderia ser nada muito agressivo, acho que se partisse para algo relacionado ao Afeganistão ou a ataques ao Iraque soaria muito patriota e pouco interessante, por isso a solução dada pelos irmãos Russo foi tão brilhante, o longa não se foca em uma trama internacional tola, ela se volta para a SHIELD (e em tempos de espionagem, por que não desconstruir a imagem de uma entidade segura e mostrar que em todas as organizações existem as pessoas corruptas?).

Deixando um pouco de falar do roteiro, que em minha opinião foi um dos mais interessantes da Marvel no cinema, competindo talvez com Homem de Ferro (que era um pouco mais maduro em relação ao armamento), o longa tem várias vantagens: é o único que soube trabalhar bem a Viúva Negra (Scarlett Johansson) e que conseguiu inserir um personagem sem parecer algo muito forçado, afinal o Falcão de Anthony Mackie se insere quase naturalmente na trama.




Em relação ao que o filme representa ao Universo Marvel, creio que de todos feitos após Vingadores, este é o que mais mudou o status quo daquele universo, com consequências que acabaram atingindo desde do Nick Fury (Samuel L Jackson) até a série Agentes da Shield, isso só para exemplificar sua importância, a abertura para uma volta do Bucky (Sebastian Stan) e de novos personagens como Doutor Estranho e os irmãos Feiticeira Escarlate e Mercúrio servem para exemplificar mais o que eu digo.




Agora que elogiei bastante o longa aqui vão algumas críticas, em especial à ausência de outros personagens do Universo Marvel – afinal, onde estava o Hulk, Thor, Homem de Ferro e especial o Gavião Arqueiro durante o rolo todo? Além disso, qual a motivação do personagem do Robert Redford? Se ele tivesse uma ligação com o Caveira Vermelha ou mesmo se fosse o vilão, creio que teríamos uma trama melhor. Mas creio eu que esse são pequenos detalhes que não atrapalham em nada o resultado final. Agora só nos resta esperar por Guardiões da Galáxia e depois Vingadores 2.


Escrito por Fábio Campos

sexta-feira, 25 de abril de 2014

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PASTEL DELIVERY - Banshee (2° temporada)

Banshee é minha série de ação preferida. Nós temos um protagonista misterioso, que de certa forma lembra um pouco o personagem do “Homem sem nome” (que fez sucesso com Leone), que além de ser extremamente esperto, catador e “bad-ass”, Lucas Hood (Antony Starr) consegue ser todo o centro da atenção de toda a cidade e ser o cara que faz a trama girar. Porém, a atenção da trama não fica somente com ele, o antagonista Kai Proctor (Ulrich Thomsen) tem um dos melhores plots do mundo das série, afinal quem iria pensar em um mafioso amish?




Essa segunda temporada volta a acompanhar Lucas Hood, o criminoso que se fingiu de xerife numa cidade pequena para poder fugir de um poderoso mafioso, e reencontrar a mulher que foi o amor da sua vida. Nessa retomada a cidade de Banshee, Lucas tem de lidar com as consequências do final da primeira temporada, quando o mafioso Rabbit (Ben Cross) tentou armar uma emboscada na cidade e acabou sendo quase morto pela trupe do xerife Hood.



O que senti nessa temporada foi que ela serviu para fechar os pontos em aberto da primeira, já que deixou várias lacunas e a cada episódio parecia uma necessidade de se resolver algo, e surgir algo, ou foi a situação com a tribo, ou sobre o filho do Hood original, que teve um dos melhores desfechos da série e por fim o fechamento da trama de Rabbit e Carrie (Ivana Milicevic).




Como a série foi renovada para mais uma temporada e teve um bom gancho, creio que teremos a entrada de novos personagens, além do desenvolvimento de tramas bem mais violentas. Espero que a série não foque demais em cenas forçadas de ação e evolua mais para o lado do passado do nosso protagonista misterioso.

Quem é fã da série pode curtir ver o site http://www.welcometobanshee.com/ que tem diversos vídeos que contam o passado dos personagens.


Escrito por Fábio Campos

quinta-feira, 24 de abril de 2014

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PASTEL DELIVERY - Walking Dead (4° temporada)

Essa temporada de Walking Dead começou dando continuação a saga da prisão, mostrando de um lado o grupo do Rick (Andrew Lincoln), tentando sobreviver a prisão, após a fuga do governador (David Morrissey). No início, como em todo o início de temporada da série, o ritmo foi arrastado, com pouca coisa acontecendo, de destaque, embora vale mencionar a doença que se alastrou na prisão e terminou com o afastamento de Carol (Melissa McBride), além do final do primeiro arco no qual finalmente tivemos o desfecho do Governador e a morte do Hershell (Scott Wilson). O segundo momento da série novamente começou arrastado e explorando mais a ligação dos personagens entre si, o amor da Maggi (Lauren Cohan) e Glen (Steven Yeun), o lado doce do Daryl (Norman Reedus) isso só para citar alguns momentos mais mornos, porém tivemos cenas tensas como toda a história das irmãs (uma muito pura e outra uma psicopata), a tentativa de estupro do Carl (Chandler Riggs) e a liberação da raiva do Rick, mostrando que ele pode ser "porra louca" também.




Bem, considerando o todo, essa temporada foi bem melhor que a segunda, que foi a pior de todas para mim, e conseguiu chegar no mesmo nível da terceira, que é bem mais ou menos. Aos mais fãs da série que falam que tenho de entender que a série não é sobre zumbis (mas sim sobre as pessoas e suas relações), deixo claro que tento entender isso, porém mesmo assim o roteiro é fraco, com muitas cenas piegas, existindo uma necessidade de cada vez mais inserir personagens super-fodões que acabam deixando a série com um tom que beira filmes B, mas bate na trave por conta do drama todo.




Eu creio que o que falta a Walking Dead não são personagens bons, afinal eles tem vários, mas sim uma história interessante. Parece que os produtores tem uma pressa em chegar em algum lugar e depois que chegam querem logo que acabe para irem a outro, e isso cansa. A saga do Governador foi toda assim, parecia que sempre tinha de ser levada a outro estágio e mais outro, e no final acabou se tornando uma decepção, pelo menos para mim. Espero mesmo que na próxima temporada o povo de Terminus seja mais interessante que o pessoal da Fazenda ou de Woodbury e que não seja necessário matar um personagem importante para que a série chame a atenção.


Escrito por Fábio Campos

quarta-feira, 23 de abril de 2014

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FRITOS NA HORA - Safety Not Guaranteed (2012) por Daniel Guerra




Segundo item da nossa pequena série de filmes (quase desconhecidos) sobre viagens no tempo, Safety Not Guaranteed é uma pequena produção americana que mistura comédia e drama de maneira simples e sem rodeios ou firulas cinematográficas e elenco pouco conhecido. O filme começa com a estagiária de uma revista, Darius Britt (Aubrey Plaza), que parte para uma cidadezinha do interior com mais dois colegas de trabalho em busca de descobrir o autor de um anúncio de jornal. O anúncio inusitado procura alguém disposto a participar de uma viagem no tempo com segurança não garantida.


O filme tem um elenco afinado e momentos divertidíssimos, principalmente quando entram em cena os dois colegas de trabalho de Darius, Jeff e Arnau (Jake M. Johnson e Karan Soni). Com o decorrer do filme, nota-se que a viagem do tempo torna-se secundária pois perde espaço para a interação entre os personagens, resultando na sintonia que torna o filme atraente.




Curiosidades: O filme é baseado numa história verídica de um anúncio que foi realmente veiculado num jornal. Segue texto:

"PROCURA-SE: Alguém para voltar no tempo comigo. Isto não é uma piada. P.O. Box 322, Oakview, CA 93022. Você será pago depois de voltarmos. Precisa trazer suas próprias armas. A segurança não é garantida. Eu fiz isso apenas uma vez."




O diretor Colin Trevorrow já foi escalado para dirigir a quarta produção baseada no mundo de Jurassic Park. Pouco se sabe ainda sob o longa que deve contar com Steven Spielberg como produtor.





Escrito por Daniel Guerra

terça-feira, 22 de abril de 2014

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FRITOS NA HORA - Frequent asked questions about time travel (2009)



Olá pessoal! A partir desse post dou início a uma série de 3 partes com comentários sobre filmes de ficção científica. Mais especificamente, viagens no tempo.

O primeiro item da série é uma produção inglesa de baixo orçamento, com poucos efeitos especiais, mas com um roteiro bem escrito, e que a princípio seria destinada à televisão. Frequent Asked Questions About Time Travel se trata de uma comédia no melhor estilo britânico recheada de referências a Star Wars/Trek, Firefly, entre outros, e conta a história de 3 amigos que se encontram num pub, onde descobrem uma fenda temporal no banheiro que os fazem viajar para o futuro.


Nessas viagens descobrem que existe uma organização de fiscais do tempo que corrigem acontecimentos que podem atrapalhar o bom andamento da história. o filme vale por ser bastante didático em relação às leis que regem a postura dos viajantes do tempo, como o Paradoxo do Avô, mantendo o filme num tom leve e sem muitas complicações que possam atrapalhar a compreensão do assunto. No elenco destacam-se Chris O'Dowd (The IT Crowd) e Anna Faris (Todo Mundo em Pânico).




Escrito por Daniel Guerra



sábado, 19 de abril de 2014

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FRITOS NA HORA - De repente Pai (2013)

Vince Vaughn já tentou se arriscar com comédias românticas (apesar de não ter perfil disso). Tentou com terror na péssima refilmagem de “Psicose”, mas no final acabou ficando na comédia, terreno que ele domina um pouco mais, mas que não é muito bom também.






De repente pai” tem uma formula que é muito usa pelo nosso amigo Adam Sandler, ou seja, cara babaca que sofre uma reviravolta e acaba se tornando uma pessoa melhor. Nesse caso o contexto é de um cara chamado David (Vince Vaughn) que descobre que as suas doações para banco de esperma acabaram gerando muitos e muitos filhos, ciente da informação e ainda descobrindo que sua namorada está gravida ele acaba tendo de encarar a responsabilidade.




Talvez pelo filme não ter o Sandler no elenco, ele não ficou tão ruim. A trama é bem clichê, mas tem alguns momentos que emocionam, e outros que sabem lidar bem com a comédia. Tá certo que todo o enredo é bem viajado, mas não deixa de ser engraçado em certos momentos. Acho que daqui alguns anos, poderemos ver ele passando em uma Sessão da Tarde.





Escrito por Fábio Campos