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quinta-feira, 16 de fevereiro de 2012

Posted by Pasteleiro On 17:00 0 comentários

FRITOS NA HORA - Centopeia Humana 2 (2011)

E lá vou eu novamente assistir a um filme ruim para comentar para vocês, tem muita gente que me zoa, mas acho interessante ver as porcarias que estão espalhadas por aí e alertar quem lê o blog do que ficar longe.





Por isso ao assistir "Centopeia Humana 2" tive que manter foco, e olha que foi difícil, um filme todo em preto e branco com um ator muito, mas muito feio no caso Laurence R. Harvey, que pelo que pesquisei só fez esse filme, e pôr favor que não faça mais nenhuma o cara é muito estranho e supera em muito o vilão do primeiro filme, o cara ainda deve ser muito ruim, pois nem falar ele fala, só solta uns guinchos estranhos.

Na trama desta sequencia, se é que podemos chamar isso de trama, Martin (Laurence R. Harvey) um vigia de estacionamento é obcecado pelo filme "Centopeia Humana" e sonha em realizar o mesmo feito do cirurgião do filme, para vocês terem ideias da obsessão do cara ele assiste sempre ao longa e fica voltando ao início sempre que termina, além de se masturbar, não bastasse essa nojeira, ele ainda tem uma centopeia de estimação a qual alimenta com insetos.





A cena mais aguardada do filme, pelo menos para quem está curioso para ver a sequencia completa, é quando Martin consegue após muito esforço juntar 12 pessoas para formar a centopeia, inclua entre esses a atriz do primeiro filme, que é levada ao galpão pensando se tratar de um filme do Tarantino.





Com certeza o maior mérito do diretor e escritor Tom Six é de fazer o filme ser banido no Reino Unido, e ainda de criar uma sequencia pior que a original, além de conseguir achar 12 atores para pagarem o mico de ficarem de quatro com a bunda na cara um dos outros.





A única preocupação legitima do filme é tratar Martin como um doente e querer explicar sua natureza estranha, mas mesmo isso se torna ridículo ao transcorrer da trama. A minha dica é que vocês passem longe esse aqui nem é trash como o primeiro é simplesmente repugnante.


Escrito por Fábio Campos

Posted by Pasteleiro On 10:00 0 comentários

PASTEL DELIVERY - Aberturas de Séries + Plus

Sempre fui um fã de séries, e sendo sincero, nunca fui muito de ir em um só gênero.
Eu misturo tudo, o que vale mesmo é a capacidade de me manter na frente da tela.

Há pouco tempo, comprei um "Almanaque das Séries" - nem preciso dizer que foi uma aula de nostalgia para mim, né? – e resolvi fazer uma lista com as aberturas de séries que mais gosto.

Provavelmente vocês nunca ouviram falar de muitas delas.

Já adianto que elas não estão em ordem de preferência, okay bitch?


Malcolm In The Middle





Sempre fui fã da abertura dessa série por ter uma linguagem toda diferente, misturando desenho, skate, música e todas as zueiras da família do Malcom .É uma pena que não pude ver o final da série, mas está na minha lista de pendências.





Contratempos





Foi-se o tempo em que eu tinha a chance de acompanhar a série "Contratempos" no canal USA - na época ainda não era fã, meu irmão que adorava e eu sempre achei algo bem bobo. Porém, com o passar dos anos, passei a admirar a sua abertura, que não tem nada de diferente, mas é bem nostálgica para mim.





Além da Imaginação





Nenhuma série das antigas teve uma abertura tão emblemática como a de "Além da Imaginação": além de ter uma transição de imagens diferentona, temos um dos melhores textos de abertura que já vi.






O Teatro de Ray Bradbury






Imaginem um quarto todo bagunçado e recheado de mistérios, prontos para serem revelados pelo seu dono. Esse é o principal ponto dessa série que quase ninguém viu.





Wings





Outra abertura em que o maior diferencial é o tempo.

Eu adorava as confusões aprontadas no aeroporto e por anos fui fã da série.
E a abertura é simplesmente fantástica, consegue ser simples e marcante ao mesmo tempo.





Carnivalle





O tipo de série complicada de entender, e com um público muito seleto.
O roteiro ainda tinha altos e baixos, o que fazia com que nem todo mundo acompanhasse.
Porém, a abertura era um diferencial que valia a pena acompanhar!





Hércules





Imaginem um seriado tosco.

Essa é a melhor definição de Hércules, que tinha como diferencial uma música no estilo de filmes de aventura.

O texto tinha uma narração muito interessante, que contava toda a história do protagonista (nesse caso o charlatão bombado, Kevin Sorbo).





Anos Incriveis





Nem preciso dizer que quem viu já se identificou com essa abertura.
A trilha sonora (cover do Joe Cocker para With A Little Help From My Friends, dos Beatles) marcou época e mostra o espírito da série. Quando comecei a montar essa lista, tinha certeza de que não podia deixar o Kevin Arnold de fora.





Drew Carey Show





Séries de comédia em geral têm aberturas boas.
Não é diferente com Drew Carey Show, que não fez muito sucesso no Brasil, mas tem uma das músicas mais legais que já ouvi.
O legal é que o formato lembra muito um Lip Dub, né não?





Sopranos





Um dos melhores dramas em série, a abertura é bem simples: acompanha o mafioso Tony Soprano chegando na sua cidade.
A trilha tem tudo a ver.
Taí uma forma brilhante de mostrar o universo da história em sua abertura.





Dexter





Os criadores de Dexter foram felizes nessa opening.
Nunca vi um exemplo tão claro de demonstrar a série numa abertura: todas as ações do protagonista acabam lembrando um assassinato, e é interessante ainda imaginar que algo tão simples que fazemos pode ter uma ótica tão cruel - sentimento que o psicopata “alimenta” durante toda a série.





True Blood





Me lembra muito a abertura de Carnivale.

Mas o que me fez colocar a série na lista é a sua música, que é muito original e um diferencial na abertura.

Porém, não posso negar que as imagens fortes ajudam.





Esquadrão Classe A





Se você já ouviu ou se lembra desse texto


"Há 10 anos, uma equipe de comandos especiais
foi mandada para a prisão por um tribunal militar
por um crime que não haviam cometido.

Esses homens escaparam da prisão militar
de segurança máxima, passando a
viver secretamente em Los Angeles.

Ainda hoje são procurados pelo governo e
sobrevivem como aventureiros, soldados da fortuna.

Se você tem algum problema, se ninguém mais puder ajudá-lo
e se conseguir encontrá-los, talvez consiga contactar o Esquadrão Classe A."

ou saiu por aí assobiando o tema dessa série, com certeza sabe o porquê dela estar nessa lista!
Apesar de não ter acompanhado muito a série, sou fã dessa abertura.





Sonhando Acordado






Essa é outra das minhas raridades.
Eu me identificava muito com a série e sua abertura, por ela tratar tão bem do universo do cinema e da televisão.
Para vocês terem uma noção, no meio dos pensamentos do protagonista, eram exibidos trechos antigos de filmes com pensamentos do personagem, o que deixava a trama ainda mais interessante.





Arquivo X






Essa aqui vale pela abertura que marcou época.
Afinal, aquela trilha sobrenatural que virou marca registrada da série e a frase "A verdade está lá fora" se tornaram quase definições de "Arquivo X".





E aí, curtiram?

Aposto que tem muita gente que vai me condenar por ter esquecido alguma ou por colocar umas bem toscas...

Mas gosto é gosto.

Me diz aí: qual apresentação de série você acha que não poderia deixar de ser escalada nessa seleção?


Escrito por Fábio Campos

quarta-feira, 15 de fevereiro de 2012

Posted by Pasteleiro On 17:00 0 comentários

KARAOKÊ DO PASTEL - Kevin Bacon

Kevin Bacon é um ator que até hoje não sei em qual patamar colocar. Em alguns momentos parece que ele é um astro, afinal já estrelou filmes considerados clássicos como "JFK- A Pergunta Que Não Quer Calar", "Sobre Meninos e Lobos" e "O Lenhador" (o melhor dos três na minha opinião). Porém no passado não tão distante tivemos a sua presença em muitos filmes B como "O Ataque dos Vermes Malditos" e em "X-men-Primeira classe". Desta forma, as suas participações em filmes são esporádicas e as vezes em filmes duvidosos, colocando-o em num nível meio que acima do Bruce Campbell e abaixo do Christian Bale.





Após essa divagação sobre Bacon, só resta então falar de sua carreira como músico. Para quem não conhecia ele canta junto com o irmão Michael desde que era pequeno, formando assim "Os irmãos Bacon", e pelo que eu pude conferir mandam muito bem. Quem quiser conhecer suas músicas, abaixo tem uma apresentação.





Gostaram? Eles tem uma discografia com 7 àlbuns. Quem quiser mais informações pode olhar no site deles aqui. E aí, sabiam desse talento do Kevin Bacon?

Posted by Pasteleiro On 10:00 0 comentários

FRITOS NA HORA - Um novo despertar (2011)

Um novo despertar é um dos filmes mais injustiçados de 2011, com uma trama interessante e um astro em decadencia, nesse caso Mel Gibson, o longa acabou sendo detonado pela critica, que só ficou apontando o filme como um favor da diretor/atriz Jodie Foster ao amigo Mel.





Mesmo com a situação que ressaltei acima, talvez outro ponto que pode ter prejudicado o filme é sua trama, que se trata basicamente sobre depressão, assim acompanhamos Walter Black (Mel Gibson) que está passando por uma depressão brutal, levando o mesmo até a tentar se matar, e é durante essa sua quase morte que ele acaba se apegando a um fantoche de castor, que aos poucos vai direcionando sua vida, e lhe dando a voz que precisava para encarar o mundo.






Falando assim "Um novo despertar" parece um desses filmes de superação mas a coisa não é tão simples, a começar pela familia de Walter, a sua mulher Meredith (Jodie Foster) tenta de todas as formas trazer seu marido de volta, até mesmo aceitando o fantoche como parte da sua vida, o filho mais velho do casal Porter (Anton Yelchin) é o personagem mais interessante, um garoto amargurado que busca fugir da sina de seu pai e por fim o filho menor Henry (Riley Thomas Stewart) que enxerga toda a situação com uma inocencia.






Não vou aqui julgar se Mel Gibson é anti semita ou não, tema que parece ter encoberto sua atuação no filme, que por sinal em minha opinião foi muito boa, em alguns momentos cheguei a sentir dó da fingura do seu personagem, talvez por ter lido sobre a nuvem negra que paira sobre o ator me identifiquei mais com o personagem de Walter.





Uma comparação justa sobre o filme é com "Beleza Americana" não sei porque mas em ambos parece que temos uma situação comum a loucura que impera nas familias americanas, aqui mas focado no pai de familia que sente toda a pressão do mundo em suas costas, a trama paralela do filho que odeia o pai também é muito boa.





Recomendo o filme para todos mas aviso, não espere assistir aos Muppets, afinal o filme é mais drastico e os resultados mais perto do realidade.


Escrito por Fábio Campos

terça-feira, 14 de fevereiro de 2012

Posted by Pasteleiro On 17:00 0 comentários

FRITOS NA HORA - Ataque ao prédio (2011)

Fugindo um pouco do cinema americano é possível encontrar bons filmes, nos últimos anos venho buscando fontes alternativas de cinema e tenho me admirado com a qualidade de outros países e ai incluo o Brasil, da Inglaterra há pouco tempo tinha visto "London River" que é um filme interessante, desta vez minha aposta foi em uma combinação de terror e comédia nesse caso "Ataque ao Prédio".





O filme tem uma história que lembra os saudosos longas que passavam no Cine Trash, em "Ataque ao Prédio" somos apresentados a um bairro violento de Londres, em que uma gangue de rua realiza vários assaltos, a trama se desenvolve quando durante uma tentativa de assalto uma criatura de outro planeta desce a terra.





Já adianto que o filme não tem efeitos especiais brilhantes, por sinal a única coisa que brilha são os dentes fluorescentes dos aliens que são uma espécie de gorilas com dentes afiados, e que me lembraram do saudoso "Shakma" um dos meus filmes trash preferidos.





Na direção temos o estreante Joe Cornish que buscou misturar em filme só terror, ficção cientifica e comédia, uma combinação que em alguns momentos ficou bem ruim e outros bem agradável. Para vocês terem uma ideia misturem em um mesmo filme Alien e Cidade de Deus desse cruzamento sairia um resultado próximo de "Ataque ao prédio". Uma curiosidade é que ele é um dos roteiristas no novo filme do Tintim.





No elenco que é recheado de atores desconhecidos, o único que tinha visto em outros filmes é Nick Frost que participou do divertido "Todo Mundo Quase Morto", mas que nesse filme é uma figura mais apagada, senti ainda falta do parceiro dele Simon Pegg.





A minha recomendação é que você assista ao filme sem expectativas de ver um filme de terror, pois não é isso, ele tem algumas cenas mais fortes, porém vai se transformando aos poucos em uma comédia.


Escrito por Fábio Campos

Posted by Pasteleiro On 10:00 2 comentários

PINGANDO OLÉO - O artista (2011)

O artista é um filme que vai gerar discussão, afinal ele tem toda aquela situação em que você o ama ou odeia, além disso, em uma era em que qualquer soco na cara é feito em 3D. A aposta por um filme em preto e branco, mudo e ainda uma comédia bem leve é arriscada.





O longa mostra a carreira de George Valentin (Jean Dujardin) um astro do cinema mudo, que durante uma entrevista sem querer lança uma nova estrela Peppy Miller (Berenice Bejo), o que ele não esperava era que com o surgimento do cinema falado a sua carreira iria afundar enquanto a carreira da estrela que ele descobriu iria se fortalecer.





Bem, indo direto ao ponto, se você tirar as homenagens e diversas referências que o longa faz ao cinema clássico, realmente é uma história chata e sem nenhum brilho, agora com um pouco mais de atenção aos detalhes e aos pequenos elementos que foram inseridos no filme como a pinta no rosto da atriz para deixar ela sensual, o fiel cachorrinho e a semelhança entre George Valentin e Clark Gable temos uma grande homenagem.





Não vejo "O artista" como um sucesso, pois mesmo no elenco temos poucos rostos conhecidos, os que reconheço são James Cromwell, John Goodman e Joel Murray (o irmão desconhecido do Bill Murray), mas suas presenças são pontuais. Creio que uma das melhores cenas do filme é a que mostra o sonho do personagem principal que brinca exatamente com a falta de som.





Recomendar "O artista" é complicado, e tenho certeza que várias pessoas que forem ao cinema vão sair reclamando, e creio que essa é sua maior dificuldade não é tão simples de ser aceito e já vem para o público em geral com um ideia que soa velha e sem graça, quando na verdade é uma homenagem.





Escrito por Fábio Campos

segunda-feira, 13 de fevereiro de 2012

Posted by Pasteleiro On 17:00 0 comentários

FRITOS NA HORA - O segredo dos seus olhos (2009)

Filme argentino tá com moral comigo, sério mesmo, os hermanos nos arrebentam quando o quesito é cinema, enquanto aqui no Brasil parece que agora estamos dando os primeiros passos para um cinema com histórias mais originais e que prezam pelo roteiro, no nosso pais vizinho isso parece que é tradição, talvez isso explique a qualidade e o Oscar que "O segredo dos seus olhos" recebeu.





Conheci o ator Ricardo Darín no filme "Um conto chinês" e quem leu minha critica sabe que adorei o filme, pois bem há poucos dias tive a oportunidade de ver "O segredo dos seus olhos" e entendi porque ele é tão reverenciado na Argentina.

No filme Ricardo interpreta Benjamin Espósito um servidor da justiça penal Argentina que um dia se depara com um crime horrendo, com a ajuda de seu parceiro Pablo Sandoval (Guillermo Francella) e de sua superiora Irene Menéndez Hastings (Soledad Villamil) ele consegue resolver o caso e identificar o culpado, porém numa época em que a Argentina vivia tempos difíceis nem sempre as coisas são tão claras.





O filme é longo tem mais de duas horas, porém a história transcorre de maneira tão natural e cheia de metáforas, que aos poucos vamos percebendo e compreendendo cada personagem, nada está ali por estar tudo tem sua explicação, mesmo as frases soltas em uma conversa. Uma das cenas mais bonitas do longa é uma perseguição no estádio Bombonera, que mostra um pouco da paixão argentina por esse esporte.





O elenco em minha opinião foi muito bem escolhido e o diretor Juan José Campanella foi fenomenal e soube bem passar toda a emoção filme, uma curiosidade sobre ele é que ele também dirige séries inclusive House.





Recomendo o filme para quem quer sair do circuito americano do cinema e quer ver um filme com muita qualidade, para mim uma das frases mais marcantes é quando um dos personagens diz: Peça ao menos que ele converse comigo, dentro do contexto do filme isso é simplesmente brilhante. Aproveitem.

Posted by Pasteleiro On 10:00 0 comentários

MODA DA CASA - Homens Disfarçados de Mulheres

Se disfarçar de mulher não é coisa só de travesti, não!

E Hollywood é a prova disso.

Afinal, são muitos os roteiros de filmes em que os personagens principais são homens que, para fugir de algum problema ou se esconder, resolvem se disfarçar de mulher.

Aí vai uma lista de longas com essa mesma temática:


Quanto Mais Quente Melhor


Um clássico que conta com a musa Marilyn Monroe.

O filme é um dos primeiros a usar esse recurso de homens se disfarçando de mulher para fugir dos problemas.

Nesse caso são dois músicos, que após testemunharem um crime resolvem fugir se disfarçando de membros de uma banda de garotas.

Destaque para a cena final, em que o personagem de Jack Lemon (um dos homens disfarçados de mulher) tenta convencer Joe E. Brown (um ricaço que se apaixonou por ele) que eles não devem ficar juntos. Você pode conferir abaixo (é uma pena só achar essa versão em espanhol, mas a dublagem deixou até mais engraçado):





Tootsie


Esse aqui é meio perdido para muita gente, mas é um dos primeiros nessa pegada.

Com um detalhe importante: o personagem que fica trocando de Michael Dorsey para Dorothy Michaels é o astro Dustin Hoffman.

Ele interpreta um ator, que cansado de tentar um papel como homem, resolve se arriscar como mulher e acaba fazendo sucesso.

Como se não bastasse seu segredo, ele acaba se apaixonando por uma colega de trabalho. Esse roteiro parece bem manjado para vocês, mas na época isso ainda era novidade.

Veja como o Sr. Hoffman fica vestido de mulher:





Uma babá quase perfeita


Alguns anos depois de Tootsie, foi a vez do Robin Williams travestir, e meio que copiando o roteiro do filme de Dustin Hoffman.

Aqui, além do trabalho, o personagem principal se veste de mulher para poder se aproximar dos filhos.

Esse com certeza foi um filme que marcou época.

Na minha opinião, o dueto Daniel Hillard e Mrs. Euphegenia Doubtfire reúne cenas memoráveis - a minha única tristeza é que no final, a personagem de Sally Field escolhe ficar com o personagem do Pierce Brosnan.


Veja as duas versões do ator:






Vovó Zona (1,2 e 3)


Sério: aqui começa a derrocada.

Se os outros filmes que eu citei ainda tinham um pouco de classe, foi em Vovó Zona que esse gênero começou a descer a ladeira.

E quem poderia ser o arauto perfeito para esse caminho do que o sem graça/talento/carisma Martin Lawrence?

A ideia (que não é nem um pouco original, já que mais parece uma junção de "Uma babá quase perfeita" com "Professor Aloprado"), acaba rendendo um filme bem tonto, com um roteiro todo clichê.

Não bastasse isso, acho que muitos americanos gostaram dessa ideia genial. Porque o filme ainda teve mais duas continuações, com direito a uma terceira em que ele tem a companhia do filho. Fujam para as colinas, manolos!!!!





As Branquelas


Este aqui eu considero uma fórmula de sucesso mais legal.

Não chega ao nível dos filmes mais antigos com o tema, mas eu considero muito engraçado.

Soube misturar bem comédia e situações toscas, os irmãos Wayans para mim não são os astros do filme - deixando essa posição para o grandalhão Terry Crews, que com suas caras e bocas rouba a atenção.








Curvas Perigosas


Partindo para as comédias de adolescente, temos esse filme sobre três arruaceiros que são expulsos da fraternidade acusados de roubo.

Para provar a inocência, eles entram em uma fraternidade feminina “ aprontando altas confusões que até Deus duvida!”.

O grande mico do filme fica por conta dos fãs de Smallvile em ver o poderoso Lex Luthor (Michael Rosenbaum) vestido de mulherzinha.

Vai ver que ele ficou cansado do visual careca brilhosa, né não?






E aí, o que acharam da lista? Falta algum filme?

Lembrando: só vale disfarçar de mulher, e não ser travesti como em "Priscila: A rainha do Deserto" e outros do gênero.

sexta-feira, 10 de fevereiro de 2012

Posted by Pasteleiro On 17:00 0 comentários

FRITOS NA HORA - Centurião (2010)

Estamos acostumados a filmes que mostram o império romano como vilão, ou mesmo os bárbaros como tais. Esqueça tudo isso ao assistir esse longa diferente e criativo, porque não existe o bem e o mal em “Centurião”, que foi trabalhado de forma exemplar com a dicotomia de bem e mal que cercam a maioria dos filmes.





A trama é sobre um soldado chamado Quintus Dias, interpretado de maneira exemplar por Michael Fassbender (Magneto em X-men - Primeira Classe), que após ser capturado pelos inimigos consegue fugir e se junta a uma legião de romanos. Porém logo se vê derrotado novamente e tem que escapar com uma trupe de soldados sobreviventes de volta para a casa, enquanto isso eles são caçados por uma bela guerreira.





A grande jogada do filme é que ninguém é exatamente correto, do início ao fim da história vemos pessoas que tem reais motivos para terem as posturas de ódio e o final só concretiza esse ponto de vista.





O filme passa longe de ser um épico como Gladiador, mas dentro de sua proposta consegue de maneira eficaz manter o ritmo e além disso tem um roteiro bem amarrado, para quem gosta de filmes com muito sangue tem ai um prato cheio. A sua maior falha talvez seja a de ser rápido demais, porém creio que isso não chega a atrapalhar.





Escrito por Fábio Campos

Posted by Pasteleiro On 10:00 3 comentários

PINGANDO ÓLEO..- Albert Noobs (2011)

Albert Noobs é um filme que provavelmente ganharia um Oscar em outros tempos, tem uma história de época forte com uma atriz de talento no papel principal, nesse caso Glenn Close, e um roteiro bem parado com um final triste e perfeito para fazer o pessoal sair falando que e filme de arte.





A história do filme conta sobre Albert Noobs, um mordomo que esconde um segredo, na verdade é uma mulher, que busca através do seu disfarce conseguir o respeito e o dinheiro que precisa para realizar seu sonho.





Eu particularmente adorei a atuação de Glenn Close, que está perfeita no papel principal, e ainda tenho a opinião que nem foi preciso muita maquiagem para deixar a aparência dela parecida com a de um homem, afinal em sua aprecia ela tem diversas semelhanças alguém do sexo masculino.






Outra que se disfarça de homem é Janet McTeer essa com uma cara de mulher mais evidente e seios tão grandes que parece que tem um peito de pombo, devo destacar que a personagem que ela interpreta acaba servindo como um ponto crucial do filme e que desperta a ambição de Albert Noobs.





O longa é realmente bom, e chama mesmo a atenção, porém não é do tipo que você vai querer assistir se estiver com sono, se entendem o que eu digo, agora se gosta de um uma história que demora a se desenvolver e sem grandes surpresas essa é a opção perfeita.


Escrito por Fábio Campos

quinta-feira, 9 de fevereiro de 2012

Posted by Pasteleiro On 17:00 0 comentários

FRITOS NA HORA - Melancolia (2011)

Tem muita gente que acha que porque escrevo sobre filmes e gosto de filmes diferentes sou fã do cinema cult, ou seja, só gosto de filme alternativos, ai que você se engana meu amigo eu sou fã de muito filme porcaria, para se ter uma ideia eu adoro a franquia "Premonição" e sou fanzaço de um filme de terror adolescente, para quem ainda tem uma dúvida dá uma olhada na lista de filme preferidos do pasteleiro para conferir.





Por que estou dizendo isso? Bem estou dizendo isso para poder falar sobre Melancolia, filme dirigido por Lars von Trier, diretor que simplesmente não tenho opinião, eu vi "Dogville" e adorei, mas vi "Anticristo" e não consegui sair do início do filme, não sei o que aconteceu, mas simplesmente tirei o filme do aparelho de DVD guardei na gaveta e nunca mais tirei.





Em "Melancolia" a história é sobre duas irmãs Justine (Kirsten Dunst) que está para se casar assunto da primeira metade do filme e Claire (Charlotte Gainsbourg) em quem o filme se concentra na segunda parte, mostrando sua reação ao possível choque do planeta com outro planeta de nome Melancolia.


Tem muita gente elogia a atuação de Kirsten Dunst no filme, eu simplesmente não vejo nenhum brilhantismo, não sei quanto a vocês, mas ela sempre me parece infeliz nos filmes, como se não quisesse ser atriz, e estivesse lá a força, isso desde "Homem-Aranha" nesse filme ela simplesmente foi ela mesma. O que me impressionou aqui foi Kiefer Sutherland fazendo um papel sério, ele interpreta John, o marido de Claire, um cientista que tenta de todas as formas convencer a esposa que Melancolia não vai se chocar com a terra. Outros destaque ficam por conta de John Hurt com o pai boêmio e ausente das irmã, Stellan Skarsgård como o chefe de Justine e Alexander Skarsgård (filho de Stellan) como marido de Justine.






Vou ser direto: Não gostei do filme. E eu digo o por que: Ele é simplesmente parado demais, em algumas cenas eu quase dormi, e foi duro combater o sono, tem gente aqui que pode me condenar que não entendi o filme e aí que se enganam eu entendi sim, toda aquela situação da depressiva se satisfazendo com o final do mundo, da mulher que quer que o mundo se explode e isso acontece simplesmente brilhante, mas a forma como é colocado é chato demais.






Tem horas que cansa demais o filme, ele parece que foi feito para deixar a pessoa angustiada torcendo pelo fim (do filme, não do mundo) logo, podem falar que reclamo por não ter tudo mastigado pelo longa, mas o que senti é que era muito tempo para pouca trama.





A minha recomendação é a seguinte, quer ver algo diferente assista "Melancolia", mas não espere que seja um filme fácil, ele simplesmente é complicado e demorado.


Escrito por Fábio Campos

Posted by Pasteleiro On 10:58 0 comentários

PINGANDO ÓLEO - O Espião que Sabia demais

Gary Oldman é aquele bom ator que sempre será considerado somente um bom ator. Não importa o papel, o tamanho do filme ou bilheteria, ele sempre é ignorado por muitos ou quase todos, o que é uma pena.





Nunca se apegando a um tipo de filme ou papel, Oldman surpreende no bom O Espião que Sabia demais.





Um Thriller de espionagem com cara de filmes antigos do estilo, principalmente por fazer quem assisti pensar e não só suspirar pelo suspense ou ação.

O que se pode destacar mais nesse projeto é a direção fina e ao mesmo tempo bipolar de Tomas Alfredson (Deixe entrar) que transforma qualquer tipo de relacionamento pessoal ou profissional em dúbio.





O filme ainda conta com a versatilidade sóbria do sempre ótimo Colin Firth que mostra a Hollywood mais uma vez o seu poder como ator num papel pontual e fundamental para o projeto.





O Espião que Sabia demais não é acessível, é difícil em muitos momentos pela sua tensão aberta, mas a qualidade das atuações e roteiro bem alinhado faz desse um dos melhores filmes do ano, com uma atuação primorosa de Gary Oldman.