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BIRDMAN O GRANDE GANHADOR DO OSCAR

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terça-feira, 10 de abril de 2012

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FRITOS NA HORA - Klass (2007)

Em “Klass”, numa das últimas cenas do filme, temos um pequeno diálogo em que uma das personagens pergunta: “Entrou ou fico?”. Essa mera pergunta define bem o filme.




O longa conta de uma maneira cruel a forma como um estudante chamado Joosep (Pärt Uusberg) é perseguido por todos os alunos da sala em que estuda, a maneira como ele é brutalizado é feita de maneira tão constante que acaba deixando um dos agressores comovido. Aí entra o personagem Kaspar (Vallo Kirs), um menino agressivo que se descobre como pessoa ao defender Joosep de seus agressores, a amizade entre ambos acaba incomodando a todos da sala e tomando caminhos infelizes.




O grande mérito de “Klass” é instigar, provocar, você assiste as cenas carregando cada vez mais uma raiva e indignação pelo que ocorre, e se sente imobilizado diante de tudo, porém não consegue perder a atenção. Não sou muito conhecedor do cinema alemão, mas posso dizer que gostei muito do trabalho realizado em “Klass”.




Recomendo o filme para quem gosta do tema e principalmente para professores entenderem melhor os contornos do bullyng dentro das escolas. Vale a pena para quem gosta de cinema conferir.





Escrito por Fábio Campos

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FRITOS NA HORA.-Dublê do Diabo (2011)

Esses dias a Marina publicou uma resenha, por sinal muito legal, sobre o filme “Monte Carlo” uma das suas principais reclamações foi sobre a falta de originalidade com o tema, aquela velha trama de duas pessoas parecidas que trocam de lugar.




Pois bem em “Dublê do Diabo” temos a mesma situação, imaginem vocês descobrirem que são muitos parecidos com o filho de um presidente de um grande país, e para sorte de vocês ele que vocês morando na casa dele e desfrutando de tudo que ele tem a única coisa que ele pede em troca é que vá há alguns eventos por ele, assim somos apresentados à história de Latif Yahia (Dominic Cooper).




Latif teve o azar de ter uma semelhança muito grande com Uday Hussein o filho do ditador Saddam Hussein, por isso acabou ficando em uma situação horrível, tendo que se passar pelo psicótico Uday em diversos eventos perigosos, e, além disso, conviver com a rotina de estupros e tortura de seu sádico sósia.




Dublê do Diabo é um grande filme que estranhamento no Brasil acabou indo direto para o DVD, é de se destacar o trabalho do desconhecido Dominic Cooper (sua atuação de maior destaque foi como Bucky no filme do Capitão América), eu achei ele um ator interessante que pegou um papel complicado, que poderia ser caricato e transformou em uma grande interpretação.





Para mim a única parte frustrante do filme foi o final, que acabou deixando o filme com um pouco mais de ação o que achei desnecessário, por curiosidade pesquisei e descobri um pouco mais sobre a história do filme que em partes é baseada em fatos reais, realmente houve um Latif que fazia esse trabalho de sósia para Uday.

Recomendo o filme para quem curti dramas com uma pitada de ação, e também quem quer conhecer um pouco mais sobre a família Hussein. Para quem quer saber mais sobre Uday, saibam que ele foi morto em 2003 por tropas americanas, enquanto Latif se casou e está vivo até hoje.


Escrito por Fábio Campos



segunda-feira, 9 de abril de 2012

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FRITOS NA HORA - O maior filme já vendido (2011)

Sou publicitário, por profissão e adoro cinema como devem saber pelo blog então me interessei muito por ver “O maior filme já vendido” mais uma obra do talentoso Morgan Spurlock, quem não conhece a figura ele faz documentários muito interessantes como “Super Size Me” e também “Onde está Osama Bin Laden” (que eu já falei por aqui).




Nessa sua nova empreitada ele busca fazer um documentário abordando o marketing e a publicidade nos filmes, e estende o tema para como a publicidade se enraizou no nosso cotidiano fazendo parte de diversos momentos do nosso dia-a-dia.




O legal de “O maior filme já vendido” é a abordagem, que traz uma visão muito interessante para quem está de fora do mundo do marketing. No documentário nos acompanhamos Morgan em sua empreitada para buscar patrocinadores para seu documentário (que é justamente sobre isso), então nos assistimos diversos encontros hilários dele com grandes empresas em que explica sua ideia bizarra, além disso, podemos ver entrevistas com grandes diretores como Tarantino, e também uma inesperada visita ao Brasil, basicamente a cidade de São Paulo.




Eu como publicitário e cinéfilo achei um aprendizado e com certeza deve agradar a quem estuda marketing, publicidade, relações públicas e afins. Sendo assim eu recomendo e muito o documentário para esse pessoal, e ainda ressalto que um dos pontos interessantes dele é a forma como Morgan trata essa relação com entre o diretor e as marcas que o patrocinam como uma grande piada.





Escrito por Fábio Campos

Posted by Pasteleiro On 10:00 0 comentários

PINGANDO OLÉO..- Jogos Vorazes

24 tribunos. Uma arena. Apenas um sobrevivente. Isso são os Jogos Vorazes. Baseado no Best Seller de Suzanne Collins, o longa foi divulgado juntamente com as inevitáveis comparações com Crepúsculo e Harry Potter. Porém, Jogos Vorazes passa longe de qualquer característica de ambos, já que é humano, sem criaturas mágicas, vampiros ou fantasias sobrenaturais.





A história passa num futuro distante onde o extinto Estados Unidos se transforma em Panem, agora dividido em 12 distritos mais a Capital. Os distritos, após uma rebelião, são forçados a oferecerem tributos de 12 a 18 anos para participarem dos Jogos Vorazes, competição televisionada em que os 24 adolescentes devem lutar pela própria vida e matar seus oponentes para vencer e poder voltar para casa.




Quando os estúdios de Hollywood decidem fazer uma adaptação de livro, principalmente de um que já tenha uma grande base de fãs, sempre rola o receio de não sair um produto fiel à leitura. Eu li apenas o primeiro livro da trilogia e devo dizer que a produção cinematográfica não deixou a desejar. Com as mudanças necessárias para as telas, o longa não perdeu a essência do livro.




A escolha dos atores foi feita a dedo. Jennifer Lawrence, indicada ao Oscar em 2011 por ‘Inverno da Alma’, interpreta a personagem principal, Katniss. Alguns fãs não gostaram, mas senti que Jennifer se encaixou perfeitamente no papel e não decepcionou ao interpretar a heroína. Liam Hemsworth e Josh Hutcherson também fizeram por merecer e interpretaram Gale e Peeta, respectivamente, do jeito que imaginei ao ler Jogos Vorazes. Também merecem destaque os atores coadjuvantes, não menos importantes: Stanley Tucci (por quem já declarei meu amor aqui na Pastelaria), Woody Harrelson, Elizabeth Banks (irreconhecível na pele de Effie) e Donald Sutherland. Até mesmo o cantor Lenny Kravitz embarcou nesse projeto.





A responsabilidade é grande, a pressão ainda mais e os fãs são exigentes. Mas a produção de Jogos Vorazes conseguiu atingir o nível esperado por quem leu o livro. Mal posso esperar pelos outros dois filmes que faltam, e acredito que a febre dessa nova saga está apenas começando. Indico esse filme aos cinéfilos de todas as idades, gêneros e gostos. Jogos Vorazes consegue atingir todas as faixas e surpreende a todos com sua grandeza.


Escrito por Marina Moia

quinta-feira, 5 de abril de 2012

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FRITOS NA HORA - Bully: Geração Perdida (2001)

Tem filmes criados justamente para serem polêmicos, essa é a melhor definição que posso dar para “Bully”. O filme que pode ser considerado uma crítica a juventude ou ao bullyng se torna raso em uma trama em que sexo e o uso de drogas domina quase toda a história.




A história do filme é sobre Bobby Kent (Nick Stahl), um garoto com tendências homossexuais e muito violento que com seu jeito agressivo acaba conquistando muitos inimigos, e por fim se torna alvo para um bizarro plano de assassinato.




O que me incomodou no filme foi a forma como todos os personagens pareciam figuras idiotas sem senso algum de dever ou bom senso, a razão da maioria deles só vem a tona após o crime o que deixa a história mais fraca. Talvez a ideia seja justamente mostrar o assassinato como a consequência para as atitudes de adolescentes drogados.




Como uma ironia, o protagonista do filme é Brad Renfro que viria a morrer de overdose. Do elenco do filme diversos atores acabaram fazendo uma coisa ou outra de sucesso, sendo Michael Pitt (Boardwalk Empire) o que se saiu melhor.






Não gostei muito filme porque não sou fã desse tipo de linguagem, mas com certeza quem gostou de “Trainspotting - Sem Limites” e “Réquiem para um Sonho” pode gostar desse filme.


Escrito por Fábio Campos

Posted by Pasteleiro On 10:00 0 comentários

FRITOS NA HORA - Desenrola (2011)

Já é de praxe no Brasil que qualquer coisa sobre adolescentes envolva certos temas como: gravidez precoce, sexo sem compromisso e o homossexualismo. Em “Desenrola” a cartilha é seguida ao pé da letra, por isso a escolha de uma escola, como Malhação já provou, é o cenário principal da trama e facilita muito a abordagem desses temas.




“Desenrola” é um filme voltado para adolescentes e em especial meninas, apesar de que, em alguns momentos, por isso não sei se eu seria a pessoa ideal para falar do filme, afinal além de um nerd, que não era popular na escola, não conheço o mundo de uma adolescente dos dias de hoje, porém na minha visão um pouco tradicional eu admito: achei tudo tão rápido, a forma como o sexo se desenvolve na vida da protagonista e os contornos que ele molda nela. Um exemplo claro é que ao mesmo tempo em que ela tem um amor platônico por um personagem, com direito a escrever no diário e ficar seguindo ele, o contraponto é o desejo sexual que se torna quase uma necessidade principal para ela.




Tirando essa situação que choca, pelo menos a mim, o filme é cheio de momentos de comédia, e consegue tirar alguns risos, o elenco quase não tem atores conhecidos, a maioria faz só ponta, Pedro Bial tem algumas cenas e o único que realmente com uma participação maior é o Kayky Britto.




Recomendo o filme para as meninas que com certeza podem se identificar com a personagem principal e também para os pais, que podem, como eu, ficar horrorizados com esse “admirável novo mundo adolescente”.





Escrito por Fábio Campos

quarta-feira, 4 de abril de 2012

Posted by Pasteleiro On 17:00 0 comentários

FRITOS NA HORA - Wakewood (2011)

A morte de entes queridos e a necessidade de trazê-los de volta é com certeza um dos maiores índices de filmes com zumbis, eu pelo menos considero um dos melhores plots para esse tipo de longa.




Em “Wakewood” o casal Patrick (Aidan Gillen) e Louise (Eva Birthistle) se mudam para uma pequena cidade após a morte da filha deles, o que eles não sabem é que o povo local tem um costume muito peculiar em relação aos mortos.




Eu assisti ao filme quando a nota do IMDB estava 7.1 (atualmente está em 5.5), mas acho que a primeira pontuação faz mais jus ao longa. Não posso dizer que “Wakewood” é extremamente original, são óbvias as referências, ele bebe um pouco de “Cemitério Maldito” e um pouco de “A vila” (só em relação aos costumes dos moradores).




O que chama atenção na trama é que ela sabe casar bem as cenas de morte, que tem muito sangue e a história, que em certos momentos beira um drama. Eu gostei também da mitologia criada para o retorno dos mortos e a forma de uso sombria que deram ao ábaco.





Recomendo o filme para quem quer uma boa história de terror, que sabe trabalhar o sobrenatural e as cenas fortes, o elenco não tem muitas figuras conhecidas de destaque mesmo, exceto por Timothy Spall (da franquia Harry Potter).

Escrito por Fábio Campos

Posted by Pasteleiro On 10:00 0 comentários

DOCES DA MARINA - Monte Carlo (2011)

Previsível do começo ao fim. É assim que começo a descrever ‘Monte Carlo’. Não que eu esperasse uma obra prima depois que conheci o elenco e li a sinopse, mas esperava um pouco mais de inovações no roteiro.




A história da sósia famosa versus sósia humilde já foi estrelada anos atrás por Hilary Duff em Lizzie McGuire. O filme da Disney não saía do meu pensamento ao assistir Monte Carlo. Eles apenas alteraram a locação e adicionaram algumas personagens.




Selena Gomez não possui carisma suficiente para viver a protagonista e nem como esnobe ela convence. As duas coadjuvantes, Leighton Meester e Katie Cassidy se destacam mais, são naturais e mais experientes. Em minha opinião, Leighton, que está bem mais acostumada com o holofote graças ao seu trabalho em Gossip Girl, é mais aproveitada do que Selena.





As locações e o figurino são muito bons, mas somente isso não sustenta uma produção. Posso facilmente ver Monte Carlo passando na Sessão da Tarde num futuro bem próximo, conquistando as pré-adolescentes que amam o gênero.

terça-feira, 3 de abril de 2012

Posted by Pasteleiro On 17:00 2 comentários

FRITOS NA HORA - O Despertar (2011)

Um dos meus maiores problemas quando alguém me pede indicação é com relação a filmes de terror. É muito difícil achar algum que vale a pena recomendar, por isso eu estou sempre buscando novas opções e em uma dessas minhas “buscas” encontrei “O Despertar”, uma mistura de terror com drama, feito em parceria pela BBC e com um elenco repleto de atores coadjuvantes de filmes e séries.







A história é sobre Florence Cathcart (Rebecca Hall) uma mulher atormentada pelo seu passado que decide desmascarar falsos médiuns, porém um caso em um internato para meninos vem para mudar sua percepção sobre o mundo sobrenatural.





O interessante desse filme é que sua atmosfera lembra muito “O Orfanato” e “A espinha do diabo” dois longas que tem um roteiro e cenários parecidos, a maior diferença fica por conta da nacionalidade, em “O despertar” o terror é mais recheado de sustos, e existe certo pudor nas cenas de ação, a trama é um pouco mais elaborada e cheia de reviravoltas.





O longa não tem nada de original, mas cumpre bem o seu papel de entretenimento. O elenco formado por Dominic West, Joseph Mawle (conhecido por ser o irmão do Lorde Stark em Game of Thrones) e Imelda Staunton (Dolores Umbridge do Harry Potter) com certeza deixa o filme mais eficiente e interessante. Vale a dica como uma opção de filme de terror interessante







Escrito por Fábio Campos

Posted by Pasteleiro On 10:00 0 comentários

FRITOS NA HORA - Abutres (2010)

Sosa (Ricardo Darín) é um advogado sem licença que ganha a vida explorando as pessoas que sofrem acidentes, as vezes até mesmo simulando crimes para que possa lucrar com o valor do seguro. Durante um de seus casos ele conhece a médica Luján (Martina Gusman), os dois logo sentem uma atração, mas aos poucos o trabalho de Sosa vai mostrando seu lado negro o que acarreta em diversas tragédias.





Até o ano passado eu não conhecia muito do cinema argentino e nem mesmo do grande ator Ricardo Darín, mas foi só eu assistir a deliciosa comédia "Um conto chinês" que resolvi conhecer vários filmes desse ator espetacular, por isso não se surpreendam se cada vez mais aparecerem resenhas com ele no elenco.





A história de "Abutres" é bastante interessante e com certeza tem potencial, porém a necessidade de mostrar o relacionamento de Luján e Sosa acaba estregando um pouco a trama, e empacando o filme, deixando a sensação que tudo acontece de fato só no final.





Recomendo o filme, mas aviso que as vezes ele é parado e até pode deixar certas pessoas confusas. Vale mais pelo talento do Ricardo Darín.


segunda-feira, 2 de abril de 2012

Posted by Pasteleiro On 17:00 0 comentários

FRITOS NA HORA - Profecias do Dr. Terror (1965)

Sou fã de filmes antigos de terror, porém gosto daqueles que são divididos em pequenas histórias. Acho que por isso tenho uma paixão pelas séries "Além da Imaginação" e "Galeria do Terror", que são basicamente pequenos contos de terror.





Há alguns dias resolvi assistir "As profecias do Dr. Terror". Pela sinopse me lembrava muito esses seriados antigos que tanto adoro. O filme conta história sobre cinco homens que dividem o vagão de um trem, um deles é uma misteriosa figura que se apresenta como Dr. Terror (Peter Cushing).





O interessante dos filmes de terror antigos é que não havia ainda essa preocupação enorme com efeitos especiais que temos hoje em dia, então o importante era a história, os efeitos são realmente fracos e em alguns momentos chegam a beirar uma comédia.





Voltando a trama, ela é dividida em cinco segmentos: a primeira mostra a história de um homem que volta a sua antiga casa e acaba se deparando com um terrível segredo, a segundo retrata a história de uma família que se vê ameaçada por uma trepadeira, a terceira é sobre um músico que mexe com magia negra, a quarta é estrelada por Christopher Lee que interpreta um crítico que é atormentado por um crime que cometeu e por fim, a quinta é estrelada também por um ator conhecido, nesse caso Donald Sutherland que faz o papel de um homem casado com uma estranha mulher.





Para quem está acostumado com cenas de sangue e cenas em 3D com certeza não vai gostar do filme, agora se você é amante do velho terror com certeza vai adorar esse filme. Uma última observação é o final do filme que é simplesmente genial e original para sua época.


Escrito por Fábio Campos

Posted by Pasteleiro On 10:00 1 comentários

FRITOS NA HORA - Paixão de Cristo (2005)

Adaptar filmes a partir de livros de sucesso é um parto dolorido e muitas vezes podem levar ao fracasso, poucos são os que se salvam talvez o melhor exemplo seja o Senhor dos Anéis - O Retorno do Rei que do começo ao fim foi fiel aos textos de Tolkien, mas e se esse texto for a Bíblia?





Mel Gibson um católico fervoroso resolveu cometer tamanha audácia e olha, preconceitos e opções religiosas a parte é extremamente satisfatório!

A Paixão de Cristo é difícil, com diálogos em aramaico e buscando uma fidelidade absurda aos textos somos jogados a uma experiência que pode ser muito dolorosa e até em muitos momentos angustiante.





O que mais chama atenção foi à lealdade ao texto, talvez por isso o martírio de Jesus Cristo no filme, interpretado de maneira brilhante por Jim Caviezel, seja tão forte ao ponto de pessoas nos cinemas espalhados pelo mundo passarem mal durante a exibição.





Outra figura que pesa no filme é a presença de Maria Madalena, em mais um bom trabalho de Monica Belluci e o Demônio feito por Rosalinda Celentano que invés de pesar o personagem ela o transforma em um ser que pode ser confundido em meio à multidão como um simples observador.





Crenças religiosas a parte, A paixão de Cristo é um ótimo filme e um dos melhores trabalhos de Gibson como diretor!


Artigo escrito por Rodrigo Moia