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BIRDMAN O GRANDE GANHADOR DO OSCAR

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TIM BURTON UM GÊNIO DESGASTADO?

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QUEM VOCÊ MAIS ODEIA EM GAME OF THRONES?

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quinta-feira, 19 de julho de 2012

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SUCOS DO RODRIGO - Caminho sem volta e sem ligar opiniões

Quando o Rush lança um disco aprece que para os fãs Deus veio a terra e lhe presenteou com o mais fino e importante agrado do mundo, mas será que é isso que o trio busca?




Ouvindo Clockwork Angels a resposta imediata é não, cada linha sonoro saída da guitarra, cada pulsação do baixo e todos os movimentos soltos por Neil Peart parecem dizer que os canadenses não querem olhar para os outros e montar o seu proprio caminho.

O primeiro motivo para acreditar na busca por um caminho proprio é que a banda optou por um disco conceitual baseado na obra de mesmo nome do autor Kevin J.Anderson, fato rarissimo na música atual que pede singles e músicas em separado para facilitar o download.

Em um segundo panorama temos músicas longas, tirando BU2B2 que é uma intro de 01h28min e Halo Effect com 03h14min temos um disco com canções longas que contam partes da história sempre passando dos 5 minutos de duração.




Clockwork Angels musicalmente se assemelha à dupla Countparts e Test for Echo, sendo assim foge de ondas progressivas do passado.

Caravan e BU2B foram tocadas na turnê Time Machine, posso afirmar que cresceram demais da tour para o estúdio, princinpalmente a segunda.





Headlong Flight é um caso a parte, musicalmente falando, excelente prova da capacidade do trio, Geddy Lee marca forte o baixo, Alex monta uma ótima base e bons riffs e Neil brinca de ser o melhor baterista do mundo!





Apesar das inúmeras criticas aos vocais de Geddy Lee que em inúmeros momentos ao vivo grita demais é perceptivel que ele sempre consegue aplicar emoção as músicas, na história temos canções onde era coração puro no vocal, Subdivisions, Bravado, Resist entre tantas outras, mas aqui The Wreckers e Wish Them well pulsam forte!

Clockwork Angels acrescenta pouco, não é revolucionário e progressivo igual ao 2112 nem vai modificar a história da banda que nem o Moving Pictures, porém é fiel a tudo que o trio se propos a fazer que é não ligar para os opiniões alheias e talvez por isso seja um dos melhores discos dos últimos anos dos canadenses!






terça-feira, 17 de julho de 2012

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FRITOS NA HORA - Minhas Tardes com Margueritte (2010)

Um homem considerado o bobo da cidade tem um encontro com uma velhinha, que aos poucos vai mostrando um pouco de cultura para ele.




Desse encontro, rico em lições e metáforas, surge uma amizade - ela é o principal tema de “Minhas Tardes com Margueritte”.




O protagonista é Gérard Depardieu, que está bem gordo, mas continua atuando brilhantemente. O longa conta ainda coma veterana Gisèle Casadesus, que está brilhante no papel da doce Margueritte, mostrando uma química perfeita com o protagonista.




Para quem gostou muito de “Tomates Verdes Fritos”, o filme tem uma pitada dele e um pouco do nacional “O contador de histórias”- ambos os filmes eu considero interessantes.





É uma pedida perfeita pra quem está cansado do circuito de filmes americanizados.







segunda-feira, 16 de julho de 2012

Posted by Pasteleiro On 12:52 0 comentários

PINGANDO ÓLEO - Sequestro no Espaço (2012)

Tem filme que abusa do clichê.

Esse então, é um caso clássico em que os roteiristas simplesmente juntaram um monte de temas que foram utilizados em outros filmes (como “A Rocha”, “ConAir”, “Alien”) e jogaram num só, com o Guy Pearce como protagonista.




A história é sobre uma prisão no espaço, em que os presos ficam armazenados em casulos. Após várias supostas queixas de que os presos estavam sendo maltratados, a filha do presidente vai visitar o local (sim, isso é muito idiota).




Então, durante um interrogatório acontece a fuga de um dos presos (sim², isso é muito clichê), então sobra para um ex-agente durão (sim³, ele é muito foda) especialmente pra resgatar ela.




Nem preciso dizer que são várias cenas de ação, tiros, gente congelando, explosão no espaço e todas as outras babaquices desse nível. Eu até gosto de filmes assim, quando bem trabalhados, com uma dose de humor e um protagonista com carisma - coisa que não acontece aqui.





Recomendo que vocês passem longe desse filme. Um dos mais fracos de ação do ano que vi até agora.



Escrito por Fábio Campos



sexta-feira, 13 de julho de 2012

Posted by Pasteleiro On 14:11 0 comentários

FRITOS NA HORA - Monsieur Lazhar - (2011)

Esse aqui é um filme como “Detachment” (do qual falei há poucos dias), que retrata um pouco da vida dos professores - todas as alegrias e frustrações que cercam essa profissão.




O longa é centrado em Bachir Lazhar (Mohamed Fellag), um homem que se oferece para dar aulas a uma turma em que a professora se suicidou em plena sala.




A história lida com o aspecto emocional que a morte causa aos alunos e o clima pesado que os estudantes carregam. É interessante perceber o vínculo dos problemas que se escondem atrás do mestre e do cotidiano que ele enfrenta com os alunos. Aos poucos vamos entendendo porque ele quis o trabalho e a importância disso para ele.





Diferente daqueles filmes em que o professor é quase um anjo que passa pela turma modificando tudo e depois partindo, aqui temos uma realidade mais crua, mostrando um homem mais amargurado, que erra e mente, mas que no fundo é alguém que assim como os alunos quer esquecer uma dor. Enalteço também a fábula da crisálida que ele conta ao final - simplesmente emocionante.




Escrito por Fábio Campos


quinta-feira, 12 de julho de 2012

Posted by Pasteleiro On 14:49 1 comentários

FRITOS NA HORA - Uma rua chamada pecado (1951)

Um Bonde chamado desejo ou "Uma Rua chamada pecado", dependendo da tradução, pois a peça ganhou o “bonde”, já o filme era chamado pela “rua”.

Clássico, memorável, belíssimo, único... Se ficasse durante algumas horas escrevendo acharia mais e mais qualidades para essa adaptação do texto de Tenesse Williams.




Blanche Dubois, uma das melhores personagems da história do cinema americano, cheia de mistérios, opiniões dúbias, ódio, rancor, falsa modéstia e porque não, fragiidade a flor da pele, sim, todos os quesitos acima formam a personagem da soberba Vivian Leigh.

Do outro lado Stanely Kowalski, bruto, direto, sexista, libertário, verdadeiro, nojento e assim mesmo, um personagem que ao passar do filme se torna um retrato duro, porém necessário, de como boa parte dos homens se sentem em inúmeros momentos.

Pronto? Não, Uma rua chamada pecado é recheada de ups and downs e verdadeiros odes ao bom texto, por exemplo, momentos de humor em que Blanche questiona Stan em relação a seu signo, como se um machão ligasse para aquilo ou a sequencia em que Stanley joga na cara de Ms. Blanche quem ela é e onde está naquele momento.




O jogo entre Stan e sua cunhada é repleto de indiretas que são assimiladas aos poucos e com isso a tensão vai aumentando até culminar com a ida de Stella, mulher de Stanley ao hospital para dar a luz, ali Blanche e o cunhado explodem em jogos mentais e argumentos fortissimos, tudo isso graças à atuação no mínimo soberba de Marlon Brando e Vivian Leigh.




O ponto de loucura de Ms. Dubois é o brilho e talvez possamos dizer a luz da verdadeira atuação de uma atriz através da fantástica Vivian Leigh.

Marlon Brando é dono de tudo como fez em o Poderoso Chefão, ali ele é o macho alfa o dono do cenário e por isso, toda idolatria em cima de sua atuação como o bronco Stanely Kowalski é justa!

Uma rua chamada desejo é um filme necessário para entender como se deve amarrar um bom texto a direção e atuações transformando isso no que muitos chamam de a tal sétima arte.





Texto escrito por Rodrigo Moia




quarta-feira, 11 de julho de 2012

Posted by Pasteleiro On 10:00 0 comentários

FRITOS NA HORA - Primer (2004)

Uma história que lembra as já famosas origens das empresas de computação - assim é o inicio de Primer. Uma garagem serve como cenário para contar como uma grande invenção surge e dois amigos acabam criando algo espetacular.




Por ser um filme simples e sem efeitos especiais (que depende totalmente do roteiro) a história é muito bem trabalhada, puxando totalmente para explicações científicas que em alguns momentos chegam a confundir, mas dão um ar de seriedade ao longa.




Em alguns momentos, o filme chega a ficar confuso: você tem que ter certa paciência e talvez voltar em alguns trechos para captar o total da história. Eu relacionei muito com Donnie Darko, só que sem todas aquelas sacadas por trás, aqui tudo é mais cru e o mais científico possível. Abaixo uma explicação sobre como funciona o mecanismo:




Recomendo e muito para quem gosta de viagens no tempo e fã da verdadeira ficção cientifica (não aquela versão que depende de aliens e robôs para ser interessante). Pense em Primer como um episódio da antiga série “Além da Imaginação” muito bem trabalhado.





Escrito por Fábio Campos




terça-feira, 10 de julho de 2012

Posted by Pasteleiro On 17:00 0 comentários

FRITOS NA HORA - Being Flynn (2012)

Este é outro desses filmes sem muito alarde, mas com uma história fenomenal e grande elenco, que acabamos perdendo em meio aos diversos lançamentos.




Com uma atuação fenomenal, Robert De Niro interpreta Jonathan Flynn, um escritor frustrado e fracassado que após vários tombos na vida, acaba tendo que ir para um abrigo.




Por uma coincidência do destino ele reencontra seu filho Nick (Paul Dano) de quem ele se manteve ausente durante toda vida. A relação entre ambos acaba aos poucos se tornando um mergulho no passado, com consequências devastadoras para ambos.




O que chama a atenção nesse envolvente drama é a narrativa: tem hora que quem conta a história é Jonathan, e em outros momentos é Nick. Cada um tenta através de poesia e metáforas falar sobre os problemas que estão passando.





Com certeza, uma outra grande atuação de Robert De Niro e Paulo Dano e vale ainda destacar a participação de Julianne Moore, que encaixa muito bem no longa.


Escrito por Fábio Campos




Posted by Pasteleiro On 10:00 0 comentários

FRITOS NA HORA - Fido (2006)

Filmes com zumbi podem facilmente cair no ridículo e decepcionar. Mas e quando a proposta é justamente essa?




Em “Fido” o mundo teve que enfrentar os mortos vivos em uma terrível batalha: no início os humanos estavam em desvantagem, mas logos descobriram que atirar na cabeça das criaturas era a melhor forma de exterminar a zumbizada. Com a guerra vencida, as cidades ficaram protegidas dos mortos. Então, um professor espertão resolveu criar um colar que permitia controlar os zumbis, os fazendo perderem o desejo pela carne humana e se tornarem perfeitos para trabalhos braçais.




O longa é extremamente bizarro, e foca no solitário Timmy Robinson (K'Sun Ray), um menino rejeitado por todos, que encontra no zumbi Fido (Billy Connolly) um amigo para todas as horas.




“Fido” se passa nos anos 50, então são vários personagens conservadores como o pai do Timmy, um típico americano careta da época, já sua esposa Helen Robinson (Carrie-Anne Moss) é Uma esposa reprimida que tem que se mostra inicialmente fútil e depois uma mulher carente de atenção.





O filme vale a pena por ser extremamente cômico - e ainda tem algumas cenas com sangue para lembrar como esses zumbis apesar de engraçados são perigosos. Eu recomendo e muito para quem está em busca de uma comédia.


Escrito por Fábio Campos





terça-feira, 3 de julho de 2012

Posted by Pasteleiro On 17:00 2 comentários

SUCOS DO RODRIGO - Enterrado pela arrogância

One more night, barulhinhos eletronicos, vocais fanhos e altos demais a frente e assim somos apresentados a Overexposed, novo disco do Maroon 5.





Quando Songs about Jane saiu, lembro-me de ouvir aquilo e achar interessantissimo uma banda que soubesse flertar com o blue eyed soul e ainda entregar um disco pop delicioso e depois de 3 discos em sua discografia pergunto: Onde foi parar essa banda?

É impressionante observar o que os flashes e fama fizeram com o Adam Levine, poucos tem um ego tão inflado que nem o vocalista do Maroon 5 e isso se reflete nas músicas e transforma qualquer laçamento dos americanos em um disco quase “solo” do arrogante vocalista.

Gostaria de perguntar ao quinteto qual a diferença de Payphone para uma música do The Wanted por exemplo. Ou o que eles queriam com Daylight e sua levada extremamente brega!




Lucky Strike era para repetir Moves like Jagger (uma das músicas mais cretinas do ano passado), mas acabou acertando os sons pobres do pop atual.

Tudo em Overexposed é forçado e forjado em estúdio para agradar a massa e com certeza acertará em cheio, com a somatória de pop vagabundo e a imagem de pseudo superstar de Adam Levine, porém aqueles que pensarem um pouco mais e ouvirem com mais atenção perceberão uma banda em decadência e atingindo o fundo do poço em sua carreira, por isso, por favor, Sr.Levine, deixe seu ego do lado de fora do estúdio e lembre aquele cara que gravou o bom Songs about Jane, ele terá muito a lhe dizer.




Posted by Pasteleiro On 10:00 0 comentários

FRITOS NA HORA - American Pie: O Reencontro

Sabe aquele seu amigo que você conhecia quando era adolescente e ele adorava zoar, e então você cresceu, perdeu contato, acaba o encontrando na rua um dia por acaso e para sua surpresa ele continua do mesmo jeito? Pois bem, assim é “American Pie: O Reencontro”.




O filme continua a história do segundo filme, o terceiro é quase ignorado, só restando dele o casamento do Jim (Jason Biggs) com a Michele (Alyson Hannigan), e uma referência que um dos personagens faz a tal episódio. Como resultado, quem mais perdeu é o Stifler (Seann William Scott), que no filme anterior tinha amadurecido e agora tem que novamente aprender a lição de ser menos idiota.




O mais legal de “American Pie” é que grande parte dos personagens dos filmes originais estão presentes, mesmo que seja em participações pequenas, apesar dos atores estarem mais velhos, o tom de comédia adolescente continua forte.




Eu sou fã da franquia e assisti a todos os originais, dei muita risada em especial com a piada do Adam Sandler, só espero que não tentem forçar demais com a franquia que em alguns momentos já dá alguns sinais de desgaste.






Escrito por Fábio Campos


segunda-feira, 2 de julho de 2012

Posted by Pasteleiro On 17:00 0 comentários

SUCOS DO RODRIGO - Sem rumo e perdidos.

Quando o Hybrid Theory saiu todos ficaram pasmos com a capacidade do Linkin Park em somar o New Metal ao pop e soar com uma qualidade acima da média na epoca.
Doze anos se passaram e me pego perguntando para onde essa banda vai.





É necessária a evolução sonora e todos tem que passar por isso para alcançar uma carreira longinqua e estavel, porém para o Mike Shinoda e Cia o caminho tomado foi o errado.




Lost in Echo dá uma falsa impressão que a banda finalmente acertou na somatoria do rock ao eletronico que vinham praticando, pouco tempo depois somos surpreendidos por mais um aborto sonoro na péssima In My Remains e ali vemos que a banda não conseguiu amadurecer mesmo.




Lies Greed Misery tem um pouco de bandas novas como Enter the Shikari, mas é pouco, logo depois vem à péssima I´ll be gone e seu som horroroso de pop fabricado.
No final das contas Living things virou uma junção de pop com roupagem rock, atitude zero e uma banda perdida sem saber o que fazer o que é uma pena.




Posted by Pasteleiro On 10:00 0 comentários

SUCOS DO RODRIGO - Parindo Barulho a Forcepes

Fear Factory sempre foi um patinho feio no meio do metal. Uns amam outros tratam com desdém o metal industrial dos americanos e alguns chegam a classifca los como New metal, o que é um grande absurdo.




Sem ouvir os criticos e focando no que bem entendem, os músicos se trancaram no estúdio e jogaram ao mundo mais um conjunto de barulhos, guitarras altas, baterias programadas e vocais berrados e olha, na opinião desse que vos fala temos em mãos um dos grandes discos de metal do ano!





The Industrialist abre com a faixa titulo cuspindo sangue e com uma intro que lembra em partes ao metal mais tradicional que após uns segundos já desemboca no som mais industrial dos infernos tipico da banda!




God Eater é um som eletrônico que poderia muito bem constar nos primeiros discos do Nine Inch Nails no periodo em que Trent Reznor se interessava por barulhos, já Depraved Mind Murder carrega um som próximo ao do Pantera e aí é ponto para Dino e seus parceiros!


Reduzidos a um trio com Dino Cazares sendo a cabeça por trás da máquina, The Industrialist tem em suas engrenagens sons maiores de guitarras que muitas vezes soam como uma sucessão de riffs agressivos e rápidos que colocados lado a lado com os sons eletronicos dão uma qualidade impar ao projeto e isso se deve em partes a Dino.

Para ouvir o novo disco do Fear Factory é necessário se despir de preconceitos e até de opiniões formadas sobre o metal industrial, para quem praticar esse exercicio será muito bem recompensado.